terça-feira, 3 de março de 2026

É #FAKE que vídeo mostre avião militar dos EUA fugindo de mísseis do Irã; trata-se de simulação por computador


É #FAKE que vídeo mostre avião militar dos EUA fugindo de mísseis do Irã; trata-se de simulação por computador Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostra um caça dos Estados Unidos desviando de mísseis do Irã e, em seguida, sendo atingido. É #FAKE. g1 🛑 Como é o vídeo? Publicado no X, Instagram, Facebook e TikTok neste domingo (1°), o vídeo mostraria mísseis iranianos perseguindo um avião militar americano, que faz diversas manobras para fugir, mas acaba sendo atingido. No final, a aeronave começa a cair em chamas, e o piloto se ejeta. Um post do X tem esta legenda, em turco: "Mísseis iranianos abateram um caça F-15, na sequência do ataque com um F-35". Na seção de comentários, usuários questionaram se o vídeo era verdadeiro ou falso. Mas as descrições omitem que se trata de um material criada por computador. O vídeo foi publicado em um canal do YouTube de especializado em vídeos de simulações militares realistas (leia mais abaixo). O conteúdo viralizou em meio ao mais recente ataque direto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, iniciado no sábado (28). O presidente Donald Trump declarou que o principal objetivo seria destruir o programa nuclear iraniano. ⚠️ Por que isso é falso? O vídeo foi originalmente publicado no YouTube pelo canal Creative Comparison, especializado em "conteúdo de alta qualidade de simulação militar". O post é de sexta-feira (27), ou seja: véspera do ataque de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Na descrição, o autor deixa claro que a gravação é uma simulação digital. O texto, em inglês, relata: "Veja como o F/A-18 Hornet leva seus limites ao extremo para escapar do rastreamento implacável do sistema antiaéreo Osa-AKM. Esta simulação de alta fidelidade captura cada segundo de tirar o fôlego das manobras defensivas e do lançamento de flares (contramedidas térmicas) em um ambiente de alta ameaça". No canal, há vídeos similares que também mostram outras aeronaves realizando manobras impressionantes para fugir de ataques aéreos. Israel faz novos bombardeios em Beirute e em Teerã É #FAKE que vídeo mostre avião militar dos EUA fugindo de mísseis do Irã; trata-se de simulação por computador Reprodução Veja também O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre EUA e Irã O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio VÍDEOS: Fato ou Fake explica . .. É #FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

segunda-feira, 2 de março de 2026

Reino Unido vai testar efeitos de limitar redes sociais para adolescentes


Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais Hollie Adams/Reuters Dezenas de adolescentes no Reino Unido participarão de testes para avaliar como eles seriam impactados por futuras restrições ao uso de redes sociais. A iniciativa foi anunciada pelo governo britânico, que quer verificar como seriam na prática eventuais limites para menores de 16 anos nas plataformas. Cerca de 150 adolescentes de 13 a 15 anos serão acompanhados e terão a qualidade do sono, o humor e níveis de atividade física avaliados, informou o jornal britânico The Guardian. Os participantes poderão ser totalmente proibidos de usar redes sociais, ter um limite de uso de tela ou ficar sujeitos a um "toque de recolher" virtual, em que serviços são bloqueados após um certo horário do dia. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo o governo britânico, os testes ajudarão a levantar informações para que uma futura decisão seja baseada em evidências do mundo real. O Reino Unido também deverá considerar as contribuições de uma consulta pública em que pais, adolescentes, pesquisadores e empresas poderão opinar sobre regras mais rígidas em torno das redes sociais. Até 26 de maio, o governo britânico receberá opiniões sobre a possível regra de idade mínima ou do "toque de recolher" online, bem como supostos recursos viciantes nas redes, como a rolagem infinita e a reprodução automática de vídeos. A iniciativa também quer receber avaliações sobre o uso de assistentes de inteligência artificial e plataformas de jogos por crianças, além de comentários sobre melhorias nos métodos de verificação de idade. Roblox, Discord, YouTube e mais: redes adotam verificação de idade com selfie após pressão; veja como funciona Veja o que países estão fazendo para regular o acesso de crianças às redes sociais Reino Unido vai endurecer regras para chatbots de IA após polêmica com o Grok, de Musk "Sabemos que pais em todo o mundo estão refletindo sobre a quantidade de tempo que seus filhos devem passar em frente às telas, quando devem dar um celular para eles, o que eles estão vendo online e o impacto que tudo isso está causando", disse a secretária de Tecnologia do Reino Unido, Liz Kendall. "É por isso que estamos pedindo a crianças e pais que participem desta consulta histórica sobre como os jovens podem prosperar em uma era de rápidas mudanças tecnológicas". O levantamento pode levar ao banimento completo de redes sociais para menores de 16 anos no Reino Unido, como acontece na Austrália desde dezembro de 2025, para grandes plataformas. A Câmara dos Lordes, equivalente britânico ao Senado, aprovou em janeiro a proposta que proibiria o uso de redes sociais por menores de 16 anos. O texto agora está na Câmara dos Comuns, parecido com a Câmara dos Deputados. No Brasil, menores de 16 anos deverão ter suas contas em redes sociais vinculadas à de um adulto responsável. A medida está prevista no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que começará a valer em março.

