sexta-feira, 17 de abril de 2026

Papa Leão critica uso de IA para espalhar 'conflitos, medos e violência'


Papa Leão XIV: 'Mundo está sendo devastado por um punhado de tiranos' No terceiro dia de viagem a Camarões, o papa Leão XIV criticou nesta sexta-feira (17) o uso da inteligência artificial (IA) para fomentar "a polarização, os conflitos, os medos e a violência". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em discurso na Universidade Católica da África Central, em Yaoundé, o pontífice também criticou "a substituição progressiva da realidade por sua simulação", que leva pessoas a viverem "em bolhas impermeáveis umas às outras". "Quando a simulação se torna regra, (...) vivemos como dentro de bolhas impermeáveis umas às outras e nos sentimos ameaçados por qualquer um que seja diferente", afirmou. "É assim que a polarização, os conflitos, os medos e a violência se espalham. Não está em jogo um simples risco de erro, mas uma transformação da própria relação com a verdade", acrescentou. A declaração ocorre em meio a críticas ao uso de imagens geradas por IA com fins políticos por Donald Trump. Após o papa criticar a guerra no Irã, o presidente dos Estados Unidos publicou, no domingo (12), uma imagem em que aparece como se fosse Jesus Cristo. A ilustração foi apagada no dia seguinte e gerou reação entre setores da direita religiosa americana. Nos últimos dias, Leão XIV adotou um tom mais firme, após críticas de Trump. Na quinta-feira (16), denunciou "o mal causado de fora" por quem explora recursos do continente africano. "O mundo está sendo devastado por um punhado de tiranos, mas mantém-se unido por uma multidão de irmãos e irmãs solidários!", disse o papa em Bamenda, região marcada por conflito separatista. Missão na África O papa Leão XIV chega para celebrar uma missa pela paz e justiça no aeroporto de Bamenda, em Camarões, em 16 de abril de 2026 REUTERS/Guglielmo Mangiapane Pela manhã, o papa celebrou uma missa ao ar livre em Duala, sob forte calor, às margens do Golfo da Guiné. Mais de 120 mil pessoas participaram — número abaixo da estimativa de até 1 milhão feita pelo governo. "Viva o papa!", gritavam fiéis no Estádio de Japoma, com bandeiras do Vaticano e cânticos acompanhados por percussão. Em discurso, ele pediu que jovens "sirvam ao país" em vez de emigrar. "A África precisa se libertar da praga da corrupção", disse. O pontífice criticou ainda "o lado obscuro das devastações ambientais e sociais provocadas pela frenética busca por matérias-primas e terras" raras. Segundo ele, a África paga um alto preço pela extração de cobalto, essencial para servidores de informática. O setor é dominado em grande parte por potências estrangeiras, com a China à frente. Após a celebração, o pontífice visitou pacientes de um hospital católico em Duala e seguiu para Yaoundé. A viagem ao país termina no sábado (18). O papa chegou a Camarões após visita à Argélia e seguirá viagem por Angola e Guiné Equatorial até 23 de abril. VÍDEOS: mais assistidos do g1

