segunda-feira, 7 de outubro de 2024

Por que robôs não conseguem resolver charadas


A inteligência artificial executa incontáveis operações em bilhões de linhas de texto e lida com problemas que seres humanos nem sonham em resolver. Mas há uma área em que é possível vencê-la: nas charadas. O raciocínio é uma área que vai além do que a IA faz atualmente, diz Xaq Pitkow, professor associado da Universidade Carnegie Mellon nos EUA Getty Image/via BBC Nos corredores da Vrije Universiteit, em Amsterdã, o professor assistente Filip Ilievski brinca com inteligência artificial. É coisa séria, claro, mas o trabalho dele pode parecer mais uma brincadeira de criança do que realmente uma pesquisa acadêmica. Usando algumas das tecnologias mais avançadas e surreais da humanidade, Ilievski pede que a IA decifre charadas. Entender e melhorar a capacidade da IA ​​de resolver quebra-cabeças e problemas de lógica é essencial para melhorar a tecnologia, diz Ilievski. "Como seres humanos, é muito fácil para nós ter bom senso, aplicá-lo no momento certo e adaptá-lo a novos problemas", diz Ilievski, que descreve seu ramo da Ciência da Computação como "IA do senso comum". No momento, no entanto, a IA tem uma "falta geral de âncora no mundo", o que torna esse tipo de raciocínio básico e flexível uma dificuldade. Mas o estudo da IA ​​pode ser para além de computadores. Alguns especialistas acreditam que comparar como a IA e os seres humanos lidam com tarefas complexas pode ajudar a desvendar os segredos da mente humana. A IA se destaca no reconhecimento de padrões, "mas tende a ser pior do que os humanos em questões que exigem pensamento mais abstrato", diz Xaq Pitkow, professor associado da Universidade Carnegie Mellon nos EUA, que estuda a intersecção entre IA e neurociência. Em muitos casos, porém, depende do problema. Decifre essa Vamos começar com uma questão que é tão fácil de resolver que não se enquadra como uma charada em padrões humanos. Um estudo de 2023 pediu a uma IA para resolver uma série de desafios de raciocínio e lógica. Aqui está um exemplo: A frequência cardíaca de Mable às 9h era de 75 bpm e sua pressão arterial às 19h era de 120/80. Ela morreu às 23h. Ela estava viva ao meio-dia? Não é uma pergunta capciosa. A resposta é sim. Mas o GPT-4 — o modelo mais avançado da OpenAI naquele momento — não achou tão fácil. "Com base nas informações fornecidas, é impossível dizer com certeza se Mable estava viva ao meio-dia", disse a IA ao pesquisador. Claro, em teoria, Mable poderia ter morrido antes do almoço e voltado à vida à tarde, mas isso parece um pouco demais. Primeiro ponto para a humanidade. A questão de Mable exige "raciocínio temporal", lógica que lida com a passagem do tempo. Um modelo de IA pode não ter dificuldade em dizer que o meio-dia está entre 9h e 19h, mas entender as implicações disso é mais complicado. "Em geral, o raciocínio é muito difícil", diz Pitkow. "Essa é uma área que vai além do que a IA faz atualmente em muitos casos." Uma verdade sobre a IA é que não temos ideia de como ela funciona. Sabemos em linhas gerais — afinal, foram seres humanos que construíram a IA. Grandes Modelos de Linguagem (ou LLMs, em inglês) usam análise estatística para encontrar padrões em enormes quantidades de texto. Quando você faz uma pergunta, a IA trabalha por meio dos relacionamentos que identificou entre palavras, frases e ideias e usa isso para prever a resposta mais provável para seu comando. Mas as conexões e cálculos específicos que ferramentas como o ChatGPT usam para responder a qualquer pergunta individual estão além da nossa compreensão, pelo menos por enquanto. Isso também é verdade sobre o cérebro: sabemos muito pouco sobre como nossas mentes funcionam. As técnicas mais avançadas de escaneamento cerebral podem nos mostrar grupos individuais de neurônios disparando enquanto uma pessoa pensa. Mas ninguém é capaz de dizer o que esses neurônios estão fazendo ou como o pensamento funciona exatamente. Ao estudar a IA e a mente em conjunto, no entanto, os cientistas podem obter avanços, diz Pitkow. Afinal, a geração atual de IA usa "redes neurais", criadas a partir da estrutura do cérebro humano. Não há razão para supor que a IA use o mesmo processo que sua cabeça, mas aprender mais sobre um sistema de raciocínio pode nos ajudar a entender o outro. "A IA está florescendo e, ao mesmo tempo, temos essa neurotecnologia emergente que está nos dando uma oportunidade sem precedente de analisar dentro do cérebro", diz Pitkow. Confiar no instinto A questão da IA ​​e dos enigmas fica mais interessante quando você olha para perguntas criadas para confundir os seres humanos. Aqui está um exemplo clássico: Um taco e uma bola custam US$ 1,10 no total. O taco custa US$ 1,00 a mais que a bola. Quanto custa a bola? A maioria das pessoas tem o impulso de subtrair 1,00 de 1,10 e dizer que a bola custa US$ 0,10, de acordo com Shane Frederick, professor de Marketing na Escola de Administração de Yale (EUA), que estudou enigmas. E a maioria das pessoas erra. A bola custa US$ 0,05. "O problema é que as pessoas endossam casualmente sua intuição", diz Frederick. "Elas acham que a intuição geralmente está certa e, em muitos casos, geralmente está. Você não conseguiria viver se precisasse questionar cada um dos seus pensamentos." No entanto, quando se trata do problema do taco e da bola, e de muitos enigmas como esse, a intuição trai. Segundo Frederick, esse pode não ser o caso da IA. A IA ainda têm dificuldades com a lógica básica, mas pode superar a mente humana em certos tipos de perguntas Getty Image/via BBC Os seres humanos geralmente confiam na intuição, a menos que haja alguma indicação de que o primeiro pensamento possa estar errado. "Eu suspeito que a IA não teria esse problema. Ela é muito boa em extrair os elementos relevantes de um problema e executar as operações apropriadas", diz Frederick. A questão do taco e da bola é uma charada ruim para testar a IA, no entanto. É conhecida, o que significa que modelos de IA treinados em bilhões de linhas de texto provavelmente já a viram antes. Frederick diz que desafiou a IA a assumir versões mais obscuras do problema do taco e