terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Apple cancela projeto de carro elétrico e manda funcionários para área de inteligência artificial


Projeto Titan, que visava criar o veículo, começou dez anos atrás, quando existia mais otimismo sobre a venda de carros com motores elétricos. Projeto de carro da Apple durou dez anos REUTERS/David Gray A Apple cancelou o projeto de seu carro elétrico, disse à Reuters uma fonte familiarizada com o assunto nesta terça-feira (27), uma década após a fabricante do iPhone iniciar os estudos. Vários funcionários que trabalhavam no projeto serão transferidos para a divisão de inteligência artificial (IA) da empresa, de acordo com a Bloomberg News, que noticiou primeiro o assunto. A empresa não quis comentar. A Apple deu início ao Projeto Titan, como era conhecido internamente seu esforço automotivo, dez anos atrás, quando uma onda de interesse em veículos autônomos se espalhava no Vale do Silício. Atualmente, as altas taxas de juros para conter a inflação têm afetado o sentimento do consumidor nos Estados Unidos e levado a uma desaceleração na procura por veículos elétricos, geralmente mais caros, fazendo com que o setor corte empregos e reduza a produção. Várias montadoras importantes, incluindo a líder de mercado de veículos elétricos Tesla, decidiram recuar nos investimentos, com algumas alterando os planos para se concentrar em híbridos em vez de carros totalmente elétricos. Leia também: Chips em alta: por que a Nvidia está crescendo mais do que 'big techs' Sony demite 900 funcionários da equipe do PlayStation Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15; g1 testou Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

Sony anuncia demissão de 900 funcionários da equipe do PlayStation


Empresa afirma que cortes são necessários para o 'crescimento do negócio'. Neste mês, a gigante dos games informou que não conseguiu bater as metas de vendas do PS5. Logo da PlayStation 5 Reprodução/Sony A Sony anunciou na manhã desta terça-feira (27) que está demitindo cerca de 900 funcionários da área do PlayStation. Os cortes, que representam 8% da sua força de trabalho, impactam trabalhadores em todo o mundo, adiantou Jim Ryan, presidente-executivo da Sony Interactive Entertainment. "Após consideração cuidadosa e muitas discussões de liderança ao longo de vários meses, ficou claro que mudanças precisam ser feitas para continuar a fazer crescer o negócio e desenvolver a empresa", escreveu Jim Ryan aos funcionários (leia a íntegra ao final da reportagem). Segundo o site de tecnologia The Verge, a decisão da Sony vem dias depois de a empresa apontar que não conseguiu cumprir suas metas de vendas do PlayStation (PS5), fazendo com que os preços das ações da gigante dos games caísse em US$ 10 bilhões. O portal também lembra que analistas já previam que uma margem de lucro baixa nos próximos anos no setor. Segundo eles, o custo de produção de jogos tem prejudicado os cofres da Sony. Leia a íntegra do e-mail de Jim Ryan enviado aos funcionários: "Assunto: Atualização Importante Sobre Reestruturação Organizacional Equipe, É importante fornecer atualizações sobre o negócio com a maior frequência possível. Hoje escrevo com uma notícia triste. Através de discussões ao longo dos últimos meses sobre o cenário econômico em evolução, as mudanças na forma como