Influenciadores usam redes sociais para exaltar a nicotina sintética


O filme “Obrigado por fumar” (“Thank you for smoking”), lançado em 2005 e dirigido por Jason Reitman, é uma sátira cirúrgica sobre a indústria do tabaco e a manipulação de informações. Há uma cena antológica na qual três lobistas, dos setores de álcool, cigarros e armas, se autointitulam o “esquadrão da morte” – é incrível como o longa se mantém atual. Cortando para 2026: influenciadores de bem-estar estão exaltando as supostas “qualidades” da nicotina como um recurso para melhorar a performance nos treinos. Sachês de nicotina: influenciadores exaltam produto como se melhorasse o desempenho em treinos Divulgação Os “depoimentos” ganharam notoriedade nos Estados Unidos em um momento em que as taxas de tabagismo vêm caindo naquele país. A revista Stat fez uma ampla reportagem sobre essa “repaginação” de uma indústria cujo objetivo é alimentar o vício dos usuários. Atletas e podcasters estão nas redes sociais afirmando que sachês de nicotina – também conhecidos como snus – dão um gás extra na malhação. São pacotinhos de nicotina sintética com aroma e sabor, cuja comercialização é proibida no Brasil. No entanto, há anúncios nas redes sociais oferecendo o produto, que não é indicado para quem quer parar de fumar. Os influenciadores também dizem que se trata de um estimulante “natural”, encontrado em tomates e berinjelas, mas sua presença ocorre em níveis ínfimos nesses alimentos. Enquanto as startups tendem a ser mais explícitas ao falar de bem-estar, as gigantes de tabaco usam associações implícitas. As propagandas da Zyn, a principal marca de sachê de nicotina (que pertence à Philip Morris International), mostram pessoas ativas em esportes ao ar livre. A “narrativa” de que a nicotina ajuda a manter o foco e a concentração – o que auxiliaria o desempenho acadêmico e física – tornou os sachês populares entre jovens. Altamente viciante, seu uso pode provocar aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca; lesões na boca e no esôfago; processos inflamatórios e estresse oxidativo. Adolescentes usam goma de nicotina para tentar driblar vício em cigarro eletrônico

Motorola lança Moto Razr Fold, seu primeiro celular dobrável com tela grande


Moto Razr Fold foi anunciado durante o Mobile World Congress, em Barcelona, nesta segunda (02) Divulgação A Motorola anunciou seu primeiro celular dobrável com tela grande, o Moto Razr Fold, durante o Mobile World Congress, em Barcelona, na última segunda-feira (02). O modelo, com especificações de topo de linha, é concorrente de aparelhos como o Samsung Galaxy Z Fold7 e o Honor Magic V3. Até então, a fabricante tinha apenas dobráveis de formato menor, como o Moto Razr 60 Ultra. O processador usado é o Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm. O celular tem uma tela interna de 8,1 polegadas e uma externa de 6,6 polegadas, com opções de 12 GB ou 16 GB de memória RAM, além de armazenamento de 256 GB, 512 GB e 1 TB. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A bateria tem capacidade de 6.000 mAh. São cinco câmeras no Razr Fold. Na traseira, são três com 50 megapixels de resolução (principal, grande angular e telefoto de 3x), uma externa frontal de 32 MP e uma interna frontal de 20 MP. O smartphone será vendido na Europa por 1.999 euros (cerca de R$ 12.100) e chega às lojas no Brasil ainda este semestre, segundo a companhia. O Moto Razr Fold também terá uma edição comemorativa da Copa do Mundo da Fifa 2026, com acabamento diferente e a taça do torneio. Esse modelo também será lançado no Brasil. Moto Razr Fold edição especial FIFA foi anunciado durante o Mobile World Congress, em Barcelona, nesta segunda (02) Divulgação

