quinta-feira, 26 de março de 2026

Justiça dos EUA rejeita ação da X, de Elon Musk, contra suposto ‘boicote’ de grandes empresas


Rede social X, do bilionário Elon Musk AP Photo/Rick Rycroft Um juiz dos Estados Unidos (EUA) rejeitou, nesta quinta-feira (26), uma ação movida pela rede social X, antigo Twitter, que acusava a Federação Mundial de Anunciantes e grandes companhias, como Mars, CVS Health e Colgate-Palmolive, de boicotar ilegalmente a plataforma controlada por Elon Musk. A juíza distrital Jane Boyle, do tribunal federal de Dallas, afirmou que a X não conseguiu comprovar que sofreu prejuízo de acordo com as leis antitruste americanas. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A ação, apresentada em 2024, alegava que os anunciantes, por meio de uma iniciativa da federação chamada Aliança Global para Mídia Responsável, teriam retido coletivamente bilhões de dólares em receita publicitária da plataforma. Nem a X nem a Federação Mundial de Anunciantes comentaram imediatamente a decisão. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 No processo, a empresa argumentava que os anunciantes agiram contra seus próprios interesses em uma suposta ação coordenada para prejudicar a plataforma, o que violaria a legislação concorrencial dos EUA. Já a CVS e os demais réus negaram irregularidades e pediram o arquivamento do caso. Eles afirmaram que tomaram decisões independentes sobre onde investir em publicidade, e não de forma coordenada. Segundo documentos apresentados à Justiça, as empresas optaram por direcionar anúncios a plataformas concorrentes por preocupações com a segurança de marca na X após a compra da rede por Musk, em 2022, quando houve demissões de equipes responsáveis por moderar conteúdo. Na decisão, Boyle afirmou que “a própria natureza da suposta conspiração não caracteriza violação antitruste”, e determinou o arquivamento definitivo do processo.

União Europeia acusa Pornhub, Stripchat, XNXX e XVideos de falhar na proteção de menores


As plataformas de conteúdo adulto Pornhub, Stripchat, XNXX e XVideos foram acusadas de descumprir regras da União Europeia ao permitir que crianças tenham acesso ao conteúdo publicado em seus sites, informaram reguladores do bloco nesta quinta-feira (26) e a punição pode acontecer com multas elevadas. As acusações surgiram após uma investigação de 10 meses feita com base na Lei de Serviços Digitais da União Europeia, que obriga grandes plataformas online a adotar medidas mais eficazes contra conteúdo ilegal e prejudicial. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 "As crianças estão acessando conteúdo adulto em idades cada vez mais precoces e essas plataformas precisam implementar medidas robustas, eficazes e que preservem a privacidade para manter os menores fora de seus serviços", disse a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, em um comunicado. A Comissão Europeia, responsável por aplicar a lei, afirmou que as empresas não utilizaram métodos claros e completos para avaliar os riscos enfrentados por crianças que acessam seus serviços. Pornhub, XVideos e outros sites são alvo de investigação na UE Reprodução O órgão acusou o Pornhub que pertencente ao grupo cipriota Aylo Freesites, o Stripchat que é subsidiário da Technius, também do Chipre, o XNXX do grupo tcheco NKL Associates e o XVideos que é ligado ao WebGroup, da República Tcheca, de priorizarem sua imagem diante do público em vez de se concentrarem nos riscos sociais que seus serviços representam para menores. O regulador também criticou a ferramenta de autodeclaração usada pelas empresas, que libera o acesso às plataformas com apenas um clique, mediante a confirmação de que o usuário tem mais de 18 anos. Segundo a Comissão, essa ferramenta, assim como recursos como desfoque de página e avisos de conteúdo, não foram suficientes para impedir o acesso de crianças aos sites. Ainda de acordo com o órgão, Pornhub, Stripchat, XNXX e XVideos devem adotar sistemas de verificação de idade que preservem a privacidade dos usuários e protejam crianças de conteúdo inadequado. As plataformas podem receber multas de até 6% de seu faturamento anual global caso sejam consideradas culpadas de violar a Lei de Serviços Digitais.

