quarta-feira, 5 de junho de 2024

São Paulo terá 'Olímpiada de Redação' corrigida com auxílio de inteligência artificial


Competição será destinada para estudantes da rede pública estadual de ensino. Professores terão apoio de tecnologia presente na plataforma Redação Paulista. São Paulo terá 'Olimpíada de Redação' jcomp/Freepik A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (Seduc-SP) irá realizar uma "Olimpíada de Redação" com o uso de inteligência artificial para auxiliar na correção de textos. Uma resolução com o tema foi publicada na terça-feira (4). ✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias do g1 SP no WhatsApp De acordo com a secretaria, o objetivo da olimpíada será estimular a escrita dos estudantes de escolas públicas do estado, além de desenvolver a habilidade dos alunos em Língua Portuguesa e Produção Textual. A Coordenadoria Pedagógica será responsável pela formulação dos temas das redações. Os textos serão produzidos pelos estudantes dentro da plataforma Redação Paulista. A ferramenta conta com inteligência artificial, que funciona como um assistente de correção virtual. Entenda mais abaixo. As redações que participarem da olimpíada serão avaliadas em duas etapas: Na primeira etapa, os professores terão de classificar 10% dos textos de cada escola, por ano ou série. Nesta fase, os avaliadores farão a análise dos textos com o apoio de inteligência artificial. Na segunda etapa, os textos aprovados passarão por uma nova seleção a nível municipal. Nesta fase, 5% das redações serão classificadas por meio de uma banca avaliadora composta por professores. As redações escolhidas pela banca avaliadora serão premiadas. Poderão participar da Olímpiada de Redação estudantes do 6º ao 9º do Ensino Fundamental, além dos alunos do Ensino Médio. O governo do estado ainda não divulgou uma data para a realização da olimpíada. Inteligência artificial Inteligência artificial está sendo testada para produzir material didático A ferramenta de inteligência artificial implementada dentro da plataforma Redação Paulista começou a funcionar em novembro de 2023. Dados obtidos pela TV Globo apontam que, até março deste ano, mais de 400 mil redações foram corrigidas com o auxílio do recurso. Segundo a Seduc-SP, a plataforma Redação Paulista realiza automaticamente uma correção ortográfica e gramatical do texto de cada estudante antes que ele seja enviado, "que servem para alertar o aluno a forma correta da escrita". Depois que o texto é enviado, os professores recebem informações da plataforma que indicam se foram seguidos os critérios avaliativos obrigatórios, como coerência, argumentação e adesão ao tema. A secretaria informou que todos os tópicos apontados pela inteligência artificial precisam ser validados pelo professor, que é responsável pela avaliação final da redação. Dados obtidos via Lei de Acesso à Informação mostram ainda que a Secretaria Estadual da Educação prevê gastar R$ 900 mil por mês pela ferramenta. VÍDEOS: mais assistidos do g1

terça-feira, 4 de junho de 2024

Microsoft anuncia demissão de cerca de 1 mil funcionários, diz site


Desligamento atinge equipes que atuam no desenvolvimento dos óculos de realidade mista e também do serviço de nuvem da empresa. Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016 REUTERS/Charles Platiau A Microsoft está demitindo cerca de 1 mil funcionários nas áreas de realidade mista, que desenvolve os óculos HoloLens, e também da Azure, serviço de nuvem (cloud) da empresa. Os desligamentos começaram na segunda-feira (3), confirmou Craig Cincotta, porta-voz da Microsoft, ao portal de tecnologia "The Verge". "Ajustes organizacionais e da força de trabalho são uma parte necessária e regular da gestão do nosso negócio", afirmou Craig. O g1 procurou a Microsoft para saber se a equipe no Brasil também foi atingida e aguarda retorno. O porta-voz não cita cortes na Azure, mas o portal "Business Insider" cita que "pessoas familiarizadas" com assunto confirmaram o desligamento de "centenas de trabalhadores" nessa área. "Anunciamos uma reestruturação da organização realidade mista da Microsoft. Continuamos totalmente comprometidos com o programa IVAS do Departamento de Defesa e continuaremos a fornecer tecnologia de ponta para apoiar os nossos soldados", disse Craig sobre as demissões no setor da realidade mista. "Continuaremos a vender o HoloLens 2 enquanto oferecemos suporte aos clientes e parceiros existentes do HoloLens 2", completou. O HoloLens 2 é um dispositivo que "une" físico e virtual para interações em indústrias, hospitais, escolas e até mesmo atividades militares. O equipamento foi lançado no Brasil em 2023 custando R$ 60 mil. HoloLens 2: 'óculos' de realidade mista que custa quase R$ 60 mil é lançado no Brasil Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

