quinta-feira, 30 de abril de 2026

Câmeras digitais portáteis voltam à moda com nostalgia e design surpresa


Kodak Charmera Divulgação A mistura de nostalgia com a tendência de comprar produtos “no escuro” tem impulsionado a popularidade das câmeras digitais portáteis entre jovens e colecionadores. Inspiradas em objetos de desejo dos anos 2000 (ou muito antes), essas câmeras apostam no mistério do design surpresa, semelhante ao fenômeno dos brinquedos Labubu. O principal destaque é a Kodak Charmera. Ao comprar, o consumidor escolhe apenas a caixa, sem saber qual será a cor da câmera: amarela, vermelha, azul, preta, branca ou colorida. 💡 Quer comprar melhor? Receba testes e dicas do Guia no seu e-mail. Vídeos em alta no g1 Existe ainda uma versão rara, com caixa transparente, cuja chance de encontrar é de 1 em 48, reforçando o apelo colecionável. Opções de cores da câmera Kodak Charmera, incluindo a edição secreta transparente Reprodução Apesar do visual divertido, as câmeras têm limitações técnicas. A resolução é baixa, em torno de 1,6 megapixel, bem distante dos 50 megapixels de smartphones atuais (ou até mais). As fotos saem opacas, com pouco contraste e cores suaves, além de filtros e molduras que simulam o efeito de câmeras analógicas dos anos 1980. Outro ponto é a ausência de conectividade: para transferir as imagens, é preciso retirar o cartão de memória ou conectar a câmera ao computador, como se fazia antigamente. Para quem busca mais praticidade, há alternativas como a Instax Pal, da Fujifilm, com um visual mais diferentão. O modelo permite transferir fotos via bluetooth para o app do celular e compartilhar diretamente nas redes sociais, mantendo o charme das molduras instantâneas da marca. Fotos feitas com a Fujifilm Instant Pal Henrique Martin/g1 Nas lojas online, é possível encontrar tanto a Instax Pal quanto a Kodak Charmera e outros modelos portáteis – incluindo alguns com capacidade de gravar vídeos, como a G5 Auto, em formato de carrinho de brinquedo. Os preços variam de R$ 300 a R$ 540, conforme pesquisa realizada no final de abril. Veja uma seleção de itens a seguir. Kodak Charmera FujiFilm Instax Pal Flexsmart Retrosnap Mini camera G5 Auto Retro TLR Camera Magecam Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Receita da Alphabet cresce mais de 20%, com melhor trimestre da história de unidade de nuvem após boom de IA


Google Arnd Wiegmann/Reuterus A Alphabet, empresa controladora do Google, reportou nesta quarta-feira (29) lucro e receita trimestrais que superaram as estimativas de Wall Street. O crescimento de 22% acontece depois de investimentos corporativos em inteligência artificial proporcionando à sua divisão de computação em nuvem a melhor alta em um trimestre desde o início do boom da IA. A receita total atingiu US$ 109,9 bilhões no primeiro trimestre do ano, enquanto previsões compiladas pela LSEG apontavam US$ 107,2 bilhões. O lucro operacional da unidade de nuvem triplicou, passando para US$ 6,6 bilhões no primeiro trimestre, de US$ 2,2 bilhões um ano antes. Vídeos em alta no g1 A receita do Google Cloud cresceu 63%, para US$ 20 bilhões no período, acima da expansão de 50,1% apontada pela média das projeções de analistas compiladas pela LSEG. Essa taxa de crescimento é a maior desde que a empresa passou a divulgar separadamente a receita do segmento, em 2020, segundo dados da LSEG. “2026 começou de forma extraordinária. Nossos investimentos em IA e nossa abordagem integrada de ponta a ponta estão impulsionando todas as áreas do negócio”, afirmou o CEO Sundar Pichai, referindo-se a todas as camadas da cadeia de tecnologia de IA, incluindo chips, data centers, modelos de IA e ferramentas para desenvolvedores. A carteira de contratos da unidade de nuvem quase dobrou na comparação trimestral, de acordo com a empresa, para mais de US$ 460 bilhões. A companhia disse que contava com 350 milhões de assinaturas pagas distribuídas entre o YouTube, seu serviço de armazenamento em nuvem, o serviço avançado de IA Google One e outros produtos. A carteira de pedidos da unidade de nuvem quase dobrou em relação ao trimestre anterior, segundo a empresa, ultrapassando US$460 bilhões. Leia também: UE diz que Meta falha em impedir crianças de usar Facebook e Instagram Investimento em IA A forte demanda por serviços de IA baseados em nuvem continua superando a oferta em todo o setor, levando as gigantes de tecnologia a acelerar investimentos em data centers, chips avançados e equipamentos de rede. Os investimentos (capex) da Alphabet mais do que dobraram em relação a um ano antes, para US$ 35,67 bilhões, mas ficaram ligeiramente abaixo da estimativa de US$ 36,06 bilhões. A empresa informou no trimestre passado que planeja investir entre US$ 175 bilhões e US$ 185 bilhões em capex neste ano. Alphabet, Microsoft, Amazon e Meta devem gastar juntas bem mais de US$600 bilhões neste ano para expandir a capacidade de IA. Saiba também: Documentos mostram que apenas Elon Musk pode demitir Elon Musk da SpaceX, diz agência Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá México reconhece 'cachorro caramelo' como raça mexicana e provoca reação de brasileiros na

