sexta-feira, 25 de julho de 2025

Reino Unido começa a exigir selfies e documentos para verificar idade de quem tenta acessar sites pornô


Redes sociais também devem implementar verificações para impedir crianças de acessarem conteúdo impróprio Alexandre Lago O Reino Unido começou a exigir nesta sexta-feira (25) novas medidas de verificação de idade para impedir que crianças acessem conteúdo impróprio na internet. As novas regras são consideradas como um "marco" por ativistas que batalham por regulamentações mais rigorosas. A partir de agora, quem tentar acessar conteúdo pornográfico ou outros que incluem temas sensíveis, como suicídio, automutilação e, transtornos alimentares, precisará comprovar que é maior de 18 anos. As caixas de seleção que permitem que qualquer pessoa alegue a maioridade serão substituídas por escaneamentos faciais para estimar a idade, envio de documentos de identidade, verificações de cartão de crédito e outras medidas de proteção. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Cerca de 6 mil sites de pornografia, incluindo os mais populares como o Pornhub e o YouPorn, já declararam que vão acatar as novas regras. Plataformas de rede social como Bluesky, Reddit, Discord, Grindr e X também devem implementar verificações de idade para impedir que as crianças acessem conteúdo ilegal pornográfico, odioso e violento, afirmou Melanie Dawes, diretora executiva do Ofcom, o órgão regulador de mídia no Reino Unido. Multas podem superar R$ 130 milhões "Fizemos um trabalho que nenhum outro órgão regulador fez", disse Dawes em entrevista à rádio britânica BBC. "Esses sistemas estão aptos a funcionar. Nós estudamos isso", afirmou. Segundo o órgão, cerca de 500 mil jovens de 8 a 14 anos conseguiram encontrar pornografia online no mês passado no Reino Unido. As novas regras decorrem da Lei de Segurança Online de 2023. A norma impõe responsabilidades legais às empresas de tecnologia para proteger melhor crianças e adultos online e prevê sanções em caso de violações. Quem descumprir as regras poderá ser multado em até 18 milhões de libras esterlinas (R$ 134 milhões) ou 10% de sua receita global; "o que tiver valor maior", segundo o governo. Ações criminais também poderão ser tomadas contra administradores que não garantirem que as empresas sigam as solicitações de informação impostas pela Ofcom. 'Uma internet diferente' As crianças "experimentarão uma internet diferente pela primeira vez", disse o ministro britânico da Ciência, Inovação e Tecnologia, Peter Kyle, à emissora Sky News. Ele diz ter "expectativas muito altas" para as mudanças. Rani Govender, da entidade beneficente de proteção à criança NSPCC, disse se tratar de "um marco muito importante vermos finalmente as empresas de tecnologia tendo que assumir a responsabilidade de tornar seus serviços seguros para crianças", lembrando que elas frequentemente "tropeçam nesse conteúdo nocivo e perigoso". O governo do primeiro-ministro Keir Starmer também avalia introduzir um limite diário de duas horas para crianças em aplicativos de mídia social. Kyle disse que anunciará novos planos para regulamentar o setor para menores de 16 anos "em um futuro próximo". Reconhecimento facial: veja dilemas na implantação da tecnologia em condomínios

Musk mandou Starlink desligar internet durante operação da Ucrânia contra Rússia em 2022, diz agência


