terça-feira, 5 de março de 2024

Instagram e Facebook apresentam instabilidade nesta terça-feira


No Brasil, mais de 8 mil usuários relataram problemas no Instagram, enquanto no Facebook reclamações passam de 14 mil. Fachada da Meta, dona de Facebook e Instagram. Jeff Chiu/AP O Instagram e Facebook estão fora do ar nesta terça-feira (5). O site Downdetector registra mais de 8 mil reclamações de usuários no Brasil, enquanto o Facebook, mais de 14 mil. Outros países também relatam problemas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Facebook e tem mais de 200 mil reclamações, enquanto o Instagram com mais de 40 mil. O g1 procurou a Meta, dona do Facebook e Instagram, e aguarda por um posicionamento. Instagram apresenta instabilidade nesta terça-feira (5). Números registrados às 12h30. Reprodução/Downdetector Facebook apresenta mais de 14 mil reclamações após instabilidade na terça-feira (5). Números registrados às 12h30. Reprodução / Downdetector

Saiba como tirar confirmação de leitura de mensagens no Instagram


Rede social permite que você leia uma mensagem na DM sem que a pessoa que a enviou descubra. Veja passo a passo. Instagram Solen Feyissa/Unsplash O Instagram permite que você leia uma mensagem recebida na DM (mensagem direta) sem que a pessoa que a enviou descubra. Para isso, é preciso desativar o recurso de confirmação de leitura. Vale lembrar que, se você desativar a confirmação, também não poderá saber quando as pessoas leem as suas mensagens. Veja passo a passo como desativar a confirmação de leitura Abra o perfil no Instagram, clique no campo superior direito, representado por "Três traços"; Em seguida, toque em “Configurações e privacidade”; Depois, clique em “Mensagens e respostas ao story”; Agora vá até “Mostrar confirmação de leitura” e desative a opção. Leia também: Teve o celular roubado? Veja como proteger acesso a apps de bancos Samsung revela primeira imagem do Galaxy Ring, seu anel inteligente focado em saúde Paciente da Neuralink controlou mouse com pensamento; conheça a tecnologia Assista ao vídeo abaixo e conheça a inteligência artificial do Google Conheça o ChatGPT, a tecnologia que viralizou por ter resposta para (quase) tudo Veja a comparação entre os celulares Galaxy S24 X iPhone; assista Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15

