quarta-feira, 15 de outubro de 2025

YouTube caiu? Usuários relatam problemas na plataforma nesta quarta-feira


Veja os vídeos que estão em alta no g1 Usuários relataram instabilidade no YouTube na noite desta quarta-feira (15). De acordo com o site Downdetector, que monitora falhas em serviços online, os problemas começaram pouco depois das 20h. Por volta das 20h28, mais de 23 mil notificações haviam sido registradas no Brasil. As principais queixas são de falhas na reprodução de vídeos, no aplicativo e na conexão com o servidor. YouTube registra instabilidade nesta quarta-feira Reprodução/Downdetector Nos Estados Unidos, usuários também registraram problemas com a plataforma de vídeos nesta quarta-feira. Por lá, as reclamações também começaram a ser registradas por volta das 20h e, às 20h41, já somavam mais de 330 mil registros, segundo o Downdetector. O g1 entrou em contato com o YouTube para saber mais informações e aguarda retorno. Logo do YouTube Dado Ruvic/Reuters Usuários postam no X sobre o problema: veja memes Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text

Câmara contrata consultoria para melhorar redes sociais; serviço custará quase R$ 5 milhões

Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Câmara dos Deputados contratou uma consultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para modernizar as redes sociais da Casa. 💰O contrato, assinado no início deste mês, prevê que a Câmara gaste quase R$ 5 milhões com o serviço. Estudada ao longo dos últimos meses, a contratação faz parte de uma tentativa do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) para melhorar a imagem e a comunicação da Casa. Cronograma proposto pela FGV prevê a oferta de treinamentos, mentorias, mapeamento de gargalos e a construção de um manual para as mídias sociais da Câmara. A consultoria também deve discutir como melhorar a recepção dos conteúdos e a criação de um laboratório para impulsionar a produção audiovisual da Casa. Melhorias na comunicação da Câmara dos Deputados têm sido cobradas por parlamentares desde a campanha de Hugo Motta ao comando da Casa. O paraibano já se referiu ao pleito como uma das "maiores cobranças" apresentadas por deputados. Parlamentares reclamam de gargalos nas divulgações de mandato e da ausência de ferramentas para produção de conteúdos. Na Casa, também circulam pesquisas e monitoramentos que apontam uma percepção popular negativa em relação à Câmara. Deputados avaliam que, em temas polêmicos, como a PEC da Blindagem, as redes institucionais da Câmara não conseguiram alcançar o público, favorecendo o que chamam de uma "narrativa" contra a proposta. Em setembro, durante um evento do mercado financeiro, o presidente da Câmara chegou a afirmar que a discussão em torno da PEC havia sido "distorcida". Um dos módulos da consultoria contratada pela Câmara prevê justamente a criação de uma plataforma para monitorar menções nas redes sociais, identificando temas relevantes e a percepção pública em relação à Casa. A expectativa é que o serviço da FGV se estenda até agosto de 2026. Motta cria nova política de comunicação Além da consultoria, a Câmara também terá uma nova política de comunicação, que vai guiar a produção de conteúdo em órgãos da Casa. Assinada pelo presidente Hugo Motta, a norma entrou em vigor na terça-feira (14). O texto estabelece o fortalecimento da imagem da Casa como um dos objetivos da área. Para combater o que os parlamentares chamam de "narrativa", a regra prevê que as produções institucionais da Casa devem contar com "informações que contribuam para o melhor entendimento dos atos e processos decisórios". A nova política de comunicação proíbe que os materiais divulgados pela Câmara "descontextualizem" falas de parlamentares ou disseminem informações "sabidamente inverídicas". Além disso, a norma determina que os conteúdos produzidos pela Casa devem ter linguagem simples e não podem favorecer "posições ou opiniões políticas nem desrespeitar a proporcionalidade da representação partidária". Diálogo com a sociedade Em setembro, Motta lançou o programa "Câmara Pelo Brasil", outra iniciativa para melhorar a percepção popular em relação à Casa. O programa, que terá cinco deputados coordenando ações nas cinco regiões do país, tenta ampliar o diálogo da Casa com autoridades locais e a sociedade civil. À época, Hugo Motta afirmou ao g1 que o objetivo central da iniciativa era aproximar a Câmara do povo. O coordenador, deputado Da Vitória (PP-ES), explicou que o programa ajudará a identificar "demandas prioritárias" nos estados e propor a análise de propostas ao colégio de líderes da Câmara.