Qual o impacto de condenação nos EUA para o futuro das big techs? 'Um divisor de águas para as redes sociais'

Um júri em Los Angeles emitiu um veredicto contundente contra duas das plataformas digitais mais populares do mundo, o Instagram e o YouTube. A decisão concluiu que esses aplicativos são viciantes e foram deliberadamente projetados dessa forma — e que seus proprietários foram negligentes na proteção de crianças que os utilizam. É um momento sombrio para o Vale do Silício, com implicações globais. As gigantes de tecnologia envolvidas no caso, Meta e Google, agora terão que pagar US$ 6 milhões (£4,5 milhões) em indenização a uma jovem conhecida como Kaley, a vítima central do processo. Ela afirmou que as plataformas contribuíram para que desenvolvesse dismorfia corporal, depressão e pensamentos suicidas. Ambas as empresas pretendem recorrer. A Meta sustenta que um único aplicativo não pode ser o único responsável por uma crise de saúde mental em adolescentes. Já o Google afirma que o YouTube não é uma rede social. Por enquanto, porém, a decisão significa que "a era da impunidade acabou", segundo a professora de direito Mary Franks, da Universidade George Washington. É difícil exagerar o quanto esse veredicto pode ser transformador para as redes sociais. Seja qual for o desfecho, e certamente haverá recursos e novos desdobramentos jurídicos, esse caso deve redefinir o cenário. Pode até marcar o começo do fim da era das redes sociais como a conhecemos. Um momento 'Big Tobacco'? Os "doomscrollers" do mundo talvez não tenham se surpreendido com o veredicto — mas acredito que as empresas de tecnologia tenham se surpreendido. Meta e Google acumularam custos jurídicos altíssimos para se defender. Este caso, e outros semelhantes, são claramente de enorme importância para elas. As outras duas empresas envolvidas no processo — TikTok e Snap, dona do Snapchat — fizeram acordos antes de o caso ir a julgamento. Nos bastidores do setor de tecnologia, comentava-se que elas não poderiam arcar com essa disputa. Fui convidado para apresentações bem produzidas sobre todas as ferramentas que as redes sociais oferecem (principalmente para pais) para proteger crianças. Mas, no fim, o tribunal decidiu que essas medidas não foram suficientes. Arturo Bejar, que trabalhou no Instagram, disse que alertou Mark Zuckerberg sobre os riscos para crianças há vários anos. "Deixou de ser um produto que você usa para se tornar um produto que usa você", disse ele ao programa Today, da BBC Radio 4, na quinta-feira. A Meta negou as alegações. Alguns especialistas descreveram o veredicto como o "momento Big Tobacco" das grandes empresas de tecnologia — e sabemos como isso terminou, embora não tenha feito as pessoas pararem de fumar completamente. Será que veremos avisos de saúde nas telas? Restrições a publicidade e patrocínios? Atualmente, as empresas de tecnologia são legalmente protegidas nos Estados Unidos por uma cláusula conhecida como Seção 230, que as isenta de responsabilidade pelo conteúdo publicado em suas plataformas. Outros tipos de empresas de mídia não contam com esse benefício. Costuma-se dizer que a indústria de tecnologia não sobreviveria sem isso. Mas o ceticismo em relação a essa proteção pode estar crescendo: a Comissão de Comércio do Senado realizou uma audiência sobre o tema na quarta-feira. Os líderes do setor de tecnologia mantêm, em geral, uma relação próxima com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem apoiado o setor. Até agora, porém, ele não saiu em defesa das empresas. Outra possibilidade é que as plataformas sejam obrigadas a eliminar todos os recursos projetados para manter as pessoas conectadas. Mas o engajamento é o combustível das grandes empresas de tecnologia. Se você remove essas estratégias — a rolagem infinita, as recomendações algorítmicas, a reprodução automática — sobra uma experiência de rede social muito diferente e, possivelmente, mais limitada. O sucesso dessas plataformas está no fluxo de usuários: manter grandes volumes de pessoas online pelo maior tempo possível e fazê-las voltar com frequência, para que possam ser expostas ao máximo de anúncios. É assim que essas empresas ganham dinheiro. Em vários territórios, incluindo o Reino Unido, crianças não fazem parte dessa máquina de publicidade — mas isso só passou a valer depois da intervenção de reguladores. Ainda assim, as crianças de hoje são os adultos de amanhã, e o cenário ideal para essas empresas é que elas completem 18 anos já como usuárias consolidadas. O Facebook, a rede social original da Meta, é frequentemente chamado, em tom de brincadeira, de "plataforma de boomers" — mas dados de 2025 indicam que quase metade de seus usuários no mundo tem entre 18 e 35 anos. Mais desafios pela frente A vitória de Kaley na Justiça é agora a segunda derrota das grandes empresas de tecnologia em uma série de casos semelhantes que devem ir a julgamento nos Estados Unidos neste ano. E há mais por vir. "Este veredicto histórico, junto com muitas outras ações semelhantes contra empresas de redes sociais, sinaliza uma mudança na forma como os tribunais enxergam o design das plataformas — como um conjunto de escolhas que podem ter consequências jurídicas e sociais reais", disse o Dr. Rob Nicholls, da Universidade de Sydney. "Isso abre caminho para questionamentos mais amplos contra redes sociais e outros sistemas tecnológicos projetados para maximizar o engajamento em detrimento do bem-estar dos usuários." E a Austrália, onde Nicholls vive, já fez exatamente isso. Em dezembro, o país proibiu menores de 16 anos de usar as principais plataformas de redes sociais. O Reino Unido e outros países estão considerando a mesma medida, e este veredicto certamente reforça os argumentos a favor. Para alguns pais que já enfrentaram dificuldades com o tema, proibir o uso dessas plataformas por crianças é uma decisão óbvia. "Façam isso agora", disse recentemente a mãe britânica Ellen Roome, que perdeu o filho. Ela vem fazendo campanha por mudanças nas redes sociais após a morte de seu filho de 14 anos, Jools Sweeney — que, segundo ela, foi causada por um desafio online que deu errado em 2022. O Parlamento, no entanto, segue dividido sobre qual ação tomar. A Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns estão atualmente envolvidas no chamado "pingue-pongue" legislativo em torno de uma proposta de emenda ao projeto de lei Children's Schools and Wellbeing Bill, que daria aos ministros um ano para decidir quais plataformas deveriam ser proibidas para menores de 16 anos. Talvez o novo veredicto ajude a unir políticos e membros da Câmara dos Lordes — e não apenas no Reino Unido: será que um dia vamos olhar para este período da história e nos perguntar por que, afinal, deixamos crianças circularem livremente nas redes sociais?

