sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

MacKenzie Scott, ex-esposa de Jeff Bezos, doou US$ 2,15 bilhões para instituições de caridade em 2022


Bilionária ajudou a fundar a gigante do varejo Amazon em 1994 e, hoje, se dedica à filantropia. Algumas ONGs brasileiras também receberam doações de Scott ao longo do ano passado. MacKenzie Scott, ex-esposa de Jeff Bezos, doou US$ 2,15 bilhões para instituições de caridade em 2022 Reuters MacKenzie Scott, ex-esposa do fundador da Amazon, Jeff Bezos, doou cerca de US$ 2,15 bilhões a 360 instituições de caridade em 2022. O anúncio foi feito nesta semana no site da Yield Giving, de Scott. Algumas ONGs brasileiras também receberam doações da filantropa no ano passado: Fundo Brasil, BrazilFoundation, Gerando Falcões, Conectas direitos humanos e Fundo Baobá são algumas (veja todas aqui). Já em 2023, Instituto Ayrton Senna, Parceiros da Educação e Associação Vaga Lume receberam doações da Yield Giving (veja os valores aqui). "Animada para chamar a atenção para essas 360 organizações de destaque (...) Estou grata a todos que tornaram possível destinar US$ 2.153.000.000 desde o meu post em dezembro passado. [Sigo] inspirada por todas as maneiras como as pessoas trabalham juntas para oferecer boa vontade e apoio umas às outras", disse Scott. MacKenzie foi casada com Bezos por 25 anos e o ajudou a fundar a Amazon em 1994. Em 2019, quando eles se divorciaram, ela ficou com cerca de US$ 35,6 bilhões. Em 2020, em um período de 4 meses, a filantropa doou mais de US$ 4 bilhões para bancos de alimentos e fundos de auxílio emergencial para ajudar vítimas da pandemia. Em junho de 2021, doou US$ 2,7 bilhões para 300 organizações focadas no que ela descreveu como "categorias e comunidades que historicamente têm sido subfinanciadas e negligenciadas". Segundo o ranking Forbes 400, MacKenzie Scott é a quarta mulher mais rica dos Estados Unidos (com fortuna de US$ 37,1 bilhões). Ela só está atrás de Alice Walton (US$ 66,4 bilhões - Walmart), Julia Koch e família (US$ 59,8 bilhões - Indústrias Koch) e Jacqueline Mars (US$ 38,9 bilhões - Mars). LEIA TAMBÉM: Biohacking: como e por que seres humanos estão implantando chips no próprio corpo WhatsApp agora permite enviar mensagem de voz de reprodução única; veja como fazer Google lança Gemini, sua inteligência artificial mais poderosa; veja como ela funciona Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas Aprenda a criar o seu personagem 'Disney Pixar', nova trend das redes sociais Aprenda a criar o seu personagem 'Disney Pixar', nova trend das redes sociais Forbes divulga lista dos maiores influenciadores do mundo em 2023 Forbes divulga lista dos maiores influenciadores do mundo em 2023

Biohacking: como e por que seres humanos estão implantando chips no próprio corpo