Apple anuncia segunda geração do óculos Vision Pro com IA e processador M5


Apple Vision Pro: veja primeiras impressões sobre óculos de realidade virtual A Apple apresentou nesta quarta-feira (15) a segunda geração dos óculos de realidade virtual Vision Pro. Segundo a empresa, o novo modelo traz como novidades recursos de inteligência artificial, melhor desempenho de bateria e renderização de tela aprimorada. O g1 testou a primeira versão do dispositivo alguns meses após o lançamento, em 2024 (veja no vídeo acima). O processador que equipa agora a segunda geração é o M5, desenvolvido pela própria Apple. De acordo com a empresa, o chip oferece desempenho mais rápido, detalhes mais nítidos na tela e maior duração de bateria. A nova versão chega aos Estados Unidos custando a partir de US$ 3.499 (cerca de R$ 20 mil, na cotação atual). A Apple não informou se os óculos serão vendidos no Brasil — a primeira geração não chegou a ser comercializada no país. Apple Vision Pro de segunda geração. Divulgação/Apple A alça que prende os óculos à cabeça, chamada de Dual Knit Band, também foi atualizada. Segundo a Apple, ela está mais macia e acolchoada para oferecer maior conforto durante o uso. "O Vision Pro com M5 funciona em conjunto com o chip R1, que processa a entrada de 12 câmeras, cinco sensores e seis microfones e transmite novas imagens para os monitores em 12 milissegundos para criar uma visão em tempo real do mundo", explicou. Esta reportagem está em atualização.

EUA e China travam corrida por robôs que prometem substituir humanos em casa e no trabalho; conheça os projetos


Conheça o robô faxineiro eleito uma das melhores invenções do ano Empresas dos Estados Unidos e da China disputam uma nova corrida para criar robôs humanoides capazes de ajudar seres humanos em tarefas manuais em casa e no trabalho. O objetivo é que esses dispositivos sejam usados para dobrar roupas e fazer pequenos serviços de limpeza no ambiente doméstico, bem como organizar peças e pacotes em escritórios e centros de distribuição, por exemplo. Entre os competidores, está o robô Figure 03, eleito uma das melhores invenções de 2025 pela revista Time. Ele foi criado pela americana Figure, que tem como alguns de seus investidores a Nvidia, a OpenAI, a Microsoft e o bilionário Jeff Bezos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O fundador e CEO da Figure, Brett Adcock, destacou à Time a importância de ser o primeiro no mercado de robôs humanoides. Para ele, quanto maior a frota de robôs de uma empresa, mais baratos eles ficam para serem produzidos e mais dados ela coleta para aprimorar os dispositivos, criando um efeito de retroalimentação que a distancia dos demais concorrentes. "Quem chega primeiro acaba tendo robôs cada vez mais baratos e inteligentes com o tempo", disse o executivo. "A partir daí, fica muito, muito difícil alcançar". A concorrente chinesa Unitree também aposta na redução de custos de seus robôs. A empresa lançou em julho o modelo R1, que custa a partir de US$ 5.900 (cerca de R$ 32 mil). O modelo pode parecer caro, mas já é bem mais "acessível" que o robô G1, que custa a partir de US$ 16 mil (ou R$ 87 mil) e tem especificações mais avançadas. Celular roubado ou furtado? Veja como proteger acesso a apps de bancos Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil Torres com câmeras se espalham por cidades e preocupam especialistas Unitree R1 Divulgação/Unitree Outra que aposta no mercado de robôs humanoides é a Tesla, do bilionário Elon Musk. A empresa apresentou o primeiro protótipo ao público em 2022 e, desde então, divulga pequenos vídeos de demonstração do dispositivo. Confira abaixo detalhes sobre três modelos de robôs humanoides: Figure 03, Unitree G1 e Optimus. Figure 03 O Figure 03 funciona como um robô faxineiro que consegue dobrar roupas, colocar peças na máquina de lavar, limpar móveis e organizar objetos. Ele ficou mais leve que seu antecessor – o peso caiu de 80 kg para 70 kg. Mas a altura de 1,72m, a velocidade de 1,2 m/s e a capacidade de transportar até 20 kg continuam iguais. O robô manteve a rede neural Helix, uma estrutura que busca simular o sistema cognitivo humano. Na nova geração, ele ganhou suporte para comandos de voz e um recurso de "memória", que o permite lembrar onde estão objetos. Robô faxineiro Figure 03 Divulgação/Figure Unitree G1 e R1 O Unitree G1 combina destreza motora com aprendizado por imitação e reforço. Ele tem 43 articulações controláveis e mãos capazes de manipular objetos delicados, além de sensores e câmera de profundidade para reconhecer o ambiente. O robô também tem um agente de IA integrado, microfones no pescoço, alto-falante no peito e bateria removível que facilita o uso contínuo. Unitree G1 Divulgação/Unitree O Unitree R1, o modelo mais barato, também apareceu na lista de melhores invenções da Time. A revista afirmou que o modelo atende a pesquisadores, educadores e desenvolvedores com projetos de inteligência artificial e robótica. O modelo pesa apenas 25 kg, conta com 26 articulações e consegue receber comandos de voz e processar imagens. Optimus (Tesla Bot) O Optimus, também chamado de Tesla Bot, é a aposta de Elon Musk para transformar a automação doméstica e industrial. O robô foi mostrado em vídeos realizando movimentos de Kung Fu, dobrando roupas e carregando caixas, embora ainda de forma lenta. O robô ainda está em fase de aprimoramento, mas já consegue reconhecer objetos, movimentar braços com precisão e responder a comandos básicos. Robô humanoide da empresa de Elon Musk 'luta' Kung Fu Musk mostra robô da Tesla dobrando camiseta