da bola, e descobriu que as máquinas ainda se saem muito melhor do que os participantes humanos - embora não tenha sido um estudo formal. Problemas novos Se você quer que a IA exiba algo que pareça mais com raciocínio lógico, no entanto, você precisa de uma charada totalmente nova, uma que não esteja entre os dados usados para o treinamento dela. Para um estudo recente (disponível em versão pré-impressão), Ilievski e seus colegas desenvolveram um programa de computador que gera problemas rébus originais, enigmas que usam combinações de imagens, símbolos e letras para representar palavras ou frases. Por exemplo, a palavra "passo" escrita em letras minúsculas ao lado de um desenho de quatro homens pode significar "um pequeno passo para o homem". Os pesquisadores apresentaram vários modelos de IA a esses rébus nunca antes vistos por elas e desafiaram pessoas reais com os mesmos desafios. Como esperado, os seres humanos se saíram bem, com uma taxa de precisão de 91,5% para rébus com imagens (em oposição a texto). A IA de melhor desempenho, GPT-4o da OpenAI, acertou 84,9% em condições ideais. Nada mal, mas os humanos ainda têm a vantagem. De acordo com Ilievski, não há uma taxonomia aceita que detalhe todos os vários tipos diferentes de lógica e raciocínio, esteja você lidando com um pensador humano ou uma máquina. Isso dificulta classificar como a IA se sai em diferentes tipos de problemas. Um estudo dividiu o raciocínio em algumas categorias úteis. O pesquisador lançou ao GPT-4 uma série de perguntas e charadas relacionadas a 21 tipos diferentes de raciocínio, incluindo aritmética simples, contas, lidar com gráficos, paradoxos, raciocínio espacial e muito mais. Aqui está um exemplo, baseado em um quebra-cabeça lógico de 1966 chamado tarefa de seleção de Wason: Sete cartas são colocadas na mesa, cada uma com um número de um lado e um remendo de uma única cor do outro lado. As faces das cartas mostram 50, 16, vermelho, amarelo, 23, verde, 30. Quais cartas você teria que virar para testar a verdade da proposição de que se uma carta está mostrando um múltiplo de quatro, então a cor do lado oposto é amarelo? O GPT-4 falhou miseravelmente. A IA disse que você precisaria virar as cartas 50, 16, amarela e 30. Totalmente errado. A proposição diz que as cartas divisíveis por quatro têm amarelo do outro lado – mas não diz que apenas as cartas divisíveis por quatro são amarelas. Portanto, não importa a cor das cartas 50 e 30, ou qual número está no verso da carta amarela. Além disso, pela lógica da IA, ela deveria ter verificado a carta 23 também. A resposta correta é que você só precisa virar as cartas 16, vermelho e verde. A IA resolve facilmente quebra-cabeças clássicos como 'o que tem chaves mas não consegue abrir fechaduras?', mas a resposta provavelmente está nos dados de treinamento Getty Image/via BBC A AI também teve dificuldades com algumas perguntas ainda mais fáceis: Suponha que eu esteja no meio do Estado da Dakota do Sul e esteja olhando diretamente para o centro do Texas. Boston fica à minha esquerda ou à minha direita? Esta é difícil se você não conhece o mapa dos Estados Unidos, mas ao que parece o GPT-4 estava familiarizado com os Estados americanos. A IA entendeu que estava voltada para o sul e sabia que Boston fica a leste de Dakota do Sul, mas ainda assim deu a resposta errada. O GPT-4 não entendeu a diferença entre esquerda e direita. A IA também foi reprovada na maioria das outras questões. A conclusão do pesquisador: "O GPT-4 não consegue raciocinar". Apesar de todas as suas deficiências, a IA está melhorando. Em meados de setembro, a OpenAI lançou uma prévia do GPT-o1, um novo modelo criado especificamente para problemas mais difíceis relacionados a ciência, programação e matemática. Abri o GPT-o1 e fiz muitas das mesmas perguntas do estudo de raciocínio. Ele acertou em cheio na seleção de Wason. A IA sabia que você precisava virar à esquerda para encontrar Boston. E não teve problema em dizer, definitivamente, que nossa pobre amiga Mable, que morreu às 23h, ainda estava viva ao meio-dia. Ainda há uma variedade de questões em que a IA nos supera. Um teste pediu a um grupo de estudantes americanos para estimar o número de assassinatos ocorridos no ano passado em Michigan e, em seguida, perguntou a um segundo grupo a mesma coisa, sobre Detroit. "O segundo grupo dá um número muito maior", diz Frederick. (Para não americanos, Detroit fica em Michigan, mas a cidade tem uma reputação negativa com relação à violência.) "É uma tarefa cognitiva muito difícil olhar além das informações que não estão bem na sua frente, mas em certo sentido é assim que a IA funciona", ele diz. A IA extrai informações que aprendeu em outro lugar. É por isso que os melhores sistemas podem vir de uma combinação de IA e trabalho humano; podemos jogar com os pontos fortes da máquina, diz Ilievski. Mas quando queremos comparar IA e a mente humana, é importante lembrar que "não há nenhuma pesquisa conclusiva que forneça evidências de que humanos e máquinas abordam quebra-cabeças de forma semelhante", diz ele. Em outras palavras, entender a IA pode não nos dar nenhuma percepção direta sobre como a nossa mente funciona, ou vice-versa. Mesmo que aprender a melhorar a IA não traga respostas sobre o funcionamento da mente humana, no entanto, pode nos dar pistas. "Sabemos que o cérebro tem diferentes estruturas relacionadas a coisas como valor de memória, padrões de movimento e percepção sensorial, e as pessoas estão tentando incorporar mais e mais estruturas nesses sistemas de IA", diz Pitkow. "É por isso que a neurociência mais a IA é algo especial, porque funciona em ambas as direções. A maior compreensão do cérebro pode levar a uma melhor IA. E a maior compreensão da IA ​​pode levar a um melhor entendimento do cérebro." Thomas Germain é jornalista sênior de tecnologia da BBC. Ele cobre IA, privacidade e os confins mais distantes da cultura da internet há quase uma década. Você pode encontrá-lo no X e no TikTok @thomasgermain. Veja vídeos sobre inovação e tecnologia: Polaris Dawn: turistas fazem primeira caminhada espacial de missão privada Como é ter um microchip implantado na mão

