quinta-feira, 21 de março de 2024

Instagram desconecta contas de usuários e causa preocupação


Internautas acharam que tiveram seus perfis hackeados nesta quinta-feira (21). Usuários reclamam de instabilidade no Instagram na noite desta quinta-feira (21) Reprodução / Downdetector * O Instagram desconectou as contas de milhares de pessoas nesta quinta-feira (21). Foram 1.873 ocorrências registradas no site Downdetector. Os internautas desconfiaram de que tinham sido hackeados. Ao abrir o aplicativo pelo celular ou desktop, o usuário da rede social recebeu a seguinte mensagem: "Você foi desconectado. Entre novamente". Ao clicar no botão "entrar", o login era concluído. As ocorrências foram para: acessar o aplicativo móvel (66%); login (30%); postagem (4%). Procurada pelo g1, a Meta, empresa do Instagram, não retornou até a publicação da matéria. A instabilidade ocupou o topo dos assuntos mais comentados do X (antigo Twitter). Poucos minutos de instabilidade geraram repercussão e até memes: Instabilidade no Instagram gera repercussão no X (antigo Twitter) Reprodução/X Memes gerados após instabilidade do Instagram Reprodução/X Memes após Instagram desconectar contas dos usuários Reprodução/X Memes após o Instagram deslogar perfis dos usuários Reprodução/X Instagram e Facebook fora do ar e... PM procurado por morte de advogado se entrega Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

EUA processam Apple por monopólio no mercado de smartphones


Apple iPhone 15 Pro Max Divulgação O Departamento de Justiça dos EUA e mais quinze estados americanos processaram nesta quinta-feira (21) a Apple, alegando que a empresa monopolizou os mercados de smartphones. A Apple se junta a uma lista de grandes empresas de tecnologia processadas pelos reguladores dos EUA, incluindo Google, Meta e Amazon nas administrações do ex-presidente Donald Trump e do presidente Joe Biden. “Os consumidores não deveriam ter que pagar preços mais altos porque as empresas violam as leis antitruste”, disse o procurador-geral Merrick Garland em comunicado. “Se não for contestada, a Apple apenas continuará a fortalecer o seu monopólio dos smartphones.” O Departamento de Justiça, que também se juntou ao Distrito de Columbia no processo, alega que a Apple usa seu poder de mercado para obter mais dinheiro de consumidores, desenvolvedores, criadores de conteúdo, artistas, editores, pequenas empresas e comerciantes. A ação civil acusa a Apple de monopólio ilegal sobre smartphones mantido pela imposição de restrições contratuais e pela retenção de acesso crítico aos desenvolvedores, detalhou a agência de notícias Reuters. “Este processo ameaça quem somos e os princípios que diferenciam os produtos da Apple em mercados ferozmente competitivos. Se for bem sucedido, prejudicaria a nossa capacidade de criar o tipo de tecnologia que as pessoas esperam da Apple – onde hardware, software e serviços se cruzam”, afirmou Apple, em um comunicado.

