sexta-feira, 10 de abril de 2026

CEO da OpenAI tem casa atingida por coquetel molotov, diz site


Sam Altman JN O CEO do OpenAI, Sam Altman, teve sua casa em São Francisco, nos Estados Unidos, atingida por um coquetel molotov nesta sexta-feira, segundo o site NBC News. O suspeito pelo ataque é um homem de 20 anos que já foi detido, informou a polícia de São Francisco. A polícia afirmou que o homem arremessou um "dispositivo destrutivo incendiário" contra a casa, o que causou um incêndio em um portão externo. Cerca de uma hora depois, agentes atenderam a outra ocorrência em um estabelecimento comercial na região envolvendo um homem que ameaçava incendiar o prédio. "Quando os policiais chegaram ao local, reconheceram o homem como o mesmo suspeito do incidente anterior e o detiveram imediatamente", afirmou a polícia, em comunicado. Veja os vídeos que estão em alta no g1

Meta deve enfrentar novo processo nos EUA por acusação de vício em redes sociais entre jovens

A Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, deve enfrentar uma ação judicial movida pela procuradora-geral do estado norte-americano de Massachusetts, que afirma que a empresa controladora do Facebook e do Instagram criou, de forma deliberada, produtos projetados para viciar usuários jovens. A Meta nega as acusações e afirma que adota uma série de medidas para garantir a segurança de adolescentes e jovens em suas plataformas. A decisão ocorre após um julgamento considerado histórico, no qual um júri da cidade norte-americana de Los Angeles concluiu, em março, que Meta e Google agiram de forma negligente ao criarem plataformas de mídia social prejudiciais aos jovens. O júri determinou o pagamento de US$ 6 milhões a uma mulher de 20 anos que afirmou ter desenvolvido dependência de redes sociais ainda na infância. Um júri diferente, um dia antes, decidiu que a Meta deveria pagar US$ 375 milhões em multas civis em um processo movido pelo procurador-geral do estado norte-americano do Novo México. A ação acusa a empresa de enganar os usuários sobre a segurança do Facebook e do Instagram e de permitir a exploração sexual infantil nessas plataformas. Outros 34 estados dos Estados Unidos movem processos semelhantes contra a Meta em um tribunal federal. A ação apresentada pela procuradora-geral de Massachusetts, Andrea Joy Campbell, do Partido Democrata, é uma de pelo menos nove abertas por procuradores-gerais desde 2023 em tribunais estaduais. Entre elas está uma ação protocolada na quarta-feira pela procuradora-geral de Iowa, Brenna Bird, do Partido Republicano. A ação afirma que recursos do Instagram, como notificações automáticas, “curtidas” em publicações e a rolagem infinita de conteúdo, foram desenvolvidos para explorar vulnerabilidades psicológicas dos adolescentes, especialmente o chamado “medo de ficar de fora”. O processo afirma que os recursos do Instagram, como notificações push, "curtidas" de publicações de usuários e uma rolagem interminável, foram projetados para lucrar com as vulnerabilidades psicológicas dos adolescentes e seu "medo de ficar de fora". O estado afirma que dados internos da empresa indicam que a plataforma provoca dependência e causa prejuízos às crianças. A Meta tentou barrar o processo de Massachusetts com base na Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações de 1996, uma legislação federal dos EUA que, em geral, protege empresas de internet de ações judiciais relacionadas ao conteúdo publicado por usuários. O estado sustenta que a Seção 230 não se aplica a declarações consideradas falsas que, segundo a acusação, a Meta fez sobre a segurança do Instagram, as ações para proteger o bem-estar de usuários jovens e os sistemas de verificação de idade usados para impedir o acesso de crianças com menos de 13 anos. Um juiz de primeira instância concordou com o argumento e afirmou que a lei também não se aplica às acusações sobre os efeitos negativos do design do Instagram. Segundo o magistrado, o estado busca responsabilizar a Meta principalmente por sua própria conduta comercial, e não pelo conteúdo publicado por terceiros.