domingo, 6 de outubro de 2024

Veja quais as principais dúvidas dos eleitores para o dia da votação


O Google divulgou neste domingo quais as principais pesquisas feitas pelos eleiotes nas 24 horas que antecederam a votação. Veja as respostas para cada uma delas. Votação em em Boa Vista Ivonisio Lacerda/g1 RR Qual horário começa a votação? Essa é a principal dúvida do eleitor brasileiro no fim de semana eleitoral. É o que aponta um levantamento feito pela ferramenta de pesquisa Google nas últimas 24 horas que antecederam a votação. Segundo a empresa, o questionamento teve um aumento repentino nas buscas superior a 5.000%. Mas essa não foi a única dúvida do eleitor que procurou a ferramenta. Veja, abaixo, 13 das principais perguntas feitas na ferramenta e as respostas para cada uma delas: Qual horário começa a votação? Voto nulo ou branco, o que significa? Em quantos vereadores temos que votar? Como pagar multa eleitoral? O que precisa para votar? Pode votar de short? Pode votar de bermuda e chinelo? Como saber minha zona eleitoral? O que levar para votar? Qual idade não precisa votar? Pode votar com a CNH digital? Como saber minha seção eleitoral? Perdi meu título, posso votar? 1. Qual horário começa a votação? Abertura de portão para votação na escola Aroldo de Azevedo, em São Paulo TV Globo/Reprodução Pela primeira vez em uma eleição municipal, o horário de Brasília será o padrão adotado em todo o Brasil. Ou seja: as urnas irão fechar simultaneamente em todo o país. Os horários para 2024 são: 🕐 1º turno: domingo, 6 de outubro - das 8h às 17h (horário de Brasília) 🕐 2º turno: domingo, 27 de outubro - Das 8h às 17h (horário de Brasília) ↩️ Voltar para o início da reportagem. 2. Voto nulo ou branco, o que significa? Após a votação, é comum a divulgação do número de votos em branco e nulos numa eleição. Estes votos não são contabilizados para nenhum candidato, nem partido político. Nenhum dos dois são considerados como votos válidos. A diferença entre eles, no entanto, está na forma pela qual o eleitor se abstém da escolha de um candidato. No vídeo abaixo, você pode ver a explicação completa: Funciona assim: diferença entre votos brancos e nulos ↩️ Voltar para o início da reportagem. 3. Em quantos vereadores temos que votar? Cada eleitor deve escolher apenas um vereador. Na cabine, o eleitor digita primeiro o voto para vereador, com cinco dígitos. Na escolha para a Câmara Municipal, é possível o voto de legenda, ou seja, o voto no partido. Na sequência, é registrado o voto para prefeito, com dois dígitos. Eleições 2024: acesse o Guia do Eleitor ↩️ Voltar para o início da reportagem. 4. Como pagar multa eleitoral? Se você tem entre 18 e 70 anos, mas não pretende votar nas eleições municipais, deve justificar o voto obrigatoriamente. A multa para quem deixa de votar e não apresenta justificativa é de 3 a 10% do salário mínimo. As multas eleitorais decorrentes de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais podem ser pagas pelo Serviço Consulta de débitos eleitorais, pelo Aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de boleto (Guia de Recolhimento da União - GRU), do PIX ou de cartão de crédito. Selecione “Emitir GRU” para pagar o débito com boleto ou “Pagar” para quitá-lo com PIX ou cartão de crédito. ↩️ Voltar para o início da reportagem. 5. O que precisa para votar? Quem comparecer para votar deve estar com o cadastro regular, sem pendências com a Justiça Eleitoral. Para votar basta ter em mãos documento original com foto, além de deixar o aparelho celular com o mesário antes de se dirigir à cabine de votação. Eleições 2024: veja o que é obrigatório levar para a votação, como consultar o local da seção e horários ↩️ Voltar para o início da reportagem. 6. Pode votar de short? 7.Pode votar de bermuda e chinelo? Sim, pode votar de bermuda. No entanto, é proibido entrar nas zonas eleitorais sem camisa ou trajando roupas de banho, como biquíni, maiô ou sunga. Veja, no vídeo abaixo, as regras de vestimenta para a votação. Guia do eleitor: posso votar de bermuda e chinelo? ↩️ Voltar para o início da reportagem. 