Página falsa anuncia 'ingressos' para show esgotado de Caetano e Bethânia em SP


Site 'Aos fatos' afirma que o link chegou a aparecer entre os patrocinados na busca do Google, acima do endereço oficial de venda dos ingressos. Reclame Aqui também registra queixas. Maria Bethânia e Caetano Veloso em foto de divulgação da turnê conjunta Divulgação Uma página falsa anunciava na noite da última quarta-feira (20) supostos ingressos para o show esgotado de Caetano Veloso e Maria Bethânia que acontecerá no dia 14 de dezembro, em São Paulo. O site aparecia nos resultados na busca do Google por "ingressos Caetano e Bethânia" por volta das 21h e, durante o dia, chegou a figurar entre os anúncios da plataforma (links patrocinados), acima do endereço da página oficial de vendas, a Ticketmaster Brasil, conforme reportou o site "Aos fatos". Consumidores também deixaram relatos sobre o site falso no "Reclame Aqui", que reúne queixas contra empresas. "Procurei no Google por ingresso Caetano e Bethânia e o primeiro endereço localizado foi o caetanoebethania-ticketmaster.com", descreveu um comprador, mencionando o falso domínio. Ele afirmou que não recebeu nenhum tipo de confirmação pelos dois supostos ingressos que adquiriu, o que também foi relatado por outras pessoas que disseram ter comprado no site falso. Site falso anuncia ingressos para show esgotado de Caetano e Bethânia no dia 14 de dezembro, em São Paulo Reprodução Os ingressos para o show do dia 14 de dezembro acabaram ainda durante a manhã desta quinta-feira, pouco depois da abertura das vendas para o público geral. Na página oficial, a Ticketmaster Brasil divulgava na noite desta quinta que a data está esgotada e que informações serão divulgadas "em breve" sobre uma segunda data anunciada para São Paulo, dia 15 de dezembro. Já no site falso, que usa o nome da Ticketmaster no endereço e copia o visual da página oficial, era possível colocar no carrinho "ingressos" para a data esgotada, na noite desta quinta. De acordo com o "Aos fatos", o anúncio do site falso no Google informava o nome de uma pessoa física como responsável pelo impulsionamento e dizia que a identidade do anunciante tinha sido “verificada pelo Google". O que diz o Google Procurado pelo g1, o Google não confirmou se aquele anúncio específico chegou a ser veiculado e, posteriormente, derrubado. A empresa citou que "quando identificamos uma violação às nossas políticas, agimos imediatamente, suspendendo o anúncio e, até mesmo, bloqueando a conta do anunciante". E que tem "políticas robustas que delimitam a forma como pessoas e empresas podem anunciar produtos por meio do Google Ads, incluindo a proibição de anúncios que tentem confundir usuários e de produtos e serviços que induzam comportamento desonesto". "Se algum consumidor suspeitar ou for vítima de golpe, oferecemos uma ferramenta para denunciar violações de nossas políticas", finalizou o Google. Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual CEO do TikTok é questionado sobre sua nacionalidade no Senado dos EUA CEO do TikTok é questionado sobre sua nacionalidade no Senado dos EUA Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes

quarta-feira, 20 de março de 2024

Neuralink revela paciente que recebeu 1º implante de chip cerebral


Nolan, um homem tetraplégico de 29 anos, recebeu o chip no fim de janeiro. Em transmissão no X (antigo Twitter), ele mostrou como está usando o equipamento para controlar seu computador. Neuralink faz demonstração com 1º paciente a receber seu chip cerebral A Neuralink revelou nesta quarta-feira (20) o paciente que recebeu o primeiro implante de chip cerebral da empresa, no fim de janeiro. Em uma transmissão ao vivo no X (antigo Twitter), ele demonstrou como usa o equipamento para controlar seu computador. Noland Arbaugh, um homem de 29 anos, disse que ficou tetraplégico em um acidente de carro oito anos atrás. "Não tenho sensação ou movimento abaixo da área da lesão, abaixo dos ombros", afirmou. Durante a transmissão, conduzida por Bliss Chapman, chefe de software da Neuralink, Nolan contou que uma das coisas que não conseguia fazer com frequência desde o acidente era jogar xadrez. "Agora, tudo está sendo feito com o meu cérebro", disse Nolan. Neuralink faz demonstração com paciente que recebeu 1º implante de chip cerebral Reprodução/Neuralink O vídeo mostrou o ponteiro de um mouse se mexendo na tela do computador, algo que, de acordo com Nolan, estava sendo feito a partir dos seus pensamentos. "Eu tenho muita sorte de fazer parte disso", afirmou. Ele também destacou que o implante não é perfeito e que ainda há alguns problemas. "Não quero que as pessoas pensem que é o fim da jornada, ainda há muito trabalho a ser feito. Mas já mudou a minha vida". Como é o chip cerebral implantado pela empresa de Elon Musk em uma pessoa 1º implante da Neuralink Nolan recebeu o primeiro chip cerebral da Neuralink, mas a empresa ainda não havia revelado o seu nome. O experimento aconteceu oito meses após autorização da Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês). Antes de realizar o implante, a empresa abriu inscrições para voluntários, um processo exclusivo para pessoas com paralisia decorrente de lesão da medula espinhal cervical ou esclerose lateral amiotrófica. Biohacking: como e por que seres humanos estão implantando chips no próprio corpo Empresa de Elon Musk implanta chip em cérebro humano pela primeira vez Musk tem a ambição de, mais à frente, usar o chip para alcançar a telepatia, mas especialistas adiantam que a prática não é viável Arte/g1

