segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Regulamentação do uso de postes de energia é tema de campanha


Iniciativa destaca as consequências negativas da exploração desordenada, como roubo de cabos, pirataria, poluição visual e riscos à segurança. E pede urgência na aprovação de regras pela Aneel. Em setembro de 2023, o governo lançou programa para organizar emaranhado de fios nos postes Globo A Federação Nacional de Call Center, Provedores, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e Informática (Feninfra) lançou nesta segunda-feira (4) uma campanha para conscientizar sobre a importância da regulamentação e fiscalização do uso compartilhado dos postes de energia elétrica. A iniciativa destaca as consequências negativas da exploração desordenada dessas estruturas, como o roubo de cabos, pirataria, interrupções nos serviços, impacto visual urbano e riscos à segurança. A campanha também defende a criação da uma figura responsável pela gestão e fiscalização dos postes. E reforça a urgência de que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprove essa regulamentação (saiba mais ao fim da reportagem). “É preciso eliminar os fios das ligações irregulares, promovidas por empresas fantasmas, que têm atuado livremente diante da falta de regulamentação e fiscalização”, afirma Vivien Mello Suruagy, presidente da Feninfra. “No cenário atual, as prestadoras de serviços idôneas não conseguem trabalhar de modo adequado devido à sobrecarga de cabos nos postes e à precariedade das instalações", completa. Para a federação, a regulamentação e a boa gestão dos postes poderiam melhorar a qualidade dos serviços de telecomunicações e energia, aumentando a segurança para trabalhadores e consumidores, e reduzir os impactos urbanos, como poluição visual e acidentes. O papel das agências O assunto está em discussão desde 2018. Em junho deste ano, o decreto presidencial 12.068/2024 determinou a cessão de postes pelas distribuidoras de energia elétrica a terceiros, que deveriam promover o compartilhamento das estruturas com o setor de telecomunicações. Mas cabe à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e à Aneel decidir sobre a regulamentação. Ainda em 2023, a Anatel já havia aprovado a norma, incluindo a criação de uma entidade independente para gerir e, principalmente, fiscalizar o uso dos postes. A Aneel, no entanto, adiou a decisão. Um relatório da Anatel, de 2020, estima que havia 10 milhões de postes em situação crítica que precisavam ser tratados como prioridade para ordenamento. A agência também previa que seriam necessários cerca de oito anos para regularizar os 46 milhões de postes do país — isso num ritmo de ordenamento de 3% da infraestrutura a cada ano, com um esforço maior nos três primeiros anos.

TikTok é processado por ‘promoção ao suicídio’ de adolescentes por 7 famílias na França


Famílias acusam a rede social de expor crianças a inúmeros vídeos que promovem suicídio, automutilação e distúrbios alimentares; entenda o caso. Famílias acusam o algoritmo do TikTok de expor seus filhos a conteúdos que os colocam em risco de vida. Dado Ruvic/Illustration/REUTERS Um grupo de sete famílias francesas anunciou, nesta segunda-feira (4), que vai processar a rede social chinesa TikTok no tribunal em Créteil, região metropolitana de Paris, na França. Os pais de sete adolescentes criaram o coletivo Algos Victima através do qual acusam o algoritmo da rede social de expor seus filhos a conteúdos que os colocam em risco de vida. Trata-se do primeiro caso do tipo na Europa. A advogada representante do coletivo Algos Victima, Laure Boutron-Marmion, informou estar levando uma das redes sociais mais poderosas do mundo ao tribunal. Veja mais: Órgão ligado ao governo abre processo contra TikTok por suspeita de violação de dados de crianças e adolescentes As sete famílias francesas acusam o TikTok de expor crianças a inúmeros vídeos que promovem suicídio, automutilação e distúrbios alimentares. Com a ação civil, as famílias pretendem que o tribunal de Créteil reconheça que o TikTok cometeu uma falha ao permitir a circulação desse tipo de conteúdo em sua plataforma. O caso diz respeito a sete meninas adolescentes. O objetivo é obter o reconhecimento da responsabilidade da rede social na deterioração da saúde física e mental dessas crianças. Duas delas tiraram as próprias vidas quando tinham 15 anos. Quatro das sete adolescentes tentaram tirar a própria vida, e uma sofria de anorexia. Os pais de uma delas, Marie, registraram uma queixa criminal no ano passado.   