desenvolvemos, distribuímos e lançamos produtos, e a garantia de que a nossa organização está preparada para o futuro nesta indústria em rápida mudança, concluímos que decisões difíceis se tornaram inevitáveis. A equipe de liderança e eu tomamos a decisão incrivelmente difícil de reestruturar as operações, o que lamentavelmente inclui uma redução na nossa força de trabalho, impactando indivíduos muito talentosos que contribuíram para o nosso sucesso. Após consideração cuidadosa e muitas discussões de liderança ao longo de vários meses, ficou claro que mudanças precisam ser feitas para continuar a fazer crescer o negócio e desenvolver a empresa. Tivemos que dar um passo atrás, olhar para o nosso negócio de forma holística e seguir em frente com foco na sustentabilidade da empresa a longo prazo e na entrega das melhores experiências possíveis para a nossa comunidade. O objetivo é otimizar nossos recursos para garantir nosso sucesso contínuo e capacidade de oferecer experiências que os jogadores e criadores esperam de nós. Quero ser o mais transparente possível com vocês, nossos parceiros e nossa comunidade sobre o que isso significa: Prevemos reduzir o nosso número de funcionários em cerca de 900 pessoas, ou cerca de 8% da nossa força de trabalho atual Haverá impacto para os funcionários em todas as regiões da SIE – Américas, EMEA, Japão e APAC Vários estúdios PlayStation são afetados Eu sei que receber esta notícia será difícil e perturbador e você está se perguntando o que isso significa para você. Os prazos e procedimentos para abordarmos isso variam de acordo com sua localização devido às leis e regulamentações locais . Para aqueles que estão nos EUA, todos os funcionários afetados serão notificados hoje. No Reino Unido, é proposto: Que o London Studio da PlayStation Studios fechará totalmente; Que haverá reduções no estúdio Firesprite; E que haverá reduções em várias funções no SIE no Reino Unido. As alterações propostas significam que entraremos num período de consulta colectiva antes de serem tomadas quaisquer decisões finais. Todos os colaboradores que fazem parte da consulta coletiva serão informados hoje sobre os próximos passos. No Japão, implementaremos um próximo programa de apoio à carreira. Os detalhes serão comunicados separadamente. Noutros países, iniciaremos conversações com aqueles que estão potencialmente em risco ou afetados como resultado desta ação proposta. Para aqueles que deixarão a SIE: Vocês estão deixando esta empresa com nosso mais profundo respeito e apreço por todos os seus esforços durante sua gestão. Para quem vai ficar no SIE: Estaremos nos despedindo de amigos e colegas que amamos durante esse processo, e isso será doloroso. Sua resiliência, sensibilidade e adaptabilidade serão críticas nas próximas semanas e meses. Isto não será fácil e estou ciente do impacto que terá no bem-estar. Os funcionários afetados receberão apoio, incluindo benefícios de indenização. Embora estes sejam tempos desafiadores, isso não é indicativo de falta de força da nossa empresa, da nossa marca ou do nosso setor. Nosso objetivo é permanecermos ágeis e adaptáveis ​​e continuarmos focados em oferecer as melhores experiências de jogo possíveis agora e no futuro. Obrigado pela sua compreensão durante este período difícil. Por favor, sejam gentis consigo mesmos e uns com os outros. Jim"