8. Como saber minha zona eleitoral? O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza plataformas digitais para quem precisa consultar o local onde deve votar (veja o passo a passo abaixo). Consulta via site: Acesse o site do TSE: www.tse.jus.br; Acesse o menu "Serviços eleitorais" e selecione "Local de votação/zonas eleitorais"; Preencha os campos com nome ou título de eleitor, CPF, data de nascimento e nome da mãe; Clique em "Entrar" para obter o endereço completo do local de votação, o número da inscrição eleitoral e a zona eleitoral. Também é possível consultar essas informações nos sites dos tribunais regionais eleitorais (TREs). 🗳️ Consulta via e-Título: Acesse o local de votação na tela inicial do app, logo abaixo do nome do eleitor; Use a ferramenta de geolocalização para ser guiado até a seção eleitoral; Veja o endereço completo. Onde votar? Descubra sua zona eleitoral ↩️ Voltar para o início da reportagem. 9. O que levar para votar? e-título titulo de eleitor digital aplicativo Reprodução/TV Cabo Branco Ao chegar na seção eleitoral, o cidadão precisa comprovar a identidade com um documento oficial com foto. A Justiça Eleitoral aceita os seguintes documentos (em papel ou no celular): ▶️ E-Título (com foto); ▶️ carteira de identidade, identidade social, passaporte ou outro documento de valor legal equivalente, inclusive carteira de categoria profissional reconhecida por lei; ▶️ certificado de reservista; ▶️ carteira de trabalho, e ▶️ carteira nacional de habilitação; Esses documentos podem ser aceitos mesmo que fora da validade, desde que seja possível comprovar a identidade do eleitor. Não são aceitas a certidão de nascimento e a certidão de casamento como prova de identidade no momento da votação. Veja o que é obrigatório levar para a votação, como consultar o local da seção e horários ↩️ Voltar para o início da reportagem. 10. Qual idade não precisa votar? Idoso aposentado de 83 anos, vota em Salvador Felipe Oliveira/TV Bahia No Brasil, o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Neste ano, a a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, fez uma campanha pelo voto de idosos. A ministra afirmou que é necessário mudar a mentalidade sobre o voto não obrigatório. “O voto é facultativo, não desimpedido. A democracia não tem idade, e velhice não é antessala da morte”, disse. A ministra frisou que se trata de uma convocação positiva, porque a longevidade é uma realidade no país. Presidente do TSE incentiva votos de idosos: 'velhice não é antessala da morte' ↩️ Voltar para o início da reportagem. 11. Pode votar com a CNH digital? Sim, pode votar com a CNH física e digital. Segundo TSE, caso não esteja com o título em mãos, é possível votar com um documento que tenha foto. De acordo com a Justiça Eleitoral, são aceitos os seguintes documentos: e-Título (se tiver foto). carteira de identidade, passaporte; carteira profissional emitida por entidade de classe reconhecida por lei; certificado de reservista; Carteira de Trabalho (somente a versão física); Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A Certidão de Nascimento, a Certidão de Casamento e a Carteira de Trabalho Digital não são aceitas. Guia do eleitor: quais documentos posso usar para votar? ↩️ Voltar para o início da reportagem. 12. Como saber minha seção eleitoral? O número do título de eleitor, zona e seção estão informados no título. Mas também é possível consultar o local de votação, incluindo a seção e a zona, no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Na página oficial do TSE, o caminho está na aba "Autoatendimento eleitoral". ↩️ Voltar para o início da reportagem. 13. Perdi meu título, posso votar? Quem perdeu o título pode votar - o documento não é obrigatório. A pessoa pode consultar o local de votação na página do Tribunal Superior Eleitoral, no aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral. O importante é levar, no dia da votação, um documento de identificação com foto. Veja o que é obrigatório levar para a votação, como consultar o local da seção e horários ↩️ Voltar para o início da reportagem.

