quinta-feira, 5 de março de 2026

X suspenderá monetização de vídeos de guerra feitos com IA sem aviso


Grok: ferramenta gratuita da rede social X é usada para criar imagens íntimas falsas A rede social X anunciou, nesta terça-feira (3), que suspenderá por 90 dias do programa de distribuição de receitas os criadores que compartilharem vídeos de conflitos armados sem revelar que foram produzidos com inteligência artificial (IA). É #FAKE vídeo de jato de Israel explodindo ao ser abatido no Kuwait; cena foi criada com inteligência artificial É #FAKE imagem de satélite que mostra antes e depois de ataque a base dos EUA no Catar; conteúdo foi manipulado com IA A mudança de política, anunciada por um executivo da empresa de Elon Musk, busca combater o que a companhia descreveu como uma ameaça à informação autêntica em meio à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Acompanhe a cobertura do conflito em tempo real "Em tempos de guerra, é fundamental que as pessoas tenham acesso a informações autênticas sobre o que acontece no terreno", disse Nikita Bier, diretor de produto do X. Ele acrescentou que as tecnologias atuais de IA "banalizam a criação de conteúdo que engana as pessoas". Já na segunda-feira, o X havia dito que "continuaria aperfeiçoando" suas políticas e produtos para garantir que a rede social "seja confiável durante esses momentos críticos". A nova regra de transparência sobre IA representa uma guinada para a plataforma, que vem sendo fortemente criticada por suas políticas de moderação de conteúdo desde que Musk adquiriu o Twitter em 2022 e o transformou no X. Com as novas disposições, reincidentes estarão sujeitos à suspensão permanente do programa de participação de criadores nas receitas, que paga a determinados usuários uma parte das receitas de publicidade geradas por suas publicações. As infrações serão detectadas por meio das Notas da Comunidade (um sistema colaborativo para adicionar contexto a publicações potencialmente enganosas), bem como por meio de metadados e outros sinais técnicos incorporados ao conteúdo gerado com IA. VEJA TAMBÉM EUA reforçam que irão intensificar ataques contra o Irã

É #FAKE vídeo de jato de Israel explodindo ao ser abatido no Kuwait; cena foi criada com inteligência artificial


É #FAKE vídeo de jato israelense explodindo após ser abatido no Kuwait; cena foi criada com inteligência artificial Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostra um caça israelense explodindo após ter sido abatido no Kuwait. É #FAKE. g1 🛑 Como é o vídeo? Publicado nesta segunda-feira (2) no X, YouTube e Facebook, os posts sugerem que o vídeo foi gravado durante a guerra no Oriente Médio, iniciada neste sábado (28), após um ataque direto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. O presidente Donald Trump declarou que o principal objetivo seria destruir o programa nuclear iraniano. A legenda de um post no X diz, em inglês: "🚨 ÚLTIMAS NOTÍCIAS: Momento chocante em que um caça israelense CAI em uma rodovia no Kuwait. Não consigo acreditar que os contribuintes americanos financiaram isso". Ela omite que se trata de uma cena fabricada com inteligência artificial (IA), similar a uma filmagem feita de dentro de um carro que seguia por uma rodovia. As imagens mostram uma aeronave em chamas caindo ao lado do acostamento. Em seguida, há um grande estrondo e o jato explode. A fake viralizou um dia após três caças americanos terem sido atingidos por engano por Forças do Kuwait. Os pilotos ejetaram e foram resgatados em estado estável de saúde. ⚠️ Por que isso é falso? O Fato ou Fake submeteu o vídeo ao HiveModeration, ferramenta de detecção de conteúdos produzidos com IA. Resultado: 93,7% de probabilidade de o material ter sido criado com esse recurso (veja infográfico ao final desta reportagem. Além disso, a cena apresenta sinais de manipulação. Os números exibidos no velocímetro e no painel do carro ficam distorcidos conforme o vídeo avança (confira abaixo). Velocímetro e painel de carro ficam distorcidos em vídeo de IA. Reprodução HiveModeration aponta uso de IA em vídeo. Reprodução É #FAKE vídeo de jato israelense explodindo após ser abatido no Kuwait; cena foi criada com inteligência artificial Reprodução Veja também O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre EUA e Irã O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: Fato ou Fake explica . .. É #FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

quarta-feira, 4 de março de 2026

Pai acusa Gemini, do Google, de incentivar ataque nos EUA e contribuir para suicídio do filho