UE diz que Meta falha em impedir crianças de usar Facebook e Instagram


Vídeos em alta no g1 Facebook e Instagram, plataformas da Meta, foram acusados nesta quarta-feira de violar regras da União Europeia e de não fazer o suficiente para impedir que crianças com menos de 13 anos acessem as redes sociais. A avaliação foi divulgada por reguladores do bloco. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 As conclusões fazem parte de uma investigação conduzida pela Comissão Europeia com base na Lei de Serviços Digitais (DSA), norma que exige que grandes empresas de tecnologia combatam conteúdos ilegais e prejudiciais em suas plataformas. A apuração durou dois anos. A Meta afirmou que discorda das conclusões preliminares. A empresa ainda pode responder às acusações e adotar medidas antes que a Comissão Europeia tome uma decisão final. Caso as violações sejam confirmadas, a multa pode chegar a até 6% do faturamento anual global da companhia. A iniciativa ocorre em meio a preocupações crescentes em diferentes países sobre os efeitos das redes sociais sobre crianças. Governos e especialistas têm pressionado as grandes empresas de tecnologia a reforçar mecanismos de proteção e controle nas plataformas. Segundo o órgão de fiscalização da UE, a Meta não tem feito o suficiente para aplicar as restrições que impedem crianças menores de 13 anos de usar Facebook e Instagram. Os reguladores também apontaram falhas nos sistemas usados para identificar e remover contas de menores quando elas são criadas. De acordo com os dados citados pela investigação, entre 10% e 12% das crianças com menos de 13 anos na Europa utilizam as duas plataformas. "Nossas conclusões preliminares mostram que o Instagram e o Facebook estão fazendo muito pouco para evitar que crianças abaixo dessa idade acessem seus serviços", disse a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, em um comunicado. "Os termos e condições não devem ser meras declarações escritas, mas sim a base de ações concretas para proteger os usuários, inclusive as crianças", declarou ela. A Meta afirma que possui medidas para detectar e remover contas de usuários menores de 13 anos e disse que pretende anunciar novas iniciativas na próxima semana. "A compreensão da idade é um desafio para todo o setor, que exige uma solução para todo o setor, e continuaremos a nos envolver de forma construtiva com a Comissão Europeia nessa importante questão", disse um porta-voz da Meta. Logo da Meta, empresa dona do Instagram e Facebook. Tony Avelar/AP