Conceito é usado para se referir ao conjunto de técnicas digitais que altera a biologia humana. Em muitos casos, são implantados microchips que guardam informações e facilitam tarefas do dia a dia. Um raio x mostrando um chip implantado na mão WALLETMOR O biohacking pode ser entendido como a prática de intervir no corpo humano usando um conjunto de tecnologias para melhorar ou expandir a capacidade humana em uma determinada atividade. Ele pode ser usado para armazenar dados, ampliar a sensibilidade de uma parte do corpo e até facilitar em ações dia a dia, como pagamentos. O biohacking pode envolver tecnologias que não exigem implantes, como "óculos inteligentes" que ajudam pessoas com deficiência visual a ter mais independência no dia a dia. Mas, em muitos casos, o conceito envolve implantes de microchips no corpo. Esses dispositivos têm circuitos eletrônicos e uma peça para se comunicar com outros aparelhos por ondas de rádio. Não há legislação no Brasil sobre o biohacking, e a tecnologia gera debates em relação a segurança digital (saiba mais abaixo). Confira alguns usos para os implantes de chips no corpo. 💳 Pagamento Na Holanda, já há pessoas que usam a tecnologia para efetuar pagamentos. Elas não precisam usar dinheiro, cartão de banco ou celular para pagar. Em vez disso, basta colocar a mão próximo do leitor de cartão para concluir a transação (veja no vídeo abaixo). A Walletmor, empresa holandesa que trabalha com a tecnologia, diz que o chip é totalmente seguro, tem aprovação regulatória no país e funciona imediatamente após ser implantado. Também não requer bateria ou outra fonte. Entenda: microchips que permitem pagamento com a mão 🗂️ Armazenamento de dados O implante de microchips também serve para guardar informações, como dados médicas ou o crachá do trabalho. "Normalmente, olham estranho pra você porque não é um negócio muito trivial", diz o especialista em segurança cibernética Thiago Bordini, que conversou com o g1 sobre a experiência de ter um chip em cada mão (veja o vídeo abaixo). "Tem algumas pessoas que têm curiosidade e pedem pra ver. Porque, se você passa o dedo em cima, você o sente. As pessoas querem saber o que é sentir, é bem curioso", afirma. Ele contou que o principal motivo para realizar o implante foi a vontade de conhecer mais a tecnologia e como ela poderia ser utilizada para facilitar coisas do dia a dia. Conheça outros brasileiros que usam a tecnologia Como é ter um microchip implantado na mão 🧲 Magnetismo O implante de pequenas pastilhas de ímãs de na ponta dos dedos funciona para que pessoas tenham uma sensibilidade extra: sentir campos magnéticos ao seu redor. Para Luli Radfahrer, professor e diretor do laboratório de pesquisa acadêmica Interfaces Digitais, Experiências e Inteligências Artificiais (IDEIA), o procedimento não muda o corpo humano de forma significativa. "Com isso [a implementação do imã], a pessoa sente no tato alguma mudança. As pessoas dizem que têm um sexto sentido porque elas sentem as variações magnéticas. Isso é puramente estético", afirma Radfahrer. Uma das empresas que produzem o equipamento é a Grindhouse Wetware, startup de biotecnologia com sede na Pensilvânia. A organização se concentra em experimentar tecnologia para aumentar as capacidades humanas. Exemplo de como funciona o implante para atrair o magnetismo Magtek, Divulgação LEIA TAMBÉM: O que faz um engenheiro de dados? Profissão tem salário alto e deve bombar em 2024 Como é o supercomputador brasileiro que está entre os mais rápidos do mundo Afinal, o que são microchips? O microchip é um conjunto de circuitos eletrônicos com módulos. Esses dispositivos costumam ser capazes de armazenar e transmitir informações. Eles podem funcionar através de ondas de rádio, sensores integrados ou sinais elétricos. O chip pode ser implantado no corpo em poucos minutos e o processo geralmente acontece em estúdios de aplicação de piercing. O microchip possui uma espécie de vidro que é biocompatível, ou seja, não cria reação alérgica ou outra reação imunológica, disse ao g1 Fernanda Matias, professora de biotecnologia na Universidade de São Paulo (USP). No Brasil, não há leis que regulamentam os implantes. O assunto gera debates sobre até que ponto a tecnologia deve ser integrada ao corpo humano, levando a discussões sobre segurança digital. "O risco de segurança de dados é iminente num país onde tudo é clonado. Tem gente que põe a entrada e o controle de casa ou dados de cartão nesses dispositivos. Se clonam cartão, clonam esses chips", diz Fernanda Matias. Mas os microchips não são encontrados tão facilmente, explica Luli Radfahrer. "Comprar chips de biohacking é igual comprar anabolizantes. Não é impossível de encontrar, porém é difícil". Como funciona o chip implantado na mão Arte/g1 Como criar seu personagem da Pixar Aprenda a criar o seu personagem 'Disney Pixar', nova trend das redes sociais Como é o novo golpe que desvia PIX de compras online Como é o novo golpe que desvia PIX de compras online e o como evitá-lo

quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

WhatsApp agora permite enviar mensagem de voz de reprodução única; veja como fazer