SpaceX, de Musk, teve prejuízo de quase US$ 5 bilhões em 2025, diz site


Nave Starship em foto divulgada pela SpaceX em 13 de outubro de 2025 Divulgação/SpaceX A SpaceX, de Elon Musk, que se prepara para abrir um IPO, registrou um prejuízo de quase US$ 5 bilhões (cerca de R$ 25,5 bilhões) em 2025, com receita superior a US$ 18,5 bilhões, informou o site The Information na quinta-feira (9), citando fontes. 🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas. Segundo a reportagem, o prejuízo inclui os resultados da xAI, adquirida pela empresa em fevereiro. O negócio, que cria a empresa privada mais valiosa do mundo, engloba as ambições cada vez mais caras do bilionário de avançar nos campos da IA e da exploração espacial. Procurada pela Reuters, a SpaceX não retornou aos contatos da agência de notícias para comentar a informação do The Information. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A empresa entrou de forma confidencial com pedido de abertura de capital nos Estados Unidos em março. No ano passado, teve lucro de cerca de US$ 8 bilhões, com receita entre US$ 15 bilhões e US$ 16 bilhões, segundo a Reuters. A SpaceX busca uma listagem pública que pode avaliar a empresa em mais de US$ 1,75 trilhão. Hoje ela é a empresa de lançamentos mais ativa do mundo e tem como objetivo tornar viáveis as viagens interplanetárias. A companhia também planeja implantar centros de dados de inteligência artificial em órbita. Golpistas criam páginas falsas para vender ingressos de shows do BTS no Brasil Conheça o robô humanoide projetado para usar armas em guerras

Como enviar arquivos direto do Android para o iPhone com o AirDrop


AirDrop no Android: como funciona a troca de arquivos com iPhone Enviar arquivos entre um celular Android e um iPhone sempre foi um desafio, exigindo geralmente o uso de e-mail ou aplicativos de mensagem como o WhatsApp. Esse cenário, no entanto, começou a mudar, ainda que restrito. A Samsung liberou recentemente uma atualização para a nova linha Galaxy S26 que permite aos aparelhos enviarem e receberem arquivos de iPhones, iPads e Macs de forma nativa. A fabricante sul-coreana segue uma iniciativa do próprio Google, que já havia lançado a compatibilidade entre o Quick Share (sistema do Android) e o AirDrop (da Apple) no final de 2025. A diferença é que, até agora, a função era exclusiva dos smartphones da linha Pixel, do Google, que não são vendidos oficialmente no Brasil. Nos testes do Guia de Compras, a integração entre um Galaxy S26 Ultra, um iPhone 17 e um MacBook Air funcionou sem problemas. Envio e recebimento de arquivos de iPhone no Galaxy S26 Ultra por AirDrop Reprodução Para isso, basta ativar a opção de compartilhamento com dispositivos Apple nas configurações do Quick Share no Galaxy. Galaxy S26: é preciso alterar as configurações do Quick Share para enviar para dispositivos da Apple Reprodução No iPhone ou Mac, é preciso ajustar o AirDrop para receber de "Todos" por 10 minutos. Feito isso, os aparelhos aparecerão na lista de envio na hora de compartilhar. No iPhone: deixe o AirDrop visível por 10 minutos para receber fotos do Galaxy; o aparelho da Samsung aparece na lista de dispositivos para envio (à direita) Reprodução A expectativa é que o compartilhamento com o AirDrop chegue a outras marcas em breve. A Oppo, por exemplo, já anunciou no exterior que levará a função para seus celulares mais caros, como a linha X9 Pro, recém-lançada no Brasil por R$ 12 mil. Atualmente, a marca chinesa oferece uma solução alternativa que exige um aplicativo adicional no iPhone, o que a torna pouco prática. Veja a seguir celulares da Apple e da Samsung que conseguem trocar arquivos diretamente por AirDrop. Nas lojas da internet consultadas no final de março, os iPhones custavam entre R$ 5.700 e R$ 7.200, e os Galaxy S26, entre R$ 7.500 e R$ 11.500. iPhone 17e iPhone 17 Galaxy S26 Ultra Galaxy S26 Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Por que estados americanos podem proibir a construção de data centers