segunda-feira, 3 de junho de 2024

X, ex-Twitter, libera oficialmente conteúdo pornográfico


Material adulto não era explicitamente proibido e já circula livremente na rede social, mas mudança define regras para compartilhamento. Usuários deverão sinalizar fotos e vídeos sensíveis e não poderão mostrá-los em áreas de destaque, como a foto de perfil. Página inicial do X, antigo Twitter AP Photo/Rick Rycroft O X, antigo Twitter, anunciou atualizou suas regras para permitir oficialmente a divulgação de conteúdo adulto explícito. A rede social já não proibia explicitamente materiais pornográficos, que já circulavam livremente na plataforma, mas, agora, eles estão formalmente liberados. As novas diretrizes do X permitem que usuários publiquem "nudez adulta ou comportamento sexual produzido e distribuído consensualmente". A rede social exige que esse conteúdo seja sinalizado e proíbe sua exibição de forma destacada, como em fotos de perfil. "A expressão sexual, seja visual ou escrita, pode ser uma forma legítima de expressão artística", aponta a nova regra. "Equilibramos essa liberdade restringindo a exposição ao conteúdo adulto para crianças ou usuários adultos que optam por não vê-lo". De acordo com as novas regras, o X vai tratar como conteúdo adulto "qualquer material produzido e distribuído consensualmente que retrate nudez adulta ou comportamento sexual que seja pornográfico ou com intenção de causar excitação sexual". A política também se estende a conteúdos gerados por inteligência artificial, animações, desenhos animados, hentai e anime. Mesmo com a mudança, a plataforma informa que proíbe "conteúdo que promova exploração, não consentimento, objetificação, sexualização ou danos a menores e comportamentos obscenos". O X orienta usuários que publicam conteúdo adulto a ajustarem as configurações de suas contas para sinalizar que suas imagens e vídeos podem ser sensíveis, o que fará o conteúdo ser coberto por um aviso no feed. Se isso não for feito, a própria rede social poderá ativar esse alerta no perfil. Como funciona em outras redes? A nova regra do X vai no sentido oposto ao de plataformas como o Facebook e o Instagram. As duas redes controladas pela Meta proíbem nudez com exceção de fotos em contextos de amamentação, parto, em situações ligadas à saúde, em atos de protesto ou em pinturas e esculturas. Desde que adquiriu o Twitter em 2022, com a intenção declarada de promover a liberdade de expressão, Musk enfrentou críticas por reduzir as equipes de moderação de conteúdo. Assumindo a responsabilidade pelo ato, a plataforma também passou por problemas técnicos e restabeleceu contas de teóricos da conspiração de direita e do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Musk também pretende expandir a base de receita do X para além da publicidade e transformá-lo em um "super aplicativo", semelhante ao WeChat da China, que integra serviços de mensagens, chamadas de voz e vídeo, redes socias, pagamentos móveis e reservas.

MrBeast se torna o canal com o maior números de inscritos do YouTube


Considerado o maior influenciador do mundo pela Forbes, ele ultrapassou, no sábado (1º), a gravadora indiana T-Series, que deteve o recorde de maior canal por cinco anos. Jimmy Donaldson, conhecido como MrBeast Richard Shotwell/Invision/AP O canal do influenciador MrBeast se tornou a conta com o maior número de inscritos no YouTube no sábado (1º), ultrapassando a gravadora indiana T-Series, que deteve o recorde por cinco anos. Nesta segunda-feira (3), o youtuber já acumulava 270 milhões de inscritos em seu canal, enquanto a T-Series, 266 milhões. MrBeast, cujo nome verdadeiro é Jimmy Donaldson, é um americano de 26 anos que costuma publicar vídeos com desafios, como passar horas na Antártica, ou jogos valendo dinheiro. Mas nem todos se encaixam nestas categorias: um vídeo de 2023, por exemplo, superou as 150 milhões de visualizações ao mostrar um trem caindo em um buraco Considerado o maior influenciador do mundo pela Forbes, MrBeast também produz conteúdo para o Instagram e o TikTok, mas o YouTube é a rede onde ele é mais conhecido. Ele ganhou destaque por investir parte do que ganha em vídeos ultracaros: alguns chegam a custar milhões para serem produzidos. Na rede social X, o influenciador celebrou a conquista dizendo que “vingou” o youtuber sueco PewDiePie, que, em 2019, chegou a lançar uma campanha para ultrapassar o T-Series em número de inscritos. Initial plugin text Forbes divulga lista dos maiores influenciadores do mundo em 2023 Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual

domingo, 2 de junho de 2024

Uma a cada três cidades com antenas 5G ainda não tem sinal ativo; veja mapa

Dos 763 municípios com antenas compatíveis, 269 ainda não receberam licenciamento. Trâmite federal é um dos principais entraves, segundo operadoras. Ainda assim, empresas afirmam que país está adiantado em relação ao cronograma estabelecido pela Anatel. Quase dois anos depois da chegada da internet 5G ao Brasil, uma a cada três cidades com antenas compatíveis ainda não disponibiliza a tecnologia. Isso acontece especialmente fora das capitais (veja no mapa abaixo a situação na sua região). Até maio deste ano, dos 5.570 municípios brasileiros, 763 possuíam antenas compatíveis, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No entanto, de acordo com dados da Conexis, que representa as principais operadoras, 269 desses municípios ainda não utilizavam efetivamente a rede. Segundo as operadoras, essa diferença nos números acontece porque em algumas cidades com antenas ainda não há autorização para ativar o sinal (saiba mais ao final da reportagem). Para operar o 5G em uma cidade, as empresas precisam de licenciamentos municipal e federal. O licenciamento federal, que é feito após o municipal, é visto como um entrave pela Conexis. Mas, ainda assim, a responsável pelas operadoras diz estar adiantada nas metas para disponibilização. O cronograma prevê que ela seja completamente implementada nas 26 capitais e no Distrito Federal até julho de 2025. E só a partir dessa data começam a vencer os prazos para a tecnologia chegar a cidades menores. 👉 Confira no MAPA abaixo qual a situação da sua região. Digite o nome de um município no campo de pesquisa ou passe o mouse sobre a cidade. ➡️ Até o início de maio, o país tinha 21.713 antenas instaladas, também chamadas de estações rádio-base (ERB). Quando a tecnologia completou 1 ano no Brasil, em julho de 2023, eram 13 mil. Mais da metade (66%) está concentrada nas capitais. Quanto mais antenas por habitantes, maior a cobertura da rede. Vale lembrar que, além da disponibilização do sinal pelas operadoras, para usar o 5G é necessário ter um celular compatível. O cronograma para a implementação da rede 5G no Brasil foi divulgado em 2021, pela Anatel. Brasília foi a primeira capital onde a tecnologia foi autorizada, em julho daquele ano. Os primeiros três passos, voltados para as capitais, já foram cumpridos, segundo a agência: capitais e Distrito Federal tendo uma ERB a cada 100 mil habitantes, cujo prazo era até 27 de novembro de 2022; capitais e Distrito Federal tendo uma ERB a cada 50 mil habitantes; previsto para 31 de julho de 2023; capitais e Distrito Federal tendo uma ERB a cada 30 mil habitantes, estabelecido para 31 de julho de 2024. "Se compararmos o cronograma com o que está sendo feito, nós estamos bem adiantados. Porque as obrigações para 2024 nós já cumprimos", disse Marcos Ferrari, presidente da Conexis, ao g1. Ainda de acordo com a agenda da Anatel, a próxima meta, que deve ser realizada até 31 de julho de 2025, é que as capitais e o DF, e também as cidades com mais de 500 mil habitantes, tenham uma antena a cada 10 mil habitantes. Por que existe diferença nos números das cidades com conexão? A associação das operadoras explica que a disparidade entre o número de cidades com antenas e as que de fato utilizam a conexão se dá, entre outros motivos, por conta dos processos de licenciamentos. Primeiro, a empresa precisa do licenciamento municipal para instalar a antena física e a infraestrutura necessária. Os municípios devem seguir padrões técnicos previamente definidos, além de se adequar à Lei Geral de Antenas, criada para facilitar a implementação da rede no país. A partir daí, a Anatel, que cuida das telecomunicações no país, realiza o licenciamento federal. São exigidos documentos sobre as características técnicas da infraestrutura, a concessão do serviço e o pagamento de taxas extras. Depois disso, a Anatel tem até 30 dias para autorizar a ativação do sinal. Leia também: Qual celular escolher: Galaxy S23 Ultra ou S24 Ultra? O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade É possível controlar mouse apenas com o pensamento? Empresa de Musk diz que sim g1 testou os óculos de realidade virtual da Apple; veja as impressões no vídeo abaixo Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual Assista ao vídeo abaixo e saiba como identificar câmera escondida Câmera escondida: veja como identificar

Após tentar banir TikTok nos EUA, Trump entra no app de olho na campanha presidencial