Após a morte do fundador, OnlyFans busca novo investidor em acordo bilionário


OnlyFans REUTERS/Andrew Kelly A plataforma de conteúdo adulto OnlyFans está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões). Segundo o Financial Times, a companhia, sediada em Londres, discute a venda de menos de 20% para a Architect Capital, gestora de investimentos com sede em São Francisco. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A estratégia de vender uma fatia minoritária é vista como uma forma de garantir estabilidade ao negócio após a morte de seu fundador, Leonid Radvinsky. O empresário ucraniano-americano, bilionário, faleceu no mês passado, aos 43 anos, vítima de câncer. De acordo com a reportagem, o interesse do OnlyFans na Architect Capital está ligado à experiência da gestora no setor de serviços financeiros. A plataforma britânica avalia ampliar sua atuação e oferecer produtos bancários aos criadores de conteúdo por conta das dificuldades para acessar serviços tradicionais devido à natureza de seu trabalho. 🔎O OnlyFans mantém uma política rígida de acesso, restrita a maiores de 18 anos. Dados mais recentes da Felix International, empresa controladora da plataforma, indicam que o site conta com cerca de 4,6 milhões de criadores cadastrados, que recebem 80% das receitas geradas por assinaturas, enquanto a empresa fica com 20%. A ascensão do OnlyFans começou com um modelo genérico de assinaturas, mas a plataforma ganhou escala ao focar no conteúdo adulto e oferecer comissões mais atrativas — 80% da receita fica com os criadores. O formato atraiu influenciadores e acelerou o crescimento, especialmente durante a pandemia, quando aumentou a busca por renda online. Em poucos anos, a base de usuários saltou de milhões para centenas de milhões, atingindo 377 milhões de fãs e 4,6 milhões de criadores em 2024. O sucesso do modelo também influenciou outras redes sociais, como Instagram e X, a adotarem ferramentas de conteúdo pago. Hoje, a plataforma movimenta bilhões em assinaturas e permite que usuários comprem conteúdos e interajam diretamente com os criadores. No ano encerrado em 30 de novembro de 2024, a empresa registrou receita de US$ 1,4 bilhão e lucro antes de impostos de US$ 684 milhões, alta de 4% na comparação anual. No mesmo período, os pagamentos aos criadores somaram US$ 7,2 bilhões, avanço de quase 10%. Caso avance a negociação para venda de uma participação minoritária, o controle da empresa deve permanecer com o fundo familiar que detém as ações de Leonid Radvinsky. Os bastidores, as estratégias e a rotina de quem ganha a vida vendendo vídeos de sexo

Inteligência artificial ajuda restaurantes a economizar até R$ 20 mil com gestão de estoque


Startup cria IA que organiza estoque de restaurantes e corta custos A inteligência artificial já faz parte da rotina dos empreendedores. Dados do Sebrae apontam, por exemplo, que 44% dos pequenos negócios já utilizam essas ferramentas de diversas formas, como organizar informações, analisar dados e tornar os processos mais rápidos e seguros. Foi pensando nas principais dificuldades de quem empreende no setor de alimentação que os sócios Lucas Brouck e Vinícius Zenorini criaram uma startup de inteligência artificial para restaurantes, focada em um dos pontos mais críticos do negócio: a gestão de estoque. A ideia surgiu a partir da experiência prática dos próprios fundadores. Brouck, dono de restaurante há dez anos, enfrentava dificuldades no controle de estoque, principalmente devido à grande quantidade de produtos e à necessidade de acompanhar prazos de validade, consumo e reposição. “Você precisa gerir a