quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

'Uber Adolescentes' é liberado em todo o Brasil: função permite que pais supervisionem viagens; saiba como usar


Responsáveis poderão acompanhar trajetos, receber notificações em tempo real e ter o número telefônico do motorista. Recurso de segurança é voltado para jovens de 12 a 17 anos. Uber Phil Noble/Reuters A Uber liberou a função "Adolescentes" para todo o território brasileiro na terça-feira (27). A ferramenta já estava disponível em algumas cidades desde o final do ano passado, como em Belo Horizonte e Recife. O novo recurso oferece aos pais e responsáveis mais controle e segurança durante as viagens de jovens entre 12 e 17 anos. Com essa função ativada, os responsáveis receberão notificações sempre que o adolescente solicitar uma nova viagem. Além disso, terão a possibilidade de entrar em contato com o motorista diretamente, se necessário. Ao todo, são quatro recursos que o modelo disponibiliza para garantir mais segurança. São eles: ➡️U-Acompanha: este recurso vai permitir que os pais recebam atualizações em tempo real sempre que o adolescente solicitar uma viagem, incluindo o nome do motorista e informações do veículo; ➡️U-Código: antes de o adolescente entrar no carro, será solicitado o código exclusivo para aquela viagem. A viagem só será autorizada com o código correto; ➡️U-Ajuda: sensores e dados de GPS serão usados para detectar se há mudança de rota, parada inesperada ou se terminar mais cedo. Se algo assim acontecer, o aplicativo enviará automaticamente uma mensagem; ➡️U-Áudio: recurso de gravação de áudio da Uber permite que os usuários gravem o áudio de suas viagens diretamente pelo aplicativo. Como usar o 'Adolescentes'? Para usar este recurso, os pais ou responsáveis devem entrar no seu perfil da Uber e convidar o adolescente para criar uma conta. Para isso, é necessário clicar em "Conta" no menu do aplicativo, escolher a opção "Perfil Família" e, em seguida, fazer o convite ao adolescente através dos contatos da agenda do celular. Quem efetua o pagamento pela corrida é o responsável, através do perfil familiar. Dinheiro não é aceito. O jovem vai receber um link para criar um perfil e, após esse processo, poderá solicitar viagens normalmente, por conta própria. Leia também: Teve o celular roubado? Veja como proteger acesso a apps de bancos como criminosos 'clonam pessoas' com inteligência artificial Google tem formulário para você tirar seus dados da busca; veja como usar g1 testou o óculos da Apple de realidade virtual; assista ao vídeo abaixo para saber as impressões Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual Veja ao vídeo abaixo e conheça a inteligência artificial da OpenAI Conheça o Sora, gerador de vídeos realistas da dona do ChatGPT