Joel Gavalas e seu filho Jonathan Gavalas Joel Gavalas via AP O Google está sendo acusado de incentivar um ataque próximo ao aeroporto de Miami, na Flórida, e contribuir com o suicídio de um homem por meio de instruções em seu assistente de inteligência artificial Gemini. A alegação faz parte de um processo formal aberto nesta quarta-feira (4) por Joel Gavalas, que aponta o Google como o responsável pelo suicídio de seu filho Jonathan Gavalas, de 36 anos. O pai pede que a empresa seja responsabilizada por homicídio culposo e pelo conteúdo gerado no Gemini. Segundo o processo aberto em um tribunal federal em San José, na Califórnia, o Gemini orientou o homem a provocar um "acidente catastrófico" perto do aeroporto, destruir evidências e se livrar de testemunhas. Este é o primeiro processo do tipo contra o Gemini e o primeiro a abordar a responsabilidade das empresas quando usuários informam assistentes de IA sobre planos de violência em massa, de acordo com a Associated Press. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ainda de acordo com a acusação, Jonathan conversava com uma versão de voz do Gemini e a tratava como sua esposa de IA. Ele teria acreditado que ela estava presa em um armazém perto do aeroporto de Miami. Morador da cidade de Júpiter, a cerca de 150 km do aeroporto, Jonathan viajou para Miami em setembro de 2025. O processo aponta que o objetivo dele era buscar um robô humanoide e interceptar um caminhão que nunca apareceu. "O Gemini encorajou Jonathan a interceptar o caminhão e, em seguida, provocar um 'acidente catastrófico' com o objetivo de 'garantir a destruição completa do veículo e de todos os registros digitais e testemunhas'", diz a ação. Ele se suicidou no início de outubro. Segundo o processo, o Gemini criou um rascunho de uma carta de suicídio e descreveu o ato como o envio de sua "consciência para estar com sua esposa de IA em um universo paralelo". Modo de voz do Gemini, assistente de inteligência artificial do Google Amanz/Unsplash O Google afirmou em comunicado que envia suas mais profundas condolências à família de Jonathan e que está analisando as alegações do processo. A empresa disse que o Gemini foi "projetado para não incentivar a violência no mundo real nem sugerir automutilação" e que trabalha ao lado de profissionais médicos e de saúde mental para desenvolver medidas de segurança. A companhia informou ainda que o Gemini esclareceu a Jonathan que era uma inteligência artificial e o encaminhou várias vezes a uma linha direta de apoio. "Nossos modelos geralmente têm um bom desempenho nesses tipos de conversas desafiadoras e dedicamos recursos significativos a isso, mas infelizmente os modelos de IA não são perfeitos", continuou o Google. O advogado do pai de Jonathan, Jay Edelson, criticou o Google e disse que, "quando sua IA leva à morte de pessoas e ao potencial de muitas mortes, essa não é a resposta certa". "Jonathan estava imerso nesse mundo de ficção científica onde o governo e outros queriam pegá-lo. Ele acreditava que o Gemini tinha consciência própria", afirmou o advogado da família, Jay Edelson. Edelson disse que, apesar da tentativa de encaminhar Jonathan para um canal de ajuda, não está claro se as conversas mais alarmantes do homem com o Gemini foram enviadas para revisores humanos. O advogado é conhecido por assumir grandes casos contra empresas de tecnologia e também representa os pais de Adam Raine, que se suicidou aos 16 anos. O jovem teria recebido instruções sobre métodos de autoagressão pelo ChatGPT, da OpenAI. LEIA TAMBÉM: Apple lança MacBook Neo, modelo 'popular' da marca; veja preços no Brasil 'Crise da memória' deve fazer venda de celulares ter maior queda da história em 2026 EUA usaram inteligência artificial Claude, rival do ChatGPT, em ataque ao Irã, diz jornal