Comissão do Senado aprova marco legal dos games

Texto, que segue para análise do plenário, prevê incentivos fiscais e regularização do setor. Proposta também cria mecanismos de proteção para crianças e adolescentes. A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta terça-feira (27) uma proposta que regulamenta a indústria de jogos eletrônicos no Brasil, o "marco legal dos games". O texto, que segue para votação no plenário, cria incentivos fiscais, regulariza profissões, reconhece o mercado de jogos eletrônicos como uma atividade econômica e inclui o setor em programas de fomento à cultura. A proposta aprovada pelo colegiado introduz uma série de mudanças ao projeto que já havia recebido aval da Câmara dos Deputados em outubro de 2022. A nova versão, construída pela senadora Leila Barros (PDT-DF), atende a pedidos do setor e do Ministério da Fazenda. Uma das mudanças centrais é a retirada dos jogos de fantasia — ou "fantasy games" — da regulamentação. Esse tipo de jogo, no qual um usuário monta um time ficcional com jogadores de uma competição real e ganha pontos com base no desempenho dos atletas, já foi alvo do projeto que regulamentou o mercado de apostas esportivas online. O texto aprovado pela comissão insere a possibilidade de o desenvolvimento de jogos eletrônicos receber incentivos via Lei do Audiovisual e Lei Rouanet. Também estabelece que máquinas caça-níqueis, jogos de azar e modalidades lotéricas não serão considerados games. Jovens criam empresas na periferia e entram no mercado bilionário de games Além disso, permite o abatimento de até 80% dos investimentos feitos no desenvolvimento de jogos eletrônicos na base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), previsto na Lei do Bem. “[O texto] busca incentivar e apoiar o desenvolvimento de jogos eletrônicos como uma atividade importante tanto para a inovação tecnológica quanto para o setor cultural, ao alinhar as atividades de desenvolvimento de jogos com leis existentes que oferecem apoio e incentivos a setores de pesquisa, desenvolvimento, inovação e cultura. Trata-se de uma expansão e de um aprimoramento às medidas previstas no PL [projeto de lei] original”, argumentou Leila. Incentivos O parecer apresentado pela senadora Leila caracteriza o desenvolvimento de jogos eletrônicos como pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica. A definição abre caminho para uma série de incentivos previstos na Lei do Bem, que cria incentivos fiscais para empresas que realizam pesquisa, desenvolvimento e inovação. Pela Lei do Bem, as empresas desenvolvedoras de games poderão abater até 80% dos investimentos feitos no desenvolvimento de jogos eletrônicos na base de cálculo do Imposto de Renda e da CSLL, observando critérios do Ministério da Ciência e Tecnologia. Também poderão ter direito a outros benefícios previstos nessa legislação, como redução em 50% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre máquinas e equipamentos utilizados no desenvolvimento, depreciação acelerada de equipamentos e insumos, entre outros. O texto permite que empresas captem recursos para o desenvolvimento de games por meio da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual, criadas para incentivar a cultura no país. O parecer de Leila Barros atende a uma demanda do setor e elenca ferramentas essenciais para o desenvolvimento de games no país, que devem ter importação facilitada pelo governo. Estão nesse grupo, por exemplo, os kits de desenvolvimento — chamados de “DevKits". A proposta ainda estabelece que: empresas estrangeiras podem abater 70% do imposto sobre remessas ao exterior relacionadas à exploração de jogos eletrônicos ou licenciamentos em solo brasileiro com o investimento em jogos eletrônicos independentes nacionais que empresas desenvolvedoras de games podem se beneficiar de regras do marco legal das startups e que os games poderão ser protegidos por meio de patentes Desenvolvimento de jogos como profissão O parecer estabelece ainda o reconhecimento de empresas desenvolvedoras de jogos eletrônicos como uma das atividades econômicas do país e obriga o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a criar um código do setor no Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (Cnae). O texto reconhece como profissões da área: artista visual, artista de áudio, designer de narrativas, designer de jogos, programador, testador e produtor. A medida permite que esses profissionais sejam enquadrados como microempreendedores individuais (MEI) e empresas de pequeno porte. Também estabelece que o governo deverá apoiar a formação de profissionais para a indústria. Isso poderá ocorrer, por exemplo, por meio de incentivos a cursos técnicos e superiores. Empresas do segmento de games registram crescimento no DF Proteção a crianças e adolescentes Além de incentivar a produção nacional, o projeto prevê que jogos eletrônicos possam ser utilizados na educação e em terapias. Caberá ao governo regulamentar a maneira com a qual poderão ser adotados nesses espaços. A proposta estabelece que o governo poderá criar um repositório de jogos para uso por instituições públicas de ensino, pesquisa e saúde. O parecer da relatora prevê, ainda, que as empresas desenvolvedoras de jogos eletrônicos deverão criar mecanismos para proteger violações de direitos de crianças e adolescentes. Segundo o texto, os fornecedores dos games devem garantir que o ambiente não leve à violência, exploração e discriminação de menores de idade. Nos jogos em que houver interação entre jogadores, as empresas deverão criar sistemas de denúncias. Além disso, em plataformas que tenham compras dentro dos jogos, as empresas deverão adotar mecanismos que garantam o consentimento de pais e responsáveis das transações.