terça-feira, 14 de outubro de 2025

'Agroterrorismo': veja como a IA pode transformar a biotecnologia em arma


Veja os vídeos que estão em alta no g1 Exemplos de bioterrorismo ou sabotagem agrícola são bastante raros e muito difíceis de comprovar, já que são frequentemente marcados por operações secretas, acusações políticas e indícios. O caso "Fusarium graminearum" é o exemplo mais bem documentado até o momento de suspeita de terrorismo agrícola chinês contra uma democracia ocidental. Em julho de 2024, Zunyong Liu, 34, biólogo da Universidade de Zhejiang, em Guangzhou, no sudeste da China, foi revistado por funcionários da alfândega após aterrissar no Aeroporto Metropolitano de Detroit, nos EUA. Na bagagem: um emaranhado de lenços de papel, papel-filtro com círculos enigmáticos e quatro sacos plásticos com material vegetal marrom-avermelhado. Não se tratavam de ervas inofensivas, mas de Fusarium graminearum, um fungo que as autoridades americanas classificam como "potencial arma de terrorismo agrícola", capaz de destruir colheitas inteiras e intoxicar tanto animais quanto seres humanos. Liu inicialmente afirmou que iria visitar a namorada, Yunqing Jian, pós-doutoranda no laboratório da Universidade de Michigan. Mas, após pressão dos investigadores, ele admitiu ter escondido as amostras intencionalmente para cloná-las em laboratório e usá-las em outros experimentos. No celular de Liu, os investigadores do FBI encontraram literatura especializada sobre "guerra com patógenos vegetais" e transcrições de conversas com Jian que indicam planos coordenados de contrabando e tentativas anteriores de importar amostras proibidas. LEIA MAIS: Ataque no WhatsApp com foco no Brasil pode roubar senhas de usuários O que faz o café do Brasil ser tão cobiçado nos EUA Produção de soja em Indiana, nos Estados Unidos AP Photo/Michael Conroy Pesquisadores sob suspeita A namorada de Liu logo entrou na mira dos investigadores: segundo o FBI, ela é patrocinada pelo governo chinês e uma fiel apoiadora do Partido Comunista, além de pesquisar os mesmos patógenos em Michigan. Os investigadores acusam o casal de conspiração, contrabando, falso testemunho e fraudes consulares. Enquanto Liu foi deportada imediatamente para a China e permanece fora do alcance da justiça americana, Jian segue detido, aguardando audiência para possível pagamento de fiança. 'Flor-cadáver' floresce e atrai multidão para o Jardim Botânico de Varsóvia Guerra secreta por sementes e esporos Já em 2020, vários estados americanos alertaram sobre pacotes inesperados vindos da China que foram recebidos por moradores. As autoridades agrícolas levantaram a suspeita de que se tratava de sementes desconhecidas de espécies invasoras de plantas. "As espécies invasoras causam danos devastadores ao meio ambiente, suplantam ou destroem plantas e insetos nativos e causam graves danos às colheitas", declarou à época o Ministério da Agricultura e do Consumidor do estado da Virgínia. Agora, cresce nos EUA a preocupação de que o que começou como um intercâmbio científico possa ter sido parte de uma estratégia secreta para enfraquecer a agricultura americana, suscitando "sérias preocupações com a segurança nacional" por parte de especialistas e políticos. O caso dos pesquisadores chineses é um bom exemplo dessa nova ameaça de agroterrorismo na era da guerra híbrida: ataques direcionados à produção de alimentos por meio da introdução ou alteração seletiva de agentes patogênicos perigosos. É verdade que o Fusarium graminearum já é nativo dos EUA. O fungo faz com que os grãos de trigo e cevada fiquem murchos e pequenos. No milho, causa a podridão da espiga. Mas o verdadeiro perigo seria uma variante geneticamente modificada, contra a qual nenhum tratamento seria eficaz. Até o momento, não há provas de que as amostras contrabandeadas tenham sido realmente manipuladas. O perigo, no entanto, é real e alarmante. Bioterrorismo e IA: o novo front Além dos métodos clássicos de contrabando, a possibilidade de otimizar organismos nocivos com a ajuda da biologia sintética ou a partir da concepção de proteínas baseada em IA está ganhando importância. Cientistas