Apple lança MacBook Neo, modelo 'popular' da marca; veja preços no Brasil


Apple MacBook Neo Di A Apple lançou nesta quarta-feira (4) o MacBook Neo, um novo modelo da linha de notebooks MacBook com preço "popular", com o mesmo chip usado no Phone. No Brasil, o modelo vai custar a partir de R$ 7.299 (com 256 GB de armazenamento) e R$ 8.499 (com 512 GB de armazenamento e teclado com identificação por impressão digital). Com esses valores, o MacBook Neo passa a ser o mais barato da marca no país. Até então, o notebook da Apple mais barato disponível era o MacBook Air de 13", vendido por R$ 14 mil. As configurações incluem tela de 13 polegadas "Liquid Retina" (resolução de 2.408 x 1.506 pontos), duas portas USB-C, uma saída para fone de ouvido, webcam com resolução 1080p e uso do processador A18 Pro, o mesmo usado no iPhone 16 Pro. Segundo a Apple, a bateria do MacBook Neo tem duração estimada em até 16 horas. O portátil será vendido nas cores prateado, blush (rosa), amarelo-cítrico e índigo (azul), com estrutura feita em alumínio. Veja os vídeos que estão em alta no g1

TikTok vai exigir permissão de pais para aumentar tempo de tela de menores de 16 anos


Ícone do aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok. AP/Matt Slocum/Arquivo O TikTok vai impedir que usuários menores de 16 anos mudem configurações padrão em suas contas sem a permissão de pais ou responsáveis vinculados aos seus perfis na rede social. A rede social está informando adolescentes sobre a mudança por meio de notificações que passaram a ser enviadas nesta quarta-feira (4). A nova regra entra em vigor em 17 de março. A data coincide com a entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), lei que obriga menores de 16 anos a terem suas contas em redes sociais vinculadas ao perfil de um adulto responsável. Com a mudança, só pais ou responsáveis poderão alterar configurações sobre a atividade de menores de 16 anos no TikTok – a plataforma afirma que só permite a criação de contas para usuários com 13 anos ou mais. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As configurações da conta podem ser acessadas na área Sincronização Familiar e permitem controlar tempo de tela – por padrão, de 1 hora por dia para jovens de 13 a 15 anos –, escolher dias e horários para pausas programadas e restringir o acesso a certos conteúdos, por exemplo. Pais também podem restringir ainda mais os horários em que adolescentes recebem notificações na rede social – por padrão, elas são desativadas entre 21h e 8h para usuários de até 15 anos, mas responsáveis podem estender esse período de silenciamento. E, mesmo com permissão de adultos, usuários de até 15 anos no TikTok ainda não poderão enviar mensagens privadas, baixar vídeos, fazer transmissões ao vivo, ver recomendações da aba "Para Você" ou dar presentes virtuais. Esses recursos seguem bloqueados para essa faixa etária.