Elon Musk em um evento de luta livre que aconteceu na Filadélfia, nos Estados Unidos. Matt Rourke/ AP Foto Elon Musk ordenou que a Starlink desligasse o sinal de internet via satélite em uma região da Ucrânia, em setembro de 2022, interrompendo uma contraofensiva militar contra a Rússia, segundo informações obtidas pela Reuters. O bilionário forneceu o serviço de internet via satélite da Starlink no início da guerra para que as Forças Armadas da Ucrânia mantivessem comunicação no campo de batalha. A ação, no entanto, abalou a confiança de Kiev na Starlink. Segundo três pessoas ouvidas pela reportagem, Musk mandou um engenheiro sênior cortar o sinal em regiões como Kherson, ao norte do Mar Negro, que a Ucrânia tentava recuperar. A ordem foi dada no escritório da SpaceX, que controla a Starlink, na Califórnia. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça "Temos que fazer isso", afirmou o engenheiro Michael Nicolls, aos colegas ao receber a ordem, segundo uma das fontes. As três fontes disseram que a ordem foi cumprida e que pelo menos 100 terminais foram desativados. No sistema interno da Starlink, os sinais em forma de hexágono ficaram escuras no mapa de cobertura. O corte de sinal também atingiu outras regiões ocupadas pela Rússia, como partes da província de Donetsk, no leste do país. Os horrores da guerra: histórias de brasileiros que se alistaram para lutar pela Ucrânia contra a Rússia Soldados em pânico Após a ordem de Musk, as tropas ucranianas enfrentaram um apagão repentino nas comunicações, de acordo com um oficial militar ucraniano, um assessor das Forças Armadas e duas outras pessoas que testemunharam a falha da Starlink na linha de frente. Os soldados entraram em pânico, os drones que monitoravam as forças russas ficaram às escuras e as unidades de artilharia de longo alcance, que dependiam da Starlink para apontar seus tiros, tiveram dificuldades para atingir os alvos. Segundo os dois militares, a falha impediu que as tropas cercassem uma posição russa em Beryslav, cidade próxima a Kherson. “O cerco foi totalmente interrompido. Fracassou”, afirmou um dos oficiais. Mais tarde, a Ucrânia conseguiu retomar Beryslav, Kherson e outros territórios que estavam sob ocupação russa. Essa foi a primeira vez que veio a público uma ordem direta de Musk para desligar o sinal da Starlink em um campo de batalha durante um conflito. A decisão chocou alguns funcionários da Starlink e reformulou a linha de frente dos combates, permitindo que Musk se apropriasse do resultado de uma guerra, segundo disse uma das fontes. O que dizem Musk e a Starlink O relato do comando contraria a narrativa do bilionário sobre como ele lidou com o serviço da Starlink na Ucrânia em meio à guerra. Em março, em uma publicação no X, Musk escreveu: "Nunca faríamos uma coisa dessas". Musk e o engenheiro Michael Nicolls não responderam aos pedidos de comentário da Reuters. Um porta-voz da SpaceX disse, por email, que a reportagem é "imprecisa" e encaminhou aos repórteres uma publicação da empresa no X. O post diz que a Starlink "está totalmente comprometida com o fornecimento de serviços para a Ucrânia". O porta-voz não especificou nenhuma imprecisão na reportagem e não respondeu a uma longa lista de perguntas sobre o incidente, o papel da Starlink na guerra da Ucrânia ou outros detalhes sobre os negócios da empresa. O que diz a Ucrânia O gabinete do presidente Volodymyr Zelensky e o Ministério da Defesa da Ucrânia não responderam aos pedidos de comentários. A Starlink ainda fornece serviços para a Ucrânia, e as Forças Armadas ucranianas dependem dela para alguma conectividade. Neste ano, Zelensky expressou publicamente sua gratidão a Musk pela Starlink. Não está claro o que teria motivado a decisão de Musk, ou o momento exato que ele teria dado a ordem. Também não se sabe exatamente quanto tempo a interrupção durou. As três pessoas familiarizadas com a ordem disseram acreditar que ela se originou das preocupações que Musk expressou posteriormente de que os avanços ucranianos poderiam provocar uma retaliação nuclear da Rússia. Uma das pessoas afirmou que o desligamento ocorreu em 30 de setembro de 2022. Os outros dois disseram que foi por volta dessa data, mas não se lembraram da data exata. Algumas autoridades de alto escalão dos EUA compartilhavam as preocupações de Musk de que a Rússia cumpriria as ameaças de escalada, declarou um ex-funcionário da Casa Branca à Reuters. A ordem de Musk foi um primeiro vislumbre do poder que o magnata agora exerce na geopolítica e na segurança global por causa da Starlink, um serviço de internet via satélite de rápido crescimento que mal existia no início desta década e agora fornece conectividade até mesmo em áreas remotas do mundo. Mesmo antes do breve papel de Musk como financiador e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump, o sucesso da Starlink -- e a conectividade incomparável que ela oferece em todo o planeta -- deu a Musk uma influência cada vez maior junto a líderes políticos, governos e forças armadas em todo o mundo. A influência de Musk em assuntos militares em Washington e em outros países -- por meio do domínio da Starlink em comunicações via satélite e da influência da SpaceX em lançamentos espaciais -- atingiu uma dimensão anteriormente limitada a governos soberanos, alarmando alguns reguladores e parlamentares. "O atual domínio global de Elon Musk exemplifica os perigos do poder concentrado em domínios não regulamentados", disse Martha Lane Fox, membro da câmara alta do Parlamento britânico, durante um debate neste ano. A parlamentar é empresária e ex-membro do conselho do Twitter, o site de mídia social que Musk adquiriu em 2022 e rebatizou como X. "Seu controle", disse Lane Fox sobre a Starlink, "depende exclusivamente de Musk, permitindo que seus caprichos ditem o acesso à infraestrutura vital". A influência política de Musk e seus grandes negócios com o governo federal dos EUA estão agora sendo postos à prova. Desde que deixou sua função de assessor de Trump, Musk brigou publicamente com o presidente, anunciou planos de criar um novo partido político e criticou um projeto de lei de gastos que, segundo ele, aumentará o déficit orçamentário e destruirá empregos. Trump, por sua vez, ameaçou acabar com os contratos e subsídios do governo para as empresas de Musk, incluindo novos e lucrativos projetos de defesa. Seja qual for o motivo da decisão de Musk, o desligamento em Kherson e em outras regiões surpreendeu alguns envolvidos na guerra da Ucrânia -- desde as tropas em terra até os militares dos EUA e as autoridades de política externa, que, após a invasão em grande escala da Rússia em fevereiro, trabalharam para garantir o serviço Starlink para as forças ucranianas. Cinco pessoas familiarizadas com o incidente disseram que, durante a interrupção, as autoridades ucranianas entraram em pânico e pediram informações aos seus homólogos do Pentágono, mas receberam poucas explicações sobre o que poderia ter causado a interrupção. O Departamento de Defesa dos EUA não quis comentar. A Reuters não conseguiu determinar se as autoridades da Casa Branca ou do Pentágono, após a paralisação, tiveram alguma conversa com Musk sobre a interrupção.

