quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Como criar figurinha com suas fotos e vídeos no WhatsApp


Plataforma de trocas de mensagens da Meta permite que o usuário crie e adicione figurinhas à sua conta feitas por outros aplicativos que funcionam para Android e iOS. Figurinha do WhatsApp: veja como fazer sticker com fotos da galeria sem instalar programa Reprodução Fotos e vídeos da sua galeria podem tornar conversas do WhatsApp ainda mais divertidas quando transformadas em figurinhas. A plataforma de trocas de mensagens da Meta permite que o usuário crie e adicione figurinhas à sua conta feitas por outros aplicativos. A figurinha convencional é feita com fotos. Já a versão animada usa vídeos e o formato final fica em GIF. Confira a seguir como fazer figurinhas em 2 modelos de aplicativos que funcionam nos celulares Android e iOS. Sticker Maker Studio Instale o app "Sticker Maker Studio" em seu celular; Depois, toque em "Criar pacote de stickers"; Feito isso, pressione "Criar"; Agora, toque sobre o nome do pacote que você criou e pressione um espaço vazio para adicionar uma figurinha; É possível importar arquivos em formato fotos, GIF ou vídeo, que são as figurinhas animadas; Após adicionar o arquivo, toque em "Adicionar ao WhatsApp", na parte inferior da tela; Depois, toque sobre as figurinhas para pré-visualizar e, se estiver tudo certo, pressione "Salvar" Sticker.ly Baixe o aplicativo em seu celular; Abra o aplicativo e, na página inicial, clique no sinal “+”; O aplicativo vai questionar se deseja criar uma figurinha com foto ou animada. Selecione a opção que desejar; Na etapa seguinte, escolha um arquivo da galeria do celular. Caso selecione vídeo, o usuário vai precisar definir um trecho curto; É possível adicionar texto, um fundo ou até mesmo um emoji. Fica a critério do usuário. Depois, adicione hashtags e salve-a; Por fim, é só adicionar o novo pacote de figurinhas animadas ao WhatsApp. Leia também: WhatsApp lança recurso de código secreto para proteger conversas; veja como vai funcionar Retrospectiva Spotify 2023: como saber que músicas você mais ouviu Como é o supercomputador brasileiro que está entre os mais rápidos do mundo

Como excluir o perfil do Threads sem perder o Instagram


Desde novembro, plataforma tem recurso para desativar temporariamente ou excluir o perfil sem afetar o Instagram. O g1 mostra o passo a passo. Threads foi lançado pelo Instagram REUTERS/Dado Ruvic Depois de ter os seus "quinze minutos de fama" em julho, a rede social Threads termina o ano de 2023 sem muito sucesso entre o público brasileiro. Criada pela Meta, a plataforma é vinculada ao Instagram e, até o início de novembro, o usuário que excluísse o perfil do Threads perdia, automaticamente, a sua conta no Insta. Mas essa situação mudou após a exigência ter sido criticada. A novidade chegou a ser anunciada por pelo próprio Adam Mosseri, CEO do Instagram, em novembro. Veja a seguir como excluir e como desativar temporiamente a conta no Threads. 🚫Como excluir Abra o Threads e toque no seu perfil; No lado direito superior, toque no ícone de duas linhas; Toque em "Conta"; Clique em "Desativar ou excluir perfil". Para concluir, toque em "Excluir perfil". ⏰Como desativar Abra o Threads e toque no seu perfil; No lado direito superior, toque no ícone de duas linhas; Toque em "Conta"; Clique em "Desativar ou excluir perfil". Para concluir, toque em "Desativar perfil no Threads". Sobre o Threads A rede social Threads foi criada pela Meta para concorrer com a rede X (antigo Twitter), que tem sofrido diversas mudanças após ter sido comprada por Elon Musk. Em meio às polêmicas envolvendo a rede concorrente, o Threads chegou a ter dias de glória durante o seu lançamento, em julho, após ter atingido a marca de 100 milhões de usuários em apenas cinco dias de existência. Porém, um levantamento feito pela SimilarWeb, companhia de tecnologias de informação britânica, mostrou que o número de usuários ativos da rede caiu pela metade já nas primeiras semanas depois do lançamento. Apesar do distanciamento, muitas pessoas mantiveram seus cadastros, já que a plataforma não permitia excluir o perfil sem afetar o Instagram. Ou seja: o usuário perderia automaticamente a sua conta no Instagram se optasse por excluir o seu perfil no Threads . Essa situação só mudou no começo de novembro, após a exigência ser alvo de críticas. Assista ainda Como funciona o Gemini, a inteligência artificial mais poderosa do Google Jovens estão trocando o Google pelo TikTok na hora fazer pesquisas 'Treta do ChatGPT': entenda a troca relâmpago que Sam Altman fez da OpenAI pela Microsoft

quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

Celular Seguro: serviço do governo para inibir roubos bloqueou mais de 4,3 mil aparelhos em uma semana


SP lidera o número de alertas por estado, com 1.125 ocorrências até esta quarta-feira (27), diz Ministério da Justiça. Quase 1 milhão de brasileiros já fizeram cadastro na plataforma. Versão do Celular Seguro para Android Reprodução Uma semana após ser lançado, o programa Celular Seguro já bloqueou 4.349 aparelhos roubados, furtados ou perdidos, segundo dados compartilhados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a pedido do g1. O órgão lançou o programa no dia 19 deste mês para facilitar o bloqueio de celulares roubados e, assim, inibir esse tipo de crime, que tem crescido no Brasil. No ranking por estado, São Paulo lidera o número de alertas de bloqueio, com 1.125 ocorrências até o final da manhã desta quarta-feira (27). Em seguida estão o Rio de Janeiro (494); Pernambuco (324); Bahia (308) e Minas Gerais (287). Desde o lançamento do Celular Seguro, o programa nacional teve inscrições de: 579.883 celulares; 797.353 Cadastros de Pessoas Físicas (CPFs); e 528.836 pessoas de confiança. O recurso, disponível em site e aplicativo, é uma 'ponte' para acionar a operadora do celular para bloquear a linha e bancos para impedir o acesso indevido a aplicativos e contas bancárias. Celular Seguro: programa terá desafios para cumprir finalidade Como funciona o Celular Seguro Com o Celular Seguro, quem tiver o celular roubado, furtado ou perdido poderá avisar de uma só vez várias instituições parceiras do governo, como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e bancos. O governo federal também prevê ampliar a parceria com operadoras de celular para bloquear o chip – e não apenas o celular – e impedir o recebimento de mensagens de texto que permitem recuperar senhas de redes sociais, por exemplo. O usuário deve preencher um cadastro e usar o perfil gov.br. Caso haja perda ou roubo do celular, a ocorrência deve ser comunicada. É possível registrar 'pessoas de confiança'. Veja passo a passo. Para que esse aviso seja enviado, é preciso registrar uma ocorrência no aplicativo. Mas não há garantia de bloqueio imediato. Há operadoras que dão prazo de um dia útil, e bancos falam em até meia hora. 📞 A associação de telefonia ABR Telecom se comprometeu a repassar o pedido de bloqueio da linha em até 6 horas para as operadoras, que poderão levar mais 1 dia útil para efetivar a solicitação; 💰 Alguns bancos participantes citam bloqueio imediato, mas outros têm prazo de até meia hora, a partir do recebimento do alerta feito pelo app. Além disso, os aparelhos não ficam totalmente inutilizados. Para isso, seria preciso que os sistemas também fossem bloqueados, mas, entre os principais desenvolvedores, apenas o Google assinou um protocolo de intenções para adesão do projeto em breve. O governo também prevê ampliar a parceria com operadoras para bloquear o chip – e não apenas o celular – e impedir o recebimento de mensagens de texto que permitem recuperar senhas de redes sociais, por exemplo. A expansão deverá ser implementada até 9 de fevereiro de 2024. Passo a passo para usar o app Celular Seguro do governo Bárbara Miranda/Arte g1