Vista aérea de um data center da AWS que integra a região US-EAST-1, no norte da Virgínia, nos EUA Reuters/Jonathan Ernst Gigantes de tecnologia têm feito investimentos enormes em data centers à medida que precisam de muita capacidade para armazenar informações na "nuvem" e treinar modelos de inteligência artificial cada vez mais avançados. Os data centers costumam consumir muita energia e, por isso, estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos. Alguns estados americanos já discutem suspender temporariamente a criação desses espaços. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O caso mais avançado é o do Maine, que pode ser o primeiro estado americano a proibir a construção de novos data centers. A Câmara e o Senado estaduais já aprovaram a proposta, que, para virar lei, precisa ser sancionada pela governadora Janet Mills, do Partido Democrata. ❓ Um data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A proposta do Maine impediria, até novembro de 2027, a criação de data centers com, no mínimo, 20 megawatts de potência. Projetos dessa capacidade podem consumir energia elétrica equivalente a mais de 15 mil residências, segundo o jornal The Wall Street Journal. A medida prevê ainda um conselho responsável por propor medidas para garantir que os data centers não prejudiquem a população do Maine. Apenas 9 data centers estão em funcionamento no Maine, segundo dados do site Data Center Map. A Virgínia lidera o ranking nos EUA com 579 data centers em operação, enquanto o Brasil tem 204 empreendimentos desse tipo. Mas, apesar de o Maine ter poucos empreendimentos, a preocupação é com o possível aumento no custo de energia causado por esses empreendimentos. O estado já tem uma das maiores tarifas do país, segundo o Administração de Informação de Energia dos EUA. Data centers costumam usar muita energia elétrica e podem contribuir com o aumento da conta de luz nos Estados Unidos. Por lá, concessionárias de energia investirão em infraestrutura para atender à demanda e poderão repassar os custos para consumidores, afirmaram analistas à CNBC. Os empreendimentos também levantam preocupações sobre o uso de água. Fazer até 50 perguntas para o ChatGPT pode consumir meio litro de água, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, em Riverside. Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas A deputada estadual Melanie Sachs, do Partido Democrata, disse que a proibição no Maine garantirá a gestão responsável da terra e da água. "Este projeto não é contra a inovação, nem rejeita o desenvolvimento econômico", afirmou em março, segundo o site Maine Morning Star. Já o deputado estadual Steven Foster, do Partido Republicano, disse que já há regras para data centers e que a proibição não é necessária. "Muito medo foi alimentado sobre a construção de um data center de inteligência artificial em qualquer lugar do Maine, o que é contrário à realidade", afirmou em março. Propostas de suspender a construção de data centers também surgiram em estados como Virgínia e Geórgia, bases de projetos de empresas como Meta, Google e Microsoft. Esses projetos também foram apresentados em estados como Nova York, Maryland e Oklahoma, mas, por enquanto, não se tornaram lei em nenhum deles. A proibição temporária a novos data centers já existe por meio de leis municipais de algumas cidades no Michigan e em Indiana, segundo o Wall Street Journal. A lei do Maine teria o maior alcance até o momento. Projeto do Scala AI City, 'cidade' de servidores que será construída em Eldorado do Sul (RS) Divulgação/Scala Data Centers No Brasil, os primeiros projetos de data centers de IA poderão ter consumo equivalente ao de mais de 16 milhões de casas. Os empreendimentos serão construídos no Rio de Janeiro (RJ), em Eldorado do Sul (RS), em Maringá (PR), em Uberlândia (MG) e em Caucaia (CE). O projeto de Caucaia é da ByteDance, empresa chinesa dona do TikTok, e envolve um complexo com cinco data centers que deverão entrar em operação em setembro de 2027. Ele terá capacidade inicial de 200 megawatts. O projeto da ByteDance prevê um investimento de mais de R$ 580 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. LEIA TAMBÉM: Google começa a liberar mudanças em endereços do Gmail; veja como vai funcionar Golpistas criam páginas falsas para vender ingressos de shows do BTS no Brasil; veja como se proteger 'Project Maven': como os EUA usam IA como tecnologia de guerra para lançar ataques letais em minutos