validade, comprar com mais precisão e fazer a contagem dos produtos. São muitos processos quase mecânicos”, diz o empreendedor. A ferramenta funciona como uma assistente virtual e pode ser acessada por celular, tablet ou computador. O usuário pode enviar mensagens de texto, áudios, fotos ou até notas fiscais para registrar entradas e saídas de produtos. “Normalmente, as compras são feitas no feeling. Isso gera desperdício ou dinheiro parado”, afirma Vinícius Zenorini, um dos sócios da startup. Segundo ele, clientes da plataforma relatam economia de até R$ 20 mil após a adoção do sistema. A IA cruza os dados fornecidos com o histórico do negócio para indicar o consumo médio, sugerir compras e ajudar a evitar desperdícios. Além disso, o sistema é capaz de responder a perguntas em tempo real. ➡️ Um exemplo: ao consultar se há insumos suficientes para produzir determinado prato, a ferramenta analisa o estoque disponível e indica se é necessário comprar mais ingredientes. Startup cria IA que organiza estoque de restaurantes e corta custos Reprodução/PEGN Do papel à inteligência artificial Antes de adotar a tecnologia, muitos empreendedores ainda faziam o controle manual ou em planilhas — um processo mais sujeito a erros. Foi o caso da empresária Daniella Almeida, que administra uma pastelaria na zona leste de São Paulo. “Já tivemos perdas por falta de controle de validade, principalmente de insumos frescos, como tomate e ovo. Também perdemos produtos caros”, relata. Com a implementação da inteligência artificial, a rotina mudou. Hoje, ela consegue registrar produtos apenas tirando fotos ou enviando mensagens de áudio, além de acompanhar, em tempo real, o estoque e o ciclo de compras. “Eu tenho as informações na palma da mão. Consigo prever gastos, negociar melhor com fornecedores e comprar exatamente o que preciso para a semana”, diz. Crescimento e modelo de negócio A primeira versão da plataforma levou cerca de seis meses para ser desenvolvida e foi lançada em 2023. Desde então, a startup reúne cerca de 8 mil negócios cadastrados e atende mais de 1.500 clientes diariamente. O modelo de negócio é baseado em assinaturas, com planos mensais a partir de R$ 119, que variam de acordo com o número de usuários. Segundo os fundadores, o principal desafio foi criar uma solução acessível para pequenos e médios empreendedores — tanto em usabilidade quanto em custo. Startup cria IA que organiza estoque de restaurantes e corta custos Reprodução/PEGN Eficiência como diferencial Para especialistas e empreendedores do setor, a gestão eficiente da cadeia de suprimentos pode ser determinante para o sucesso do negócio. “Quando você entende o estoque, melhora toda a operação”, afirma Brouck. A expectativa dos criadores é que a ferramenta evolua e funcione também como uma espécie de guia de gestão, ajudando empresários a profissionalizar seus negócios. Em um setor marcado por margens apertadas e alta competitividade, o uso de inteligência artificial pode deixar de ser diferencial e se tornar uma necessidade — especialmente para quem busca reduzir desperdícios e aumentar a eficiência. Alô Chefia 🌐 Site: alochefia.com.br 📧 E-mail: contato@alochefia.com.br 📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/18Qdu9EYmD/?mibextid=wwXIfr 📸 Instagram: https://www.instagram.com/alo_chefia 📞 Telefone: 11 95040-8562 Nosso Pastel Patriarca 📍 Endereço: Rua João Marchiori, 428 - Cidade Patriarca - São Paulo/SP – CEP: 03547-020 📞 Telefone: (11) 998725574 📧 E-mail: nossopastel3@gmail.com 📘Facebook: https://www.facebook.com/share/1WymUPtsD6/ 📸 Instagram: https://www.instagram.com/nossopastelpatriarca