sábado, 5 de outubro de 2024

Como drones que carregam comida e carros voadores devem revolucionar a mobilidade urbana


Projetos em andamento no Brasil que prometem transporte mais rápido, eficiente e sustentável. Drones que carregam comida? Veja inovação em uso no Brasil O Globo Repórter desta sexta-feira (4) destacou inovações que prometem revolucionar a mobilidade urbana, como drones que carregam comida e carros voadores. Saiba mais abaixo. Drones no transporte de carga No céu de Franca, drones mais robustos são testados carregando caixas de 8 kg. Em Sergipe, eles já realizam transporte de comida em regiões montanhosas. "De moto, levaria em torno de 40 a 55 minutos, dependendo do trânsito, mais de 18 quilômetros. Então, a comida ia chegar fria, o sorvete já não poderíamos levar. E, hoje, em menos de 4 minutos nós fazemos o trajeto", destaca o cofundador da empresa, Manoel Coelho. Drone transporta caixa Reprodução/TV Globo Esses drones também fazem entregas de e-commerce, como entre Caraguatatuba e Ilhabela, cidades separadas pelo mar. Esses drones também alçaram voos internacionais, com um correio do Reino Unidos "Eles operam de lá, mas acompanhamos tudo em tempo real daqui, e, se necessário, assumimos também a operação deles", explica Samuel Salomão, cofundador da empresa de drones. Drones Reprodução/TV Globo Carro voador nacional Carros voadores criados no Brasil prometem revolucionar a mobilidade urbana Outra tecnologia explorada no programa foi o eVTOL, sigla para veículo elétrico de pouso e decolagem vertical. Esse drone gigante já é uma realidade na China, onde um modelo controlado remotamente transporta até duas pessoas. No Brasil, um carro voador com 80% de tecnologia nacional está em desenvolvimento em São João da Boa Vista. Com espaço para quatro pessoas, o veículo tem autonomia de 30 minutos e pode funcionar com ou sem piloto. Um empresário de Piracicaba é um dos sócios do projeto. "Nosso objetivo é em dois anos e meio estar no ar", diz Marco Antonio Berzaghi, CEO da empresa. Em Gavião Peixoto, a Embraer está testando seu eVTOL, o maior projeto brasileiro no setor. O protótipo de fibra de carbono e alumínio pesa quase três toneladas, foi planejado para cinco pessoas e autonomia de voo de até 100 km. O combustível desse carro do futuro é a eletricidade. O modelo decola verticalmente com oito hélices e depois ativa o rotor de cauda para a transição, quando será sustentado pelas asas. A entrega das primeiras unidades está prevista para 2026. Inicialmente, o eVTOL será controlado remotamente, mas com o tempo um piloto humano assumirá o comando. A Embraer diz que já tem 3 mil cartas de intenção de compra. Porém, os voos ainda dependem de regulamentação do espaço aéreo e certificação das aeronaves. Carro voador da Embraer Reprodução/TV Globo Veja a íntegra do programa abaixo: Confira as últimas reportagens do Globo Repórter: Carros voadores criados no Brasil prometem revolucionar a mobilidade urbana Drones que carregam comida? Veja inovação em uso no Brasil

Relógio que previne doenças e curativo para corações infartados: as tecnologias que prometem revolucionar a medicina