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

Câmera do celular pode ser invadida com aplicativo espião; veja como se proteger


Criminosos podem usar códigos para controlar celular da vítima e, então, gravar vídeos e tirar fotos, por exemplo. Instalação pode ser feita à distância, mas o mais comum é que aparelho seja infectado por quem consegue acessá-lo presencialmente. Saiba se está sendo vigiado: veja sinais um celular infectado com aplicativo espião Criminosos podem assumir o controle da câmera do seu celular com a ajuda de aplicativos espiões e códigos maliciosos. Mesmo longe da vítima, uma pessoa pode usar estes recursos para gravar vídeos e tirar fotos sem autorização (veja ao final como se proteger). A tática é a chamada "execução de código", em que códigos de programação permitem coletar imagens com o celular da vítima e enviá-las para outra pessoa. Para isso, os bandidos procuram formas de instalar aplicativos no aparelho de quem será espionado. Com esses aplicativos, os golpistas podem não apenas ativar a câmera, como também ligar o microfone, acessar a localização e abrir e-mails, por exemplo. A ideia é obter material para praticar outros crimes, como extorsão. Brechas e 'iscas' mais comuns Uma das formas de acessar celulares à distância para infectá-los é mandar links fraudulentos em e-mails e sites que induzem o usuário a instalar o aplicativo. Até mesmo vídeos enviados em apps de mensagens podem ser usados para camuflar códigos maliciosos, como indicaram especialistas que investigaram a suspeita de espionagem contra o bilionário Jeff Bezos, em 2018. Mas o método que força o download à distância é considerado caro e não é usado com frequência. Para contornar esse obstáculo, golpistas buscam outros meios de acessar um aparelho para infectá-lo, como aproveitar celulares que estejam ao seu alcance. Esse tipo de crime pode ser cometido por pessoas conhecidas da vítima ou mesmo funcionários de lojas de assistência técnica. Monitorar o celular do parceiro é crime Outras oportunidades visadas pelos criminosos são: aproveitar eventuais falhas no sistema operacional, em especial os que estão desatualizados, como aconteceu em 2020, quando um pesquisador do Google demonstrou um ataque contra iPhones que estavam ao alcance de sinais de Wi-Fi e Bluetooth buscar brechas para acessar arquivos salvos em serviços de armazenamento na nuvem – neste caso, os criminosos encontram uma forma de descobrir sua senha para acessar a conta O que fazer se for vítima? Invadir um dispositivo para obter informações sem autorização do titular é crime e pode levar a até 5 anos de reclusão, além de multa. Os aplicativos espiões são conhecidos como "stalkerware", que junta os termos "stalking" e "spyware" ("perseguição" e "programa espião", em inglês). Se você desconfiar que o seu celular está sendo espionado, leve o aparelho a um perito confiável e especializado em crimes cibernéticos. O profissional poderá verificar se há aplicativos inesperados no aparelho. Se a suspeita for confirmada, é importante registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia e fazer uma denúncia no Ministério Público. Como se proteger? 📱 Mantenha Android e iOS atualizados: além de oferecerem novos recursos, o Google e a Apple fazem correções de segurança quando liberam novas versões de seus sistemas ⚠️ Evite preencher dados sobre suas contas em sites suspeitos, como os que prometem dinheiro fácil ou acesso a recursos que não são oferecidos pelos aplicativos ⬇️ Baixe aplicativos apenas na loja oficial do seu celular (Play Store, no Android, ou App Store, no iPhone): aplicativos maliciosos costumam ser oferecidos apenas em lojas alternativas 🔒 Mantenha a tela de bloqueio configurada, preferencialmente com bloqueio automático depois de alguns minutos de inatividade (essa opção está disponível nas configurações do celular) 🖥️ Evite usar a mesma senha em vários serviços, especialmente os que mantém informações sigilosas como as fotos em serviços na nuvem LEIA TAMBÉM: Teve o celular roubado? Veja como proteger acesso a apps de bancos Conheça o Sora, modelo de IA da dona do ChatGPT que cria vídeos a partir de textos Celular pode ser aliado para descobrir câmeras escondidas em quartos; veja como se proteger Criminosos podem usar códigos para controlar celular da vítima Freestocks/Unsplash Como identificar câmeras escondidas em hospedagens Câmera escondida: veja como identificar Veja as primeiras impressões sobre o Vision Pro, óculos de realidade virtual da Apple Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade


Técnica usa inteligência artificial (IA) e outros conteúdos verdadeiros, como foto e vídeo, para criar adulterações realistas. Tecnologia da Unicamp visa combater as deepfakes Reprodução/EPTV A criação de vídeos adulterados e realistas ficou muito mais simples com o chamado deepfake. Com ele, é possível colocar pessoas em situações constrangedoras ou, no mínimo, inusitadas. Mas o que esse termo significa? Deepfake é uma técnica que permite mostrar o rosto de uma pessoa em fotos ou vídeos alterados com ajuda de inteligência artificial (IA). Para criar o material editado, basta ter um vídeo verdadeiro e modificá-lo com um dos vários aplicativos criados com essa finalidade. Um dos usos mais preocupantes dessas ferramentas é a criação de vídeos pornográficos com o rosto de outras pessoas. Em 2020, um relatório da empresa Sensity indicou que nudes falsos de mais de 100 mil mulheres estavam sendo compartilhados na internet. Deepfake ao vivo: tecnologia que muda rosto e voz em videochamada já existe na vida real As imagens adulteradas também são usadas na política. Em 2019, a ex-presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, foi vítima de um deepfake que se baseou um vídeo autêntico para sugerir que a representante democrata tinha dificuldades na fala em um discurso. O autor desse deepfake desacelerou o vídeo original e editou a fala para dar a entender que ela estava tropeçando em suas palavras. O conteúdo com desinformação teve ampla circulação nas redes sociais e chegou a ser removido do YouTube. Inicialmente, o Facebook se limitou a reduzir a distribuição do vídeo e a alertar usuários que o material poderia ser enganoso. No início de 2020, a plataforma anunciou que passaria a remover deepfakes, exceto em casos de sátiras. Antes do vídeo falso de Pelosi, até mesmo o presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, apareceu em um deepfake. O vídeo adulterado mostra o que seria ele falando sobre dominar o mundo e foi mantido no ar pelo Instagram, controlado pela empresa do executivo. g1 explica: o que é deepfake G1 Explica: Deepfake 'Deepfake ao vivo': tecnologia que muda rosto e voz em videochamada já existe na vida real 'Deepfake ao vivo': tecnologia que muda rosto e voz em videochamada já existe na vida real Saiba se está sendo vigiado: veja sinais um celular infectado com aplicativo espião Saiba se está sendo vigiado: veja sinais um celular infectado com aplicativo espião

WhatsApp agora permite buscar mensagens por data específica; veja como funciona


Disponível em celulares Android, iPhone (iOS) e no WhatsApp Web, recurso permite procurar mensagens em texto, mídias, links e documentos. WhatsApp agora permite buscar mensagens por data específica; veja como funciona Divulgação/WhatsApp O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (28) que os usuários já podem procurar mensagens por datas específicas dentro do aplicativo. A funcionalidade no WhatsApp, já disponível no Telegram há mais tempo, está sendo lançada hoje em aparelhos Android, iPhone (iOS) e no WhatsApp Web. Vision Pro: g1 conheceu os óculos de realidade virtual da Apple "Encontrar aquela mensagem específica nas suas conversas no WhatsApp ficou ainda mais fácil com a função de procurar por data. Agora você pode simplesmente escolher uma data e ir direto para todas as mensagens enviadas naquele dia", explica o WhatsApp em comunicado. Segundo a empresa, além de mensagens em texto, a pesquisa por data pode localizar mídias, links e documentos. Como buscar mensagens por data no WhatsApp Abra uma conversa e toque no nome do contato ou grupo, na parte superior do app ou no WhatsApp Web; Toque em "Pesquisar" e, depois, no ícone de calendário 📅; E, por fim, escolha a data para visualizar o conteúdo desejado. O g1 conseguiu testar a funcionalidade em dois aparelhos diferentes, um Android e outro iPhone (iOS). Caso ela não apareça para você, basta atualizar o app para a versão mais recente. Recurso de 'calendário' para procurar mensagens no WhatsApp Reprodução Samsung lança Galaxy S24 em três versões Samsung lança Galaxy S24 em três versões Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

'Eram meu rosto e minha voz, mas era golpe': como criminosos 'clonam pessoas' com inteligência artificial