Com o novo recurso, mensagem de voz desaparecerá imediatamente depois de ser ouvida, como acontece com fotos e vídeos de visualização única. Opção será liberar para todos os usuários nos próximos dias. WhatsApp permite que você envie mensagem de voz que será reproduzida apenas uma vez. Divulgação - WhatsApp O WhatsApp lançou nesta quinta-feira (7) a opção de enviar mensagens de voz de reprodução única, ou seja, a pessoa que receber a gravação poderá escutá-la apenas uma vez. O recurso será liberado gradualmente para todos os usuários nos próximos dias. A opção de visualização única no WhatsApp já estava disponível para fotos e vídeos desde 2021. Em todos os formatos, ela aumenta a privacidade de quem envia as mensagens porque dificulta o compartilhamento do conteúdo. Para enviar um áudio de reprodução única, basta clicar no ícone do microfone e selecionar o ícone de visualização única (1) que será exibido ao lado do desenho de ondas sonoras e do botão de enviar. É preciso selecionar o ícone de visualização única toda vez que desejar enviar o áudio para ser ouvido somente uma vez. Segundo o WhatsApp, todos os conteúdos de visualização única são protegidos por criptografia de ponta a ponta, assim como as mensagens no formato tradicional. LEIA TAMBÉM: Como proteger conversas no WhatsApp com um código secreto Como usar duas contas de WhatsApp no mesmo celular Conheça o Gemini, inteligência artificial mais poderosa do Google Aprenda a tirar o status de online do WhatsApp WhatsApp: veja como tirar o 'online' do status e aprenda a 'sair de fininho' dos grupos Conheça jovem que vitalizou fazendo perguntas e respostas Bluetooth, disco de vinil e crescimento de cabelo: jovem viraliza com questionamentos

'Dá um Google' está com os dias contados? Entenda por que jovens preferem o TikTok na hora fazer pesquisas