EUA usaram inteligência artificial Claude, rival do ChatGPT, em ataque ao Irã, diz jornal


Entenda o que levou Israel e EUA a atacarem o Irã Os Estados Unidos usaram a ferramenta de inteligência artificial Claude na ofensiva militar contra o Irã no último sábado (28), revelou o jornal The Wall Street Journal. A informação foi confirmada pelo site Axios e pela agência de notícias Reuters. 💡 O Claude é um aplicativo parecido com o ChatGPT que responde a perguntas e comandos feitos por usuários. É possível conectar os sistemas que "raciocinam", também chamados de modelos de linguagem, a outros programas, permitindo que eles realizem funções mais complexas. O Comando Central dos EUA no Oriente Médio (Centcom), principal base do Exército americano na região, utiliza o Claude, mas se recusou a comentar como o assistente foi usado na atual operação, segundo o Wall Street Journal. Ainda de acordo com a reportagem, o Centcom integrou inteligência artificial em suas operações e costuma usar o Claude para fazer avaliações de inteligência, identificar alvos e simular cenários de batalha. Ataque ao Irã: entenda o que aconteceu e o que pode vir agora Irã tem novo apagão de internet em meio a conflito com EUA e Israel Ataques dos EUA e Israel contra o Irã AP O Claude foi usado na operação contra o território iraniano enquanto os EUA travam uma batalha contra a Anthropic, empresa americana que criou a ferramenta. O presidente Donald Trump ordenou na última sexta-feira (27) que órgãos federais dos EUA deixassem de usar programas da Anthropic imediatamente. "O egoísmo deles está colocando vidas americanas em risco, nossas tropas em perigo e nossa segurança nacional sob ameaça", afirmou Trump na sexta, em sua rede social. O governo americano está insatisfeito com a decisão da empresa de impedir o uso irrestrito de seus modelos de IA pelo Departamento de Guerra, também conhecido como Pentágono. A Anthropic tem desde 2025 um contrato de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) com o Pentágono para fornecer modelos de IA para uma série de aplicações militares. Mas há limites: eles não podem ser usados para vigilância em massa de cidadãos e sistemas de armamento autônomos. Entenda como EUA e Israel infiltraram o espaço aéreo do Irã e neutralizaram as defesas do país em poucas horas A empresa disse na quinta-feira (26) que, apesar da pressão, não permitiria o uso irrestrito de suas ferramentas pelo Departamento de Guerra. "Essas ameaças não mudam nossa posição: não podemos, em consciência, atender à sua solicitação". O diretor-executivo da Anthropic, Dario Amodei, disse que os modelos foram usados pelos órgãos federais para defender o país, mas que a companhia estabelece uma linha ética em relação ao uso para a vigilância em massa de cidadãos americanos e para armas totalmente autônomas. Ele afirmou ainda que os sistemas de IA de vanguarda ainda não são confiáveis o bastante para lidar com armas letais sem haver um ser humano com o controle final. O Pentágono também usou o Claude na operação que capturou o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou em fevereiro o Wall Street Journal. A reportagem não detalhou como a inteligência artificial foi utilizada, mas disse que ela foi adotada em uma parceria do Pentágono com a empresa de dados americana Palantir Technologies. LEIA TAMBÉM: Data center da Amazon é atingido nos Emirados Árabes, e serviços ficam instáveis no Oriente Médio 'Não dá pra viver sem VPN': como brasileiros na Rússia driblam restrições às redes sociais 'Crise da memória' deve fazer venda de celulares ter maior queda da história em 2026