segunda-feira, 4 de março de 2024

As imagens falsas criadas com IA para tentar atrair eleitores negros para Trump


A BBC descobriu que imagens falsas de eleitores negros com Donald Trump fazem parte de uma crescente tendência de desinformação nas eleições americanas Esta imagem, criada por um apresentador de rádio e sua equipe usando inteligência artificial, é uma de dezenas de imagens falsas criadas por apoiadores de Trump Deepfake gerada por IA Apoiadores de Donald Trump estão usando inteligência artificial (IA) para criar e compartilhar imagens falsas do ex-presidente supostamente posando com apoiadores negros para estimular eleitores desse grupo a votarem no Partido Republicano nas próximas eleições presidenciais. O programa BBC Panorama descobriu dezenas de deepfakes retratando pessoas negras como se elas estivessem apoiando Trump. O candidato do Partido Republicano de fato está abertamente se esforçando para ganhar os votos desse grupo demográfico, que foi fundamental para a vitória de Joe Biden em 2020. Mas não há nenhum indício de que a equipe oficial de campanha de Trump tenha participação na produção dessas imagens. O co-fundador do movimento "Black Voters Matter" ("Eleitores Negros Importam", em tradução livre), um grupo que incentiva eleitores negros a votar, disse que as imagens manipuladas estavam forçando uma "narrativa estratégica" criada para mostrar Trump como sendo popular entre a comunidade negra. "Não estou afirmando que é uma representação exata da realidade", disse à BBC o criador de uma das imagens. As imagens falsas dos apoiadores negros de Trump geradas por IA são uma das tendências de desinformação que começam a surgir antes das eleições presidenciais de novembro. Diferentemente de 2016, quando havia indícios de influência estrangeira nas campanhas, as imagens geradas por IA encontradas pela BBC parecem ter sido criadas e compartilhadas por eleitores americanos. Entre eles estão Mark Kaye e sua equipe de um programa de rádio conservador na Flórida. Eles criaram uma imagem de Trump sorrindo em meio a um grupo de mulheres negras e compartilharam no Facebook, onde Kaye tem mais de um milhão de seguidores. A princípio a imagem pode parecer real, mas quando é analisada de perto é possível ver que a pele de todos está um pouco brilhante demais e que há dedos faltando nas mãos das pessoas - alguns dos sinais mais óbvios de que as imagens foram geradas por IA. "Eu não sou um fotojornalista", me diz Kaye do seu estúdio de rádio. "Eu não estou por aí tirando fotos do que realmente está acontecendo. Eu sou um contador de histórias." Ele publicou um artigo sobre eleitores negros apoiando Trump e usou a imagem falsa como ilustração. Nos comentários no Facebook, vários usuários pareciam acreditar que a imagem era real. "Eu não estou afirmando que é uma representação exata da realidade. Eu não estou falando: 'Ei, vejam, Donald Trump estava nessa festa com todos esses eleitores afro-americanos, vejam como ele é amado por eles!'", diz Kaye. "Se alguém está votando em um candidato ou outro por causa de uma foto que viu em uma página do Facebook, o problema é daquela pessoa, não da publicação." Esta imagem circulou muito pelas redes sociais com uma legenda que mentia que Trump tinha parado seu comboio para posar com estes supostos apoiadores Deepfake gerada por IA Outra imagem gerada por inteligência artificial que circulou muito e foi identificada pela investigação da BBC mostra Trump posando com homens negros em frente a uma varanda. Ela foi postada originalmente em um perfil satírico que gera imagens do ex-presidente, mas só ganhou repercussão quando foi repostada com uma nova legenda que mentia que ele teria parado o comboio de carros que o acompanhava para se reunir com esses supostos apoiadores. Alvos da desinformação Nós rastreamos a pessoa que administra o perfil chamado "Shaggy", que é um apoiador de Trump que mora no Estado do Michigan. "[Minhas publicações] atraíram milhares de seguidores cristãos maravilhosos e de bom coração", disse ele em mensagens enviadas à BBC nas redes sociais. Quando a reportagem tentou questioná-lo sobre a imagem gerada por IA, ele bloqueou o contato. O post dele teve mais de 1,3 milhão de visualizações, de acordo com a rede social X (antigo Twitter). Alguns usuários perceberam que se tratava de uma imagem falsa, mas outros parecem ter acreditado que ela era real. A reportagem não encontrou imagens manipuladas de Joe Biden com eleitores de grupos demográficos específicos. As imagens geradas por inteligência artificial do presidente tendem a mostrá-lo sozinho ou com outros líderes mundiais, como o presidente russo, Vladimir Putin, ou o ex-presidente Barack Obama. Algumas são criadas por críticos, outras por apoiadores. Em janeiro, o candidato democrata foi vítima de uma montagem gerada por inteligência artificial. Uma chamada de áudio supostamente gravada por Biden estimulava os eleitores a faltarem às primárias de New Hampshire, onde o presidente estava concorrendo. Um apoiador do Partido Democrata admitiu ser o responsável pela gravação, dizendo que queria chamar atenção para o potencial perigo da tecnologia. Os impactos eleitorais do deepfake Cliff Albright, co-fundador do grupo "Black Voters Matter", afirma que parece haver um ressurgimento de táticas de desinformação direcionadas especificamente