Vídeos curtos, sem propaganda no meio e a autenticidade do conteúdo fazem com que jovens e adolescentes entrem primeiro na 'ex-rede das dancinhas' para tirar dúvidas gerais. Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas "Qualquer coisa que eu quero saber, eu não abro o Google. Eu busco no TikTok e sempre tem respostas sobre coisas específicas". Essa é a experiência da estudante de pedagogia Elisa Bestetti, de 25 anos, usando o TikTok como buscador. Mas ela não está sozinha. Em seu perfil na plataforma, Elisa postou um vídeo com o título "TikTok é o novo Google?" em que aborda esse tema. Nos comentários, muitos concordam e relatam suas experiências. "Eu também sempre pesquiso aqui primeiro 😂", respondeu uma pessoa. "Aprendi matéria da faculdade pelo tiktok KKKKKKKK", disse outra. "O melhor é quando você tem alguma dúvida vendo um vídeo e a resposta está na barra de pesquisa", respondeu um usuário. Isso acontece porque a rede social recomenda outros vídeos relacionados na aba "Procurar" dentro do campo de comentários. Especialistas ouvidas pelo g1 dizem que essa tendência, de fato, existe, e a forma como o TikTok exibe as respostas explica esse comportamento (entenda abaixo). O g1 conversou com três jovens que listaram alguns motivos que os fazem escolher a "ex-rede das dancinhas🕺" para procurar coisas: 🔎 mesmo que o tema seja muito específico, as entrevistadas dizem que é mais fácil encontrar uma informação ou curiosidade no TikTok; 🗣️ elas dizem que sempre tem um especialista/profissional em determinado assunto que produz e compartilha várias dicas. A constância do conteúdo no perfil passa mais segura, segundo elas (ainda assim, é preciso conhecer bem esse criador para não cair em fake news); ✅ autenticidade: os jovens alegam que sempre tem pessoas reais que visitam lugares e testam produtos verdadeiros e, em algumas ocasiões, fazem análises sinceras; 🤚 ao contrário do YouTube, alguns usuários dizem preferir o TikTok para pesquisa porque os vídeos são curtos e não têm propaganda no meio; 🔗para Lu Cunha, que é professora de literatura do Objetivo, "o Google é muito bom só que, dependendo do que você busca, ele apresenta muitas páginas sobre aquele assunto e aí fica difícil de você selecionar exatamente aquela que vai te atender". "No TikTok, tem sempre alguém dando uma dica e ensinando outras pessoas. Às vezes, é coisa simples, tipo: 'como tirar mancha de caneta da roupa sem estragar ela'", diz Elisa Bestetti, ao g1. Já a dentista Ana Luiza Rocha, de 23 anos, classifica a busca da plataforma como "surreal". Ela diz que, ao inserir algumas palavras, sem precisar do contexto geral do assunto, a rede social consegue entregar o que ela quer saber. "Se eu quero encontrar uma manicure na minha cidade, no Google e no Instagram só vai aparecer salão de beleza. No TikTok, qualquer manicure que utilize a localização que eu estou buscando e coloca #unhas vai aparecer o vídeo dela e eu consigo ver o trabalho e até a história dessa profissional", afirma Ana Luiza. A auxiliar de pedagogia Larissa Figueiredo, de 19 anos, conta ao g1 que começou a usar o TikTok como Google um pouco depois da pandemia de Covid-19 e nunca mais parou. "Sempre que quero saber a opinião das pessoas sobre alguma marca, receita de comida que não conheço, dicas para facilitar a vida ou até questões sobre beleza, eu pesquiso primeiro lá", conta. Procurada, a ByteDance, dona do TikTok, não deu muitos detalhes da tecnologia por trás da busca da rede social. "Não acredito que seja uma questão de algoritmo", diz ao g1 Daniela Okuma, diretora geral de negócios do TikTok no Brasil. "O que acontece é que, de maneira geral, o TikTok se diferencia pela autenticidade e criatividade dos conteúdos. Em relação à ferramenta de busca, quando uma pessoa faz uma pesquisa, vai encontrar vídeos autênticos que lhe vão ser úteis", completa. E como ficam os conteúdos problemáticos? 