É #FAKE vídeo do papa Leão XIV nomeando Frei Gilson como 'ferramenta de Deus'; cena feita com IA leva a golpe do PIX


É #FAKE vídeo de papa Leão XIV nomeando Frei Gilson como 'ferramenta de Deus'; trata-se de IA e golpe do PIX Reprodução Circula nas redes sociais um anúncio com um vídeo que supostamente mostra o papa Leão XIV nomeando o Frei Gilson como "ferramenta de Deus". É #FAKE. Selo Fake (Horizontal) g1 🛑 Como é o anúncio? O anúncio patrocinado circula em plataformas da Meta (controladora de Facebook, Instagram, Messenger, Threads e WhatsApp). Uma das versões, publicada nesta segunda-feira (13), exibe um vídeo que começa com uma chamada do plantão da Globo. Sobreposta as imagens, há uma caixa de texto que diz: "A maior notícia de 2026!!! 😯😯😯😯". O conteúdo usa quatro gravações diferentes, sendo que três delas tiveram os áudios manipulados com inteligência artificial (IA) – veja análise completa ao final desta checagem. O primeiro vídeo mostra o jornalista César Tralli no estúdio do Jornal Hoje, que exibe no telão uma imagem da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Ele diz: "Notícia urgente. O Papa acabou de iniciar um pronunciamento oficial, nomeando o Frei Gilson como ferramenta de Deus após ele realizar um milagre de cura". Frei Gilson é um sacerdote, cantor, influenciador e líder católico que reúne milhões de fiéis em orações transmitidas ao vivo nas redes sociais. Já o segundo vídeo é o único sem IA: trata-se de um trecho de 23 segundos da reportagem que exibiu imagens da fumaça branca na Capela Sistina para anunciar a escolha do novo papa, em 8 de maio de 2025. Apesar de ser real, o material foi usado fora de contexto, já que as imagens não têm qualquer relação com Frei Gilson. O terceiro registro mostra imagens reais do discurso de Leão XIV realizado na mesma data, quando foi apresentado como líder da Igreja Católica. No entanto, o áudio foi gerado com IA — a "narração" sobreposta à voz do pontífice se passa por uma tradução simultânea para o português. O áudio diz: "Eu, Papa Leão XIV, servo de Deus, junto a todo o clero e ao Vaticano declaro diante dos fiéis, após testemunharmos sinais claros da ação de Deus por meio de um sacerdote brasileiro, confirmando a veracidade de inúmeros milagres atribuídos ao seu nome. Eu nomeio Frei Gilson da Silva Pupo Azevedo, mais conhecido como Frei Gilson, como ferramenta de Deus, por reconstruir a oração original do Arcanjo Rafael [...]". Por fim, a quarta última cena manipulou com IA a voz de Ilze Scamparini, correspondente da TV Globo na Itália. No material, ela aparece dizendo que o frei teria recuperado a versão original de uma "oração sagrada" com poder de cura e prosperidade. Ao final, sugere: "Interessados em acompanhar a transmissão e aprender a oração do Arcanjo Rafael podem acessar pelo botão 'assistir mais', aqui abaixo". Ao clicar no botão, o usuário é redirecionado a uma falsa transmissão ao vivo, intitulada "Oração Sagrada do Grimório de São Bento", que imita o canal de Frei Gilson no YouTube. O site replica nome, foto de perfil e até a imagem exibida antes das lives do rosário, reza virtual feita pelo Frei. O objetivo do conteúdo aplicar um golpe do PIX (leia mais abaixo). O vídeo mostra Frei Gilson sentado atrás de uma mesa, em um cenário idêntico ao de uma série de vídeos do religioso sobre o livro "A fé explicada" (Quadrante), de Leo J. Trese. A voz, porém, foi completamente manipulada com IA para simular que o frei estava ensinado uma oração baseada em um suposto "grimório secreto". Na versão fake, ele afirma que o conteúdo será disponibilizado gratuitamente em um aplicativo e diz que a apresentadora Ana Maria Braga, do programa "Mais Você", da TV Globo teria utilizado a obra durante o tratamento contra o câncer. Nesse momento, surge outro vídeo, também sinteticamente manipulado. Em seguida, o religioso pede doações para a construção de um suposto santuário e incentiva a compra da versão física do livro. Ele alega que os contribuintes participarão de um sorteio ao vivo do "Mais Você", com cinco viagens para a Itália e o Vaticano. Ao avançar, a vítima é direcionada a outra página fraudulenta, na qual é necessário inserir dados pessoais e fazer um PIX de R$ 97 para adquirir o suposto grimório. O