Mais de 1,2 bilhão de usuários em todo o mundo  As famílias também querem que a rede social regule os vídeos de forma mais eficaz, para que os menores não sejam mais bombardeados, quando estiverem em uma situação ruim, com conteúdo que possa incentivar o suicídio.  O estatuto da plataforma, usada por mais de 21 milhões de usuários na França (e mais de 1,2 bilhão em todo o mundo), afirma que a rede está comprometida em “proporcionar um ambiente seguro e atencioso”.  “Estamos comprometidos em fornecer aos adolescentes e às famílias ferramentas e recursos para ajudar a todos em sua jornada para o bem-estar digital”. E, finalmente, “o TikTok é um aplicativo móvel para vídeos curtos. É um espaço para conteúdo divertido e positivo”, segundo pronunciamento da rede.  No entanto, todas as famílias explicam a mesma coisa: depois de assistir a conteúdo relacionado a autoimagem ou dieta, seus filhos rapidamente se depararam com muito conteúdo violento, alguns promovendo automutilação, suicídio ou distúrbios alimentares.  A 'espiral descendente' do algoritmo  Delphine, a mãe de Charlize, explicou à reportagem da FraceInfo, portal de notícias da França, que sua filha, vítima de assédio, procurou refúgio no TikTok. A jovem ficou viciada e buscou conteúdo relacionado a seus problemas, o que a levou a uma 'espiral descendente'.  “O algoritmo percebeu o estilo de pesquisa da minha filha e sugeriu outros conteúdos, cada vez piores, sobre depressão e escoriações. O TikTok amplificou seu desconforto, inundando-a com conteúdo que os adolescentes de sua idade nunca deveriam ver”, acusa a mãe da adolescente. O pai de Charlize, Jérémy, acrescentou: “A imagem que eu tinha do TikTok era de vídeos de dança ou tutoriais de maquiagem, mas em nenhum momento pensei que haveria vídeos explicando como desmontar uma lâmina de um apontador de lápis para fazer escoriações. Isso parecia inconcebível para mim”.  As sete famílias, representadas por Laure Boutron-Marmion, acreditam que o TikTok cometeu um crime grave ao não moderar o conteúdo relacionado a suicídio, automutilação e distúrbios alimentares. Eles também acusam a plataforma de negligência por não criar um sistema de moderação eficaz para evitar que menores de idade sejam expostos a esse tipo de conteúdo. Esses pais também não entendem por que o TikTok não avisa os usuários sobre a natureza viciante de seu aplicativo. De acordo com suas famílias, as adolescentes caíram na armadilha do aplicativo e de seu poderoso algoritmo.  Os vídeos alimentaram seu mal-estar, segundo os pais, e levaram a uma deterioração de sua saúde mental e física.  Veja mais: 83% das crianças e adolescentes que usam internet no Brasil têm contas em redes sociais, diz pesquisa Saiba quando vale a pena trocar a bateria do celular 'Conta de adolescente': menores de 16 anos vão precisar de autorização dos pais para alterar configurações no Instagram a partir de 2025 O que acontece quando adolescentes abrem mão de seus smartphones Influenciador se inspira em Doramas para vídeos no TikTok com milhões visualizações

Globoplay lança novos planos de assinaturas


Opções partem de R$ 9,90/mês, no pacote anual, em preço promocional que vale até 2 de dezembro. Veja todas os planos e valores. Cena da série Arcanjo renegado, que terá a terceira temporada no Globoplay Globo O Globoplay lançou novos planos de assinaturas nesta segunda-feira (4), com preços promocionais partindo de R$ 9,90/mês, válidos até o próximo dia 2 de dezembro. Veja abaixo todas as opções. O mês de novembro também será marcado por diversas estreias na plataforma, como a terceira temporada de Arcanjo Renegado, a série documental Belo, Perto Demais da Luz — sobre a vida do cantor Belo — e o programa 50 & Uns, com Angélica. Veja os novos planos do Globoplay: Gratuito: acesso logado ao sinal ao vivo e "on demand" de alguns conteúdos da TV Globo. Padrão com Anúncios: valor promocional de lançamento, até 02/12: R$ 9,90/mês (plano anual); depois, R$ 14,90/mês (plano anual) e R$ 22,90/mês (plano mensal) Padrão: valor promocional de