à comunidade negra, como aconteceu na eleição de 2020. "Há tentativas documentadas de direcionar desinformação a comunidades negras de novo, especialmente a jovens eleitores negros", diz. O escritório de Albright fica em Atlanta, capital do Estado da Geórgia - Estado que será fundamental para o resultado das eleições e onde convencer mesmo uma pequena porcentagem dos eleitores negros a mudar seu voto de Biden para Trump pode ser decisivo. Uma pesquisa recente do jornal The New York Times e do Sienna College mostrou que em seis Estados considerados chave para definir o vencedor das eleições, 71% dos eleitores negros dizem que votarão em Biden em 2024, uma diferença considerável em relação aos 92% de eleitores desse grupo demográfico que votaram nele no país inteiro em 2020. Albright diz que as imagens falsas são parte de uma "narrativa muito estratégica" forçada pelos conservadores - desde a campanha de Trump até influenciadores digitais - e que foi criada para conquistar eleitores negros. Eles estariam direcionando essa narrativa especialmente a jovens homens negros, que acredita-se serem mais abertos a votar em Trump do que as mulheres negras. Na segunda-feira, o principal comitê que apoia a candidatura de Trump deve lançar uma campanha direcionada a eleitores negros na Georgia, no Michigan e na Pensilvânia. Essa campanha foi criada para eleitores como Douglas, um taxista de Atlanta. Douglas diz que está preocupado especialmente com a economia e a imigração - questões em que sente que Trump está mais focado. Ele diz que a mensagem do Partido Democrata sobre a ameaça que Trump representa para a democracia não o motivaria a votar porque ele já está desiludido com o processo eleitoral. A economia americana em geral está indo bem, mas alguns eleitores, como Douglas, não sentem que sua vida melhorou porque eles também têm enfrentado uma crise de custo de vida. E o que ele acha da imagem gerada por inteligência artificial de Trump sentado na frente de uma varanda com eleitores negros? Quando eu mostrei pela primeira vez, ele acreditou que era real e disse que isso reforçou sua visão, compartilhada por alguns outros negros que ele conhece, de que Trump apoia a comunidade. Aí, eu revelei que a imagem era falsa. "Bom, esse é o problema das redes sociais. É muito fácil enganar as pessoas", ele respondeu. As táticas de desinformação têm evoluído desde as eleições presidenciais de 2016, quando Donald Trump venceu. Na época, houve tentativas documentadas de forças estrangeiras, como a Rússia, de usar redes de perfis falsos para estimular a polarização e plantar determinadas ideias entre o eleitorado. Já em 2020, o foco era no crescimento da desinformação criada dentro dos Estados Unidos - em particular, nas narrativas falsas de que a eleição presidencial havia sido roubada, que foram muito compartilhadas por usuários nas redes sociais e endossadas por Trump e por outros políticos Republicanos. Em 2024, especialistas alertam para uma perigosa combinação das duas coisas. Ben Nimmo, que até o mês passado era responsável por combater operações de influência estrangeira na Meta, a dona do Facebook e do Instagram, disse que a confusão criada por imagens falsas como essas também abre novas oportunidades para governos estrangeiros que queiram manipular eleições. "Qualquer pessoa que tenha uma audiência substancial em 2024 precisa começar a pensar: como eu checo qualquer coisa que seja mandada pra mim? Como eu me certifico de que eu não estou involuntariamente me tornando parte de uma operação de influência estrangeira?", diz. Nimmo afirma que os usuários de redes sociais estão cada vez mais aptos a identificar contas falsas automatizadas, então à medida que fica mais difícil construir uma audiência dessa maneira, "operações tentam cooptar pessoas reais" para aumentar o alcance de informações enganosas. "A melhor aposta que eles têm é tentar espalhar seu conteúdo através de um influenciador. E esse influenciador pode ser qualquer pessoa que tenha um grande número de seguidores nas redes sociais", explica. Nimmo diz que está preocupado com o fato de que essas pessoas, que podem estar dispostas a espalhar desinformação para seus seguidores, poderiam se tornar "vetores involuntários" de operações de influência estrangeira. Ele diz que essas operações poderiam compartilhar conteúdos com usuários - tanto secretamente quanto abertamente - e encorajá-los a postar eles mesmos esses conteúdos, para que pareça que as informações vieram diretamente de um eleitor americano real. Todas as principais empresas de redes sociais têm políticas em vigor para lidar com possíveis operações de influência, e várias introduziram novas medidas para lidar com conteúdo gerado por inteligência artificial durante as eleições. Políticos do mundo todo também já alertaram para os riscos de conteúdo gerado por inteligência artificial neste ano. Narrativas sobre a eleição de 2020 ter sido roubada - que foram compartilhadas sem nenhuma evidência - se espalharam online com publicações simples, memes e algoritmos, sem imagens ou vídeo gerados por inteligência artificial, e mesmo assim resultaram na invasão do Capitólio em 6 de janeiro. Agora, há todo um novo conjunto de ferramentas disponíveis para apoiadores de partidos políticos e provocadores que pode inflamar os ânimos mais uma vez.