alertam há muito tempo que as ferramentas para alterar fungos, esporos, vírus e proteínas tóxicas podem não ter apenas objetivos pacíficos, mas também fins potencialmente bélicos. "A engenharia de proteínas é uma pesquisa de mão dupla. Ela pode ter efeitos extremamente positivos, por exemplo, no desenvolvimento de vacinas, em terapias baseadas em genes, em conceitos de diagnóstico e terapia individualizados e em doenças para as quais até agora há poucos ou nenhum tratamento disponível", afirma Birte Platow, professora da Universidade Técnica de Dresden e "Ao mesmo tempo, essa pesquisa é de alto risco, pois a mesma tecnologia pode ter efeitos potencialmente prejudiciais. Um exemplo é a síntese acidental ou intencional de genes que codificam proteínas perigosas, como o desenvolvimento de armas biológicas", pondera Platow, que também é membro do Centro de Competência em IA ScaDS.AI da mesma universidade. O Escritório de Avaliação de Impactos Tecnológicos do Parlamento alemão também diz que as tecnologias de dupla utilização e a concepção de proteínas baseada em IA tornam os ataques a infraestruturas críticas, à agricultura e às cadeias de abastecimento tecnicamente mais fáceis e acessíveis. Dirk Lanzerath, diretor do Centro Alemão de Referência para Ética nas Ciências Biológicas, tem opinião semelhante: "As tecnologias de dupla utilização caracterizam-se pelo fato de que, além de terem uma utilidade civil, também podem ser utilizadas indevidamente para fins militares ou criminosos". Por isso, os pesquisadores sempre enfrentam um dilema. "Por um lado, a concepção de proteínas baseada em IA abre oportunidades para o desenvolvimento aprimorado de vacinas e a produção acelerada de medicamentos, mas, por outro, traz o risco de facilitar a produção de armas biológicas", afirma Lanzerath. Na avaliação da IA e da pesquisa de dupla utilização, também são incluídos especialistas em ética, como Lanzerath, e teólogos, como Platow. A expertise de outras áreas deve ajudar a situar a pesquisa no contexto social, questionar normas e incluir sistematicamente o senso de responsabilidade. LEIA MAIS: Projeto Stargate: como serão novos data centers bilionários nos EUA 'Shutdown' no governo Trump piora cenário já difícil para agricultores dos EUA Risco biológico, lixo tóxico ArtPhoto_studio/Freepik Lacunas de segurança Para complicar ainda mais a avaliação de riscos, os atuais mecanismos de segurança não são satisfatórios: um estudo recente mostra que os modelos modernos de IA podem gerar variantes proteicas perigosas que escapam aos sistemas de controle convencionais. "As proteínas geradas por IA podem ter propriedades comparáveis às proteínas naturais, mas diferem na sequência de DNA. Se for uma proteína potencialmente perigosa, os sistemas de controle 'ignoram' o perigo", explica Platow. Pesquisa global na zona cinzenta É justamente o sigilo em torno de pesquisas altamente sensíveis que dificulta um controle eficaz: a maioria dos avanços tecnológicos em IA e biotecnologia ocorre em laboratórios privados ou públicos que restrigem acesso por motivos estratégicos ou devido a patentes. Até o momento, não existem órgãos de controle internacionais independentes, e não há monitoramento global. Também não existem regulamentações internacionais vinculativas e efetivamente aplicáveis para o controle da biotecnologia e da IA. Os acordos internacionais mais importantes são a Convenção para a Proibição de Armas Biológicas e Toxínicas (CPAB) e o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança. A CPAB proíbe o desenvolvimento e o uso de armas biológicas, mas não possui um sistema próprio de controle ou verificação – por isso, as violações são difíceis de detectar e faltam órgãos de monitoramento. Iniciativas regionais, como a Lei de IA da União Europeia (UE), regulamentam o uso de sistemas de IA de alto risco e exigem transparência, mas são válidas apenas dentro do bloco. Assim, a comunidade científica e as empresas apostam em códigos de ética e compromissos voluntários, cuja eficácia é muito limitada, tendo em vista o rápido desenvolvimento tecnológico e a possibilidade de projetos de pesquisa secretos.