lançamento até 02/12: R$ 14,90/mês (plano anual); depois, R$ 22,90/mês (plano anual) e R$ 32,90/mês (plano mensal) Premium: valor promocional de lançamento até 02/12: R$ 29,90/mês (plano anual); depois, R$ 39,90/mês (plano anual) e R$ 54,90/mês (plano mensal) Padrão com anúncios + Telecine: valor promocional de lançamento até 02/12: R$ 19,80/mês (plano anual); depois, R$ 29,90/mês (plano anual) 47,90/mês (plano mensal) Padrão + Telecine: valor promocional de lançamento até 02/12: R$ 24,80/mês (plano anual); depois, R$ 37,90/mês (plano anual) 57,90/mês (plano mensal) Padrão com anúncios + Premiere: valor promocional de lançamento até 02/12: R$ 26,90/mês (plano anual); depois, R$ 36,90/mês (plano anual) 64,90/mês (plano mensal) Padrão + Premiere: valor promocional de lançamento até 02/12: R$ 31,90/mês (plano anual); depois, R$ 44,90/mês (plano anual) 74,90/mês (plano mensal) Premium + Premiere: valor promocional de lançamento até 02/12: R$ 46,90/mês (plano anual); R$ 59,90/mês (plano anual) 89,90/mês (plano mensal) Padrão com anúncio + Combate: R$ 57,80/mês (plano mensal) Padrão + Combate: R$ 67,80/mês (plano mensal) Premium + Combate: R$ 89,90/mês (plano mensal) O plano Padrão com Anúncios dá acesso a todo o catálogo de Originais Globoplay, de novelas e séries da TV Globo, e ao conteúdo licenciado internacional, além do sinal ao vivo da Globo. No plano Padrão, o assinante terá acesso à mesma oferta, sem anúncios. O plano Premium dá acesso total aos 27 canais pagos da Globo, como o Sportv, Multishow, GloboNews, GNT e Gloob. "Temos a nosso favor toda a força do ecossistema da Globo, que nos permite oferecer planos sob medida para vários perfis de usuários. Reestruturamos os planos e estamos com os preços mais competitivos do mercado brasileiro neste primeiro mês de lançamento”, afirma Julia Rueff, diretora do Globoplay. DTV+: o que é TV 3.0, que oferece melhor qualidade de imagem e recursos interativos Quem são e quanto faturam os maiores influenciadores do mundo, segundo a Forbes

Órgão ligado ao governo abre processo contra TikTok por suspeita de violação de dados de crianças e adolescentes


Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou que empresa desative o feed sem cadastro, ou seja, que pessoas consigam ver o conteúdo da rede social sem login. Plataforma também terá que reforçar mecanismos de verificação de idade para proteger dados de menores. Órgão ligado ao governo abre processo contra TikTok por suspeita de violação de dados de crianças e adolescentes Reuters/Dado Ruvic A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) anunciou nesta segunda-feira (4) a abertura de um inquérito para investigar o possível tratamento irregular de dados pessoais de crianças e adolescentes no Brasil. O órgão, que é ligado ao governo federal, ainda determinou algumas exigências que a rede social deve cumprir. Entre elas, está a desativação do acesso ao feed do TikTok sem cadastro — essa modificação deve ser feita em até 10 dias. ➡️ Entenda: atualmente, qualquer pessoa sem conta na rede social pode assistir aos conteúdos publicados, mas não consegue interagir, como curtir e comentar. Às 14h30 desta segunda, a ANPD fará uma coletiva de imprensa para detalhar o processo. O g1 procurou o TikTok e aguarda um retorno. Segundo a ANPD, a equipe técnica identificou indícios de violações à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), com possíveis impactos especialmente na proteção de menores de idade. "Foram constatados indícios de irregularidades relativas à fragilidade dos mecanismos de verificação de idade, aliado a tratamento irregular de dados, o que pode configurar descumprimento do artigo 14 da LGPD, que estabelece diretrizes para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes", disse. Além de impedir o acesso ao feed sem cadastro, a ANPD deu um prazo de 20 dias para o TikTok apresentar um plano para aprimorar seus mecanismos de verificação de idade. O processo vai investigar possíveis práticas do TikTok, incluindo: a coleta de dados pessoais de crianças e adolescentes sem verificação de idade e sem cadastro na plataforma; a "fragilidade" das tecnologias de verificação de idade para menores que acessam a rede social; e o uso desses dados para "personalização de conteúdo" no feed de usuários não cadastrados.