Protótipo de 'carro voador' da Embraer completa 50 voos de teste


Vídeo mostra voo protótipo de carro voador, no interior de SP A Eve Air Mobility, empresa subsidiária da Embraer, informou nesta quinta-feira (9) que realizou 50 voos de teste com seu protótipo de "carro voador" (oficialmente conhecido como eVTOL) desde a estreia, em dezembro de 2025. Ao todo, os testes já somam mais de duas horas de voo. A empresa prevê iniciar ainda este ano a produção de protótipos de conformidade. Serão seis unidades usadas na campanha de certificação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), cuja aprovação é necessária antes da entrada em operação. "Alcançar 50 voos de teste com nosso protótipo de engenharia vai além de um marco técnico. É uma evidência clara da maturidade do nosso programa", afirmou Johann Bordais, CEO da Eve Air Mobility. A Eve também ampliou os testes, com aumento gradual da velocidade de cruzeiro e avaliações de gestão de energia, controlabilidade, estabilidade, ruído e vibração. Popularmente chamados de carros voadores, as aeronaves da Eve são produzidas em Taubaté (SP), em uma planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. Os veículos continuam em fase de testes e devem entrar em operação em 2027. A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período. As diferenças entre helicóptero, eVTOL e avião elétrico Daniel Ivanaskas/Arte g1

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Investigação do NYT aponta Adam Back como criador do Bitcoin, mas britânico nega


Representação do Bitcoin em ilustração produzida em 10 de setembro de 2025 REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo Uma investigação do jornal americano "The New York Times" (NYT) afirma ter identificado o verdadeiro criador do Bitcoin. Conhecido pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, ele nunca teve sua identidade revelada publicamente e deixou de se comunicar na internet anos atrás. O Bitcoin é uma criptomoeda que funciona com base em um registro público, mas com usuários que podem permanecer anônimos. Por meio de plataformas de negociação, é possível comprar e vender a moeda em reais ou dólares, além de usá-la para adquirir produtos e serviços que aceitam esse tipo de pagamento. A identidade do inventor do Bitcoin sempre foi um mistério, embora seja associada ao nome Satoshi Nakamoto (entenda mais abaixo). Agora, segundo a investigação do NYT, quem estaria por trás do pseudônimo: o britânico Adam Back, apontado pelo jornal como o possível criador da moeda digital. O jornal afirma ter analisado décadas de e-mails e um conjunto de mensagens atribuídas a Satoshi Nakamoto, reveladas durante um julgamento em Londres. Segundo a reportagem, o repórter John Carreyrou passou um ano analisando esses arquivos até chegar ao nome de Back. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Em entrevista à BBC, Adam Back, especialista em criptografia e descrito pela emissora como um “entusiasta do Bitcoin”, negou ser Satoshi Nakamoto. “Não sou Satoshi, mas desde cedo foquei nas implicações sociais positivas da criptografia, da privacidade online e do dinheiro eletrônico”, afirmou. O repórter afirma que uma das principais evidências que o levaram a suspeitar que Adam Back e Satoshi Nakamoto possam ser a mesma pessoa foi um conjunto de arquivos escritos por Back entre 1997 e 1999, cerca de uma década antes do lançamento do Bitcoin. Em um desses arquivos, datado de 30 de abril de 1997, Adam Back sugeriu a criação de um dinheiro virtual “totalmente desconectado” do sistema bancário tradicional, com características como a preservação da privacidade de quem paga e de quem recebe. A proposta também previa uma rede distribuída de computadores, para dificultar seu desligamento, um mecanismo de escassez para evitar inflação excessiva e a ausência da necessidade de confiar em indivíduos ou bancos. "Todos esses cinco elementos depois se tornaram centrais para o Bitcoin", escreveu o New York Times. Anos de procura A polêmica envolvendo a verdadeira identidade de Satoshi Nakamoto é antiga e nunca foi totalmente resolvida. A criptomoeda surgiu pela primeira vez em uma publicação na internet — um documento técnico conhecido como white paper — assinada por Nakamoto. O mistério em torno de Nakamoto e sua identidade já foi alvo de investigações anteriores do New York Times, da Newsweek e de outros veículos de imprensa. Nenhum deles, porém, apresentou provas irrefutáveis que confirmassem quem ele seria. "Jornalistas, acadêmicos e detetives da internet tentavam identificar Satoshi há 16 anos. Durante esse período, mais de 100 nomes foram apresentados, incluindo os de um estudante irlandês de criptografia, um engenheiro nipo-americano desempregado, um gênio criminoso sul-africano e o matemático retratado no filme "Uma Mente Maravilhosa"", escreveu o NYT.

CEO da OpenAI tem casa atingida por coquetel molotov, diz site

Sam Altman JN O CEO do OpenAI, Sam Altman, teve sua casa em São Francisco, nos Estados Unidos, atingida por um coquetel molotov nest...