The New York Times processa OpenAI e Microsoft por violação de direitos autorais


Jornal norte-americano exige indenização dos prejuízos que podem chegar na casa dos bilhões de dólares, além de uma ordem para que as empresas deixem de utilizar seu conteúdo e apague os dados já compilados. Prédio do New York Times em Nova York Shannon Stapleton/Reuters O jornal The New York Times entrou com uma ação judicial nesta quarta-feira (27) contra a OpenAI, criadora do ChatGPT, e a gigante Microsoft, por violação de direitos autorais por utilizar seus artigos para alimentar seus avançados modelos de Inteligência Artificial (IA). Segundo a ação, as duas empresas "buscam se aproveitar do enorme investimento do Times em seu jornalismo, utilizando-o para criar produtos sem permissão ou pagamento". Trata-se de uma "violação de direitos autorais em termos de conteúdo e trabalho jornalístico", diz um trecho do documento. Segundo a denúncia, o jornal estima em bilhões de dólares os danos sofridos e exige uma indenização, além de uma ordem para que as empresas deixem de utilizar seu conteúdo e apague os dados já produzidos. Com o processo, o The New York Times, um dos grupos de imprensa mais respeitados dos Estados Unidos, optou por uma abordagem mais agressiva diante da repentino aumento dos chatbots de IA, em comparação com outros grupos de mídia como o alemão Axel Springer e agência Associated Press (AP) que assinaram acordos de conteúdo com a OpenAI. Microsoft é um importante investidor da OpenAI e implementou rapidamente os avanços da IA em seus próprios produtos após o lançamento do chatbot de soluções em texto ChatGPT, em 2022. Os modelos de IA das empresas foram alimentados durante anos com conteúdo disponível na Internet, assumindo que seria possível utilizá-los sem a necessidade de autorização ou compensação às fontes de origem. "Estas ferramentas foram criadas e continuam utilizando jornalismo independente e conteúdo que estão disponíveis apenas porque nós e nossos colegas os produzimos, editamos e checamos com um alto custo e experiência considerável", destacou o porta-voz do Times.