Como limpar o teclado do notebook e do computador


Fabricantes indicam o uso de materiais simples para realizar a faxina – apenas ar comprimido e uma microfibra umedecida com álcool isopropílico, se precisar. Veja como fazer. Detalhe do teclado de um notebook Fernando Arcos/Pexels Quem fica o dia inteiro na frente de um computador sabe que o teclado fica sujo depois de um tempo e precisa de uma faxina completa. 🧽 Seja um computador de mesa ou um notebook, o Guia de Compras separou algumas dicas para deixar o teclado limpinho em poucos passos e sem gastar muito. Veja a seguir. ✅ Clique aqui para seguir o canal do Guia de Compras do g1 no WhatsApp ⌨️ Teclado de PC ⌨️ Desligue o computador e remova o cabo do teclado. Se for um modelo sem fios, desligue o acessório e retire as baterias, se possível. Vire o teclado de ponta-cabeça para remover os resíduos maiores, chacoalhando um pouco. Depois, use ar comprimido ou um aspirador portátil para remover os resíduos soltos entre as teclas. Se não tiver, um secador de cabelos com ar frio também serve, de acordo com dicas da Acer. Passe um pano de microfibra umedecido levemente com álcool isopropílico para limpar as teclas e a superfície do teclado. Esse é o álcool mais indicado para uso em produtos eletrônicos. Se o teclado for do tipo mecânico com fio e teclas removíveis, tire uma foto do periférico para lembrar a ordem das peças. Depois, remova cada capa de tecla e deixe de molho em água morna com detergente de 15 a 30 minutos, enxague e deixe secar. Quando as teclas estiverem bem secas, encaixe-as novamente, sem deixar umidade e tomando cuidado para não danificar os mecanismos da parte inferior do teclado. Use a foto como referência para não colocar nada fora do lugar. 💻 Teclado de notebook 💻 Desligue o notebook e retire o cabo de energia. Para limpar o teclado, a Apple e outros fabricantes indicam apenas o uso de ar comprimido. Segure o notebook em um ângulo de 75º (sem que o teclado fique totalmente na vertical) com a tela para cima e passe o ar comprimido no teclado. Faça movimentos da esquerda para a direita, num zigue-zague entre as teclas. Segure o notebook em um ângulo de 75º na hora de passar o ar comprimido Apple/Reprodução Repita o processo com o notebook virado para a direita e depois virado para a esquerda, sempre no ângulo de 75º e os movimentos em zigue-zague com o ar comprimido. Se for necessário, passe um pano de microfibra umedecido levemente com álcool isopropílico para limpar as teclas e o resto da superfície. Esse pano também pode ser usado para limpar as bordas e o trackpad, com cuidado. Caso fique algo grudado entre as teclas, dá para usar uma haste de algodão (tipo cotonete) umedecida com álcool isopropílico para limpar o local. Deixe secar bem antes de ligar o notebook de novo. 🚫 O que não pode fazer 🚫 Nunca espirre líquidos como álcool isopropílico diretamente no teclado. Sempre umedeça o pano de microfibra e depois passe no dispositivo. Nunca mergulhe o teclado do computador em líquidos diretamente. Deixe de molho apenas as teclas em modelos em que elas são removíveis. Não use água sanitária e outros produtos de limpeza para limpar. Eles podem ser corrosivos ou abrasivos e causar danos ao acessório. Na sequência, o Guia de Compras selecionou produtos que podem ser usados na limpeza do teclado. Os preços variavam de R$ 10 a R$ 130 nas lojas on-line pesquisadas na primeira semana de novembro. Álcool isopropílico Chemitron 500 ml Álcool isopropílico Implastec 110ml Ar comprimido Domline 500 ml (2 unidades) Ar comprimido Air Duster Pro Implastec 400ml Pano de microfibra Esfrebom (3 unidades) Aspirador/Soprador Cenrr Soprador Xiaomi Youpin Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

domingo, 3 de novembro de 2024

Saiba quando vale a pena trocar a bateria do celular