Em 'briga' com Spotify, Apple é multada em 1,8 bi de euros na União Europeia


Política de compra e assinaturas de apps da Apple não vem agradando a plataforma de streaming, que recorreu à UE para impedir prática da empresa. Por sua vez, dona do iPhone diz que Spotify quer 'reescrever as regras da App Store'. Em 'briga' com Spotify, Apple é multada em 1,8 bi de euros na União Europeia Reprodução A União Europeia (UE) condenou a Apple nesta segunda-feira (4) a pagar multa de 1,8 bilhão de euros (R$ 9,7 bilhões) por impedir que o Spotify e outras empresas de streaming de música ofereçam aos usuários da companhia norte-americana opções de pagamento fora da App Store, sua loja de aplicativos. A decisão da Comissão Europeia foi desencadeada por uma queixa feita em 2019 pelo Spotify sobre essa restrição e as taxas de 30% cobradas pela Apple na App Store. ➡️ Entenda: a Apple fica com uma fatia das transações realizadas na Apple Store – desde a compra do app em si, até aquisições realizadas dentro do aplicativo, como itens de um jogo ou a assinatura de um plano, por exemplo. Há muito tempo, desenvolvedores de apps reclamam dessa política da empresa de Tim Cook e se queixam das taxas abusivas praticadas. Na decisão atual, o órgão de defesa da concorrência da União Europeia disse que as restrições da Apple constituem condições comerciais injustas. "Por uma década, a Apple abusou de sua posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos de streaming de música por meio da App Store", disse a chefe antitruste da UE, Margrethe Vestager, em um comunicado. "Eles fizeram isso ao impedir que os desenvolvedores informassem os consumidores sobre serviços de música alternativos e mais baratos disponíveis fora do ecossistema da Apple. Isso é ilegal de acordo com as regras antitruste da UE", completou ela. Apple critica decisão e alfineta Spotify Em comunicado publicado nesta segunda, a Apple criticou veementemente a decisão da UE e alfinetou o Spotify, dizendo, por exemplo, que eles são um dos responsáveis pelo sucesso da plataforma de música. "O principal defensor dessa decisão -- e o maior beneficiário -- é o Spotify, uma empresa sediada em Estocolmo, na Suécia. O Spotify tem o maior aplicativo de streaming de música do mundo e se reuniu com a Comissão Europeia mais de 65 vezes durante essa investigação", disse a Apple. "Eles [o Spotify] querem reescrever as regras da App Store – de uma forma que os beneficie ainda mais", completou a Apple. A empresa sueca não paga nenhuma comissão à Apple, pois vende suas assinaturas em seu site e não na App Store. "Temos orgulho de desempenhar um papel fundamental no apoio ao sucesso do Spotify — como fizemos para desenvolvedores de todos os tamanhos, desde os primeiros dias da App Store", completou a dona do iPhone. A ordem de Vestager para que a Apple remova as restrições da App Store ecoa a mesma exigência das novas regras da UE, conhecidas como Digital Markets Act (DMA), que a Apple terá que cumprir a partir de 7 de março. A multa da Apple, no entanto, é cerca de um quarto das multas de 8,25 bilhões de euros que o órgão regulador da UE aplicou ao Google, em três casos na década anterior. Em contraste com o caso do streaming de música, a Apple está tentando resolver outra investigação antitruste da UE, oferecendo-se para abrir seus sistemas de pagamento móvel para rivais. Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 Vestido que muda de cor: roupa digital desenvolvida pela Adobe altera o visual com toque Vestido que muda de cor: roupa digital desenvolvida pela Adobe altera o visual com toque Como funciona o Gemini, a inteligência artificial mais poderosa do Google Como funciona o Gemini, a inteligência artificial mais poderosa do Google

sexta-feira, 1 de março de 2024

Elon Musk processa dona do ChatGPT por visar lucro, e não o benefício das pessoas


Bilionário afirma que participou da criação da OpenAI como uma organização sem fins lucrativos. Para ele, o projeto inicial apontava para uma inteligência artificial com códigos abertos, e que isso não está acontecendo. Elon Musk, dono do X (ex-Twitter), da SpaceX e da Tesla Reuters/Tingshu Wang O bilionário Elon Musk processou a OpenAI, criadora do ChatGPT, e seus cofundadores Sam Altman e Greg Brockman, afirmando que eles abandonaram a missão original da empresa de desenvolver inteligência artificial para benefício das pessoas, e não só visar lucro, segundo à Reuters. A ação judicial apresentada na quinta-feira (29) em um tribunal de San Francisco, nos Estados Unidos, afirma que Musk foi convidado para criação de uma empresa sem fins lucrativos. Musk cofundou a OpenAI, em 2015, como uma organização que iria trabalhar com programas de inteligência artificial de "código aberto", ou seja, acessível para qualquer pessoa. Isso para evitar que o Google dominasse a tecnologia. Para Musk, a OpenAI, com ajuda da gigante Microsoft, está focando suas ações para lucrar, diferente daquilo que foi proposto no início da empresa. Atualmente, ambas as empresas são parceiras para o desenvolvimento da inteligência artificial. A Microsoft prometeu US$13 bilhões (R$ 64,7 bilhões) em investimentos para a OpenAI. Elon Musk exige que o GPT 4 seja excluído da licença concedida pela OpenAI à Microsoft. Até o fechamento deste texto, a OpenAI, Microsoft e Musk não comentaram o assunto. O bilionário, que é dono da Neuralink e Spacex, deixou a OpenAI em 2018, e hoje é um dos maiores críticos da empresa. Musk também fundou sua própria empresa de inteligência artificial, a Xai, em 2023.