Com o avanço da tecnologia, é cada vez mais comum surgirem softwares que conseguem reproduzir a imagem de uma pessoa com a voz dela — e isso tem sido usado por criminosos. Homem olhando para tela de um celular Getty Images Poucas horas depois de ver a filha sair de casa para trabalhar, a advogada aposentada Karla Pinto recebeu uma chamada de vídeo em seu celular. Do outro lado do vídeo, sua filha, a advogada criminalista Hanna Gomes, pedindo uma transferência via pix de R$ 600. Três fatores fizeram a aposentada desconfiar da situação: na chamada de vídeo sua filha estava com uma blusa diferente da que havia saído de casa; a conta para a qual o dinheiro deveria ser transferido seria de uma amiga da filha e não a dela própria e, principalmente, a filha não havia chamado a mãe pelo apelido carinhoso que as duas comumente usam entre elas. Ao notar essas situações desconexas, a aposentada decidiu checar se realmente era Hanna que aparecia no vídeo e perguntou qual era o nome do cachorro da família e do vizinho que mora em frente à casa delas. Depois disso, a chamada foi desligada. "Eram o meu rosto, meu cabelo e a minha voz. O único detalhe é que a voz estava um pouco em descompasso com o vídeo, mas sabemos que isso pode acontecer devido à conexão com a internet. É assustador ver a evolução desse tipo de golpe", diz Hanna à BBC News Brasil. Mulher branca de cabelos curtos sorri enquanto é fotografada. Arquivo Pessoal A advogada explica que acredita que criminosos tenham usado inteligência artificial (IA) para criar um "clone" dela e tentar aplicar golpes com sua imagem. Esses conteúdos são produzidos em softwares que usam IA para recriar a voz de pessoas, trocar o rosto em vídeos e sincronizar movimentos labiais e expressões. "Tenho diversos conteúdos de aulas online e vídeos nas redes sociais que facilmente podem ter sido usado pelos criminosos para criar essa deep fake. E mesmo a gente tomando alguns cuidados como salvar os contatos dos familiares pelo nome, e não como pai e mãe, não foram suficientes para driblar a ação de criminosos", conta a advogada. A família registrou o caso na Delegacia de Crimes Virtuais da Polícia Civil do Distrito Federal (DF), que investiga o ocorrido. Segundo a Polícia Civil do DF não estatísticas fechadas sobre esse tipo de crime usando IA. Leia também: Google tem formulário para você tirar seus dados da busca; veja como usar VÍDEO: roupa digital muda cores e visual com um toque É possível mexer um mouse apenas com o pensamento? Empresa de Musk diz que sim; saiba como Estelionatos por meio eletrônico cresceram no Brasil Golpes como o que os criminosos tentaram aplicar na mãe de Hanna e que exigem transferências bancárias por aplicativos de celular ou no ambiente virtual entram na categoria do estelionato eletrônico. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023 mostram que no ano passado foram registrados 200.322 casos de estelionato por meio eletrônico, número 65% maior do que o registrado em 2021, quando esse número foi de 120.470. Os Estados com mais casos desse tipo de golpe são Santa Catarina (64.230), Minas Gerais (35.749), Distrito Federal (15.580) e Espirito Santo (15.277). Segundo o levantamento, os Estados de Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo não disponibilizaram dados sobre esse tipo de crime até a conclusão da pesquisa. Uso de IA para aplicar golpes Com o avanço da tecnologia e da IA, é cada vez mais comum surgirem softwares que conseguem reproduzir a imagem de uma pessoa com voz dela, criando frases completas e imitando até mesmo os trejeitos de fala e sotaque. Para fazer essa criação basta ter acesso a poucos segundos de imagem ou da voz da pessoa — como, por exemplo, um vídeo postado nas redes sociais ou até mesmo um áudio enviado em aplicativos de mensagem. "Uma pessoa curiosa, que busca tutoriais sobre essas ferramentas, consegue fazer isso em poucos minutos. Não precisa ser um especialista em tecnologia. Hoje temos filtros que a pessoa consegue falar e a voz dela é alterada em tempo real", explica Arthur Igreja, especialista em Tecnologia e Inovação. Esses são os chamados vídeos deep fake. Já no caso das chamadas de vídeo fake, realizadas em tempo real como no caso da Hanna, a criação é um pouco mais complexa. Para isso é necessário um computador um pouco mais potente e programas mais avançados. "É como se você pudesse criar um personagem de videogame que pode falar e agir como uma pessoa real, usando a voz e a imagem de alguém. Essa tecnologia pode ser usada para fazer chamadas de vídeo, onde parece que você está conversando com alguém, mas, na verdade, é uma versão criada por IA dessa pessoa. No entanto, isso exige tecnologia mais avançada e pode não estar tão facilmente disponível para todos", explica Rogério Guimarães, diretor-executivo da Covenant Technology. Distinguir se um conteúdo é verdadeiro ou criado pela tecnologia é um desafio. Mas segundo os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, algumas características desses vídeos e imagens pode ajudar a verificar se ela é real ou não. "A falta de naturalidade na movimentação da pessoa pode levantar suspeitas, assim como a inconsistência da iluminação e a falta de sincronização. É importante, em caso de dúvidas, buscar comprovar a identidade da pessoa. Perguntar coisas que somente esta pessoa seria capaz de responder e até mesmo pedir para filmar algo da casa", ensina Rafael Sampaio, gerente nacional da NovaRed, conglomerado ibero-americano de cibersegurança. Veja 7 dicas para se proteger de golpes que usam IA Fique atento: tenha consciência que esse tipo de golpe existe e desconfie de qualquer tipo de conteúdo em vídeo, áudio ou imagem; Use o telefone ou fale pessoalmente: na dúvida se é realmente a pessoa que está interagindo por uma chamada de vídeo ou em um vídeo use o telefone e ligue direto para aquele contato ou tente falar com ele pessoalmente; Atenção aos detalhes: analise detalhes de movimentações dos olhos e da boca, eles podem indicar algumas inconsistências e falta de naturalidade; Qualidade da conexão: se a imagem ou o som parecem perfeitos demais, ou, ao contrário, artificialmente distorcidos, pode ser um sinal; Perguntas específicas: faça perguntas a respeito de situações que só você e a pessoa vivenciaram ou criem uma frase, ou palavra-chave para confirmar a autenticidade de quem está do outro lado da chamada; Mude de assunto: se você suspeitar que algo está errado durante uma ligação ou chamada de vídeo, tente mudar de assunto, perguntando como está no trabalho. Muitos golpistas acabam desligando nessas situações; Atenção redobrada em pedidos de dinheiro: ⁠casos que envolvam pedidos de dinheiro, seja por PIX ou outras transferências eletrônicas, redobre a atenção. Nesses casos existe uma chance muito grande de ser um golpe. Drauzio Varella vendendo colágeno? Como deep fakes estão sendo usados para golpes Como detectar golpes com ofertas falsas de emprego no WhatsApp e o que fazer para evitá-las A primeira foto falsa da história - e outras 6 imagens fraudulentas famosas ChatGPT lança seu modelo de inteligência artificial, assista ao vídeo abaixo e conheça Conheça o Sora, gerador de vídeos realistas da dona do ChatGPT Você teria um celular 'burro'? Conheça o modelo que chama atenção dos usuários Entenda o que são os 'celulares burros' e por que o modelo tem adeptos pelo mundo