França multa Google em 250 milhões de euros por usar conteúdos de jornais sem autorização


Órgão do país europeu alega que a gigante das buscas não vem cumprindo acordos firmados em 2019 de remuneração a veículos de imprensa. Por sua vez, empresa diz que valor da multa é 'desproporcional'. França multa Google em 250 milhões de euros por usar conteúdos de mídias Andrew Kelly/Reuters/Arquivo A Autoridade da Concorrência Francesa multou o Google em 250 milhões de euros (R$ 1,36 bilhão) por não cumprir um acordo que obriga a empresa a pagar aos meios de comunicação por utilizar seus conteúdos na internet. Em comunicado, a agência alega que o Google "descumpriu alguns dos seus compromissos assumidos em junho de 2022" no que diz respeito aos direitos da imprensa definidos pelo órgão. Em nota, o Google classificou a multa como "desproporcional" (leia o posicionamento abaixo). Os direitos foram estabelecidos em 2019 por uma diretriz europeia e permitem que jornais, revistas ou agências de notícias recebam pagamentos quando o seu conteúdo é utilizado em buscadores on-line, como o Google, que exibe trechos de notícias da imprensa nas páginas de resultados. A Autoridade critica a big tech por "não ter respeitado quatro dos sete compromissos" e, em particular, por "não ter negociado de boa-fé" com as editoras de imprensa para avaliar a remuneração com base nos direitos. Também destacou que o grupo americano utilizou "conteúdos de editoras e agências de notícias" sem alertá-las, com o objetivo de capacitar seu aplicativo de inteligência artificial Bard, atualmente chamado Gemini. O que diz o Google Em nota, o Google afirmou que considera o valor da multa "desproporcional" em "relação às infrações" apresentadas pela autoridade francesa. "Assumimos um compromisso porque é hora de virar a página e, como provam os nossos muitos acordos com as editoras, desejamos (...) trabalhar de forma construtiva com as editoras francesas", afirma o Google em um comunicado. CEO do TikTok é questionado sobre sua nacionalidade no Senado dos EUA CEO do TikTok é questionado sobre sua nacionalidade no Senado dos EUA Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes Robô que faz vídeo com inteligência artificial comete gafes

Qual notebook escolher: básico, para estudar, gamer, 2 em 1 ou topo de linha?