Justiça de SP manda Meta, dona do Facebook, parar de usar marca no Brasil


Decisão vem após uma queixa de uma empresa brasileira que também se chama Meta. Segundo ela, o registro foi feito no Inpi em 2008. Meta, dona do Facebook REUTERS/Peter DaSilva/File Photo O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo determinou que a dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp deixe de usar o nome Meta no Brasil. O desembargador Eduardo Azuma Nishi determinou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da decisão, emitida pelo tribunal na quarta-feira (28). O g1 tenta contato com as duas empresas. Segundo a agência Reuters, a decisão vem após uma queixa da brasileira Meta Serviços em Informática, que afirma estar sendo prejudicada desde que a companhia do bilionário Mark Zuckerberg trocou de nome em 2021 no auge do "metaverso". O tribunal deu 30 dias de prazo para que a Meta Platforms, que antes se chamava Facebook, deixe de usar essa marca no Brasil, uma vez que a Meta brasileira registou seu nome em 2008 junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). A Meta Serviços afirma que, desde a mudança do nome da dona do Facebook e do Instagram, vem sofrendo prejuízos que incluem recebimento de inúmeras denúncias relacionadas às redes sociais da gigante norte-americana, "perturbações sofridas por funcionários", desativação de perfis da empresa brasileira no Instagram e inclusão da empresa em "27 processos judiciais".

Qual celular escolher: Galaxy S23 Ultra ou S24 Ultra?