🔎 Seja em redes sociais ou até mesmo nos buscadores, como Google e Bing, o usuário não pode acreditar em tudo o que é mostrado ali, alerta Kelli Angelini, advogada especializada em educação digital e autora do livro "Segredos da internet que crianças e adolescentes ainda não sabem". "Muitos vídeos são legais e realmente ajudam, como a própria Elisa Bestetti mostra na publicação dela, mas existe uma grande quantidade de conteúdos que são inverídicos, temos as fake news e coisas problemáticas", diz a especialista. "Claro que nem sempre eu acho muito confiável pesquisar lá. Em comparação com o Google, eu acho mais fácil de alguém mal-intencionado passar informações erradas. Mesmo assim, as respostas no TikTok, quando verdadeiras, são mais detalhadas e mais esclarecedoras que no Google", acredita Larissa Figueiredo. Recentemente, a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2023 revelou que 40% das crianças e adolescentes de 11 a 17 anos dizem concordar que o primeiro resultado de uma pesquisa na internet é sempre a melhor fonte de informação. Para Kelli Angelini, a pesquisa mostra a importância de se trabalhar a checagem de fonte e o senso crítico desse público. "As plataformas não fazem uma verificação séria desses conteúdos", completa. Lu Cunha não vê problema em usar as redes sociais para estudar e ela acredita que as plataformas aceleram a informação. Mas faz um alerta: "Temos que aceitar esses novos métodos. Mas o aluno tem que observar a fonte. Pegar o nome daquela pessoa que está ensinando algo e pesquisar para ver se ela é especialista. Outra opção, ainda melhor, é procurar o professor da escola para consultar se aquilo apresentado está adequado". Em sua central de ajuda, o TikTok explica que "remove conteúdo ou contas que violem suas diretrizes antes de serem visualizados ou compartilhados por outras pessoas. O conteúdo passa primeiro por uma tecnologia que o analisa de acordo com nossas diretrizes. Se for identificado como uma potencial violação, ele será removido automaticamente ou marcado para análise adicional por nossa equipe de confiança e segurança". Google (até o Instagram) admitem que 'rede vizinha' é uma ameaça ⚠️ A Alphabet (dona do Google) e até mesmo a Meta, dona do Instagram, do Facebook e do WhatsApp, sabem que o TikTok é um concorrente difícil. "As pessoas têm muitas escolhas sobre como querem gastar seu tempo, e apps como o TikTok estão crescendo muito rapidamente. E é por isso que o nosso foco no Instagram Reels é tão importante no longo prazo", disse Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, em 2022. O Reels permite a gravação de vídeos curtos com efeitos especiais e trilhas sonoras. O formato de edição é bastante parecido com o do TikTok. Em uma conferência de tecnologia também no ano passado, o vice-presidente sênior do Google, Prabhakar Raghavan, comentou sobre esse movimento, segundo o jornal The New York Times. "Em nossos estudos internos, algo como quase 40% dos jovens, quando estão procurando um lugar para almoçar, eles não vão ao Google Maps ou à Pesquisa. Eles vão para o TikTok ou Instagram", disse Raghavan. Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, acredita que o TikTok é uma ameaça ao Google. Segundo ele, as redes sociais avançaram em cima desse espaço que até então era apenas dos buscadores. Enquanto rola essa "migração de buscador" pelos mais jovens, o Google vem aperfeiçoando sua pesquisa com inteligência artificial. Ainda em ambiente de teste, a gigante começou a liberar no Brasil o recurso que faz a busca exibir respostas em texto (não apenas links), criado com IA. "O YouTube também se tornou uma ferramenta importante na descoberta e na avaliação. Agora, vemos essa mudança no Instagram e, principalmente, no TikTok", diz. Mas não são só as mídias sociais, lembra o especialista. "Por exemplo, no caso dos Estados Unidos, já têm alguns anos que o site da Amazon supera o Google na busca não só por produtos, mas pela comparação de preços e pela análise das características dos produtos em razão dos reviews (análises) de quem já comprou", diz Igreja. LEIA TAMBÉM: Viciados em redes sociais processam 'gigantes da tecnologia' nos EUA O que faz um engenheiro de dados? Profissão tem salário alto e deve bombar em 2024 Quem posta memes com fotos de terceiros pode ser processado? Entenda o que diz a lei Crianças e adolescentes no Brasil recebem conteúdo sexual na internet Crianças e adolescentes no Brasil recebem conteúdo sexual na internet Como surgiu o gatinho preto com 'cara de deboche' que viralizou no TikTok Como surgiu o gatinho preto com 'cara de deboche' que viralizou no TikTok Campanha alerta para o risco de postar fotos de crianças na internet Campanha alerta para o risco de postar fotos de crianças na internet Como denunciar postagens no Instagram, TikTok e Kwai e em outras redes sociais Como denunciar postagens no Instagram, TikTok e Kwai e em outras redes sociais