pagamento é intermediado por uma plataforma que não identifica o destinatário final do dinheiro. O Fato ou Fake encontrou ao menos 32 versões similares da propaganda fake na Biblioteca de Anúncios da Meta. Trata-se de uma central de informações sobre todas as propagandas (pagas por usuários ou empresas) veiculadas nas redes da plataforma. Elas aparecem para o usuário de acordo com idade, gênero, localização e interesses. Procurada, a assessoria de imprensa da companhia enviou esta nota por e-mail: "Os golpes cresceram em escala e complexidade nos últimos anos, impulsionados por redes criminosas transnacionais implacáveis. À medida que essa atividade se tornou mais persistente e sofisticada, nossos esforços para combatê-la também se intensificaram. Estamos testando o uso de tecnologia de reconhecimento facial, aplicando nossas regras contra golpes e capacitando as pessoas a se protegerem por meio das diversas ferramentas de segurança e alertas disponíveis em nossas plataformas. Continuaremos tomando medidas para melhorar a detecção e a aplicação de nossas políticas contra esse tipo de atividade". ⚠️ Por que é #FAKE? Não há qualquer menção sobre Frei Gilson no histórico completo de mensagens oficiais do papa Leão XIV – elas estão disponíveis no site oficial do Vaticano, consultado pelo Fato ou Fake. Além disso, César Tralli deixou a apresentação do Jornal Hoje em 30 de outubro de 2025 para assumir o Jornal Nacional ao lado de Renata Vasconcellos. Portanto, não poderia estar à frente do JH em 2026, como alega o post falso. O Fato ou Fake fez uma busca avançada no Google pelos termos "Oração Sagrada do Grimório de São Bento", mas não encontrou nenhum vídeo oficial de Frei Gilson com esse título. O Fato ou Fake também submeteu todos os vídeos falsos às ferramentas de detecção HiveModeration e Hiya Invid. Resultado: todas apontaram o uso de IA nos áudios. Veja, a seguir, os resultados completos das análises: Vídeo de Tralli Hive Moderation – 98,6% de chances de o áudio ter sido gerado com IA. Hiya – "Hiya.com considera este fragmento de áudio como muito provavelmente gerado por IA". A análise indicou 97% de chances de o material ter sido criado com esse recurso. Hiya/InVid aponta que trecho do áudio é muito provavelmente criação de IA. Reprodução HiveModeration aponta uso de IA em vídeo. Reprodução Vídeo do papa Leão XIV HiveModeration – 99,2% de chances de o áudio ter sido gerado com IA. Hiya – "Hiya.com considera este fragmento de áudio como muito provavelmente gerado por IA". A análise indicou 82% de chances de o material ter sido criado com esse recurso. Hiya/InVid aponta que trecho do áudio é muito provavelmente criação de IA. Reprodução HiveModeration aponta uso de IA em vídeo. Reprodução Vídeo de Ilze Scamparini HiveModeration – 99,3% de chances de o áudio ter sido gerado com IA. Hiya – "Hiya.com considera este fragmento de áudio como muito provavelmente gerado por IA". A análise indicou 99% de chances de o material ter sido criado com esse recurso. Hiya/InVid aponta que trecho do áudio é muito provavelmente criação de IA. Reprodução HiveModeration aponta uso de IA em vídeo. Reprodução Vídeo de Frei Gilson HiveModeration – 99,3% de chances de o áudio ter sido gerado com IA. Hiya – "Hiya.com considera este fragmento de áudio como muito provavelmente gerado por IA". A análise indicou 99% de chances de o material ter sido criado com esse recurso. Hiya/InVid aponta que trecho do áudio é muito provavelmente criação de IA. Reprodução HiveModeration aponta uso de IA em vídeo. Reprodução Vídeo de Ana Maria Braga HiveModeration – 99,3% de chances de o áudio ter sido gerado com IA. Hiya – "Hiya.com considera este fragmento de áudio como muito provavelmente gerado por IA". A análise indicou 97% de chances de o material ter sido criado com esse recurso. Hiya/InVid aponta que trecho do áudio é muito provavelmente criação de IA. Reprodução HiveModeration aponta uso de IA em vídeo. Reprodução Veja também É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho em zoológico na China É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho de visitantes em zoológico na China VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica . .. É #FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