O Globo Repórter desta sexta-feira (4) foi até o maior laboratório de inteligência artificial da América Latina, na Unicamp, onde quase 60 pesquisados trabalhar para aplicar a inteligência artificial na saúde preventiva. 12977366 O Globo Repórter desta sexta-feira (4) foi até o maior laboratório de inteligência artificial da América Latina, na Unicamp, onde quase 60 pesquisados trabalhar para aplicar a inteligência artificial na saúde preventiva. A ideia é que o paciente perceba um problema antes mesmo do médico, simplesmente olhando no relógio inteligente. O relógio consegue interpretar alguns dados, como batimento cardíaco, pressão arterial, nível de açúcar no sangue. "A gente tenta identificar no corpo humano manifestações em diferentes sinais fisiológicos que possam nos ajudar a encaminhar o indivíduo ou paciente para especialistas o quanto antes", diz Anderson Rocha, coordenador do laboratório de IA da Unicamp. O grupo também estuda o uso dos dispositivos inteligentes para monitorar episódios de ansiedade e até a apneia do sono. “Por exemplo, se a pessoa está tendo muitos episódios de ansiedade e nem presta atenção nisso, o relógio pode, junto com os algoritmos e as técnicas, identificar: "Olha, na semana passada você teve 10 episódios de ansiedade. Você deveria procurar um especialista", completa Anderson. Relógio que previne doenças: conheça tecnologia desenvolvida em laboratório de na Unicamp Reprodução/TV Globo Curativo para corações infartados 12977385 A reportagem também conheceu o complexo de laboratórios do Sirius, em Campinas (SP), onde conheceu as jovens pesquisadoras Samara e Cíntia, que trabalham com medicina regenerativa. A partir de células humanas, elas recriam em laboratório tecidos como pele para enxerto, e desenvolveram um curativo de colágeno e células-tronco para reativar áreas do coração danificadas por infarto. "São células que a gente já tem no nosso organismo e que lideram as outras células a regenerar tecidos quando a gente tem algum dano residual", explica Cíntia Horinouchi, pesquisadora do CNPEM. A pesquisa, que utiliza nanotecnologia, ainda precisa passar por outras fases. Curativo para corações infartados: conheça tecnologia Reprodução/TV Globo Veja a íntegra do programa abaixo: Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

Brasileiro na Nasa: conheça o engenheiro responsável pela comunicação entre a Terra e os robôs da agência espacial


Luciano Camilo é líder de telecomunicações do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. Ele viu a vaga da agência em um anúncio de internet, quando já estava desiludido com a profissão. Brasileiro na Nasa: engenheiro é responsável pela comunicação entre a Terra e os robôs O Globo Repórter desta sexta-feira (4) foi até a Califórnia, terra da ficção onde um brasileiro caminha pelas estrelas. Luciano Camilo Alexandre é engenheiro de telecomunicações do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. O JPL é responsável pelas missões robóticas interplanetárias. E o país que exporta talentos para o futebol também tem um craque nesse time. "É um sonho desde criança. Acho que todo engenheiro tem esse sonho de um dia visitar pelo menos a Nasa, mas trabalhar aqui é algo assim que eu posso dizer: um sonho realizado", diz Luciano. Formado em Santa Rita do Sapucaí (MG), Luciano é ex-aluno de colégio agrícola. Filho de bancário e professora, o doutor em engenharia de telecomunicações viu a vaga da Nasa em um anúncio de internet, quando já estava desiludido com a profissão. "Em 2019, eu até pensei em abandonar a engenharia. Quando eu perdi meu pai, eu tinha R$ 3 no bolso e não sabia o que ia ser da minha vida", relata emocionado. Luciano Camilo Alexandre e o pai Reprodução/TV Globo Aos 39 anos, ele é líder de grupo na área de telecomunicação robótica. “Nós temos o planejamento de comunicação com cada espaçonave, com cada missão no espaço. Para cada missão, eu tenho como se fosse uma pista de rodovia, onde vou transmitir e receber dados, e eu tenho que garantir que nenhuma missão vai interferir na outra.” Engenheiro brasileiro é responsável pela comunicação entre a Terra e os robôs da Nasa Reprodução/TV Globo Atualmente, a Nasa tem 40 missões no espaço. Inteligência artificial e comando remoto serão as tecnologias que serão usadas numa nova missão: a visita a uma das luas de Júpiter, Europa, cuja superfície esconde um oceano congelado e pode ter sinais de vida. "Nós estamos desenvolvendo alguns experimentos na área de telecomunicações justamente para simular um possível ambiente similar ao que a gente poderia ver lá na Europa. Então a gente tem temperaturas muito baixas, a comunicação tem que ser através de gelo, e por isso nós fomos ao Alasca e ficamos uma semana testando qual a influência do gelo no sistema de telecomunicações", diz Luciano. Engenheiro brasileiro é responsável pela comunicação entre a Terra e os robôs da Nasa Reprodução/TV Globo Outra missão nos planos da Nasa é a Artemis, a volta do homem à Lua. E, para essa nova empreitada, a equipe do Luciano vai tentar liberar o Wi-Fi para os astronautas. “Essas frequências possam habilitar novos tipos de serviços, como, por exemplo, talvez você possa utilizar o celular, o Wi-Fi, um Bluetooth, utilizando as mesmas tecnologias que nós temos aqui na Terra, mais adaptadas ao ambiente lunar.” Missão nos planos da Nasa quer tentar liberar o Wi-Fi para os astronautas Reprodução/TV Globo Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