Resposta depende de fatores como o tempo de uso e a maneira como o aparelho é utilizado; especialistas indicam como e onde fazer a substituição. Em alguns casos pode valer a pena trocar a bateria do celular. Steve Johnson/Unplash Seu celular está descarregando muito rápido ou demorando para carregar? Se a resposta for sim, talvez seja a hora de trocar a bateria (saiba mais abaixo). O ideal é que o celular e a bateria durem por um tempo parecido e, consequentemente, que o usuário não precise trocar a bateria antes do aparelho, explica Eduardo Pouzada, professor do curso de Engenharia Eletrônica do Instituto Mauá de Tecnologia. Segundo ele, a ideia de substituir a bateria está ligada a uma prática que era mais comum há cerca de 10 anos, quando essa troca podia ser feita pelo próprio usuário. ⚡Deixar o celular carregar até 100% estraga a bateria? "Antes, até era possível abrir o compartimento do celular onde fica a bateria e fazer essa troca com facilidade. Hoje, as baterias ficam 'coladas' no aparelho e só profissionais especializados podem fazer essa troca com segurança", explica o professor. Mesmo assim, dependendo do uso e do estado do celular, ainda pode valer a pena investir em uma nova bateria. De maneira geral, Eduardo Pouzada destaca alguns fatores que podem indicar que a trocar a bateria é vantajosa. São eles: o celular está relativamente novo e em bom estado, geralmente com até dois anos de uso (pode variar conforme os cuidados do usuário); o problema está restrito à bateria. Isso porque, se o aparelho apresenta outras falhas, como dificuldade em abrir aplicativos, a troca da bateria não resolverá o problema; a bateria não está sendo suficiente para o uso. São casos em que a pessoa usa mais do que a média o celular para realizar atividades que gastam bateria, como gravar vídeos e jogar; a bateria está rendendo menos do que o indicado no manual do celular (varia conforme o aparelho). Como e onde trocar a bateria 👉​ As baterias devem ser compradas em redes de assistência técnica autorizadas pelo fabricante do celular, segundo Euclides Chuma, professor da Unicamp e membro do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE). Isso evita a compra de produtos falsificados. ⚠️ A troca deve ser feita por profissionais da assistência técnica autorizada. Não tente trocar a bateria sozinho, pois isso pode danificar o aparelho. ♻️​ É importante também descartar a bateria antiga corretamente, ou seja, com a própria assistência técnica ou junto ao fornecedor. "Isso é necessário porque essas peças são feitas de metais pesados, que, além de demorarem para se decompor, são tóxicos para as pessoas e o meio ambiente", pontua Chuma. Como monitorar a saúde da bateria Para ficar ainda mais de olho na bateria do seu celular, alguns aparelhos permitem o monitoramento da saúde da bateria. Embora nem todos os dispositivos Android tenham esse recurso, todos os iPhones possuem. Veja como verificar a saúde da bateria no iPhone: Vá até os "Ajustes"; Navegue até o menu "Bateria"; Toque em "Saúde da Bateria"; Consulte a porcentagem em "Capacidade Máxima". A Apple inclui um aviso quando esse limite é atingido e sugere realizar uma manutenção. Passo a passo para consultar a 'Saúde de Bateria' do iPhone Reprodução VEJA TAMBÉM: 83% das crianças e adolescentes que usam internet no Brasil têm contas em redes sociais, diz pesquisa WhatsApp vai permitir salvar contatos pelo computador; veja como fazer Android 15 tem ‘Modo ladrão’, ‘Espaço privado’ e comunicação por satélite DTV+: o que é TV 3.0, que oferece melhor qualidade de imagem e recursos interativos Como gerenciar a memória do seu celular para não ficar na mão

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Smartwatch: Apple e Samsung disputam quem tem o melhor 'ultra'; veja o teste


Modelos topo de linha das marcas, Apple Watch Ultra 2 e Galaxy Watch Ultra são relógios inteligentes com nomes e muitas funcionalidades parecidas. Guia de Compras: smartwatches "ultra" da Apple e Samsung Sofia Alves/g1 Grande parte dos relógios inteligentes faz o básico para a saúde: acompanhar exercícios, checar a qualidade do sono e medir os batimentos cardíacos. 🏃‍♂️‍➡️ Uma categoria “profissional” vai além disso, oferecendo recursos adicionais, com um design mais parrudo. 🗺️ Eles fazem tudo que os modelos mais simples fazem, com maior precisão para criar mapas em corridas longas, aguentar mergulhos no mar e até soltar um alerta sonoro caso o dono se perca dos amigos em uma trilha na montanha. ⌚️Apple Watch Ultra 2 e Samsung Galaxy Watch Ultra fazem parte dessa categoria topo de linha, voltada a esportistas profissionais (ou que querem chegar lá). 