Apple Vision Pro te faz 'entrar' em vídeos com tela excelente, mas precisa de mais apps; veja primeiras impressões


Óculos da Apple oferecem sensação de imersão com telas 4K e áudio espacial. Mas o preço salgado e a pequena oferta de conteúdo próprio para realidade virtual podem fazer usuários desistirem de comprar o aparelho neste momento. Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual A Apple marcou sua entrada na disputa da realidade virtual com o Vision Pro, que já foi testado por milhares de pessoas nos Estados Unidos. Mas como é usar os óculos da dona do iPhone? E vale a pena pagar US$ 3.499 (ou R$ 17.500, na conversão direta) pelo aparelho? O g1 experimentou o Vision Pro do publicitário Gabriel Borges, um dos primeiros brasileiros que compraram o aparelho. Ele trouxe os óculos dos Estados Unidos, único país em que o produto é vendido, e gastou cerca de R$ 30 mil após as taxas. O primeiro contato com o aparelho chamou atenção para a imersão que os óculos, de fato, oferecem. A sensação é de que você realmente entrou em um vídeo (veja o vídeo acima). A Apple destaca no sistema alguns conteúdos próprios para os óculos, incluindo clipes de artistas famosos e vídeos que exploram sensações como o medo de altura. O material otimizado para o Vision Pro aproveita a qualidade das telas, que têm resolução 4K, e o áudio espacial, que faz o som se mover junto com você. Mas a bateria só dura cerca de duas horas, o que permite assistir apenas a um filme longa-metragem com duração convencional – a única saída é usar o aparelho com a bateria conectada na tomada. E quem usa óculos precisa pagar ainda mais caro em lentes que se encaixam no aparelho e custam a partir de US$ 99 (cerca de R$ 500). Os óculos da Meta também dependem dessas lentes externas, mas os da Microsoft podem fazer correção pelo sistema, sem exigir a compra dos acessórios. LEIA TAMBÉM: Os vídeos de usuários do Apple Vision Pro que viralizaram nas redes sociais A crítica de Mark Zuckerberg, dono da Meta, aos óculos da Apple SORA: robô da dona do ChatGPT cria vídeos a partir de textos, mas comete gafes Vale a pena? O Vision Pro ainda é um aparelho voltado para usuários como o Gabriel, que querem conhecer com antecedência as possibilidades do visionOS, sistema de realidade virtual da Apple. A aposta da empresa parece estar na alta qualidade de imagem e de som do seu produto. E a escolha de dispensar controles físicos foi acertada, já que a navegação com movimentos dos olhos e pequenos gestos com as mãos dá mais conforto. Mas, por enquanto, as opções de aplicativos otimizados para esse ambiente, com visual 3D são bem limitadas. Além dos vídeos em 360º, há programas que usam a realidade virtual para mostrar objetos de diferentes ângulos. Boa parte dos aplicativos que usamos no dia a dia só reproduz a aparência 2D que é vista na tela de celulares e computadores. A tendência é que isso mude à medida em que desenvolvedores criam versões focadas na plataforma. E, além de chegarem depois de concorrentes, os óculos da Apple são mais caros: enquanto o Vision Pro custa US$ 3.499, o Meta Quest Pro sai por US$ 1.499 (R$ 7.500). Veja FOTOS do Apple Vision Pro Vision Pro, óculos de realidade virtual da Apple Celso Tavares/g1 Vision Pro marcou a entrada da Apple na disputa da realidade virtual Celso Tavares/g1 O publicitário Gabriel Borges foi um dos primeiros brasileiros que compraram o Vision Pro Celso Tavares/g1 O Vision Pro, óculos de realidade virtual da Apple, tem áudio espacial, que faz o som se movimentar com você Celso Tavares/g1 Vision Pro é vendido apenas nos EUA por US$ 3.499 (cerca de R$ 17.500, na conversão direta, sem impostos) Celso Tavares/g1 O peso do Vision Pro varia entre 600 e 650 gramas. Celso Tavares/g1 Nos EUA, algumas pessoas disseram ter sentido dor de cabeça e enjoo após usar o produto. Celso Taváres/g1 O material otimizado para o Vision Pro aproveita a qualidade das telas, que têm resolução 4K, e o áudio espacial. Celso Tavares/g1 Confira o vídeo de lançamento do Vision Pro Conheça o Vision Pro, o óculos de realidade mista da Apple Quest Pro: óculos da Meta custa US$ 1.499 nos EUA Conheça o Quest Pro, óculos de realidade virtual da Meta HoloLens 2: óculos de realidade mista da Microsoft custa R$ 60 mil HoloLens 2: 'óculos' de realidade mista que custa quase R$ 60 mil é lançado no Brasil