'Qual é a minha bênção?': trend com o ChatGPT viraliza e divide opiniões nas redes sociais


'Qual é a minha bênção?': trend com ChatGPT viraliza e divide opiniões nas redes sociais Reprodução/X Uma nova trend com o ChatGPT tem viralizado e, ao mesmo tempo, gerado polêmica nas redes sociais. Usuários têm usado a IA para fazer duas perguntas curiosas: "Qual é a minha bênção?" e "Qual é a minha maldição?". A proposta pode soar estranha à primeira vista, mas são justamente as respostas do ChatGPT, muitas vezes enigmáticas ou impactantes, que têm chamado a atenção e impulsionado a tendência, especialmente no Instagram e no TikTok. Muitos usuários têm usado comandos acompanhados da expressão "sem explicar" — como em "Qual é a minha bênção? Sem explicar". O prompt deixa claro que o objetivo é apenas receber um retorno direto, aumentando o tom enigmático da interação. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Entre as interações compartilhadas nas redes, estão respostas como 'Sua maldição é esquecer o que mais queria lembrar", "Você sente tudo antes de acontecer", "Sua bênção é a sua intensidade" e "Sua bênção é transmutação". Apesar do sucesso, a trend também tem gerado críticas. Algumas pessoas alertam para os riscos de atribuir significados profundos demais às mensagens geradas por uma IA que, no fim, não conhece quem está do outro lado. "Perguntar por curiosidade, ok, mas postar e se emocionar com a resposta é loucura", criticou uma influenciadora no TikTok. Outro criador de conteúdo comentou: "Não é o ChatGPT que vai analisar quem você é e descobrir algo novo sobre você. É muito vago". Na rede social X, vários perfis têm feito piada com a tendência criando memes (veja abaixo). Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Em 5 anos, uso da internet no Brasil acelera e chega a 69% entre os idosos, diz IBGE O que se sabe sobre ataque hacker contra empresa que interliga bancos ao PIX Segurança digital: quem cuida dos dados de câmeras de reconhecimento facial?