Fone open-ear: g1 testa 4 modelos que não tampam o ouvido


Fones de ouvido padrão aberto: g1 testou 4 modelos Bruna Azevedo/g1 O fone do tipo open-ear é aquele que não tampa o ouvido. Ele fica apoiado perto da orelha e direciona o som para dentro, mas sem bloquear a audição do que acontece ao redor. Essa característica aumenta a percepção do ambiente, o que pode evitar distrações e ampliar a segurança do usuário. Além disso, são modelos mais confortáveis, já que não entram no canal auditivo e não possuem a borrachinha que pode incomodar e ficar suja de cera (veja como limpar). Fone over-ear em formato de piercing no ouvido Henrique Martin/g1 O ponto negativo, no entanto, é a falta de isolamento acústico. Como o ouvido fica aberto, todo ruído que vem de fora é perceptível. Por conta disso, o uso é mais indicado para locais de trabalho ou dentro de casa. Na rua, qualquer motocicleta, caminhão ou ônibus que passe ao lado pode ocultar totalmente o que se está ouvindo, seja uma música ou um podcast. Ou o som alto de uma academia de ginástica. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O Guia de Compras testou quatro modelos de fones open-ear: Huawei FreeClip 2, JBL Soundgear Sense, Motorola Buds Loop e Philips TAQ2000. Três deles – Huawei, Motorola e Philips – têm o formato em "C", que se encaixa na orelha de forma parecida com um piercing. Já o modelo da JBL é voltado para esportes e fica preso por um gancho que passa sobre a orelha. Da esquerda para a direita: fones da Huawei, Motorola, Philips e JBL Henrique Martin/g1 Veja o resultado dos testes a seguir e, ao final, a conclusão. Huawei FreeClip 2 O Huawei FreeClip 2 é o fone mais caro do teste, vendido na faixa dos R$ 1.000 nas lojas da internet no início de março. O encaixe pode causar estranhamento e, dependendo do ângulo, alguma pressão e incômodo, mas não cai. Dos modelos nesse formato, o da Huawei e o da Motorola são os mais confortáveis – o Philips aperta um pouco no começo. A qualidade sonora é excelente, muito parecida com a encontrada nos fones da Motorola e da JBL. Funciona bem para música clássica, eletrônica ou pop sertanejo. É curioso ouvir bem os graves, médios e agudos e, ao mesmo tempo, conseguir perceber alguém falando com você. O aplicativo Huawei AI Life (para Android e iOS) permite ajustes de equalização e dos comandos por toque. Movimentos da cabeça podem servir para atender chamadas – é esquisito, mas funciona. Da esquerda para a direita, apps dos fones da Huawei, JBL, Motorola e Philips Reprodução A bateria tem duração estimada de 9 horas de uso nos fones e mais 29 horas no estojo, a maior entre os modelos avaliados. Um ponto negativo é o design da caixa de carregamento, que torna o ato de guardar os fones um desafio nas primeiras vezes. JBL Soundgear Sense O JBL Soundgear Sense foge do conceito de “piercing”, com um formato que deixa a saída de som sobre o ouvido. O produto custava R$ 800 nas lojas on-line pesquisadas em março. O fone fica preso a um gancho atrás da orelha, indicado para esportes. Ele vem com um arco plástico que conecta as duas pontas, passando por trás do pescoço para aumentar a segurança e evitar quedas. Fone JBL Soundgear Sense com adaptador para arco Henrique Martin/g1 A qualidade do som é excelente e, dos quatro fones, é o que permite perceber mais detalhes nas músicas. O reforço de graves da JBL está presente, mas de forma menos exagerada. O app JBL Headphones (para Android e iOS) traz equalizador, controles de gestos e de músicas. A bateria tem duração estimada em 6 horas de uso, mais 18h no estojo, o maior entre os testados e não cabe bem no bolso. Moto Buds Loop O Moto Buds Loop pode ser um fone estilo piercing, que custava R$ 900 em fevereiro, ou um acessório de moda em sua versão com cristais Swarovski, por R$ 1.400. Moto Buds Loop versão cristais Swarovski Divulgação O encaixe no ouvido é simples e não pressiona a cartilagem. A qualidade sonora é excelente, similar à dos fones da Huawei e da JBL, com tecnologia desenvolvida em parceria com a Bose. O volume é um pouco mais alto que o dos concorrentes. O app Moto Buds (apenas para Android) oferece os controles básicos e funções de inteligência artificial, como um recurso de gravação e transcrição de conversas ativado pelo estojo. Nos testes, a função funcionou uma vez, travou e não voltou a operar. A bateria tem duração estimada em 8 horas de uso, mais 29 horas no estojo de carregamento. Philips TAQ2000 O Philips TAQ2000 é o fone open-ear mais barato do teste, vendido por R$ 200 em março. Dos quatro, é o que aperta mais no encaixe e leva um tempo para se acostumar. Seu preço baixo o transforma no campeão da relação custo-benefício. A qualidade sonora é um pouco inferior que a dos concorrentes, mas suficiente para o uso no dia a dia em um escritório, por exemplo. O perfil sonoro é mais neutro, sem exageros nos graves. Em sentido horário: Huawei e JBL (em cima), Philips e Motorola (embaixo) Henrique Martin/g1 O aplicativo Philips Fone de Ouvido (para Android e iOS) surpreende com uma função que gera sons da natureza ou ruído branco para ajudar na concentração ou relaxamento, similar a um recurso presente nos AirPods, da Apple. A bateria dura, segundo a Philips, 7 horas contínuas nos fones e 21 horas adicionais no estojo. Conclusão Fones estilo open-ear são diferentes dos modelos que estamos acostumados. Eles perdem em isolamento de ruído e força dos graves, mas ganham por permitir que o usuário esteja ciente o tempo todo do seu entorno. Por isso, não servem para toda situação. Usar na rua ou no transporte público é inviável, pois o barulho externo pode abafar completamente o som. Dos quatro fones avaliados, três têm excelente qualidade sonora – Huawei FreeClip 2, JBL Soundgear Sense e Motorola Buds Loop –, com preço mais elevado. O da Philips surpreende pelo valor de R$ 200 com uma boa qualidade de som, o que é mais que suficiente para testar o formato antes de partir para um modelo mais caro. Os fones testados foram enviados por empréstimo e serão devolvidos aos fabricantes. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