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Suprema Corte dos EUA começa julgamento que pode mudar forma como redes sociais operam


Ministros analisam duas leis, do Texas e da Flórida, que tentam conter moderação de conteúdo e a exclusão de postagens nas plataformas. Essas legislações atendem queixas de políticos conversadores dos dois estados. Monumento "A Contemplação da Justiça" posicionado do lado de fora da Suprema Corte dos EUA Evelyn Hockstein/REUTERS A Suprema Corte dos Estados Unidos começou a julgar nesta segunda-feira (26) duas ações que podem mudar a forma como Facebook, Instagram TikTok, X (ex-Twitter) e outras redes sociais operam hoje. Os ministros do STF norte-americano analisam duas leis aprovadas em 2021 nos estados do Texas e da Flórida. Apesar de os detalhes variarem, ambas as legislações visam lidar com queixas de políticos conservadores de que as empresas de mídia social têm tendência liberal e censuravam usuários com base em seus pontos de vista. Texas e Flórida querem impedir as redes sociais de moderar os conteúdos postados e são contra remoções de publicações. As leis desses dois estados foram aprovadas meses seguintes às decisões do Facebook e do Twitter de banir Donald Trump por causa de suas postagens relacionadas ao ataque de 6 de janeiro ao Capitólio dos EUA por seus apoiadores, segundo informações da agência AP. Em um comunicado quando assinou o projeto de lei, o governador da Flórida, Ron DeSantis, disse que a medida seria "proteção contra as elites do Vale do Silício". Associações que representam as empresas de mídia social entraram com ação na Justiça Federal, alegando que as leis violam os direitos de fala das plataformas. Um recurso federal derrubou a decisão da Flórida, enquanto outro manteve a lei do Texas. A decisão fez o governador DeSantis recorrer à Suprema Corte. Os advogados de Trump entraram com uma petição no caso da Flórida pedindo que o tribunal mantenha a lei estadual. Próximos passos Segundo o jornal The New York Time (NYT), os ministros começam colhendo argumentos nos dois casos e a decisão pode sair em junho de 2024. O NYT afirma que, caso a Suprema Corte apresente um resultado favorável aos estados, as empresas de mídia social podem ter "impactos políticos e econômicos". Especialistas também acreditam que as plataformas podem criar um feed diferente só para abrigar os conteúdos desses estados. Vários acadêmicos e grupos de defesa da privacidade disseram ao tribunal que veem as leis em questão nesses casos como inconstitucionais, mas querem que os juízes preservem a capacidade dos governos de regular as empresas de mídia social até certo ponto. Mark Zuckerberg pede desculpas por danos causados em suas redes sociais Mark Zuckerberg pede desculpas por danos causados em suas redes sociais Como funciona o Gemini, a inteligência artificial mais poderosa do Google Como funciona o Gemini, a inteligência artificial mais poderosa do Google Como denunciar postagens no Instagram, TikTok e Kwai e em outras redes sociais Como denunciar postagens no Instagram, TikTok e Kwai e em outras redes sociais LEIA TAMBÉM: Samsung revela primeira imagem do Galaxy Ring, seu anel inteligente focado em saúde Vestido que muda de cor: roupa digital altera o visual com um toque Por que pouso de nave de empresa americana na Lua é considerado 'histórico'

Samsung revela primeira imagem do Galaxy Ring, seu anel inteligente focado em saúde