🛰️ Ambos contam com duas antenas de GPS, para aprimorar a localização durante exercícios em qualquer lugar. E vários recursos muito similares – até o visual é parecido. Outra diferença em relação aos relógios mais simples é o preço. Para comparação, um Apple Watch SE, o mais barato da marca, custava a partir de R$ 3.300 no final de outubro. O Watch Ultra 2 saía por R$ 10.500. Já o Galaxy Watch7, o mais recente da Samsung, tinha o preço de R$ 2.500. O Watch Ultra custava R$ 5.000 nas lojas da internet. O Guia de Compras testou os dois modelos. Veja a seguir. Apple Watch Ultra 2 O Watch Ultra 2 não é uma novidade: já foi testado pelo Guia de Compras com uma versão anterior do sistema operacional iOS – e que agora está desatualizada. Com a atualização do sistema WatchOS para a versão 11 (a mais recente), o relógio também passou a contar com outras funcionalidades. Então dá para dizer que é um “novo” smartwatch - que ganhou uma nova cor – preta – com a chegada do iPhone 16. Até então, o Watch Ultra 2 estava disponível apenas na versão na cor prata. Design e sistema O Watch Ultra 2 é o maior relógio da Apple, com uma caixa de 49 mm e um design mais quadrado, com acabamento em titânio. O Watch SE tem uma caixa de 40 mm. Ele pesa 61,8 gramas, mais que o Galaxy (60,5 gramas). Mas esse é o peso sem a pulseira Por vir com uma pulseira de nylon, não pareceu ser tão pesado assim durante o uso. Com a pulseira, os valores se invertem. Medindo com uma balança de cozinha, o modelo da Apple ficou com 71 gramas. O da Samsung, que usa uma pulseira de silicone, ficou com 94 gramas. Apple Watch Ultra 2: agora com acabamento em titânio preto Henrique Martin/g1 O modelo só tem uma versão, com conectividade GPS e celular – desse modo ele pode funcionar de forma independente do iPhone. Também é um relógio com mais funções que os outros Apple Watch, como o Watch SE ou o Watch 10. Uma dessas funções é a tela ser mais brilhante para uso sob o sol. Na medida em nits (unidade que indica o brilho de um display), o Watch Ultra 2 tem 3.000 nits, o mesmo valor encontrado no relógio da Samsung – e um dos valores mais altos encontrados em smartwatches. Para comparação, o Watch SE tem 1.000 nits de brilho. Quanto mais clara for a tela, mais fácil para ver as informações em um local iluminado. No escuro, a tela do Watch Ultra 2 acende em uma cor alaranjada, que não ilumina todo o ambiente. Esse é um detalhe simples, mas útil. A Samsung incluiu um efeito similar no seu modelo. Apple (à esquerda) e Samsung (à direita) com a tela no modo noturno Reprodução O corpo do Watch Ultra 2 conta com dois alto-falantes e microfone para ajudar nas ligações e falar com a assistente virtual Siri. Tem um botão lateral com a coroa digital para acessar aplicativos e atalhos. E conta com com um botão de ação, que não existe nos outros relógios da marca. Esse botão (presente em uma versão maior no iPhone 16) nada mais é do que um atalho para recursos, como começar uma caminhada ou corrida. Botão de ação: o da Samsung (à esquerda) tem um detalhe em laranja, já o da Apple é totalmente chamativo Henrique Martin/g1 Se pressionar por mais tempo o botão de ação ou o lateral aciona uma sirene de emergência. É outra coisa que dá a sensação de que a Samsung usou como "inspiração" para Galaxy Watch Ultra. A Apple diz que a sirene emite um som de 86 decibéis – equivalente a um alarme de carro ou secador de cabelos – que pode ser ouvido a até 180 metros de distância. Após ativada, a sirene emite um som irritante e crescente, que vai ficando cada vez mais alto até ser desativado. O Ultra 2 roda o sistema operacional Watch OS 11, a versão mais recente. A atualização mais importante para o relógio é a melhoria no acompanhamento dos mapas, com um posicionamento de GPS avançado. Além de corridas e caminhadas, é possível acompanhar distâncias em novos exercícios, como remo. Também dá para personalizar atividades de natação com intervalos cronometrados e treinos em geral. Nos apps, as novidades são um que mostra a tábua de marés – indicada para quem usa o relógio para surfar e mergulhar – e um de tradução de voz em 20 idiomas, incluindo o português. Exercícios e saúde O