quarta-feira, 6 de dezembro de 2023

Google lança Gemini, sua IA mais poderosa; entenda como ela vai funcionar


Modelo foi integrado ao Bard, rival do ChatGPT e chegará a outros produtos do Google, como Busca e Chrome, nos próximos meses. IA foi criada para funcionar tanto em infraestruturas grandes, como as de data centers, quanto em celulares. O Google lançou nesta quarta-feira (6) o Gemini, modelo de inteligência artificial (IA) que é tratado pela empresa como o mais poderoso já criado por sua equipe. Ele já pode ser testado no Bard (concorrente do ChatGPT), mas, por enquanto, apenas em inglês. Em uma demonstração, o Gemini conseguiu analisar a foto de um exercício de física e identificar um erro no cálculo. A IA foi capaz de apresentar a solução correta e criar problemas semelhantes para o usuário tentar resolver. Demonstração do Google mostra que Gemini analisa exercício de física e identifica quando há um erro de cálculo Divulgação/Google Segundo o Google, ajudar estudantes com a lição de casa é apenas uma das áreas em que o modelo poderá ajudar. Ele também deverá ser útil para realizar outras tarefas que exigem uma capacidade maior de raciocínio lógico, como programar em diversas linguagens. O Gemini superou a capacidade humana em um teste de conhecimento e solução de problemas que combina 57 temas, incluindo matemática, física e história, segundo o Google. A empresa também diz que ele se saiu melhor que o GPT-4, modelo da OpenAI. Como o Gemini funciona? O Gemini é o modelo de IA mais flexível já desenvolvido pelo Google. A ideia é que ele consiga rodar tanto em infraestruturas grandes, como as de data centers, quanto em dispositivos mais limitados, como celulares. Para atender a esse objetivo, a nova inteligência artificial terá três versões: ⚡ Gemini Ultra: maior e mais poderoso, voltado para tarefas altamente complexas – será liberado apenas em 2024; 💻 Gemini Pro: voltado rodar uma ampla gama de tarefas e atender a desenvolvedores e usuários – começa a ser liberado nesta quarta; 📱 Gemini Nano: criado para dispositivos móveis, vai rodar diretamente no dispositivo, o que lhe permite funcionar mesmo quando não há internet – disponível no Pixel 8 Pro, o celular do Google, para criar resumos de áudios e sugerir respostas inteligentes no WhatsApp. Gemini, IA do Google, foi desenvolvida para ser flexível e funcionar de data centers a celulares com versões Ultra, Pro e Nano Divulgação/Google R$ 24 mil de salário: a carreira em TI que deve bombar em 2024 Quando ele estará disponível? O primeiro contato de muitos usuários com o Gemini deverá ser com a versão Pro, que vai melhorar raciocínio, planejamento e compreensão do Bard. A partir desta quarta, o robô do Google já vai usar a nova IA em respostas em inglês (outros idiomas receberão a atualização em breve). No início de 2024, o Google vai lançar o Bard Advanced, que fará o Gemini Ultra estar disponível no Bard. E, ainda segundo a empresa, produtos como Busca e Chrome se integrarão ao Gemini