Espionagem de celular: saiba se monitorar o dispositivo do parceiro é crime


Usar aplicativos espiões ou mexer no aparelho sem permissão do dono pode dar cadeia. Softwares permitem que terceiros tenham acesso total à câmera, ao microfone e à localização da vítima. Saiba se está sendo vigiado: veja sinais um celular infectado com aplicativo espião Pode ser por ciúmes, controle ou para conseguir informações para chantagear ou roubar alguém; independentemente do motivo, espionar o celular ou o computador alheio é crime, conhecido como “stalkerware”, uma junção de stalking e spyware. Essa violação pode acontecer com a ajuda de aplicativos espiões que permitem ter o acesso total ao dispositivo da vítima, até mesmo tirar fotos e gravar áudios e ligações. Mas também é considerado crime mexer no celular de outra pessoa sem autorização. Existem três artigos que podem enquadrar este crime: Artigo 10 da lei 9.296: "Constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática [à distância], promover escuta ambiental ou quebrar segredo da Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei". Com pena de reclusão de 2 a 4 anos e multa. Artigo 154-A do Código Penal (criado pela lei Carolina Dieckmann, n° 12.737/2012): "Invadir dispositivo informático de uso alheio, conectado ou não à rede de computadores, com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do usuário do dispositivo ou de instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita". Com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa. Artigo 147-A do Código Penal (criado pela lei do Stalking, n° 14.132/2021): "Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade". Com pena de reclusão de 6 meses a 2 anos e multa. "Nós entramos na esfera das garantias constitucionais. Você rompe a privacidade, a intimidade, você rompe o sigilo bancário, você rompe até a imagem daquela pessoa, porque você tem acesso a outras imagens que você pode vir a usar, de momentos muito privados, que podem ser até sexuais", explica Iolanda Garay, presidente da Associação Nacional das Vítimas de Internet (Anvint). 'Ele quis me aniquilar viva': saiba o que é pornografia de revanche e conheça histórias de vítimas Como o bandido começa a espionar? Atualmente, é possível enganar um usuário para clicar em um link e baixar um aplicativo espião, capaz não só de coletar dados, mas também de assumir o controle do seu dispositivo. Mas a tecnologia que permite esse download à distância é muito cara e, por isso, pouco usada por bandidos, sendo mais comum em investigações policiais, diz Iolanda. Por esta razão, os golpistas precisam ter acesso ao celular ou computador da vítima presencialmente para conseguir infectá-lo. "O namorado, marido, o espião, ele quer ter acesso, controlar a vida daquela pessoa. Daí ele entrega um presente já 'batizado' para ela. O celular vem lacrado e não tem como ela saber que está infectado, se ela não fizer uma checagem", explica. Além disso, se o espião convive diariamente com a vítima, ele pode aproveitar momentos em que o celular está desbloqueado para baixar um aplicativo espião. O que o bandido consegue fazer com as ferramentas? Mesmo que o celular esteja bloqueado, o espião terá o controle total do aparelho, podendo, por exemplo, ligar a câmera, o microfone, fazer gravações, acessar a localização, o e-mail e até aplicativos bancários, explica Wanderson Castilho, perito especialista em crimes de internet. Segundo Iolanda, normalmente, o bandido fará a