Como funciona e como ativar a nova ferramenta do WhatsApp para resumir conversas com IA


Veja os vídeos que estão em alta no g1 O WhatsApp liberou no Brasil na segunda-feira (13/10) uma nova ferramenta de inteligência artificial que promete poupar tempo e facilitar a leitura de conversas longas. O recurso, chamado de "resumo de mensagens", é capaz de sintetizar automaticamente o conteúdo de grupos ou chats individuais, destacando apenas os pontos mais relevantes. A novidade chega primeiro aos usuários brasileiros, em português, antes de ser implementada em outros países e idiomas. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Até o momento, nenhum outro país recebeu a função de forma pública e estável. Antes disso, havia apenas testes internos e versões experimentais limitadas em inglês, mas sem liberação ampla. A Meta confirmou que a ferramenta chegará "em breve" a outros idiomas e regiões, e a liberação, segundo a empresa, será gradual ao longo dos próximos dias. WhatsApp BBC/Getty Images Veja mais: Por que cada vez mais analistas falam em 'bolha' da inteligência artificial prestes a estourar Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil Mensagens seguem criptografadas, segundo a Meta A função utiliza uma tecnologia chamada processamento privado, que permite à Meta AI — o sistema de inteligência artificial da empresa — gerar os resumos sem que o WhatsApp ou a própria Meta tenham acesso às mensagens. A empresa garante que o conteúdo das conversas continua protegido pela criptografia de ponta a ponta, o mesmo sistema que impede qualquer outra pessoa, fora dos participantes, de ler o que foi trocado. O resumo produzido também permanece criptografado e visível apenas para o usuário que o solicitou. A novidade chega primeiro aos usuários brasileiros, em português, antes de ser implementada em outros países e idiomas BBC/Getty Images Segundo a Meta, nenhuma mensagem é armazenada durante o processo, e a tecnologia foi construída de maneira aberta e verificada por especialistas independentes. Além disso, o recurso é discreto: ninguém mais na conversa verá que o resumo foi gerado, preservando totalmente a privacidade do usuário. A proposta é ajudar quem se depara com dezenas ou centenas de mensagens acumuladas a se atualizar de forma rápida, sem precisar percorrer cada linha da conversa. Como ativar Por padrão, o uso da inteligência artificial vem desativado. Para ativá-lo, o usuário deve acessar as configurações de bate-papo e habilitar o processamento privado. Também é possível limitar o uso da IA nas próprias conversas, ativando a opção "privacidade avançada de conversas" em cada chat, o que impede que a ferramenta seja aplicada àquelas mensagens específicas. A Meta afirma que os recursos de inteligência artificial no WhatsApp seguirão três princípios: livre escolha, para garantir que o uso da IA seja sempre opcional; transparência, com informações claras sobre quando a tecnologia está em ação; e controle do usuário, permitindo ajustes adicionais de segurança em conversas consideradas mais sensíveis. A empresa pretende expandir gradualmente as funções baseadas em IA no aplicativo, mantendo o foco em privacidade e controle individual. Veja mais: Chefões das big techs se preparam para 'fim dos tempos': devemos nos preocupar também? Como a inteligência artificial é usada para criar deepfakes com síndrome de Down em conteúdo sexual lucrativo Torres com câmeras se espalham e levantam alerta sobre privacidade