nos próximos meses. A partir de 13 de dezembro, desenvolvedores e empresas poderão usar o Gemini Pro por meio das plataformas de inteligência artificial Google AI Studio e Google Cloud Vertex AI. E o Gemini Ultra vai passar por mais verificações de segurança antes de ser liberado para todos em 2024. O supercomputador brasileiro entre os mais rápidos do mundo O que faz o Gemini ser mais poderoso? O Google diz que a abordagem para desenvolver o Gemini foi um pouco diferente da adotada em outros modelos de inteligência artificial multimodais, isto é, que conseguem entender ao mesmo tempo diferentes formatos, como textos, imagens, áudios e códigos. Segundo a empresa, a criação de modelos de IA costuma envolver "treinamentos" separados, com foco em cada formato. Em uma segunda etapa, o aprendizado de texto é reunido com o de imagem, por exemplo, e tudo é "empacotado" em apenas um produto. Na avaliação do Google, esse método permite realizar algumas tarefas, como descrever imagens, mas tem limitações nos casos que exigem mais raciocínio. "Projetamos o Gemini para ser nativamente multimodal, pré-treinado desde o início em diferentes modalidades. Em seguida, aperfeiçoamos com dados multimodais adicionais para refinar ainda mais sua eficácia", disse Demis Hassabis, diretor-executivo da DeepMind, subsidiária de IA do Google. Sundar Pichai, diretor-executivo da Alphabet, durante evento sobre inteligência artificial, em 16 de novembro de 2023 AP Photo/Eric Risberg Como tirar o 'online' do Instagram e usar o app sem ninguém saber O Gemini é confiável? O Google admite que, como toda inteligência artificial, o Gemini também está sujeito ao problema de alucinação, um erro que faz a resposta de um robô incluir informações incorretas, tendenciosas ou sem sentido. Mas a empresa diz que o Gemini é capaz de fazer as melhores avaliações de segurança de uma IA já criada por sua equipe. O objetivo é que ela seja capaz de evitar conteúdo violento ou estereotipado, por exemplo. A criação do Gemini envolveu ainda o treinamento sobre o que não deve ser exibido aos usuários a partir de um conjunto de 100 mil frases consideradas tóxicas retiradas da internet. Um grupo de especialistas independentes também trabalha para testar os limites da nova IA. "Estamos abordando esse trabalho com ousadia e responsabilidade", disse Sundar Pichai, diretor-executivo da Alphabet, controladora do Google. "Isso significa ser ambiciosos em nossa pesquisa e buscar capacidades que trarão benefícios enormes para as pessoas e a sociedade, ao mesmo tempo em que construímos salvaguardas e trabalhamos em colaboração com governos e especialistas para enfrentar os riscos à medida que a IA se torna mais capaz", afirmou. LEIA TAMBÉM: Quem posta memes com fotos de terceiros pode ser processado? Entenda o que diz a lei Cybertruck: como é o carro quase 'inquebrável' que a Tesla vende nos EUA Elon Musk ataca anunciantes após boicote ao Twitter: 'Vão se f...' Bard, o 'ChatGPT do Google', é lançado no Brasil