Porta-voz do empresário disse que estratégia é se aproximar do público mais jovem. Conta foi aberta dois dias depois de ele ter se tornado o primeiro ex-presidente a ser condenado por um crime. Após tentar banir TikTok nos EUA, Trump entra no app de olho na campanha presidencial Reprodução Após tentar banir o TikTok nos EUA enquanto era presidente, Donald Trump abriu uma conta no aplicativo neste domingo (2) de olho na sua campanha para as eleições presidenciais, dois dias depois de se tornar o primeiro ex-presidente a ser condenado por um crime. “É uma honra”, disse Trump no vídeo do TikTok, que apresenta imagens dele acenando para os fãs e posando para selfies na luta do Ultimate Fighting Championship (UFC), em Newark, Nova Jersey, na noite de sábado (1º). O vídeo termina com Trump dizendo para a câmera: “Foi uma boa caminhada, certo?” Trump já acumulou mais de 1,5 milhão de seguidores e sua postagem teve mais de 2 milhão de curtidas e 32 milhões de visualizações. “Não deixaremos nenhuma frente indefesa e isso representa o alcance contínuo a um público mais jovem que consome conteúdo pró-Trump e anti-Biden”, disse o porta-voz de Trump, Steven Cheung, em um comunicado sobre a decisão da campanha de aderir à plataforma. “Não há lugar melhor do que um evento do UFC para lançar o Tik Tok do presidente Trump, onde ele recebeu as boas-vindas de um herói e milhares de fãs o aplaudiram”, acrescentou Cheung, segundo informou a agência de notícias Associated Press (AP). Trump tentou banir o TikTok dos EUA em 2020, alegando, sem provas, risco de espionagem de dados de usuários por parte da China. A Justiça barrou banimento do app na época, mas o atual presidente dos EUA, Joe Biden, retomou a discussão e sancionou, em abril, uma lei que pode banir o TikTok do país. Campanha eleitoral Ao longo de sua campanha, Trump usou aparições em lutas do UFC para projetar uma imagem de força e para tentar atrair potenciais eleitores que talvez não acompanhem de perto a política ou não se envolvam com fontes de notícias tradicionais, informou a AP. Também faz parte de um esforço mais amplo para se conectar com os jovens e os eleitores das minorias, especialmente os homens latinos e negros. O TikTok, de propriedade da ByteDance, com sede em Pequim, em cerca de 170 milhões de usuários nos EUA, a maioria dos quais são mais jovens – um grupo demográfico que é especialmente difícil de ser alcançado pelas campanhas porque evitam a televisão.

sábado, 1 de junho de 2024

Ticketmaster confirma invasão hacker que pode ter exposto dados de 560 milhões de clientes


A controladora da empresa, a Live Nation, diz que investiga o caso. Após a repercussão, o Procon notificou a companhia para entender se consumidores brasileiros foram afetados. Dados estão sendo vendidos por US$ 500 milhões. Logos da Live Nation Entertainment e da Ticketmaster. Montagem de 23 de maio de 2024. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration A Live Nation Entertainment, controladora da líder global Ticketmaster, confirmou na sexta-feira (31) que o banco de dados da plataforma de emissão de ingressos foi invadido por terceiros e que investiga o caso. O ocorrido pode ter exposto informações sigilosas de 560 milhões de clientes. De acordo com a agência de notícias Reuters, os dados estariam sendo vendidos por US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,6 bilhões). Em uma declaração federal enviada à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a Live Nation disse que identificou uma "atividade não autorizada dentro de um ambiente de banco de dados em nuvem de terceiros". A confirmação acontece depois que um grupo de hackers conhecido como ShinyHunters reivindicou, no dia 20 de maio, a autoria do roubo de informações de mais de 500 milhões de clientes. Segundo a publicação dos hackers em um fórum on-line, as informações roubadas contêm nomes, endereços, contatos telefônicos e parte de números de cartões de crédito dos clientes da Ticketmaster. No documento, porém, a Live Nation não menciona o grupo e afirma que é “improvável” que o ocorrido cause alguma repercussão material. “A violação não teve e é improvável que tenha um impacto material nos negócios ou nas finanças da Live Nation. Continuamos avaliando os riscos e nossos esforços de remediação continuam”, disse a empresa. Para averiguar possíveis impactos a consumidores brasileiros, o Procon-SP notificou a empresa e solicitou informações sobre cadastros de consumidores e de que forma os dados dos consumidores são captados e permanecem armazenados nos servidores. O vazamento ocorre em meio à acusação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de que Live Nation operaria um monopólio que "sufoca sua concorrência" no mercado de venda de ingressos e promoção de shows. A ação antitruste busca a divisão da empresa e alega que a controladora usa "conduta excludente" para exercer uma influência desproporcional sobre a maioria dos locais de shows ao vivo nos Estados Unidos. Leia mais: Procon notificou Ticketmaster sobre ataque hacker Entenda como se proteger de vazamento de dados Especialistas alertam para os riscos da exposição de dados

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...