Snapchat é alvo de investigação da UE por suposta falha ao prevenir aliciamento de menores


Justiça americana condena Meta e Google por danos à saúde mental de jovens O Snapchat, plataforma de mídia social da empresa americana Snap, passou a ser investigado pela União Europeia. Reguladores alertaram nesta quinta-feira (26) que a empresa pode não estar fazendo o suficiente para impedir o aliciamento de crianças e a venda de produtos ilegais. A investigação é baseada na Lei de Serviços Digitais (DSA), que obriga grandes plataformas a combater conteúdos ilegais e prejudiciais, sob risco de multas que podem chegar a 6% do faturamento global. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo a chefe de tecnologia da UE, Henna Virkkunen, há preocupações que vão desde o contato de menores com criminosos até configurações de conta que podem comprometer a segurança. Para ela, o Snapchat não estaria atendendo aos padrões exigidos pela nova legislação. Em resposta, a empresa afirmou que revisa constantemente suas medidas de proteção e que está cooperando com as autoridades de forma transparente ao longo da investigação. A Comissão Europeia, responsável por aplicar a lei, suspeita que a plataforma não tem mecanismos suficientes para evitar que crianças sejam abordadas por usuários mal-intencionados. Também avalia que as ferramentas de moderação são falhas ao impedir conteúdos que direcionam para a venda de itens ilegais, como drogas, ou produtos com restrição de idade, como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas. Além disso, o bloco europeu decidiu assumir uma investigação iniciada por reguladores da Holanda, em setembro, sobre a venda de cigarros eletrônicos para menores por meio do aplicativo. Outros pontos de preocupação incluem o sistema de verificação de idade, considerado frágil, as configurações padrão das contas e possíveis falhas no design da plataforma que dificultam a identificação de riscos pelos usuários. Executivos de YouTube, Snapchat e TikTok foram interrogados por senadores americanos Richard Drew/AP Foto

quarta-feira, 25 de março de 2026

'Primeiro-robô': Melania Trump desfila com robô humanoide em evento na Casa Branca


Melania e robô humanoide na Casa Branca. Reprodução/X A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, fez uma breve caminhada ao lado de um robô humanoide antes de um evento na Casa Branca, nesta quarta-feira (25). Melania apresentou o robô em um encontro educacional sobre inteligência artificial, de acordo com uma publicação de Donald Trump em uma rede social. "Obrigada, Primeira-Dama Melania Trump, por me convidar para a Casa Branca. É uma honra estar na reunião inaugural da Coalizão Global 'Fostering the Future Together' (Cultivando o Futuro Juntos)", disse a robô para convidadas e plateia do evento. "Eu sou a Figure 3, um humanoide construído nos Estados Unidos da América. Sou grata por fazer parte deste movimento histórico para capacitar crianças com tecnologia e educação", continuou. Em seguida, a robô deu boas vindas em inglês, espanhol, português e outros oito idiomas.