Watch Ultra 2 quer que o dono do relógio se mexa o dia todo e notifica movimento a toda hora. A cada meta atingida em calorias, passos e horas em pé, o relógio mostra uma animação dando parabéns. Correu 5 quilômetros? Ganhou uma medalha. Diminuiu o tempo dos 5 km? Outra medalha. Todos os dados ficam concentrados em dois aplicativos: Fitness (que mostra os círculos de atividade do dia) e Saúde. O app Fitness agora conta com uma função chamada carga de exercício, que mostra efeitos da intensidade de treinos no corpo. A ideia aqui é permitir ajustar os exercícios de acordo com a resposta corporal. Durante a realização de uma caminhada ou corrida, o Watch Ultra 2 faz uma pausa automática. Ao parar para atravessar a rua durante uma corrida, o relógio interrompe a contagem do tempo do exercício e volta a funcionar ao detectar movimento. O app Bússola grava paradas de forma automática ao fazer uma rota. Esse aplicativo marca o último local com recepção de celular (útil para quem vai fazer uma trilha no mato, por exemplo, e precisa saber de onde pode ligar). Na piscina ou no mar, o Watch Ultra 2 tem resistência à água de até 100 metros de profundidade – contra 50 m dos outros modelos da Apple. O app de Profundidade ajuda em mergulhos (até 40 metros de profundidade). O app Oceanic+ permite usar o relógio como computador de mergulho, mas é pago à parte. Os recursos de saúde do Watch Ultra 2 ainda incluem monitoramento dos batimentos cardíacos e da oxigenação do sangue (quanto de oxigênio é transportado pelo sangue), capacidade de realizar eletrocardiogramas e acompanhamento do sono. Esses recursos também estão presentes no modelo da Samsung. Vale lembrar que essas funções de acompanhamento de saúde, principalmente do coração, não substituem os exames médicos convencionais. O monitoramento de sono segue completo – com avisos na hora de dormir e acordar. Um novo recurso é o “Sinais vitais”, que mostra métricas de saúde coletadas durante o sono. Se essas medidas saírem do intervalo típico, o relógio vai enviar uma notificação para o celular com as possíveis causas do problema. Vale lembrar que, caso o Watch Ultra 2 detecte algo assim, é aconselhável procurar atendimento médico. Bateria A bateria do Apple Watch Ultra 2 permitiu usar o relógio por 3 dias. É a mesma marca atingida pelo concorrente da Samsung no teste. Samsung Galaxy Watch Ultra O Galaxy Watch Ultra é um bom relógio inteligente para quem tem celular Android, mas usá-lo no dia a dia dá a impressão de que a Samsung queria ter um “Ultra” inspirado no modelo na Apple, dadas as semelhanças físicas e de algumas funções. Porém, o smartwatch da Samsung oferece alguns recursos diferentes do concorrente, como inteligência artificial. Design e sistema O Galaxy Watch Ultra é o maior smartwatch da Samsung, com uma caixa de 47 mm e acabamento em titânio cinza. Também existe uma opção na cor prata. O modelo vem com conectividade Bluetooth e celular, permitindo seu uso sem o smartphone por perto. Apesar de mais leve que o relógio da Apple sem a pulseira, o Galaxy Watch Ultra fica mais pesado que o concorrente com ela – 94 gramas contra 71 g. Samsung Galaxy Watch Ultra e Apple Watch Ultra 2 Henrique Martin/g1 O smartwatch tem ainda dois botões laterais para alternar os comandos e, veja só que coincidência, um botão de ação, que também serve para disparar um alarme de emergência de 86 decibéis. Quer dizer, aqui seu nome é "botão rápido". Esse botão faz a mesma coisa que o da Apple, que é ativar a parte de exercícios (ou qualquer outra função). Vale notar que ele fica mais ressaltado para fora do relógio e pode ser ativado por engano ao colocar o aparelho sobre uma mesa, por exemplo. Assim como o Apple Watch Ultra 2, o Galaxy Watch Ultra conta com certificação militar MIL-STD-810H, que ajuda a proteger o dispositivo, e proteção IP68 (entenda as diferenças) contra água e pó. O relógio é resistente a água até 100 metros de profundidade – mas não atua como um computador de mergulho, como o da Apple. O aparelho da Samsung roda o sistema WearOS, desenvolvido pelo Google, com a interface OneUI. Desse modo, o visual fica mais parecido com os celulares da fabricante. O gerenciamento do dispositivo é feito pelos