Saiba quais são as configurações mínimas recomendadas na hora de pesquisar por um novo computador portátil em várias categorias. Pessoa digitando no teclado de um notebook Cottonbro Studio/Pexels Na hora de escolher um novo notebook, faz muita diferença entender termos como SSD, RAM e até mesmo saber qual é a geração do processador – a parte que cuida das tarefas do computador, como rodar programas e navegar na internet. A escolha correta desses componentes pode levar a ter uma máquina de desempenho melhor. ✅Clique aqui para seguir o canal do Guia de Compras do g1 no WhatsApp 💻 O Guia de Compras destacou as principais características de cinco categorias de notebooks: básicos, para estudar e trabalhar, para gamers, 2 em 1 (com telas sensíveis ao toque e que também podem ser usadas como tablets) e topo de linha. Veja abaixo: Guia de Compras: como escolher notebook Barbara Miranda/g1 O que significa cada termo: PROCESSADOR: Quanto mais poderoso e eficiente o processador – o “cérebro” do notebook – mais rápido e suave será o desempenho do notebook em tarefas como navegar na web, rodar programas e jogos. Então, um notebook para estudar não precisa de um chip tão poderoso quanto o de uma máquina para jogar, que exigirá mais desempenho para rodar o game sem travar. As fabricantes de processadores mais utilizadas em notebooks com Windows são a AMD e a Intel. A Apple produz seus próprios chips para computadores, que rodam o sistema operacional Mac OS. Vale notar a geração do chip Intel: a mais recente é a 14ª (identificada apenas como Core 3, 5, 7 ou 9). As gerações anteriores para prestar atenção são a 11ª, 12ª e 13ª (identificadas como Core i3, i5, i7 ou i9). Para AMD, as máquinas com chip Ryzen são as mais recentes (3, 5, 7 e 9). Tanto para chips Intel como AMD, quanto maior o número da família (3, 5, 7 e 9), maior será o desempenho do processador – internamente ele tem mais núcleos para executar tarefas simultâneas, para ficar em um exemplo. Essa diferença também se reflete no preço do notebook: um modelo com Core i3 ou Ryzen 3 será mais barato que um com Core 7 ou Ryzen 7. Para Apple, as classificações são, respectivamente, M3, M2 e M1. RAM: é o local onde os aplicativos e o sistema operacional acessam informações rápidas. A regra aqui é: quanto mais RAM, melhor. As máquinas mais baratas vêm com 4 GB de RAM, mas o mínimo recomendável para qualquer categoria é 8 GB ou mais. Grande parte dos notebooks pesquisados nas lojas on-line já vem com 8 GB de RAM. ARMAZENAMENTO INTERNO: O aconselhável é ter um notebook com SSD, um disco de estado sólido, que é mais rápido que o HD convencional. O mínimo de capacidade é 128 GB (que será ocupado em grande parte pelo sistema operacional Windows), mas também vale a regra de "quanto maior, melhor" para guardar fotos, vídeos, documentos e aplicativos. PLACA DE VÍDEO: Também conhecida como placa gráfica ou GPU (sigla para "unidade de processamento de gráficos", em inglês), é a responsável por toda a parte de processamento visual em um computador: gráficos, vídeos e efeitos – ou tudo que um game utiliza ao rodar. A placa de vídeo pode ser do tipo integrada – que compartilha recursos da máquina – ou dedicada, que não compartilha processamento com o resto do computador. E, conforme mais avançada a