invasão com outro crime em vista, como divulgar fotos nuas da vítima ou a humilhar para conseguir senhas bancárias e desviar valores. O celular dá sinais de que está infectado? Quase sempre, o software espião não aparece na bandeja de aplicativos, dificultando a identificação pela vítima, explica a advogada Patrícia Peck, especializada em crimes cibernéticos. Mas, algumas coisas podem começar a ficar estranhas no aparelho, aponta Wanderson. Veja mais na arte abaixo. Sinais de um celular infectado com um aplicativo espião Wagner Magalhaes / arte g1 É crime independente de quem está espionando? Parceiro ou parceira Para que um parceiro tenha acesso livre ao dispositivo, é preciso ter um acordo prévio entre o casal, ainda que seja apenas verbal. Caso contrário, é crime. Além disso, a intenção também importa. Se a pessoa acessou o celular da vítima propositalmente para descobrir uma traição ou informações bancárias, por exemplo, é crime. Outro ponto é que este tipo de violação precisa ser denunciado pela vítima em uma delegacia, o que só acontece em casos extremos, como em meio a um divórcio, quando, normalmente, a vítima tem coragem de levar o caso à Justiça. Pais Em relação aos pais, a lei permite o uso de aplicativos que os ajudam a manterem um controle sobre a vida virtual dos filhos menores de idade, diz a advogada. Mas Iolanda acredita que é preciso ainda discutir limites para isso, principalmente, quando o adolescente inicia a vida sexual, já que o celular poderia estar presente - e gravando - os momentos de intimidade sem conhecimento dos jovens. O estatuto da criança e adolescente garante a privacidade: "a promoção dos direitos e proteção da criança e do adolescente deve ser efetuada no respeito pela intimidade, direito à imagem e reserva da sua vida privada", conforme a lei 8.069/1990. Além disso, o uso da câmera em momentos mais íntimos da criança, como ao tomar banho, também pode ser encarado como pedofilia, aponta. "Então temos um conflito de direitos e garantias fundamentais. Os juristas devem contrapesar isso", afirma. Celular corporativo Para que a empresa possa ter controle total do dispositivo usado pelo funcionário, a lei exige que ele seja informado sobre até onde vai esse monitoramento. Por exemplo, se a empresa pode acessar a câmera do celular ou ler conversas. O que fazer se for vítima? Caso suspeite que seu celular está sendo espionado, é fundamental levar para um perito especializado em crimes cibernéticos, para que possa investigar se há algum aplicativo estranho no aparelho. Com a prova, a vítima pode fazer um boletim de ocorrência em uma delegacia e pedir a apresentação ao Ministério Público. O perito Wanderson recomenda ainda que, ao recebeu um celular de presente, seja feito o reset de fábrica, deletando possíveis aplicativos escondidos. Leia também: Estupro virtual: abusadores usam fotos falsas para chantagear a vítima; entenda o crime 'Deepfake ao vivo': tecnologia que muda rosto e voz em videochamada, como na novela 'Travessia', já existe na vida real Saiba mais sobre outros golpes online: Golpe do namoro virtual: entenda o que é e por que as pessoas ainda caem Golpe do namoro virtual: entenda o que é e por que as pessoas ainda caem Estupro virtual: abusadores usam fotos falsas para chantagear vítimas Estupro virtual: abusadores usam fotos falsas para chantagear vítimas Teve um nude vazado? Prática é crime; saiba como denunciar  Teve um nude vazado? Prática é crime; saiba como denunciar