Musk e Zuckerberg viram cães-robôs que fazem 'cocô artístico' em museu


Da esquerda para a direita: Robôs à semelhança de Jeff Bezos, Elon Musk, Andy Warhol e Kim Jong Un, exibidos na instalação intitulada Animais Regulares, do artista Beeple. AP/Markus Schreiber Um museu de Berlim virou palco de uma cena inusitada: cães-robôs com cabeças de silicone hiper-realistas de figuras como Elon Musk, Mark Zuckerberg e Jeff Bezos circulam pelo local e, ocasionalmente, "fazem cocô" de imagens impressas. A instalação interativa, intitulada "Regular Animals", é obra do artista americano Beeple (Mike Winkelmann) e está em exibição na Neue Nationalgalerie. 📩 Assine a newsletter do Guia de Compras do g1 com testes e dicas de tecnologia 💩🖼️ As imagens expelidas pelos robôs são capturadas por câmeras integradas que registram o ambiente. Por meio de IA, o sistema transforma as fotos para que se assemelhem à visão de mundo da personalidade representada no robô. Além das personalidades que representam as "big techs", a exposição também conta com robôs de Kim Jong-un, ditador da Coreia do Norte, do pintor Pablo Picasso e da artista pop Andy Warhol. Enquanto o cão com o rosto de Pablo Picasso gera imagens cubistas, o modelo inspirado em Andy Warhol produz fotos no estilo pop art. Vídeos em alta no g1 Segundo os organizadores, a exposição é um comentário sobre como as percepções humanas são moldadas por algoritmos e plataformas tecnológicas. Beeple afirma que, no passado, a visão de mundo era influenciada por artistas, mas que hoje essa função cabe aos bilionários da tecnologia, que decidem o que as pessoas veem ou deixam de ver por meio de seus códigos poderosos. A obra foi apresentada originalmente na Art Basel Miami Beach 2025, nos EUA, onde o artista distribuiu as fotos feitas pelos cachorros com certificados que as descreviam ironicamente como "100% orgânicas". Robôs com a imagem de Elon Musk, em primeiro plano, e Jeff Bezos, à direita, estão expostos na instalação intitulada Regular Animals, do artista Beeple. AP/Markus Schreiber O artista Beeple, Mike Winkelmann, posa dentro de sua instalação intitulada Regular Animals, com robôs à semelhança de Kim Jong Un, à esquerda, Elon Musk, segundo à esquerda, Jeff Bezos, ao centro, e Mark Zuckerberg, à direita. AP/Markus Schreiber Algumas das imagens continham códigos QR que davam acesso a NFTs (tokens não fungíveis) gratuitos, permitindo que o público pudesse monetizar a arte digital doada pelo autor. Beeple é um dos artistas vivos mais valorizados do mundo, ocupando o terceiro lugar em preços de leilão, atrás apenas de David Hockney e Jeff Koons. Em 2021, ele fez história ao vender uma colagem digital por mais de US$ 69 milhões em um leilão da Christie's. Aquela venda foi a primeira vez que uma grande casa de leilões ofereceu uma obra puramente digital com um NFT como garantia de autenticidade e aceitou criptomoedas como pagamento. O artista é conhecido por criar e publicar uma nova imagem online todos os dias, em um movimento que descreve como críticas à sociedade moderna e às redes sociais por meio de cenários distópicos. Um Robô com a imagem de Kim Jong Un exibido na instalação intitulada Animais Regulares, do artista Beeple. AP/Markus Schreiber Cão-robô de Elon Musk. Divulgação/Beeple (Mike Winkelmann) Cão-robô de Mark Zuckerberg. Divulgação/Beeple (Mike Winkelmann) Brasileira processa empresa do youtuber MrBeast por assédio México reconhece 'cachorro caramelo' como raça mexicana e provoca reação de brasileiros na O que acontece com seus dados na internet quando você morre?

Famílias de vítimas processam dona do ChatGPT por massacre que deixou 8 mortos no Canadá