Google tem formulário para você tirar seus dados da busca; veja como usar


Sites que reúnem seu telefone, e-mail ou endereço podem ser removidos da pesquisa. Formulário pode ser usado para enviar mais informações e pedir para o conteúdo ser derrubado do buscador. Fachada do Google em Irvine, Califórnia Reuters/Mike Blake Em uma busca pelo seu nome ou pelo seu e-mail no Google, é possível encontrar rapidamente várias informações sobre você. Isso porque alguns sites reúnem dados de pessoas ou de empresas, muitas vezes sem autorização dos titulares. Pensando nisso, o Google oferece desde 2022 um formulário em que usuários podem pedir para o buscador deixar de mostrar os seus dados pessoais (veja abaixo como usá-lo). Ele pode ser usado para remover informações como CPF, telefone, e-mail e endereço. O mesmo formulário também serve para usuários prejudicados por itens na pesquisa que envolvam fotos e vídeos íntimos, imagens pornográficas falsas, pornografia relacionada ao seu nome, abuso infantil, imagens de pessoas com menos de 18 anos, entre outros. Depois que você envia a solicitação, o Google analisa o pedido e decide se o conteúdo será removido ou não. A empresa diz que pode negar solicitações que limitem o acesso de terceiros a informações úteis ou que envolvam links de sites de governo ou de fontes oficiais, por exemplo. "A remoção de conteúdo da Pesquisa Google não o removerá da Internet, e é por isso que você pode entrar em contato diretamente com o site de hospedagem, se estiver à vontade para fazê-lo", explica a companhia. Apple Vision Pro tem tela excelente, mas precisa de mais apps; g1 experimentou Como pedir a exclusão de seus dados da busca Acesse o formulário criado pelo Google neste link; Escolha a opção "O conteúdo contém suas informações pessoais" e indique seu país de residência; Informe mais detalhes sobre o que está sendo exibido na busca; Insira seus dados de contato e mais informações sobre o conteúdo (links, termos de pesquisa, capturas de tela, entre outros); Clique em "Enviar". Formulário para solicitar remoção de conteúdo pessoal da Pesquisa Google Reprodução/Google O que precisa ser incluído no pedido Depois de indicar que pretende remover dados pessoais da busca, é preciso especificar que tipo de informação você quer tirar das buscas. O Google exibe estas opções: Endereço, número de telefone e/ou e-mail Números confidenciais de documentos de identidade oficiais, como CPF ou CNPJ, registro de residente ou número do RG Conta bancária ou número do cartão de crédito Imagens de uma assinatura manuscrita ou de um documento de identificação Registros altamente pessoais, restritos e oficiais, como históricos médicos Credenciais de login confidenciais De acordo com a escolha, o Google apresenta uma nova etapa em que usuários devem informar seus dados de contato, incluindo nome, país e e-mail. O Google também pede para usuários enviarem links de sites e de resultados de busca que exibem os dados pessoais – nos dois casos, é possível enviar até 1.000 URLs. Para facilitar o processamento do pedido, o buscador também solicita capturas de tela das páginas citadas nas listas. A empresa pode perguntar ainda se a publicação dos dados tem relação com doxxing, o ato que se refere ao compartilhamento de informações pessoais com intenções maliciosas, de ameaça ou de assédio. LEIA TAMBÉM: OpenAI, dona do ChatGPT, lança modelo de IA que cria vídeos realistas a partir de textos Teve o celular roubado? Veja como proteger acesso a apps de bancos Celular pode ser aliado para descobrir câmeras escondidas em quartos; veja como se proteger Como identificar câmeras escondidas em hospedagens Câmera escondida: veja como identificar Veja as primeiras impressões sobre o Vision Pro, óculos de realidade virtual da Apple Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Apple cancela projeto de carro elétrico e manda funcionários para área de inteligência artificial


Projeto Titan, que visava criar o veículo, começou dez anos atrás, quando existia mais otimismo sobre a venda de carros com motores elétricos. Projeto de carro da Apple durou dez anos REUTERS/David Gray A Apple cancelou o projeto de seu carro elétrico, disse à Reuters uma fonte familiarizada com o assunto nesta terça-feira (27), uma década após a fabricante do iPhone iniciar os estudos. Vários funcionários que trabalhavam no projeto serão transferidos para a divisão de inteligência artificial (IA) da empresa, de acordo com a Bloomberg News, que noticiou primeiro o assunto. A empresa não quis comentar. A Apple deu início ao Projeto Titan, como era conhecido internamente seu esforço automotivo, dez anos atrás, quando uma onda de interesse em veículos autônomos se espalhava no Vale do Silício. Atualmente, as altas taxas de juros para conter a inflação têm afetado o sentimento do consumidor nos Estados Unidos e levado a uma desaceleração na procura por veículos elétricos, geralmente mais caros, fazendo com que o setor corte empregos e reduza a produção. Várias montadoras importantes, incluindo a líder de mercado de veículos elétricos Tesla, decidiram recuar nos investimentos, com algumas alterando os planos para se concentrar em híbridos em vez de carros totalmente elétricos. Leia também: Chips em alta: por que a Nvidia está crescendo mais do que 'big techs' Sony demite 900 funcionários da equipe do PlayStation Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15; g1 testou Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...