Aparelhos oferecem configurações similares, mas o modelo mais novo – S24 Ultra – já conta com recursos de inteligência artificial integrados, ainda exclusivos à linha. Qual escolher: Galaxy S23 Ultra ou Galaxy S24 Ultra Jean Silva/g1 Saiu um celular topo de linha novo e preciso trocar de aparelho. Compro essa versão ou economizo um pouco com a lançada no ano passado? Essa dúvida é válida para o modelo mais caro da Samsung em 2024, o Galaxy S24 Ultra, e seu "irmão" mais velho, o Galaxy S23 Ultra, que chegou às lojas em 2023. ✅Clique aqui para seguir o canal do Guia de Compras do g1 no WhatsApp Rastreador ajuda mesmo a encontrar a mala: g1 testou 3 modelos iPhone 'antigo': até qual versão ainda vale a pena comprar? TODOS OS GUIAS DE COMPRAS O Guia de Compras testou e comparou os dois smartphones, que são mais parecidos do que se imagina. O Galaxy S24 Ultra foi emprestado pela Samsung e será devolvido. A comparação com o Galaxy S23 Ultra foi feita usando como base os resultados e as imagens produzidas com o aparelho no teste feito em 2023. Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 (vídeo) Veja a seguir as principais características técnicas de cada um deles (S23 Ultra e S24 Ultra) e, na sequência, os resultados do teste (desempenho, bateria, câmeras e diferenças) e a conclusão. Galaxy S23 Ultra O Samsung Galaxy S23 Ultra é um celular com configuração topo de linha, com tela grande, bateria que dura o dia inteiro e um ótimo conjunto de câmeras de alta resolução. O aparelho foi lançado em fevereiro de 2023. Seu design segue uma linha iniciada pela Samsung no Galaxy S22 Ultra (veja o teste), com destaque para cantos mais quadrados e o uso da caneta S-Pen, que ajuda a escrever e desenhar na tela. São quatro câmeras e um sensor de profundidade na traseira, incluindo um zoom que chega até 100x de aproximação e 200 megapixels de resolução na lente principal. O celular era vendido no final de fevereiro na faixa dos R$ 6.000 em sua versão com 256 GB de armazenamento interno. Galaxy S24 Ultra O Galaxy S24 Ultra, lançado em janeiro deste ano pela fabricante, representa um incremento em comparação à geração anterior. Segue com tela grande, bateria de longa duração e ótimas câmeras, mas tem – por enquanto – um diferencial: a integração de recursos de inteligência artificial no aparelho. O design é similar ao do Galaxy S23, mas agora a Samsung deixou a tela com as bordas mais quadradas e um acabamento em titânio. Conta ainda com a caneta S-Pen para escrever e desenhar na tela. Também são quatro câmeras e um sensor de profundidade na traseira. A única mudança na câmera na comparação com o S23 Ultra é a maior definição de imagem no zoom óptico. O aparelho custava R$ 10 mil na sua versão com 256 GB de armazenamento. A Samsung também vende modelos com 512 GB (R$ 11.000) e 1 TB (R$ 13.000). Diferenças As câmeras são parecidas, as configurações são muito próximas, mas o que muda mesmo entre o S24 Ultra e o S23 Ultra aparece no sistema Android, com uma grande integração de recursos de inteligência artificial no modelo mais novo. Mas essa diferença deve acabar em breve, já que a Samsung promete para este mês uma atualização de sistema que trará as novidades de IA para a linha Galaxy S23 e outros aparelhos da marca. Entre esses recursos, se destacam o “circular para buscar” e o editor avançado de fotos. O primeiro, ativado com um toque na base da tela, permite fazer buscas no Google circulando palavras ou imagens, com resultados bastante rápidos. Nada que um app do buscador não faria, com a facilidade de apenas rabiscar na tela e ter uma resposta quase imediata. Recurso Circular para Buscar no Galaxy S24 Ultra Reprodução O segundo é integrado ao editor de fotos e complementa alguns recursos que a Samsung já oferecia, como um “apagador de objetos” nas imagens. Esse editor utiliza a IA para gerar “pedaços” de imagens. Basta selecionar o recurso, desenhar em torno do item que será modificado e mover, aumentar ou reduzir ou até excluir o item, como mostra a tela abaixo: Edição de foto com inteligência artificial no Galaxy S24 Ultra Reprodução Veja no vídeo a seguir esses recursos demonstrados no Galaxy S24, que oferece as mesmas funcionalidades de IA que o S24 Ultra: Duelo de celulares: Galaxy S24 x iPhone 15 A câmera do Galaxy S24 Ultra também utiliza recursos de IA – como ajuste automático de contraste nas fotos. Mas isso já estava presente em versões antigas das linhas Galaxy S e A. Desempenho Os aparelhos da Samsung utilizam processadores Snapdragon 8 for Galaxy, da Qualcomm. O S23 Ultra conta com a segunda geração do chip, e o S24 Ultra, a terceira. A diferença de desempenho geral foi pequena entre os dois smartphones. Os testes do Guia de Compras avaliam o uso simulado do aparelho no dia a dia (leia no final como eles são feitos). No geral, não apresentaram lentidão ou travaram. Mas, em alguns recursos, foi possível notar que o telefone estava “pensando" um pouco antes de dar uma resposta. Isso era válido na hora de fotografar na resolução máxima de 200 mp com o Galaxy S23 Ultra, que mostrou uma notificação de que a imagem está sendo salva e demora um pouco. No S24 Ultra, isso não ocorreu. Porém, em ambos, usar a câmera nas configurações mais avançadas