Elon Musk, Zuckerberg, Jeff Bezos: saiba quem são os 10 bilionários que mais enriqueceram em 2023


Levantamento feito pelo g1 com base em ranking da Bloomberg mostra predominância de magnatas da tecnologia na lista dos que mais ganharam dinheiro ao longo do ano. Veja quem são os bilionários que mais enriqueceram em 2023 O homem mais rico do mundo é também o que mais enriqueceu em 2023. Elon Musk, dono da Tesla e do X (antigo Twitter), elevou seu patrimônio em quase US$ 95 bilhões (R$ 45,9 bilhões) só este ano, fazendo sua fortuna chegar a nada menos que US$ 232 bilhões (R$ 1,1 trilhão). Musk lidera uma lista ocupada majoritariamente por magnatas da tecnologia, conforme levantamento feito pelo g1 com base no ranking de bilionários da Bloomberg. O segundo bilionário que mais ganhou dinheiro em 2023 foi Mark Zuckerberg, dono da Meta (controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp). Zuck ficou US$ 82 bilhões (R$ 396,5 bilhões) mais rico, e atingiu US$ 128 bilhões (R$ 619 bilhões) de patrimônio. Mesmo com o aumento, o empresário norte-americano ocupa "apenas" a sexta colocação entre os mais endinheirados do mundo. Enquanto isso, o terceiro homem mais rico do planeta foi o terceiro que mais enriqueceu neste ano. Jeff Bezos, fundador da Amazon, encorpou seu patrimônio em US$ 71,2 bilhões, garantindo um total de US$ 178 bilhões. Entre os dez bilionários que mais ganharam dinheiro em 2023, nove são do setor de tecnologia. A lista tem apenas um representante do varejo (veja mais abaixo). Juntos, os empresários enriqueceram mais de US$ 502 bilhões (R$ 2,4 trilhões) só neste ano, com uma fortuna somada de US$ 1,310 trilhão (R$ 6,3 trilhões). Oito dos dez bilionários que mais enriqueceram em 2023. Gonzalo Fuentes/Reuters/Arquivo | Mark Lennihan/AP Photo | Pablo Martinez Monsivais/AP Photo | Arquivo pessoal | Oracle PR via Hartmann Studios | Divulgação | Paul Sakuma/AP Photo | Reprodução/Instagram/NVIDIA Para efeito de comparação, o valor representa mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2022 — que totalizou R$ 9,9 trilhões no ano. Quando considerada a lista dos 10 mais ricos do mundo (independentemente do avanço patrimonial em 2023), a soma da riqueza dos bilionários chega a US$ 1,480 trilhão — 37% acima da cifra registrada no ano passado, de US$ 1,077 trilhão. Veja abaixo os 10 bilionários que mais elevaram suas fortunas em 2023, considerando atualização do ranking da Bloomberg na terça-feira (26): 1. Elon Musk Elon Musk durante evento em Paris no dia 16 de junho de 2023 Gonzalo Fuentes/Reuters/Arquivo Elon Musk, de 52 anos, é dono e cofundador de seis empresas, incluindo a fabricante de veículos elétricos Tesla — uma das primeiras a apostar somente em elétricos. O portfólio do bilionário ainda inclui a rede social X (antigo Twitter) e a empresa de voos espaciais SpaceX, com a qual o magnata manifestou seus planos de colonizar Marte. Atualmente com US$ 232 bilhões, a fortuna do magnata saltou quase US$ 95 bilhões neste ano. Ele é o primeiro colocado no ranking da Bloomberg de mais ricos do mundo. Apesar da cifra astronômica, esse não é o pico financeiro de Musk. Em 2021, o empresário chegou a acumular US$ 335 bilhões. 2. Mark Zuckerberg Mark Zuckerberg, dono da Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp. Mark Lennihan/AP Photo Mark Zuckerberg, de 39 anos, é cofundador do Facebook, a maior rede social do mundo. Em 2021, o norte-americano mudou o nome da empresa controladora do site para Meta — dona também do Instagram e do WhatsApp. Sediada na Califórnia, a Meta teve receita de US$ 117 bilhões em 2022 e registra, atualmente, 3,7 bilhões de usuários ativos em suas plataformas por mês. A fortuna de Zuck é de US$ 128 bilhões, após ganhos de US$ 82,2 bilhões em 2023. Com a cifra, ele é a sexta pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. O pico financeiro do criador do Facebook foi registrado em meados de 2021, quando ele atingiu US$ 140 bilhões. 3. Jeff Bezos Jeff Bezos sofreu perdas bilionárias com queda das ações da Amazon Pablo Martinez Monsivais/AP Photo Jeff Bezos, de 59 anos, é fundador da Amazon, a maior varejista online do mundo. Sediada em Seattle, a empresa oferece serviços de computação em nuvem e streaming, além de ser controladora da rede de supermercados Whole Foods. Só em 2022, a Amazon teve uma receita de US$ 514 bilhões. A fortuna de Bezos é de US$ 178 bilhões, após ganhos de US$ 71,2 bilhões em 2023. Com a cifra, Jeff Bezos é a terceira pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. O pico financeiro do empresário foi registrado em meados de 2021, quando ele atingiu US$ 212 bilhões. 