Homenagem às vítimas do massacre que deixou nove mortos em uma escola de Tumbler Ridge, no Canadá, em fevereiro de 2026 Christinne Muschi/The Canadian Press via AP Familiares das vítimas de um dos massacres mais mortais da história do Canadá entraram com um processo contra a OpenAI, dona do ChatGPT, e o CEO Altman, em um tribunal dos EUA, nesta quarta-feira (29). No massacre ocorrido em fevereiro em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, uma atiradora matou oito pessoas, muitas deles crianças, e cometeu suicídio em seguida. Segundo a alegação dos familiares, a empresa identificou o atirador como uma potencial ameaça oito meses antes do ataque, mas não alertou a polícia. Vídeos em alta no g1 As ações judiciais, apresentadas no tribunal federal de São Francisco, acusam os líderes da OpenAI de não alertarem a polícia porque isso iria expor o volume de conversas relacionadas à violência no ChatGPT e poderia colocar em risco o caminho da empresa de buscar uma oferta pública inicial de quase US$ 1 trilhão. Um porta-voz da OpenAI classificou o tiroteio como “uma tragédia” e disse que a empresa tem uma política de tolerância zero para o uso de suas ferramentas na facilitação de atos violentos. “Como compartilhamos com as autoridades canadenses, já fortalecemos nossas salvaguardas, incluindo a melhoria de como o ChatGPT responde a sinais de angústia, conectando pessoas com suporte local e recursos de saúde mental, reforçando como avaliamos e escalamos ameaças potenciais de violência e aprimorando a detecção de reincidência de violadores de políticas”, disse o porta-voz em comunicado. Onda de processos Os casos fazem parte de uma onda crescente de processos acusando empresas de inteligência artificial de não prevenirem interações em chatbots que, segundo os autores, contribuem para automutilação, doenças mentais e violência. Essas acusações são as primeiras, nos EUA, a alegar que o ChatGPT teve um papel na facilitação de um massacre. Jay Edelson, que representa os autores do processo, disse que planeja apresentar mais duas dezenas de ações judiciais nas próximas semanas contra a OpenAI, em nome de outras pessoas impactadas pelo tiroteio. Vítimas do ataque em escola e casa em cidade do Canadá Divulgação/RCMP.CA

Só Elon Musk pode demitir Elon Musk da SpaceX, mostra documento


A SpaceX está informando investidores de que ninguém pode destituir Elon Musk de seu cargo de diretor-executivo (CEO) e presidente do conselho sem o consentimento do próprio bilionário fundador, segundo um trecho do pedido de abertura de capital (IPO) analisado pela Reuters. Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 AP Photo/Markus Schreiber *Texto em atualização

Em julgamento, Musk diz que OpenAI, dona do ChatGPT, era sua ideia e que não buscava lucro