Irã tem novo apagão de internet em meio a conflito com EUA e Israel


Entenda como EUA e Israel infiltraram o espaço aéreo do Irã e neutralizaram as defesas do país em poucas horas A população do Irã enfrenta desde o último sábado (28) um apagão de internet que reduziu o nível de conectividade do país a menos de 1% do normal. O bloqueio aconteceu após uma ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel ao território iraniano. Com a internet praticamente indisponível, cerca de 90 milhões de pessoas no Irã têm dificuldades para se comunicar, destacou nesta segunda-feira (2) o NetBlocks, iniciativa que monitora o funcionamento da internet ao redor do mundo. O embaixador do Brasil no Irã, André Veras Guimarães, confirmou no sábado (28) à TV Globo que a internet no país foi cortada e que a diplomacia enfrentava dificuldades para se comunicar com os brasileiros na região (veja no vídeo abaixo). Ataque ao Irã: entenda o que aconteceu e o que pode vir agora Embaixador do Brasil no Irã relata falta de internet e dificuldade de comunicação com brasileiros A medida limita a divulgação de incidentes no Irã e a participação cívica em um momento crucial para o país após o assassinato do aiatolá Khamenei em ataques aéreos dos EUA e de Israel, disse o NetBlocks. "Enquanto a maioria dos países se esforça para manter a conectividade em tempos de conflito internacional, o Irã silenciou novamente sua própria população", afirmou. A declaração faz referência a outros bloqueios de internet impostos pelo regime iraniano. O apagão anterior aconteceu no início de janeiro, em resposta aos protestos contra o governo que tomaram as ruas do país desde o final de 2025. Os níveis de conectividade também caíram para cerca de 1% do padrão e afetaram até mesmo o sinal da Starlink, internet via satélite que costumava continuar funcionando em situações como essa. Não há informações sobre a situação atual da Starlink no Irã. "Bloqueios são uma tática recorrente do regime, sendo que o caso anterior, em janeiro, durou várias semanas e mascarou graves violações de direitos humanos", destacou o NetBlocks. LEIA TAMBÉM: Data center da Amazon é atingido nos Emirados Árabes, e serviços ficam instáveis no Oriente Médio 'Não dá pra viver sem VPN': como brasileiros na Rússia driblam restrições às redes sociais 'Crise da memória' deve fazer venda de celulares ter maior queda da história em 2026 Conectividade de internet no Irã em 2 de março, após início de ofensiva militar dos EUA e de Israel contra o país Reprodução/NetBlocks Qual é o histórico do Irã com a internet? O primeiro bloqueio de internet imposto pelo regime iraniano aconteceu em 2019, após manifestantes tomaram as ruas por conta de um aumento nos preços da gasolina. O segundo aconteceu em 2022, em meio aos protestos após a morte de Mahsa Amini, que havia sido presa por supostamente não usar o véu islâmico de forma adequada. Na ocasião, a internet da Starlink, empresa do bilionário Elon Musk, foi uma das principais alternativas para manter a comunicação. Com o crescimento do serviço, o uso de suas antenas se tornou ilegal no país. Em 2025, o Irã acusou o WhatsApp de espionar usuários do país e contribuir com Israel. A Meta, dona do aplicativo, disse que as mensagens são criptografadas e não podem ser acessadas por ninguém além do remetente e do destinatário.

Apple lança iPhone 17e, celular mais 'barato' da linha; veja preços e detalhes


iPhone 17e, lançado pela Apple nesta segunda (2) Divulgação A Apple apresentou nesta segunda-feira (2) o iPhone 17e, um modelo mais simples em comparação aos outros da linha, com a promessa de um "preço acessível". A pré-venda do modelo no Brasil começa no dia 09 de março, com valores a partir de R$ 5.799 na versão com 256 GB de armazenamento. É o mesmo do iPhone 16e de 128 GB em 2025. A empresa está lançando o smartphone em três cores (preto, rosa e branco) e em duas versões de armazenamento: 256 e 512 GB. Com o lançamento do iPhone 17e, Apple também retirou de linha o iPhone 15, lançado em 2023. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Seu visual lembra o do iPhone 14, e ele traz recursos semelhantes aos do iPhone 17 convencional, lançado em setembro do ano passado. Preços do iPhone 16e no Brasil iPhone 17e (256 GB): R$ 5.799 iPhone 17e (512 GB): R$ 7.299 O iPhone 17e tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas — o mesmo tamanho do iPhone 16 — e conta com um notch na parte frontal, onde fica o sensor do Face ID para desbloqueio facial. Na câmera traseira, o aparelho mantém apenas uma lente, agora com 48 megapixels – a mesma do iPhone 16e. A câmera de selfies também permanece com a mesma resolução do smartphone anterior, com 12 MP. O processador que o equipa é o mesmo do iPhone 17 convencional: o A19 Bionic. A companhia adotou um modem com chip C1X, uma evolução do chip presente no iPhone 16e. Segundo a Apple, o C1X é duas vezes mais veloz que o C1 do iPhone 16e e comparável ao modem do iPhone Air. A fabricante diz ainda que a bateria do iPhone 17e "dura o dia inteiro" e pode ser carregada em até 30 minutos usando um cabo USB-C compatível com recarga rápida. O iPhone 17e, diferentemente do antecessor, passa a ser compatível com recarga rápida em fios e acessórios com o padrão MagSafe. iPhone 17e com acessórios compatíveis com MagSafe Divulgação

É #FAKE que vídeo mostre avião militar dos EUA fugindo de mísseis do Irã; trata-se de simulação por computador

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