4. Larry Page Larry Page, cofundador da Alphabet, proprietária do Google. Divulgação Larry Page, de 50 anos, é cofundador da Alphabet, proprietária do Google. A empresa com sede em Mountain View, Califórnia, registrou receita de US$ 283 bilhões em 2022. As divisões do grupo também incluem Gmail, Android e YouTube. O norte-americano deixou o cargo de CEO da Alphabet em dezembro de 2019, mas continua sendo membro do conselho e acionista controlador. A fortuna de Page é de US$ 128 bilhões, após ganhos de US$ 44,7 bilhões em 2023. Com a cifra, Larry Page é a sétima pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. 5. Steve Ballmer Steve Ballmer Arquivo pessoal Steve Ballmer, de 67 anos, é ex-CEO da Microsoft, maior fabricante de software do mundo. Ele deixou o cargo em 2014, mas continua como acionista da empresa com sede em Redmond, Washington. Ballmer também é dono do time de basquete Los Angeles Clippers. O patrimônio do norte-americano é de US$ 130 bilhões, após crescimento de US$ 44,5 bilhões em 2023. Com a cifra, Steve Ballmer é a quinta pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. Vale observar que Ballmer está em seu auge financeiro. De acordo com o levantamento, foi neste ano que o empresário atingiu seu patrimônio mais alto, chegando a US$ 131 bilhões. 6. Sergey Brin Sergey Brin Paul Sakuma/AP Photo Cofundador da Alphabet (Google) ao lado de Larry Page, o empresário Sergey Brin, de 50 anos, é um dos imigrantes mais ricos dos Estados Unidos. Ele chegou ao país com 6 anos de idade após deixar a antiga União Soviética, fugindo do antissemitismo. O patrimônio de Brin é de US$ 121 bilhões, após crescimento de US$ 41,8 bilhões em 2023. Com a cifra, Sergey Brin é a nona pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. 7. Amancio Ortega Amancio Ortega, fundador da Zara. Reuters/Miguel Vidal/Foto de arquivo Amancio Ortega, de 87 anos, detém 59% da Inditex, a maior varejista de roupas do mundo. A empresa sediada em Arteixo, na Espanha, é controladora da Zara e de sete outras marcas de varejo. Nos 12 meses encerrados em 31 de janeiro de 2023, a Inditex teve receita de 32,6 bilhões de euros. O patrimônio do empresário é de US$ 86,4 bilhões, após crescimento de US$ 31,8 bilhões em 2023. Com o montante, Amancio Ortega é a 14ª pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. 8. Larry Ellison Larry Ellison, fundador da Oracle. Oracle PR via Hartmann Studios Larry Ellison, de 79 anos, é o fundador e maior acionista da gigante de software Oracle. O empresário detém mais de 40% da empresa com sede em Austin, no Texas, além de participação na Tesla e de investimentos no setor imobiliário. A fortuna de Ellison é de US$ 124 bilhões, após crescimento de US$ 31,7 bilhões em 2023. Com a cifra, Larry Ellison é a oitava pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. O pico financeiro do empresário foi registrado este ano, quando ele atingiu US$ 140 bilhões. 9. Bill Gates Bill Gates durante Fórum Econômico Mundial de 2018 em Davos. Denis Balibouse/Reuters Bill Gates, de 68 anos, cofundou a Microsoft, maior fabricante de software do mundo. Só em 2022, a empresa teve receita de US$ 198 bilhões. O restante do patrimônio do empresário é administrado por meio da Cascade Investment, que possui participações em dezenas de empresas, incluindo Canadian National Railway, Deere e Ecolab. A fortuna de Bill Gates é de US$ 140 bilhões, após crescimento de US$ 30,3 bilhões em 2023. Com a cifra, Gates é a quarta pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg. O pico financeiro do empresário foi registrado em meados de 2021, quando ele atingiu US$ 154 bilhões. 10. Jensen Huang Jensen Huang, fundador da empresa de tecnologia NVIDIA. Reprodução/Instagram/NVIDIA Jensen Huang, de 60 anos, é presidente da Nvidia, empresa de tecnologia com atuação em processamento de dados, processamento gráfico para jogos eletrônicos, sistemas em chip para carros autônomos, entre outros. Nos 12 meses encerrados em 30 de janeiro de 2023, a empresa cofundada por Huang em 1993 somou receita de US$ 27 bilhões. A fortuna do empresário é de US$ 43,4 bilhões, após ganhos de US$ 29,6 bilhões em 2023. Com a cifra, Jensen Huang é a 29ª pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da Bloomberg.