Elon Musk é interrogado por seu advogado Steven Molo durante o processo de Musk sobre a conversão da OpenAI para lucro em um tribunal federal em Oakland, Califórnia, EUA, em 28 de abril de 2026, em um retrato no tribunal. REUTERS/Vicki Behringer Em depoimento na terça-feira (28), no julgamento que opõe Elon Musk à OpenAI, o bilionário afirmou ser o criador do projeto que hoje controla o ChatGPT e disse que nunca pensou em lucrar com a empresa, segundo informações da agência Reuters. A disputa judicial, iniciada por Musk em 2024, gira em torno da alegação de que a organização teria traído sua missão original de atuar como entidade sem fins lucrativos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 "Eu tive a ideia, o nome, recrutei as pessoas-chave, ensinei tudo o que sei e forneci todo o financiamento inicial", disse Musk. "Foi especificamente concebido como uma instituição de caridade que não beneficia nenhuma pessoa individual. Eu poderia ter criado uma empresa com fins lucrativos, mas escolhi não fazer isso", completou ele. Vídeos em alta no g1 "Se permitirmos o saque de uma instituição de caridade, toda a base da filantropia nos Estados Unidos será destruída", afirmou Musk no primeiro dia do julgamento. "Essa é a minha preocupação." William Savitt, advogado da OpenAI, disse que Musk queria "as chaves do reino" e só entrou com o processo após fracassar em seus objetivos. Segundo ele, o bilionário iniciou, em 2023, seu próprio negócio de inteligência artificial, a xAI, hoje parte da SpaceX. "O que importa para ele é estar no topo", disse Savitt em sua declaração inicial. "Estamos aqui porque o Sr. Musk não conseguiu o que queria", completou. Já o advogado de Musk, Steven Molo, afirmou aos jurados que os réus da OpenAI é que estariam motivados por interesses financeiros, à medida que a empresa passou a atrair investidores, incluindo a Microsoft, que investiu US$ 10 bilhões em janeiro de 2023. Entenda a treta Elon Musk reage em um tribunal federal durante um intervalo do julgamento em seu processo sobre a conversão da OpenAI para lucro e conversão com fins lucrativos, em Oakland, Califórnia. REUTERS/Manuel Orbegozo Um dos cofundadores originais da OpenAI, Musk afirma que a empresa, liderada por Sam Altman e Greg Brockman, abandonou o foco no benefício da humanidade para se tornar uma "máquina de riqueza". Musk pede US$ 150 bilhões em danos da OpenAI e da Microsoft. Segundo pessoas ligadas ao caso, o valor seria destinado ao braço filantrópico da OpenAI. Além do valor financeiro, o bilionário quer que a OpenAI volte a ser estritamente sem fins lucrativos e que Altman e Brockman sejam removidos de seus cargos executivos. O empresário sustenta que foi mantido no escuro sobre a criação de uma estrutura comercial em 2019 e que seu nome e apoio financeiro foram usados indevidamente para atrair investidores. Musk investiu cerca de US$ 38 milhões na OpenAI entre 2016 e 2020. A defesa da OpenAI Sam Altman, CEO da OpenAI Yuichi YAMAZAKI / AFP Os advogados da OpenAI rebatem as acusações afirmando que Musk é motivado pelo desejo de controle e pelo interesse em impulsionar sua própria empresa de inteligência artificial, a xAI, fundada por ele em 2023. A empresa afirma que Musk participou das discussões para a mudança de estrutura e que ele mesmo exigiu ser o CEO na época. A Microsoft, também ré no processo, nega qualquer conspiração e afirma que sua parceria com a OpenAI só ocorreu após a saída de Musk do conselho da empresa. Em comunicado intitulado "A verdade sobre Elon Musk e a OpenAI", divulgado nesta segunda (27), a OpenAI contra-atacou. No texto, a empresa afirma que as ações do bilionário são motivadas por "ciúmes, arrependimento por ter abandonado a OpenAI e desejo de descarrilar uma concorrente". "Elon passou anos assediando a OpenAI por meio de processos infundados e ataques públicos. Ele está usando seu processo para atacar a fundação sem fins lucrativos OpenAI, que é focada em trabalhos em áreas como ciências da vida e na cura de doenças para o benefício de todos", diz o comunicado. De 'Projeto Manhattan' a disputa de egos Logo da OpenAI, dona do ChatGPT AP Photo/Michael Dwyer Documentos internos revelados no processo oferecem detalhes sobre a evolução da empresa, que nasceu em um laboratório de pesquisa no apartamento de Greg Brockman e hoje é avaliada em mais de US$ 850 bilhões. Altman apresentou a ideia a Musk em 2015, descrevendo-a como o "Projeto Manhattan da IA". O apoio de Musk foi fundamental para atrair cientistas de elite. Em 2017, tensões surgiram quando Musk questionou a viabilidade do projeto e tentou assumir o controle como CEO. Na mesma época, anotações do diário de Brockman revelavam o desejo de "se livrar" de Musk, chamando-o de "líder glorioso" de forma irônica. Musk deixou o conselho em 2018, prevendo que a OpenAI fracassaria diante do Google. Em 2019, a empresa se reestruturou para aceitar investimentos externos, e o lançamento do ChatGPT no fim de 2022 consolidou seu sucesso global. O desfecho do caso ocorre em um momento crítico. A OpenAI prepara uma possível abertura de capital que pode elevar seu valor de mercado para US$ 1 trilhão. Do outro lado, a xAI de Musk tenta diminuir a distância tecnológica para o ChatGPT, enquanto a SpaceX também planeja seu IPO (oferta pública de ações). *Com informações da agência de notícias Reuters. Brasileira processa empresa do youtuber MrBeast por assédio Pesquisa mostra que chatbots dão péssimos conselhos e bajulam usuário; saiba os riscos Da infância na Ucrânia até a lista da Forbes: quem foi Leonid Radvinsky,dono do OnlyFans

Câmeras digitais portáteis voltam à moda com nostalgia e design surpresa

Kodak Charmera Divulgação A mistura de nostalgia com a tendência de comprar produtos “no escuro” tem impulsionado a popularidade das...