placa de vídeo, mais caro fica o notebook. A GPU será indicada pela marca do fabricante: Intel Xe, AMD Radeon ou NVidia GTX ou RTX. TELA: O tamanho de tela importa pelo tipo de uso – um modelo de 15 polegadas cabe na mochila e pode não ser muito pesado, sendo indicado para trabalhar e estudar. Já um notebook com display de 17” é mais difícil de levar por aí, mas tem mais "espaço" para rodar vídeos em alta definição e games em tela cheia. O recomendável é que a tela tenha resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels) para mais ter detalhes na visualização. Máquinas mais baratas virão com resolução HD (720p). Os notebooks gamers têm telas com altas taxas de atualização (120Hz, 144Hz ou superior). Isso corresponde a quantas vezes a tela "pisca" para atualizar por segundo. Quanto maior o número, mais rápido o notebook recarrega as informações demonstradas e deixa a sensação de uso com maior fluidez nos games. CHEQUE AS ESPECIFICAÇÕES: as marcas muitas vezes vendem os notebooks com o mesmo nome e configurações técnicas distintas – e isso pode ter uma variação no preço nas lojas on-line. Outros guias: 2 EM 1: g1 testa quatro modelos do portátil PARA ESTUDAR E TRABALHAR: avaliação de 6 notebooks GAMER: como escolher uma máquina para jogar TODOS OS GUIAS DE COMPRAS ATENÇÃO AO SISTEMA OPERACIONAL: alguns fabricantes oferecem versões mais baratas dos seus notebooks com sistema operacional Linux – principalmente nas configurações mais simples. Isso não é um problema para quem precisa apenas editar textos e navegar na web, mas pode ser para quem precisa de aplicativos específicos para Windows ou rodar jogos. Na hora da compra, verifique se tem Windows 11 – a versão mais recente – pré-instalada no computador. Veja a seguir uma lista de notebooks selecionados pelo Guia de Compras, por categoria: Básicos Os modelos de notebooks mais básicos custavam entre R$ 2.100 e R$ 3.000 nas lojas on-line consultadas em março. Acer Aspire 3 ASUS Vivobook Go E1504FA Dell Inspiron Core i3 HP 240 G8 Lenovo Ideapad 3i Para estudar/trabalhar Os notebooks para trabalhar e estudar eram vendidos, em março, na faixa entre R$ 3.500 e R$ 4.400 nas lojas da internet pesquisadas. Acer Aspire 5 Avell B.on Lite New Dell Inspiron 15 LG UltraSlim Samsung Galaxy Book2 Vaio Fe15 2 em 1 Os modelos 2 em 1, com tela dobrável e sensível ao toque, eram vendidos entre R$ 4.800 e R$ 7.900 nas lojas on-line pesquisadas em março. Acer Aspire 5 Spin Touch Lenovo Yoga Slim 6i Samsung Galaxy Book3 360 Para gamers Os notebooks gamers são os modelos com a maior variação de preço, por conta de configurações mais simples ou mais avançadas. O modelo da Lenovo custava na faixa de R$ 5.000 em março, o da Dell, R$ 12.000 e o da Asus, R$ 29.000. Os valores foram consultados nas principais lojas on-line no meio de março. Asus ROG Strix G17 Dell Alienware M16 Lenovo LOQ Topo de linha Notebooks topo de linha, ou premium, oferecem as configurações e recursos mais avançados – é a única categoria que dá para encaixar um modelo recente da Apple. Os preços iam de R$ 12.500 a R$ 16.000 nas lojas on-line pesquisadas em março. Apple MacBook Pro 14" Asus Zenbook 14X OLED Samsung Galaxy Book3 Ultra Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. Guia de compras: como escolher um tablet