terça-feira, 3 de março de 2026

É #FAKE que vídeo mostre avião militar dos EUA fugindo de mísseis do Irã; trata-se de simulação por computador


É #FAKE que vídeo mostre avião militar dos EUA fugindo de mísseis do Irã; trata-se de simulação por computador Reprodução Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostra um caça dos Estados Unidos desviando de mísseis do Irã e, em seguida, sendo atingido. É #FAKE. g1 🛑 Como é o vídeo? Publicado no X, Instagram, Facebook e TikTok neste domingo (1°), o vídeo mostraria mísseis iranianos perseguindo um avião militar americano, que faz diversas manobras para fugir, mas acaba sendo atingido. No final, a aeronave começa a cair em chamas, e o piloto se ejeta. Um post do X tem esta legenda, em turco: "Mísseis iranianos abateram um caça F-15, na sequência do ataque com um F-35". Na seção de comentários, usuários questionaram se o vídeo era verdadeiro ou falso. Mas as descrições omitem que se trata de um material criada por computador. O vídeo foi publicado em um canal do YouTube de especializado em vídeos de simulações militares realistas (leia mais abaixo). O conteúdo viralizou em meio ao mais recente ataque direto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, iniciado no sábado (28). O presidente Donald Trump declarou que o principal objetivo seria destruir o programa nuclear iraniano. ⚠️ Por que isso é falso? O vídeo foi originalmente publicado no YouTube pelo canal Creative Comparison, especializado em "conteúdo de alta qualidade de simulação militar". O post é de sexta-feira (27), ou seja: véspera do ataque de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Na descrição, o autor deixa claro que a gravação é uma simulação digital. O texto, em inglês, relata: "Veja como o F/A-18 Hornet leva seus limites ao extremo para escapar do rastreamento implacável do sistema antiaéreo Osa-AKM. Esta simulação de alta fidelidade captura cada segundo de tirar o fôlego das manobras defensivas e do lançamento de flares (contramedidas térmicas) em um ambiente de alta ameaça". No canal, há vídeos similares que também mostram outras aeronaves realizando manobras impressionantes para fugir de ataques aéreos. Israel faz novos bombardeios em Beirute e em Teerã É #FAKE que vídeo mostre avião militar dos EUA fugindo de mísseis do Irã; trata-se de simulação por computador Reprodução Veja também O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre EUA e Irã O que é #FATO e o que é #FAKE na guerra entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio VÍDEOS: Fato ou Fake explica . .. É #FAKE VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país

Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros NetAskari Quando um pesquisador de ciberse...