iPhone 17e x 16e: veja o que muda no celular 'econômico' da Apple


iPhone 17e vale a pena? O iPhone 17e é o celular mais básico da Apple, com apenas uma câmera traseira, alguns recursos a menos e uma bateria maior. É também o mais barato entre os modelos mais novos da marca. Lançado no início de março por R$ 5.799 (256 GB), seu preço deve cair a médio prazo, seguindo o histórico do antecessor. Apesar da maioria das lojas pesquisadas mostrarem ainda o preço cheio, já era possível encontrar o 17e por R$ 4.700 em alguns varejistas on-line. O iPhone 16e (128 GB), lançado em 2025 por R$ 5.700, já era encontrado por menos de R$ 4.000 na Black Friday do ano passado e, em abril de 2026, ficava na faixa dos R$ 4.100. Para comparação, modelos mais antigos que saíram de linha, como o iPhone 15 (veja no vídeo acima a comparação de desempenho e bateria com o 17e) ainda custam em torno de R$ 4.500. 💡 Quer comprar melhor? Receba testes e dicas do Guia de Compras no seu e-mail. O Guia de Compras testou o iPhone 17e e o comparou ao 16e. Ambos rodam o sistema iOS 26 e a Apple Intelligence, a inteligência artificial da fabricante que não funciona nos modelos iPhone 15 e anteriores. Veja os resultados a seguir. iPhone 17e iPhone 16e Desempenho e bateria A linha 'e' da Apple utiliza o chip da geração atual (A19, do iPhone 17) em um aparelho mais simples, com tela menor de 6,1 polegadas. Da mesma forma, o iPhone 16e usa o chip A18, do iPhone 16. Nos testes, o iPhone 17e foi um pouco mais rápido, mas ambos rodaram os aplicativos sem travar. A capacidade da bateria é a mesma nos dois aparelhos (4.005 mAh), com autonomia superior a 15 horas em uso cotidiano. Outra novidade bem-vinda no iPhone 17e é a adoção do conector MagSafe na traseira do aparelho. Ele permite recarregar a bateria sem fios de forma rápida (potência de 15W) e conectar acessórios, como capas e carteiras, com o ímã traseiro. O iPhone 16e não tinha MagSafe, apenas carregamento sem fio lento (7,5W). Como é padrão na Apple, nenhum dos dois vem com carregador na caixa, apenas o cabo USB-C. A Apple diz ainda que a estrutura do iPhone 17e é mais "dura na queda" na comparação com o 16e, com a adoção de um novo material (Ceramic Shield 2) três vezes mais resistente contra arranhões. Design Tela de 6,1 polegadas no iPhone 17e (esquerda) e 16e (direita) Henrique Martin/g1 Os iPhones 16e e 17e são praticamente idênticos. O 17e é um pouco mais pesado (177g contra 167g) e tem um brilho de tela ligeiramente maior, quase imperceptível a olho nu. As dimensões são as mesmas: 146,7 mm de altura x 71,5 de largura x 7,8 mm de espessura. iPhone 17e (à esquerda) e iPhone 16e (à direita): design igual, mesmo acabamento Henrique Martin/g1 O acabamento traseiro em vidro fosco é parecido, mas as cores mudam. O 17e está disponível em preto, branco e rosa, enquanto o 16e vem apenas em preto ou branco. Câmeras A câmera traseira dos dois iPhones é igual, com 48 megapixels de resolução capaz de aproximar em 2x as imagens, sem opção de lente grande angular. O resultado do “zoom" de 2x nada mais é que recortar a imagem de 48 megapixels e aproximar, tendo uma foto boa de 12 mp. Com boa iluminação, o zoom digital pode chegar a 10x com bons resultados. Os resultados são fotos bastante similares, com ótima nitidez e contraste, de dia e à ni Com boa iluminação, o zoom digital pode chegar a 10x com bons resultados. Os resultados são fotos bastante similares, com ótima nitidez e contraste, de dia e à noite. O c As diferenças sutis de tons vistas nas fotos diurnas também são perceptíveis nas fotos noturnas, como dá para ver abaixo. Os dois celulares contam ainda com os estilos fotográficos. São 15 ajustes predefinidos da câmera para destacar tons e cores. Os estilos fotográficos também estão disponíveis na câmera de selfie dos dois iPhones (que é a mesma de 12 megapixels). Conclusão Para quem tem um iPhone velho, como o 8, X, 11 ou 12, ou recentemente descontinuado (13, 14, 15), a migração para o 16e ou 17e vale a pena pelo salto em desempenho, câmera, bateria e pelo maior tempo de atualizações do sistema. Atualmente, o iPhone 16e se encaixa na categoria de "modelo barato", enquanto o 17e é o "modelo que ainda vai ficar barato" com o passar do tempo. Mesmo com apenas uma câmera, os dois celulares representam um bom investimento para quem busca recursos modernos sem gastar o valor de um topo de linha. Como foram feitos os testes Para os testes de desempenho, foram utilizados dois aplicativos: 3D Mark, da UL Laboratories, e o GeekBench 6, da Primate Labs. Eles simulam tarefas cotidianas dos smartphones, como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e navegação na web, entre outros. Esses testes rodam em várias plataformas – como Android, iOS, Windows e Mac OS – e permitem comparar o desempenho entre elas, criando um padrão. Os testes de bateria foram feitos com uso cotidiano do aparelho. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Como policiais recuperam conversas e arquivos do celular e da nuvem de investigados