apps Galaxy Wearable e Health. Entre os apps pré-instalados no dispositivo estão os de atividades físicas, notificações, medição de stress, batimentos cardíacos, eletrocardiograma e calendário, entre outros. Mas é possível baixar novos apps – como Outlook, WhatsApp e Uber – direto da Google Play Store no relógio ou telefone. Um dos recursos do Galaxy AI, a inteligência artificial da Samsung, é poder usar respostas automáticas baseadas no conteúdo ao mandar mensagens de texto. É algo similar encontrado em celulares da marca, como o Galaxy S24. Exercícios e saúde O Galaxy Watch Ultra permite acompanhar dezenas de exercícios e detecta automaticamente uma corrida ou caminhada. O círculo de movimentos da Apple vira um coração de atividades com métricas iguais (como passos, tempo em pé, tempo em movimento). O coração de atividades do Galaxy Watch Ultra Henrique Martin/g1 Os exercícios contam com pausa automática e acompanhamento de rotas por mapas. Também permite criar perfis de sono (pode ser um leão, pinguim ou ouriço, dependendo do jeito que cada pessoa dorme) e até diz quanto você roncou durante a noite. Os principais diferenciais da Samsung na comparação com a Apple estão nessa parte de exercícios, com funções que não estão presentes no concorrente. Samsung Galaxy Watch Ultra medindo uma caminhada Henrique Martin/g1 A fabricante diz que o relógio usa inteligência artificial, chamada Galaxy AI, para ajudar nas medições. Um dos resultados é a pontuação de energia, que calcula atividade física, frequência cardíaca e qualidade do sono do dia anterior. Após acordar, a pontuação indica se o dia será bom (sem cansaço, por exemplo) ou ruim. Outra diferença nos exercícios é a possibilidade de criar modos de alternar de forma rápida as atividades de um triatlo, por exemplo. Acabou o treino de bike, troque para a corrida ou natação com um toque. O Watch Ultra também conta com medidor de pressão – que requer calibragem mensal com aparelhos convencionais – e sensor de bioimpedância. Isso quer dizer que, com a ajuda de uma corrente elétrica muito fraca (sem risco de choques), o relógio consegue medir itens como gordura visceral, quantidade de água no corpo e massa magra, entre outras informações. E até calcula seu índice de massa corporal (IMC). Apesar de oferecer dados importantes sobre o corpo de cada um, é recomendável ter acompanhamento profissional especializado para entender os números fornecidos pelo dispositivo. Apesar do relógio funcionar também de forma independente, a Samsung recomenda o uso conjunto dos seus smartwatches com o Galaxy Ring (que custava R$ 3.500 em outubro), para melhorar o resultado do acompanhamento de sono e exercícios. Segundo a fabricante, os sensores de um complementam o do outro. Bateria A duração de bateria do Samsung Galaxy Ultra é parecida com a do Watch Ultra 2, podendo ficar até três dias longe do carregador. Conclusão O Apple Watch Ultra 2 é o topo de linha da marca e um dos relógios mais avançados disponíveis nas lojas on-line – mesmo tendo sido lançado um ano atrás. O preço pode assustar, mas uma alternativa a ele é o Apple Watch 10, que conta com o mesmo sistema operacional, um processador mais avançado e a maioria dos recursos. Só não tem a tela maior e mais brilhante, a sirene e a função de mergulho. Além disso, o Watch 10 custa quase a metade do preço do Ultra 2: R$ 5.500, contra R$ 10.500 no modelo mais caro. Já o Samsung Galaxy Watch Ultra é a escolha para donos de aparelhos Android, sejam da marca ou não. É um ótimo relógio, faz tudo que promete e, entre os relógios compatíveis com Android, um dos mais avançados. Porém, os recursos visivelmente "inspirados" no Watch Ultra 2 da Apple – como a sirene, o botão de ação, o visual noturno do relógio e a pulseira laranja – deixaram a desejar. Ficou com cara de "copia, mas não faz igual". Tem uma versão mais barata – e com visual mais "original" – que é o Galaxy Watch7. É um modelo com configurações similares. Mudam apenas o brilho da tela, a duração da bateria e tem menor resistência a água, com apenas 50 metros. E que também custa menos – saía por R$ 2.500 nas lojas pesquisadas em outubro. Os relógios foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...