ChatGPT com 'modo adulto': por que OpenAI vai permitir conteúdo erótico no assistente de IA


Veja os vídeos que estão em alta no g1 O CEO da OpenAI, Sam Altman, afirmou na terça-feira (14) que o ChatGPT vai ser capaz de gerar conteúdo erótico para adultos verificados a partir de dezembro. O executivo afirmou que a mudança faz parte do princípio da OpenAI de "tratar usuários adultos como adultos" e será feita à medida que recursos de restrição de idade forem implementados de forma mais abrangente no assistente de inteligência artificial. A OpenAI não deu detalhes sobre os métodos de verificação de idade ou controles adicionais de segurança para limitar esse conteúdo apenas para adultos. Em setembro, a empresa anunciou que estava desenvolvendo uma tecnologia de prognóstico baseado na idade, que estima se um usuário é maior ou menor de 18 anos e como interage com o ChatGPT. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Ainda segundo Altman, a decisão foi tomada após a OpenAI tornar o ChatGPT mais restrito para haver mais cuidado em relação a questões de saúde mental. "Sabemos que isso acabou tornando a experiência menos útil ou agradável para muitos usuários que não enfrentavam esses problemas, mas, diante da seriedade do tema, queríamos fazer tudo da maneira certa", explicou. Sam Altman, CEO da OpenAI Yuichi YAMAZAKI / AFP Celular roubado ou furtado? Veja como proteger acesso a apps de bancos Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil Torres com câmeras se espalham por cidades e preocupam especialistas Nos últimos meses, a OpenAI foi processada por pais que a acusam de prejudicar a saúde mental e até incentivar o suicídio de filhos adolescentes. Um desses casos é do adolescente Adam Raine, da Califórnia, que se suicidou no começo deste ano. Em uma ação judicial, seus pais asseguraram que o ChatGPT o aconselhou especificamente em como tirar a própria vida. A empresa reagiu com novos recursos que prometem controlar o uso por menores e avisa pais sobre conversas sensíveis – veja como ativar. A Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos também iniciou uma investigação contra várias empresas de tecnologia, inclusive a OpenAI, sobre como os chatbots afetam potencialmente de forma negativa as crianças e os adolescentes. "Dada a seriedade deste assunto, queremos fazer isto bem", disse Altman na terça. Ele assegurou que as novas ferramentas de segurança da OpenAI permitirão à empresa diminuir as restrições enquanto continuam abordando riscos graves de saúde mental. Os planos da OpenAI incluem o lançamento de uma versão atualizada do ChatGPT, que permitirá aos usuários adaptarem a personalidade de seu assistente de IA, incluindo opções para respostas mais humanas, uso intensivo de emojis ou comportamento amistoso. DeepSeek, ChatGPT e Gemini: qual é a melhor inteligência artificial? Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...