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Chefe de RH flagrada com CEO em show do Coldplay também se demite, diz site

Chris Martin se surpreende com reação de casal em show do Coldplay Kristin Cabot, a diretora de RH da Astronomer que foi flagrada abraçada com o CEO em um show do Coldplay, se demitiu. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (24) pelo site TMZ, que disse ter confirmado com um representante da companhia. Pouco depois, a CNBC e o site Page Six também disseram ter recebido a confirmação da empresa sobre a demissão. Byron, o CEO, deixou o cargo três dias depois do show, no último sábado (19), conforme anunciou a Astronomer. A empresa não havia se pronunciado sobre Cabot em seus canais oficiais até a publicação desta reportagem. O que acontece quando uma traição no trabalho é exposta? Vale demissão por justa causa? 🔎 A Astronomer é uma empresa de tecnologia dos EUA especializada em ferramentas para orquestração de dados, com foco na automação de processos e no uso de inteligência artificial. Baseada no Apache Airflow, sua plataforma é usada por empresas que lidam com grandes volumes de dados e buscam eficiência em análises e operações digitais. Avaliada em até US$ 1 bilhão, a Astronomer é referência no setor de DataOps. Reação dos dois viralizou A cena com os dois, capturada pela tradicional "câmera do beijo", viralizou nas redes sociais na última semana por causa da reação deles. Byron e Cabot se assustam ao perceber que estavam sendo focalizados e, rapidamente, foi cada um para um lado. O comportamento chamou a atenção de Chris Martin, vocalista do Coldplay, que disse: "Ou eles estão tendo um caso ou são muito tímidos". Novo CEO diz que Astronomer ganhou holofotes, mas que nunca desejou isso É possível esperar privacidade em eventos? O seu cérebro quando você assiste a um vídeo em velocidade 1,5

Starlink, rede de satélites de Musk, apresenta instabilidade nesta quinta


Equipamento da Starlink, empresa de Elon Musk, exposta na Agrishow 2023 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 A Starlink, rede de satélites de Musk, apresenta instabilidade nesta quinta-feira (24). Usuários começaram a registrar problemas por volta das 16h, segundo o Downdetector, plataforma que monitora falhas em sites e redes sociais. O pico de reclamações aconteceu pouco antes das 17h, com 2.255 notificações. Em seguida, as queixas começaram a diminuir e às 18h caíram para menos de 1.000. Problemas com a Starlink reportados nas últimas 24 horas Reprodução/Downdetector Por volta das 17h, a Starlink divulgou um comunicado na rede social X, também de Elon Musk. "A Starlink está com a rede indisponível no momento e estamos implementando ativamente uma solução. Agradecemos a sua paciência e compartilharemos uma atualização assim que o problema for resolvido". Musk republicou a nota no seu perfil no X, reforçando a informação e disse que a SpaceX, sua empresa espacial, vai averiguar a raiz do problema para garantir que ele não se repita. Initial plugin text O que é e como funciona a Starlink, serviço de internet de Elon Musk