Programas como Cellebrite UFED e Magnet Greykey são capazes de extrair muitas informações de celulares Altieres Rohr/G1 Policiais podem recuperar conversas e arquivos apagados de celulares de investigados por meio de análises em serviços na nuvem e de programas que extraem informações de aparelhos. A megaoperação de quarta-feira (15) que revelou um esquema suspeito de lavar R$ 1,6 bilhão começou com a análise de arquivos no iCloud. Ela permitiu cruzar informações como extratos, conversas e documentos financeiros, segundo a Polícia Federal. Em outra investigação, a PF identificou mensagens do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, segundo o blog da Andréia Sadi. Costa foi preso pela PF na quinta-feira (16). Prisão de MCs Ryan SP e Poze do Rodo: o que o iCloud armazena e como ele pode revelar a rotina do usuário Como um backup no iCloud levou à prisão de MC Ryan SP e MC Poze do Rodo A análise de arquivos em serviços como iCloud e Google Drive pode acontecer diretamente no celular do investigado, caso o aparelho esteja desbloqueado, ou por meio de ordem judicial para plataformas compartilharem o material. Autoridades fizeram 38.290 pedidos de informações de usuários do Google de janeiro a junho de 2025, segundo dados mais recentes divulgados pela empresa. Os dados foram fornecidos em 77% dos casos. No mesmo período, a Apple recebeu 7.592 pedidos por dados em aparelhos e forneceu informações em 79% dos casos. Houve ainda 3.678 pedidos por dados na nuvem, com informações fornecidas em 81% dos casos. Policiais com acesso aos celulares também podem usar programas como o israelense Cellebrite UFED e o americano Magnet Greykey, que têm uso restrito e são capazes de contornar mecanismos de bloqueio e extrair muitas informações do dispositivo. Os programas conseguem acessar o histórico de mensagens em aplicativos como WhatsApp e Telegram. E, em alguns casos, recuperam dados apagados pelo dono do aparelho. Isso porque as ferramentas não analisam apenas o que está visível para usuários. Elas se concentram, na verdade, em bancos de dados e outros registros presentes na memória do dispositivo. Como o aparelho é desbloqueado A primeira etapa é desbloquear o celular caso ele seja protegido por senha. Isso pode ser simples, se o dono do aparelho fornecer o código, ou exigir o uso de programas de perícia que buscam contornar o bloqueio para extrair os dados. Caso o programa entre em ação, ele tentará explorar brechas de segurança específicas do modelo de celular. Essas falhas levam tempo para serem descobertas, o que dificulta o processo em aparelhos recentes, explicou Marcos Monteiro, presidente da Associação Nacional dos Peritos em Computação Forense (Apecof). "Esse mecanismo de desbloqueio funciona literalmente como hackear o celular. Mas o Cellebrite ainda não tem uma forma automatizada de quebrar a senha de um iPhone 17, por exemplo", afirmou ao g1, em referência ao modelo lançado em 2025 pela Apple. As ferramentas que contornam o bloqueio de celulares são limitadas a especialistas forenses e têm licenças que chegam a custar US$ 50 mil por ano (cerca de R$ 250 mil, na cotação de 16 de abril). Como os dados são extraídos Os programas de extração dos dados costumam rodar em dispositivos que se conectam ao celular por meio de uma conexão USB e identificam o melhor método para obter as informações. As ferramentas atuam em um nível mais profundo no aparelho, explorando vulnerabilidades em sistemas, e não nos aplicativos. Cellebrite UFED é o dispositivo que se conecta ao celular para extrair informações como arquivos e mensagens Divulgação/Cellebrite "O tipo de extração vai permitir definir o nível de dados que pode ser organizado", disse Monteiro, da associação de peritos. Segundo ele, o processo pode ser descrito em quatro níveis, do mais raso ao mais profundo: extração lógica, que usa o nível do sistema operacional para obter dados como contatos, registros de chamadas e fotos visíveis, por exemplo; extração lógica avançada, que usa privilégios do sistema para extrair ainda mais dados, incluindo bancos de dados de aplicativos e informações temporárias; extração em sistema de arquivos, que alcança arquivos ocultos e registros em código – ela nem sempre pode ser feita porque exige contornar mecanismos de segurança; extração física, que recupera uma quantidade maior de dados, inclusive os que permanecem na memória porque não foram substituídos por informações novas. "O mesmo celular pode ser submetido a mais de uma extração, isso não é incomum. É importante", disse Monteiro. "Na hora da análise, pode ser que um tipo de extração não tenha trazido a informação que você quer, mas há outro tipo que trouxe". O ideal é que a extração seja feita o quanto antes porque alguns registros são temporários, explicou ao g1 Wanderson Castilho, perito em segurança digital, em uma reportagem de janeiro de 2026. "Com algumas ferramentas, é possível 'quebrar' essa senha de um jeito muito mais fácil. Se desligar e ligar, fica mais difícil de quebrar", afirmou. Como os dados são analisados Com o material bruto, investigadores podem recorrer a programas voltados à análise desse material. A ideia é exibir arquivos ilegíveis em um primeiro momento e organizar grandes volumes de informações. Um dos mais conhecidos é o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), criado por peritos da PF em 2012. Ele permite buscar informações em registros de WhatsApp e Telegram, bem como em outros bancos de dados do aparelho. Fantástico mostra como funciona ferramenta que faz varredura em celulares apreendidos pela PF O programa pode buscar padrões, como números de CPF e valores monetários, o que ajuda a agilizar investigações. "O IPED não ignora nada que está no aparelho celular. Ele organiza algumas coisas e, nas que não são organizadas, permite fazer uma consulta um pouco mais avançada", explicou Monteiro. Ainda segundo o perito, há programas que recuperam mensagens de visualização única. "Para isso, é preciso ler o banco de dados do WhatsApp ou do Telegram, e não acessar o aplicativo no aparelho de celular". Foto de visualização única no WhatsApp Divulgação/WhatsApp Como é a proteção em aplicativos de mensagens As conversas no WhatsApp têm criptografia de ponta a ponta desde 2016 para impedir interceptações durante o envio de mensagens. "Antes de uma mensagem sair do seu dispositivo, ela é protegida com um cadeado de criptografia e apenas o destinatário da conversa tem as chaves para abri-lo", explica o aplicativo, em seu site. O Telegram também oferece essa proteção, mas, por padrão, armazena as conversas em seu servidor. O serviço afirmou ao g1 que, embora faça o melhor para proteger usuários, é impossível garantir a segurança em um dispositivo comprometido. "Uma vez que a segurança do sistema operacional subjacente é contornada, o invasor essencialmente obtém o mesmo acesso que o proprietário do aparelho", disse o Telegram. Montagem com os aplicativos de mensagem concorrentes WhatsApp e Telegram Divulgação e Carlos Henrique Dias/g1