Enviar foto de pênis não solicitada é motivo de prisão no Reino Unido


Homem admitiu ter enviado imagens pornográficas a jovem de 15 anos e a uma outra mulher. WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram e YouTube Alessandro Feitosa Jr/g1 Um homem foi condenado por pedofilia após enviar uma foto de seu pênis ereto a uma jovem de 15 anos. Ele se tornou a primeira pessoa presa por cyberflashing na Inglaterra e no País de Gales. O agressor sexual identificado como Nicholas Hawkes, de 39 anos, da cidade inglesa de Basildon, no condado de Essex, também enviou fotos não solicitadas a uma mulher. A mulher tirou prints da imagem do WhatsApp enviada em 9 de fevereiro e denunciou à polícia no mesmo dia. Hawkes, que admitiu as duas acusações, está preso há pouco mais de 15 meses. O crime praticado por ele foi tipificado de acordo com a Lei de Segurança Online, que entrou em vigor em 31 de janeiro na Inglaterra. Ao anunciar a sentença, a juíza Samantha Leigh disse que Hawkes estava "perturbado" e tinha uma "visão distorcida de si mesmo e de sua sexualidade". O cyberflashing é um ato que normalmente envolve um infrator que envia uma imagem explícita não solicitada a pessoas por meio de uma plataforma online, como aplicativos de mensagens e redes sociais. Celular pode ser aliado para descobrir câmeras escondidas em quartos; veja como se proteger 'Indivíduo perigoso' Hawkes já era fichado como agressor sexual após ter sido denunciado no ano passado por exposição e atividade sexual com uma jovem menor de 16 anos. Agora ele foi condenado a 66 semanas de prisão por dois crimes de envio de fotografia ou filme de órgãos genitais para causar choque, angústia ou humilhação, e por violar ordens judiciais anteriores. Hawkes deve cumprir uma ordem de restrição de 10 anos e estará sujeito a uma ordem de prevenção de danos sexuais de 15 anos, que pode, por exemplo, limitar o acesso dele à internet. James Gray, da Polícia de Essex, disse que o réu "provou ser um indivíduo perigoso". "Os criminosos podem pensar que, ao ofenderem online, têm menos probabilidades de serem pegos, mas esse não é o caso", acrescentou. Hannah von Dadelszen, vice-procuradora-chefe do Leste da Inglaterra, elogiou a rapidez da justiça no caso e disse que a nova legislação é uma ferramenta "realmente importante" para os promotores. "O cyberflashing é um crime grave que deixa um impacto duradouro nas vítimas, mas muitas vezes pode ser descartado como uma 'brincadeira' impensada ou uma piada inofensiva." "Assim como aqueles que cometem atentados ao pudor no mundo físico podem esperar enfrentar as consequências, o mesmo acontece com os infratores que cometem seus crimes online; se esconder atrás de uma tela não o esconde da lei." Como denunciar postagens no Instagram, TikTok e Kwai e em outras redes sociais Foto de Kate: clique e veja detalhes que despertaram desconfiança sobre a imagem "O cyberflashing é um crime degradante e angustiante que não pode ser tolerado ou normalizado", disse o secretário da Justiça, Alex Chalk. "Mudamos a lei para que aqueles que cometem esses atos vis passem algum tempo atrás das grades, e a sentença de hoje é um recado claro de que tal comportamento terá consequências graves." A professora Clare McGlynn, autora de Cyber-flashing: Recognizing Harms, Reforming Laws ("Cyberflashing: reconhecendo danos, reformando leis", em tradução literal), disse ao programa Today da BBC Radio 4 que temia que ainda permanecessem lacunas na lei. Ela disse que era um "limiar difícil" para os promotores provarem se um réu pretendia causar choque, angústia ou humilhação. "Eles dizem que foi uma forma de brincadeira ou que estavam fazendo isso apenas para rir e não tinham intenção de fazer mal", disse McGlynn, da Universidade de Durham. "Mesmo que saibamos que não é o caso, temos que provar a intenção de causar sofrimento." A atriz, apresentadora e comediante Emily Atack Little Gem Productions/BBC TikTok sob pressão: por que a rede desperta desconfiança de políticos nos EUA A questão do cyberflashing foi explorada em um documentário da BBC Two no ano passado chamado Emily Atack: Asking for It? Atack, a atriz, apresentadora e ativista compartilhou sua experiência pessoal de cyberflashing e assédio online. Em declarações ao programa Today, Atack disse que estava "sofrendo em silêncio" depois de ter recebido "milhares e milhares" de imagens não solicitadas online. "Eu estava recebendo mensagens de diferentes homens, diferentes imagens, vídeos — qualquer coisa que você possa imaginar", disse ela, de 34 anos. "Descobri que isso estava realmente destruindo quem eu era como pessoa e questionando todo o meu ser, tudo o que eu era como mulher." "Esses comportamentos foram normalizados desde o início dos tempos e isso é algo que realmente precisamos observar." LEIA TAMBÉM: Teve um nude vazado? Saiba como juntar provas, denunciar e pedir remoção da internet 'Ele quis me aniquilar viva': saiba o que é pornografia de revanche e conheça histórias de vítimas STALKING: saiba quando a perseguição na internet se torna crime Teve um nude vazado? Prática é crime; saiba como denunciar

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...