causou um aquecimento no aparelho. No Galaxy S24 Ultra, utilizar algumas funções específicas de inteligência artificial – como editar imagens – levou um tempo maior de processamento. Para games e vídeos, o Galaxy S24 Ultra foi mais rápido que seu antecessor nos testes de desempenho gráfico mais avançados. Isso quer dizer que eles vão rodar os jogos mais pesados sem engasgar ou travar. Mas a diferença dos resultados foi bem pequena. Bateria Os aparelhos da Samsung testados conseguem ficar o dia todo longe da tomada, graças à bateria de grande capacidade de 5.000 mAH nos dois modelos. O Galaxy S23 Ultra bateu mais de 15h30 de uso, e o Galaxy S24 Ultra chegou a 19h10 nos testes – o maior tempo de duração estimado entre todos os celulares testados pelo Guia de Compras desde 2021. Vale notar que o padrão de uso da bateria varia de acordo com cada pessoa. E também não significa que o celular vá estar totalmente descarregado após esse tempo. Ambos contam com carregamento rápido de 45W com fio e 15W sem fios. Câmeras Os dois Galaxy Ultra contam com quatro lentes na parte traseira do aparelho, para ir da visão grande angular ao superzoom com facilidade. As configurações são bastante parecidas: em comum, uma câmera principal de 200 megapixels, um zoom de 3x de 10 mp e uma grande angular de 12 megapixels. As diferenças ficam no zoom “periscópio” – no S23 Ultra, é um zoom óptico de 10x com 10 megapixels. No S24 Ultra, ele vira um zoom óptico de “apenas" 5x, mas com resolução maior de 50 mp. A opção de 10x ainda existe, mas é um zoom híbrido, que mistura óptico com digital. Ambos oferecem excelente qualidade de imagem. Mas é bom lembrar que ter uma câmera de 200 megapixels não significa tirar fotos nessa resolução toda. Para otimizar as imagens e não ocupar tanto espaço no celular, a Samsung usa uma tecnologia que agrupa os pontos de luz (pixels) – são 16 que viram um. E, assim, os 200 viram 12,5 mp nos dois modelos testados. o Esses “agrupamentos" ajudam a deixar as imagens com muito mais detalhes e nitidez – as fotos no S24 Ultra parecem ainda mais claras e com foco preciso na comparação com as do S23 Ultra. o O zoom é o grande diferencial desses dois aparelhos. Dá para chegar muito perto com eles. O aplicativo de câmera começa na grande angular (0,6x), passa por 1, 3, 5 e 10x de aproximação. Aqui é o limite do zoom óptico dos aparelhos. Se quiser chegar mais perto, dá para escolher as opções 30 ou 100, que aparecem na base da tela – ou realizar o movimento de pinça com os dedos na tela e aproximar o quanto quiser. Esse é um zoom híbrido, que mistura os recursos da lente periscópio (sensor de 50 mp/5x no S24 Ultra e 10mp/10x no S23 Ultra) com processamento interno do aparelho para chegar mais perto. Veja nos exemplos abaixo, feitos com os dois celulares: i a Mas é bom lembrar que, depois dos 30x, mesmo com uma iluminação muito boa, tanto o S23 quanto o S24 Ultra deixam a imagem com uma qualidade menor. Isso vale também para fotografar a Lua – ambos fazem isso muito bem. Veja nas fotos abaixo: m Na câmera noturna, as diferenças pareceram maiores entre o S23 Ultra e o S24 Ultra, com as imagens do S24 ficando mais claras e com nitidez aprimorada. u A câmera de selfies dos dois celulares oferece 12 megapixels de resolução e tira boas fotos, de dia e à noite. Conclusão Escolher entre os dois aparelhos bastante parecidos deve levar dois fatores em consideração: Preço: o Galaxy S23 Ultra é mais barato e oferece uma melhor relação custo x benefício, sendo vendido por R$ 6.000 nas lojas on-line consultadas no final de fevereiro. O modelo mais novo e caro ficava na faixa dos R$ 10.000 ou mais. Recursos novos: o maior diferencial do Galaxy S24 Ultra é o pacote de recursos de IA, que ajudam a realizar tarefas e criar muitos efeitos nas fotos. Se a urgência de ter essas funcionalidades for maior, o Galaxy S24 Ultra é uma melhor opção. Mas, se der para esperar um pouco, os recursos estarão disponíveis no S23 Ultra (e outros aparelhos das linhas Galaxy S e Galaxy Z) ainda este ano. Como foram feitos os testes Para os testes de desempenho, foram utilizados três aplicativos: PC Mark e 3D Mark, da UL Laboratories, e o GeekBench 6, da Primate Labs. Eles simulam tarefas cotidianas dos smartphones, como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e navegação na web, entre outros. Esses testes rodam em várias plataformas – como Android, iOS, Windows e MacOS – e permitem comparar o desempenho entre elas, criando um padrão para essa comparação. Para os testes de bateria, as telas dos smartphones foram calibradas para 70% de brilho, para poder rodar o PC Mark. Isso nem sempre é possível, já que nem todos os aparelhos permitem esse ajuste fino. Os testes foram feitos com as telas com taxa de atualização padrão (60 Hz). A bateria foi carregada a 100% e o teste rodou por horas até chegar ao final da carga. Ao atingir 20% ou menos de carga, o teste é interrompido e mostra o quanto aquele smartphone pode ter de duração de bateria, em horas/minutos. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. 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China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

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