terça-feira, 26 de dezembro de 2023

WhatsApp apostou em 'grupos gigantes' em 2023; relembre recursos liberados pelo app


Aplicativo era conhecido por conversas com duas pessoas ou, no máximo, em grupos de 256 participantes. Este ano, no entanto, a plataforma apostou em recursos que reúnem milhares de pessoas, como o Canais e o Comunidades. WhatsApp Dimitri Karastelev/Unsplash O WhatsApp se tornou popular como um aplicativo de mensagens privadas, voltado para interações entre duas pessoas ou, no limite, entre 256 participantes em grupos. Isso mudou em 2023: o serviço lançou recursos que o aproximaram de uma plataforma de conversas públicas. Em janeiro, o WhatsApp liberou o Comunidades, que centraliza grupos em um só espaço e permite disparar mensagens para até 5 mil pessoas. Depois, em setembro, foi a vez do Canais, com o qual é possível enviar avisos para um número ilimitado de usuários. O app da Meta, que também é dona do Facebook e do Instagram, anunciou ainda a funcionalidade de editar mensagens, usar uma conta em até 4 celulares simultaneamente, silenciar ligações de desconhecidos, fixar mensagens e mais. Confira abaixo as principais recursos lançados pelo WhatsApp em 2023. 📢 Canais g1 está nos Canais do WhatsApp; veja como participar O Canais é um dos principais recursos anunciados pelo WhatsApp em 2023. Ele permite que pessoas e empresas enviem mensagens para um número ilimitado de usuários em uma espécie de grupo, algo semelhante ao que o Telegram já oferecia. Os canais aparecem na nova aba "Atualizações", que, antes, se chamava "Status". Ali, além dos stories, é possível encontrar canais novos, mais ativos e os mais populares. Participe do canal do g1 no WhatsApp Como a ideia é que os canais sejam usadas para conversas públicas, esses espaços não contam com a criptografia de ponta a ponta que existe nas conversas individuais e em grupos de WhatsApp. Veja abaixo como entrar em um canal do WhatsApp: Na tela inicial, toque em "Atualizações"; Ao lado de "Canais", toque em "+"; Selecione "Encontrar canais"; Clique no ícone da lupa e digite o nome de um canal. 👨‍👩‍👧‍👦 Comunidades Logo no início do ano, o WhatsApp começou a liberar no Brasil as Comunidades, função que permite organizar vários grupos em estruturas maiores e enviar mensagens para até 5 mil pessoas. O objetivo é reunir até 50 grupos sob um mesmo guarda-chuva, com limite para abrigar até 5 mil pessoas em uma comunidade. A ferramenta foi apresentada ainda em 2022, mas demorou alguns meses para chegar ao país devido às eleições daquele ano. Na tentativa de combater a desinformação, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmou um acordo para evitar mudanças significativas na plataforma antes da votação. WhatsApp Comunidades: entenda como funciona o novo recurso 🔏 Conversas com senha ou biometria Em maio, o WhatsApp lançou um recurso que permite proteger conversas. A nova ferramenta permite ocultar um chat da tela inicial do WhatsApp, que é "transferido" para uma pasta segura, chamada "Conversas protegidas". As conversas nessa pasta só podem ser acessadas ao digitar a senha ou inserir a biometria (facial ou impressão digital) cadastradas no seu dispositivo. Depois, o mensageiro anunciou que é possível esconder a pasta "Conversas protegidas" da tela inicial e só mostrá-la ao digitar um código secreto na busca. Veja como usar: Abra o WhatsApp e toque no nome de um contato ou grupo; Selecione a opção de bloqueio para proteger as conversas; Para revelar os chats ocultos, deslize a lista de conversas para baixo; Insira a senha ou a biometria. WhatsApp ganha recurso para proteger conversas específicas Divulgação/WhatsApp ✍️ Edição de mensagens Outra função muito aguardada pelos usuários de WhatsApp era a de edição de mensagens — ela foi disponibilizada oficialmente em maio. A opção de editar fica disponível até 15 minutos depois do envio da mensagem. Quando o recurso é usado, o aplicativo passa a mostrar a palavra "editada" ao lado da mensagem. Veja como fazer: Toque e segure sobre a mensagem que você enviou; Toque em "Editar" – no Android, é preciso clicar primeiro em ⁝ (ícone de três pontos no topo da tela); Escreva a sua nova mensagem e selecione o botão de "Enviar". Opção de editar mensagem no WhatsApp Divulgação/WhatsApp 📱 Conta em até 4 celulares O WhatsApp liberou o uso de uma conta em até quatro celulares ao mesmo tempo. O recurso faz com que os aparelhos se conectem de forma independente à conta. Mesmo com a mudança, as mensagens seguem protegidas com criptografia de ponta a ponta. E, por segurança, caso o aparelho principal fique inativo por muito tempo, os dispositivos secundários são desconectados automaticamente. Outros recursos lançados em 2023: ✔️ Controle sobre quem pode entrar em grupos: administradores tem mais controle para liberar ou vetar a entrada de participantes em grupos. 🤫 Silenciar ligações de desconhecidos: usuários podem configurar o aplicativo para ele recusar automaticamente chamadas de números desconhecidos. 📌 Fixar mensagens em chats: já presente no Telegram, o recurso permite destacar uma informação importante em grupos ou chats individuais. 📂 Salvar mensagens temporárias para sempre: o recurso permite guardar trechos importantes de conversas quando a opção de mensagens temporárias estiver ativada e, assim, evitar que elas sejam apagadas depois de 24 horas, 7 dias ou 90 dias. 🎥 Mensagens de vídeo instantâneas: alternativa aos áudios, o recurso permite compartilhar vídeos curtos de até 60 segundos diretamente nas conversas. Mensagens de vídeo do WhatsApp Divulgação/WhatsApp 🗣️ Mensagens de voz de reprodução única: como acontece com fotos que só podem ser visualizadas uma vez, o novo recurso limita a reprodução de áudios pelo destinatário. 📞 Mudanças em chamadas: o WhatsApp liberou o compartilhamento de tela durante chamadas de vídeo e, no Windows, aumentou o limite de participantes nas ligações. 🖼️ Imagens em HD: o aplicativo passou a permitir o envio de fotos em alta definição, e não apenas na "qualidade padrão". WhatsApp liberou pagamento para empresas WhatsApp libera o pagamento para empresas dentro do aplicativo WhatsApp melhorou proteção contra roubo de conta WhatsApp libera nova proteção contra roubo de conta; veja como funciona

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...