Sam Altman, do ChatGPT, é eleito CEO do ano pela Revisa Time


Resultado de 2023 saiu nesta quarta-feira (6). Revista publica anualmente nomes que tiveram destaque em suas funções. Sam Altman, um dos criadores do ChatGPT Reuters Sam Altman, de 38 anos, é eleito CEO do ano pela Revista Time. O resultado foi publicado nesta quarta-feira (6). Ele comanda a OpenAI, criadora do ChatGPT. Recentemente, houve uma série de demissões na OpenAI, incluindo a saída de Altman. Ele retornou para o cargo após alguns dias de reviravolta e insatisfação de funcionários e conselheiros da empresa (entenda o caso abaixo). Altman estudou ciência da computação na Universidade Stanford, nos EUA, mas não concluiu o curso. Em 2005, junto com amigos, Altman dedicou-se a desenvolver a sua primeira ideia, o Loopt, um aplicativo para compartilhar a localização com outras pessoas que não não teve muito impacto Entre 2014 e 2019, ele presidiu a Y Combinator, uma aceleradora de startups que investiu nos primeiros anos de plataformas como Airbnb e Dropbox. Entenda a troca relâmpago que Sam Altman fez da OpenAI pela Microsoft A demissão de Sam Altman do cargo de CEO da OpenAI, criadora do robô conversador ChatGPT, foi uma surpresa. Em nobembro, a companhia disse que o cofundador da empresa foi demitido porque não tinha mais a confiança de seu conselho. O estopim para a saída de Altman não é conhecido, mas não tem relação com discordâncias sobre segurança em inteligência artificial (IA), disse o CEO interino da OpenAI, Emmett Shear. Na esteira da demissão, a empresa também perdeu Greg Brockman, outro cofundador, que pediu para sair. O que ficou claro foi a enorme mobilização em torno dos desligamentos. Funcionários ameaçaram uma saída coletiva se a situação não fosse revertida, e a Microsoft, uma das principais investidoras da OpenAI, anunciou a contratação dos dois executivos. Entenda os principais pontos da 'treta' envolvendo Open AI, criadora do ChatGPT, Sam Altman e a Microsoft. ❌ Na tarde de sexta, Sam Altman é informado de sua demissão em chamada de vídeo com Ilya Sutskever, conselheiro e cofundador da OpenAI, e os outros membros do conselho, segundo Greg Brockman, presidente do conselho e também cofundador da empresa, que disse não ter participado da conversa; ❌ Minutos depois, Brockman é convidado para outra chamada, em que é avisado da sua saída do conselho e da demissão de Altman. Segundo Brockman, o conselho disse que o seu cargo executivo seria mantido por ser uma "função vital para a empresa"; 📰 Neste momento, a OpenAI anuncia ao público a demissão de Altman. O comunicado diz que o conselho não confiava no executivo para liderar a empresa e que ele "não era consistentemente sincero nas suas comunicações", sem citar exemplos desse comportamento; ↪️ A empresa anuncia a sua diretora de tecnologia, Mira Murati, como CEO interina; 👋 Em solidariedade à saída de Altman, Greg Brockman, pede demissão do cargo que ainda ocupava; 💙 "A OpenAI não é nada sem a sua gente": executivos da companhia, incluindo Murati, postam a mensagem em apoio a Altman, que havia publicado a frase no domingo (19); 🤝 Na segunda-feira (20), o CEO da Microsoft, Satya Nadella, anuncia que a empresa contratou Sam Altman e Greg Brockman para liderarem uma nova equipe de pesquisa em inteligência artificial, mas afirma que a parceria com a OpenAI será mantida; ↪️ O cofundador da plataforma de vídeos Twitch Emmett Shear é anunciado como novo CEO interino da OpenAI, assumindo a posição em que Murati estava há menos de três dias; 😡 Em carta, funcionários da OpenAI apontam "má-fé" do conselho da OpenAI na demissão de Altman e ameaçam uma saída coletiva se Altman e Brockman não voltarem ao conselho e os demais membros do grupo não renunciarem – um dos signatários é Ilya Sutskever, que teria informado Altman sobre sua demissão do cargo de CEO; 😞 Ilya Sutskever diz que lamenta sua participação nas ações do conselho: "Nunca tive a intenção de prejudicar a OpenAI. Amo tudo que construímos juntos e farei o possível para reunificar a empresa". Assista o vídeo abaixo e conheça o ChatGPT, tecnologia que Sam Altman ajudou a criar Conheça o ChatGPT, a tecnologia que viralizou por ter resposta para (quase) tudo

Aplicativo Waze apresenta instabilidade nesta quarta-feira


Segundo o site DownDetector, que registra reclamações de usuários sobre sites e aplicativos, as queixas tiveram início por volta das 8 horas. Ao menos, 230 notificações foram registradas até o começo desta manhã. Imagem ilustrativa do aplicativo Waze Waze/Reprodução O aplicativo Waze, usado por motoristas para encontrar melhores rotas pelo país, apresenta instabilidade nesta quarta-feira (6), gerando uma série de queixas de usuários nas redes sociais (veja alguns relatos). Segundo o site DownDetector, que registra reclamações de usuários sobre sites e aplicativos, os problemas tiveram início por volta das 8 horas. Ao menos, 230 notificações foram registradas até o começo desta manhã. A principal reclamação era o aplicativo móvel, 58% das notificações registradas pelo DownDetector abordavam o problema. Em seguida, a conexão com o servidor correspondia a 42%. Nos Estados Unidos, o Waze também apresentou problemas nesta manhã. Cerca de 600 notificações foram registradas no mesmo horário. 44% das reclamações eram referentes ao aplicativo; 35%, conexão do servidor; e 21%, instruções. O g1 entrou em contato com o Waze para entender o que aconteceu, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. Cliente reclama de instabilidade no Waze Reprodução/Twitter Cliente reclama de instabilidade no Waze Reprodução/Twitter Cliente reclama de instabilidade no Waze Reprodução/Twitter

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...