Dispositivo será capaz de acompanhar o sono, os batimentos cardíacos e a respiração do usuário. Sem anunciar a data, a marca disse que ele será lançado ainda em 2024. Samsung Galaxy Ring Divulgação/Samsung A Samsung revelou nesta segunda-feira (26) a primeira imagem oficial do Galaxy Ring, o seu mais novo anel inteligente de saúde e bem-estar. Em janeiro, a fabricante sul-coreana já tinha dado um spoiler do produto, durante o evento de lançamento da linha Galaxy S24. Os poucos novos detalhes do Galaxy Ring agora foram revelados na Mobile World Congress (MWC), uma das maiores de feira de tecnologia do mundo, que acontece até o dia 29 de fevereiro, em Barcelona (Espanha). Sem mencionar data e quais países receberão o dispositivo, a Samsung confirmou que ele será lançado "ainda este ano". Segundo o site de tecnologia The Verge, a companhia não informou quais sensores de monitoramento de saúde o anel terá, mas seu vice-presidente de saúde digital, Dr. Hon Pak, confirmou que o Ring será capaz acompanhar o sono, os batimentos cardíacos e a respiração do usuário. Essas funcionalidades fazem com que o Galaxy Ring se aproxime de relógios inteligentes (smartwatches), que também têm o objetivo de acompanhar a saúde da pessoa, oferecendo esses mesmos recursos. "O Galaxy Ring oferecerá aos usuários uma maneira totalmente nova de simplificar o bem-estar diário, capacitando-os com maiores dados e mais maneiras de se entenderem dia e noite", informou a empresa em comunicado. Entre as novidades, foi adiantado o lançamento do My Vitality Score dentro do app Samsung Health, que vai reunir dados coletados pelo anel para "fornecer orientações de saúde ainda mais personalizadas ao usuário". Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 Samsung lança Galaxy S24 em três versões Samsung lança Galaxy S24 em três versões Xiaomi apresenta na China seu primeiro carro elétrico Xiaomi apresenta na China seu primeiro carro elétrico

Golpe da vaquinha: veja momento em que mulher filma cunhada editando foto de criança doente para conseguir dinheiro


Stephani Santos Barbosa também viu a própria cunhada, Tainara Ribeiro, como administradora de uma página fake de doações. Golpe da vaquinha: Veja momento em que mulher filma cunhada editando foto de criança O Fantástico deste domingo (25) mostrou como agia o casal Luiz Antônio dos Santos e Tainara Ribeiro, que criava vaquinhas falsas de crianças com doença para conseguir dinheiro fácil. A reportagem mostrou que a irmã de Luiz Antônio, Stephani Santos Barbosa, descobriu todo o esquema dos familiares. Stephani conta que desconfiou dos familiares e passou a investigá-los (veja no vídeo acima). Toda a desconfiança começou durante um churrasco em família. "Eu vi a Tainara mexendo no celular, em um perfil. Vi que se tratava de uma criança que não estava ali no nosso convívio. Ela estava na página como administradora", conta Stephani. Mais tarde, no mesmo churrasco, Stephani viu a cunhada deitada em uma rede editando a foto de uma criança. Ela filmou toda a ação de Tainara (veja no vídeo acima). Golpistas criam vaquinha fake de crianças doentes para obter dinheiro fácil: 'Conseguiram R$ 35 mil em um mês' Luiz Antônio dos Santos e esposa Tainara Ribeiro Reprodução/TV Globo Luiz Antônio usava a conta da mãe no golpe Na investigação, foi descoberto que Luiz Antônio usava a conta bancária de Hosana Rodrigues dos Santos, sua própria mãe, para aplicar o golpe. Hosana disse que, inicialmente, a nora, Tainara, pediu para usar a sua conta para receber dinheiro da família que vive no Rio Grande do Sul. "Eu não tenho nada a ver com isso. Eu fui usada como muitos ali estão sendo usados por eles", disse Hosana. Hosana Rodrigues dos Santos, mãe de Luiz Antônio dos Santos Reprodução/TV Globo Ela lembra que a nora e o filho tiraram uma foto dela, com a desculpa de que o reconhecimento facial era necessário para desbloquear um cartão. Segundo ela, foi assim que eles conseguiram abrir uma conta nova para receber dinheiro dos golpes. Alertada por Stephani, Hosana diz que denunciou o casal na polícia. "Se não fosse a minha filha, eu ia ser laranja até hoje", disse. d LEIA TAMBÉM: PIX copia e cola, falsa central telefônica e mais: os golpes virtuais que marcaram 2023 'Subway Money': golpistas criam deepfakes de famosos para prometer dinheiro em jogo falso O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1, Globoplay, Deezer, Spotify, Google Podcasts, Apple Podcasts e Amazon Music trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida. BICHOS NA ESCUTA O podcast 'Bichos Na Escuta' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito.

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...