WhatsApp fora do ar? Aplicativo apresenta instabilidade nesta quinta


WhatsApp apresenta instabilidade nesta quinta REUTERS/Thomas White O WhatsApp apresenta instabilidade na tarde desta quinta-feira (24). O problema começou por volta das 16h30, segundo o Downdetector, plataforma que monitora falhas em sites e redes sociais. O pico de reclamações foi às 16h44, com 4.111 notificações. A partir de 15h, as queixas começaram a diminuir. Problemas com WhatsApp reportados nas últimas 24 horas Reprodução/Downdetector O g1 entrou em contato com a Meta, dona do WhatsApp, para comentar sobre o problema, e aguarda retorno. LEIA TAMBÉM: Flagra no quintal: Google é condenado por foto de argentino pelado no Street View Internet se populariza entre idosos e já é usada por 69% deles, diz IBGE O seu cérebro quando você assiste a um vídeo em velocidade 1,5

Em 5 anos, uso da internet no Brasil acelera e chega a 69% entre os idosos, diz IBGE


Em 5 anos, uso da internet no Brasil acelera e chega a 69% entre os idosos, diz IBGE O uso da internet entre os brasileiros com 60 anos ou mais deu um salto nos últimos cinco anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, apenas 44,8% dos idosos disseram ter usado a internet durante o ano; em 2024, esse percentual chegou a 69,4%. 🛜 No Brasil, 168 milhões de pessoas de 10 anos ou mais utilizaram a internet em 2024, o equivalente a 89,1% da população. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, feita no quarto trimestre de 2024 e divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. Cerca de 210 mil domicílios brasileiros são visitados a cada trimestre. ↗️O IBGE aponta que esse crescimento entre os idosos está ligado à facilidade de uso da tecnologia e por sua presença cada vez maior no dia a dia, especialmente para comunicação e serviços. Acompanhando essa tendência, a posse de telefone celular para uso pessoal também avançou entre os idosos, chegando a 78% no ano passado. Apesar do avanço, as pessoas com 60 anos ou mais ainda são maioria entre os 20 milhões de brasileiros que não acessaram a internet em 2024. Entre os idosos, 66% afirmaram não saber usar a tecnologia. Idosos são maioria entre quem não usa a internet g1 Leia também: Golpistas usam antenas falsas para disparar golpes por SMS Emoji de rosto com olheiras é escolhido o mais representativo de 2025 Veja outros destaques do levantamento: Acesso digital a bancos salta em 2 anos: O percentual de usuários que disseram usar a internet para acessar bancos ou instituições financeiras pela internet subiu de 60,1% em 2022 para 71,2% em 2024. O IBGE aponta que a popularização do PIX pode ter contribuído para esse aumento. Norte e Nordeste ampliam acesso à internet: Desde 2019, essas duas regiões foram as que mais ampliaram o uso da internet entre suas populações, chegando a 87,2% no Nordeste e 88,2% no Norte. A diferença entre essas regiões e o restante do país é a menor já registrada. O maior índice foi no Centro-Oeste, com 93,1% da população conectada em 2024. Internet no campo se aproxima das cidades: A utilização da rede pela população rural aumentou e ficou mais próxima das cidades, saltando de 33,9% em 2016 para 81,0% no ano passado. Nas áreas urbanas, o índice foi de 71,4% para 90,2% no mesmo período. Decadência do telefone fixo: Em 2016, um terço dos domicílios brasileiros tinha um telefone fixo, índice que desabou para 7,5% (ou 6 milhões de residências) em 2024. Em contrapartida, o celular está presente em 97% dos lares. TVs de tubo ainda resistem: Enquanto isso, as antigas televisões de tubo vão desparecendo das casas do Brasil, mas ainda estão presentes em cerca de 5 milhões de domicílios (6,6%). Ao mesmo tempo, 71 milhões de residências (94,8%) possuem pelo menos uma TV de tela fina (veja no vídeo abaixo). A TV de tubo ainda está em 6,6% dos lares, cerca de 5 milhões de domicílios Windows decreta fim da temida 'tela azul'; veja como será nova versão Em 2024, 69,4% dos idosos brasileiros utilizaram a internet, segundo o IBGE Freepik

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...