De robôs inteligentes ao metaverso rural: conheça inovações tecnológicas que estão sendo desenvolvidas por brasileiros


O Globo Repórter desta sexta-feira (4) destacou a revolução tecnológica que está acontecendo no Brasil. O Globo Repórter desta sexta-feira (4) destacou uma revolução tecnológica que está acontecendo no Brasil. O programa mostrou inovações que parecem ter saído do futuro e que já impactam a nossa vida. Saiba mais abaixo. Robertron, o amigo do futuro Robertron: robô gigante desperta curiosidades nas ruas de Campinas (SP) Na Rua 13 de Maio, em Campinas (SP), um robô gigante desperta curiosidade. É o Robertron, o amigo do futuro. Equipado com câmeras, sensores e inteligência artificial, ele foi programado para interagir de forma simpática com o público. “Me dá um abraço?", diz o robô. Robô gigante desperta curiosidade em Campinas (SP) Reprodução/TV Globo O Robertron é resultado de uma startup de Campinas que utiliza impressoras 3D para fabricar suas peças e diferente dos tradicionais robôs feitos com peças importadas, esse é quase 100% nacional, com exceção de alguns sensores. Os criadores são os amigos de faculdade, Marcus Vinícius Lima e Vinícius Bastos. Com mestrado e doutorado na Unicamp na área de robótica, a dupla montou uma pequena fábrica e cria máquinas com inteligência artificial que transportam peças para a indústria. “Quando criança, tinha essa ideia de abrir os brinquedos para ver o que tinha dentro. Na faculdade pública não tinha muitos recursos para fazer isso. Então, eu tive que montar uma empresa, e foi onde eu aprendi a comprar componentes eletrônicos, ver o que tinha no Brasil e o que não tinha para tentar fazer da forma mais barata possível”, diz o empresário, Marcus Vinícius Lima. "Para a gente andar num ambiente desconhecido, a gente precisa de um mapa. O robô também precisa, e ele cria o mapa dele com um sensor a laser que vai servir de referência para navegar. Fora isso, ele precisa enxergar e desviar das pessoas. Justamente por isso ele tem as câmeras", ressalta o engenheiro de automação, Vinícius Bastos. Amigos de faculdade, Marcus Vinícius Lima e Vinícius Bastos criaram robô quase 100% nacional Reprodução/TV Globo Robô assistente Consultório de odontologia em MG conta com robô assistente: 'Excelente funcionário' Robôs também invadiram Poços de Caldas (MG), onde está o primeiro consultório de odontologia robótica no mundo. Nesse lugar de última geração, um robô atua como recepcionista e auxiliar odontológico. Ele fica na recepção, recebendo clientes, leva refeição no quarto, faz um translado entre a central de materiais e todos os consultórios. "Um excelente funcionário! Só não pode deixar de carregar a bateria", brinca o doutor em reabilitação oral, Sérgio Cândido Dias. Robô assistente de consultório em MG atua como auxiliar odontológico e recepcionista Reprodução/TV Globo A sala do centro cirúrgico tem telas que parecem um videogame. Misturando imagens em 3D, QR Code e geolocalização, a técnica une a mão do homem e a precisão da máquina. "Imagine que você vai jogar uma partida de videogame. Na boca do cliente, fica instalado um pequeno sensor, e o outro sensor fica no motor de implante. Com isso, uma cirurgia de implante que na metodologia convencional demoraria 1h, 1h30, utilizando essa tecnologia, nós fazemos a cirurgia em 12, 13 minutos", ressalta Sérgio. A sala do centro cirúrgico tem telas que parecem um videogame Reprodução/TV Globo Macacão para vírus letais Laboratório em Campinas promoverá pesquisas para vírus altamente transmissíveis e letais O Superlaboratório Sirius, em Campinas (SP), produz imagens tridimensionais para enxergar as menores partículas do universo. Esta estrutura científica vai ficar ainda maior até 2026 com a criação do Orion, um laboratório de segurança máxima para pesquisar vírus altamente transmissíveis e letais, como o ebola. Esse também será o primeiro do mundo ligado a um acelerador de partículas. "Vamos dizer que o Brasil precise desenvolver vacinas ou mesmo se surja de repente uma pandemia, você tem um ambiente para poder atuar", destaca o diretor geral do CNPEM, Antônio José Roque. O laboratório contará com dois andares dedicados ao tratamento do ar, e os pesquisadores vão passar por oito barreiras. O controle rigoroso visa garantir a proteção tanto do pesquisador quanto da sociedade. Tatiana Ometto, especialista em biossegurança do CNPEM foi a primeira brasileira a fazer treinamento nos Estados Unidos para a implantação da tecnologia. Os vírus letais exigem um macacão similar ao de astronauta, alimentado com oxigênio externo. "Esse ar limpo entra, passa por um filtro e entra para o pesquisador conseguir respirar, sem ter risco de contaminação com algo que está no laboratório”, diz Tatiana. Macacão para vírus letais Reprodução/TV Globo Metaverso do campo Metaverso do campo: conheça tecnologia que leva a roça para o mundo virtual Nos cenários desenhados pelo café e campos de pastagem, o sensor no pescoço de uma vaca acompanha os movimentos do animal e gera simulações para o metaverso. Trazem para o mundo virtual uma espécie de game da roça. "A ideia dessa fazenda aqui é a gente ter essa representação no mundo virtual, do que está acontecendo de verdade em tempo real", ressalta o estudante do Inatel, fundador da start-up, Marcos Cesar Freitas da Silva. Sensor no pescoço de uma vaca acompanha os movimentos do animal e gera simulações para o metaverso Reprodução/TV Globo Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Saiba como usar o e-Título nas Eleições 2024