Reed Hastings, cofundador da Netflix, anuncia saída da empresa


Reed Hastings, cofundador da Netflix, em foto de 18 de outubro de 2021 Reuters/David Swanson A Netflix informou nesta quinta-feira (16) que seu cofundador e presidente do conselho administrativo deixará a empresa após 29 anos. Em comunicado a investidores, a Netflix disse que Hastings não concorrerá à reeleição no conselho e que ficará no cargo até junho. O plano do executivo é focar em filantropia e outros projetos, informou a companhia. A plataforma de streaming afirmou que Reed "construiu uma cultura de inovação, integridade e alto desempenho" capazes de definir a empresa e que "sua visão e liderança foram pioneiras na forma como o mundo se diverte". "Minha verdadeira contribuição na Netflix não foi uma única decisão, foi focar na satisfação dos nossos assinantes, construir uma cultura que outros pudessem herdar e aprimorar, e construir uma empresa que fosse amada pelos assinantes e extremamente bem-sucedida por gerações", disse Hastings. Veja os vídeos que estão em alta no g1

Papa Leão critica uso de IA para espalhar 'conflitos, medos e violência'

Papa Leão XIV: 'Mundo está sendo devastado por um punhado de tiranos' No terceiro dia de viagem a Camarões, o papa Leão XIV ...