Júri considera Meta e Google culpados por negligência em julgamento sobre vício em redes sociais


Como o julgamento histórico da Meta e do Google pode impactar o Brasil? Um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou o Google, da Alphabet, e a Meta responsáveis ​​por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do Youtube, em um processo histórico sobre vício em redes sociais. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25). O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas quando ainda era menor de idade, por causa do design dos aplicativos. Ela afirma que o uso dos aplicativos agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pede que as empresas sejam responsabilizadas. A decisão impõe, ainda, uma indenização de US$ 3 milhões (R$ 15,7 milhões) a ser paga pelas companhias. Os autores da ação judicial em Los Angeles focaram no design da plataforma em vez do conteúdo, o que dificultou a evasão de responsabilidade por parte das empresas. "Discordamos respeitosamente do veredicto e estamos avaliando nossas opções legais", afirmou um porta-voz da Meta à Reuters após o anúncio da decisão. O resultado poderá influenciar milhares de casos semelhantes contra as empresas de tecnologia, movidos por pais, procuradores-gerais e distritos escolares. Pelo menos metade dos adolescentes americanos usa o YouTube ou o Instagram diariamente, segundo o Pew Research Center . O Snapchat e o TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com o autor antes do início do julgamento. Os termos dos acordos não foram divulgados. Meta e Google AP/Reuters Críticas crescentes Nos últimos dez anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA têm enfrentado críticas crescentes em relação à segurança de crianças e adolescentes. O debate agora se deslocou para os tribunais e governos estaduais. O Congresso americano se recusou a aprovar uma legislação abrangente que regulamente as redes sociais. Pelo menos 20 estados aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, de acordo com a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (National Conference of State Legislatures), uma organização apartidária que monitora as leis estaduais . A legislação inclui projetos de lei que regulamentam o uso de celulares nas escolas e exigem que os usuários comprovem sua idade para abrir uma conta em redes sociais. A NetChoice, uma associação comercial apoiada por empresas de tecnologia como Meta e Google, está buscando invalidar judicialmente as exigências de verificação de idade. Um outro caso de vício em redes sociais, movido por vários estados e distritos escolares contra empresas de tecnologia, deverá ir a julgamento neste verão em um tribunal federal em Oakland, Califórnia. Outro julgamento estadual está previsto para começar em Los Angeles em julho, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos em nome dos demandantes. Envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat. Em outro caso, um júri do Novo México considerou , na terça-feira , que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral do estado, que acusou a empresa de enganar os usuários sobre a segurança do Facebook, Instagram e WhatsApp e de permitir a exploração sexual infantil nessas plataformas. *Esta reportagem está em atualização

Meta vai demitir 'centenas' de funcionários nesta quarta-feira


Escritório da Meta em Menlo Park, Califórnia, Estados Unidos REUTERS/Nathan Frandino A Meta Platforms (META.O) está demitindo algumas centenas de pessoas em várias equipes nesta quarta-feira (25), disse uma fonte familiarizada com o assunto à Reuters. A Reuters informou no início deste mês que a Meta planejava uma ampla rodada de demissões que poderia afetar 20% ou mais da força de trabalho da empresa, e que executivos de alto escalão já haviam sinalizado os planos a outros líderes, orientando-os a começar a planejar reduções. A Meta tinha quase 79.000 funcionários em 31 de dezembro, de acordo com seu relatório anual. As demissões desta quarta-feira foram em menor escala. Segundo um relatório anterior do The Information, os cortes afetariam a divisão Reality Labs da Meta, equipes de mídias sociais e operações de recrutamento. “As equipes da Meta regularmente passam por reestruturações ou implementam mudanças para garantir que estejam na melhor posição para alcançar seus objetivos. Sempre que possível, estamos buscando outras oportunidades para funcionários cujas posições possam ser impactadas”, disse um porta-voz da Meta em comunicado. A controladora do Facebook busca compensar o aumento de custos ligados a grandes investimentos em inteligência artificial, após prever despesas totais entre US$ 162 bilhões e US$ 169 bilhões em 2026. Além do aumento da remuneração de funcionários, já que a empresa gasta milhões para contratar talentos de IA de ponta. Veja os vídeos que estão em alta no g1

Justiça dos EUA rejeita ação da X, de Elon Musk, contra suposto ‘boicote’ de grandes empresas

Rede social X, do bilionário Elon Musk AP Photo/Rick Rycroft Um juiz dos Estados Unidos (EUA) rejeitou, nesta quinta-feira (26), uma...