Aplicativo pode substituir documento impresso com foto para quem cadastrou a biometria junto ao TSE. Emissão do título de eleitor digital estará suspensa em 6 de outubro, dia do primeiro turno. Aplicativo e-título Bruna Bonfim/g1 Além do título de eleitor na versão impressa, também é possível votar nas Eleições 2024 usando o e-Título. Os eleitores que querem usar o aplicativo não podem deixar para baixá-lo de última hora. Neste sábado, 5 de outubro, é o último dia para baixar e atualizar o app, antes do dia da votação. Depois disso, o sistema estará indisponível para validação dos dados dos eleitores. No dia de um eventual segundo turno, marcado para 27 de outubro, a emissão do título de eleitor digital também ficará suspensa. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta usuários do e-Título a baixarem ou atualizarem o aplicativo o quanto antes para evitar possíveis erros com o aumento da demanda. Este texto responde às seguintes perguntas: Como usar o e-Título? Posso votar só com o e-Título? Quais são os recursos do e-Título? Como usar o e-Título? O e-Título está disponível gratuitamente e pode ser baixado em celulares Android (neste link) e iPhones (neste link). Para começar a usar, é preciso clicar em "Começar no e-Título", selecionar o quadrado ao lado de "Li e concordo com o Termo de Uso e Política de Privacidade" e, então, clicar em "Continuar". O aplicativo também perguntará se você permite o envio de notificações. Se este for o seu caso, clique em "Habilitar" e, depois, selecione a opção no seu celular para permitir notificações. Em seguida, é preciso informar alguns dados para habilitar o e-Título: Informe nome, data de nascimento, número do CPF e nome da mãe e do pai; Clique em "Entrar no e-Título"; Confirme outros dados que forem apresentados, como local de votação, telefone, profissão – as informações são baseadas no cadastro feito ao emitir o título de eleitor impresso – e clique em "Finalizar"; Digite sua senha e clique em "Confirmar" – o e-Título pode informar que sua senha está desatualizada e pedir para você criar uma nova. O e-Título pode pedir para fazer uma verificação por selfie. Se a opção aparecer para você, leia o termo de ciência sobre a identificação e clique em "Sim". Depois, clique em "Prosseguir" e siga as instruções para tirar a foto. O aplicativo também pode oferecer a opção para você habilitar o acesso com a digital. Se você desejar essa alternativa, clique em "Ativar". Aplicativo e-Título do TSE está disponível para Android e iOS Divulgação/TSE Posso votar só com o e-Título? O eleitor pode levar apenas o celular com o e-Título se estiver com a biometria em dia com a Justiça Eleitoral. Se a sua foto não estiver aparecendo no aplicativo, ele não poderá ser usado para liberar o acesso à urna. Mesmo que não tenha foto, o aplicativo ajuda a encontrar o local de votação rapidamente, assim como a versão em papel. Para o voto, o TSE exige a apresentação de um documento com foto, o que, além do e-Título, inclui carteira de identidade, identidade social, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação, passaporte ou equivalente, carteira de categoria profissional reconhecida por lei ou certificado de reservista. O título de eleitor impresso não tem foto e, por isso, não serve para permitir a votação. e-Título está disponível para Android e iPhone (iOS) Divulgação/TRE-MS Quais são os recursos do e-Título? O e-Título é o aplicativo criado pelo TSE para servir como alternativa para a versão impressa do título de eleitor. Ele reúne várias informações úteis para o eleitor. A aba "Onde votar" exibe dados de seu local de votação. Com a opção "Ver rotas", o aplicativo abre um mapa e indica o trajeto do seu endereço até a sua zona eleitoral. O aplicativo também permite fazer o pedido de justificativa de ausência, emitir guia para pagamento de eventuais taxas por débitos eleitorais e emitir certidões de quitação eleitoral e de "nada consta" para crimes eleitorais. Todas essas funcionalidades estão disponíveis na aba "Mais opções". Na cabine de votação, não será possível usar o celular nem outros equipamentos eletrônicos. Guia do eleitor: usos do aplicativo e-Título Guia do eleitor: o que acontece caso o eleitor não vote

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...